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Anedota
Meu querido filho:
Escrevo-te a lápis porque o nosso gato entornou o tinteiro. Por sorte, não tinha tinta!
Há algum tempo que estás na tropa. Enquanto tu cá estavas não dávamos pela tua falta, mas agora que partiste, bem vemos que cá não estás.
No domingo o Sr. Regedor organizou uma corrida de burros; foi pena cá não estares, ganhavas, de certeza, o primeiro prémio.
Mandei-te umas camisas novas, que fiz com as velhas do teu pai. Quando assim estiverem, manda-mas para fazer novas para a tua irmã.
No domingo foi a festa da terra. Pensei muito em ti, por causa da feira dos porcos.
O teu irmão vai casar com uma mulher. Tu já a conheces. É aquela que nos fez rir muito no enterro do teu avô.
O nosso gato, ao atravessar a estrada, ficou sem rabo. Tem cuidado, não te vá acontecer o mesmo!
Aqui estamos todos bem menos o tio Júlio que morreu. Espero que esta carta te vá encontrar da mesma maneira!
Tua mãe -
Anedota
Joãozinho estava brincando no páteo da escola, quando viu o carro do seu pai passando em direção ao mato atrás da escola. Ele seguiu o carro e viu seu pai e tia Jane, se abraçando apaixonadamente!!! Joãozinho achou isso tão excitante, que não se conteve e correu para casa, para contar à sua mãe o que tinha visto.
– Mamãe, mamãe, eu estava no páteo da escola, quando vi o carro do papai indo para o mato com a tia Jane dentro! Eu fui atrás para ver e ele estava dando o maior beijo na tia Jane! Depois ele a ajudou a tirar sua blusa! Aí tia Jane ajudou papai a tirar suas calças e depois a tia Jane…!
Nesse ponto a Mamãe o interrompeu e disse:
– Joãozinho, essa é uma história tão interessante, que tal você guardar o resto dela para hora do jantar? Eu quero ver a cara do seu pai, quando você contar tudo isso hoje à noite!!!
Na hora do jantar, a Mamãe pediu pro Joãozinho para contar sua história. Joãozinho começou a sua contar:
– Eu estava brincando no páteo da escola, quando vi o carro do papai indo para o mato com a tia Jane dentro. Aí, fui correndo atrás para ver e ele estava dando o maior beijo na tia Jane. Depois ele a ajudou a tirar sua blusa. Aí a tia Jane ajudou o papai a tirar suas calcas e depois a tia Jane e o papai começaram a fazer as mesmas coisas que a mamãe e o tio Bill faziam, quando o papai estava no exército.
A mamãe desmaiou! -
Anedota
O filho perguntou ao pai. – MEU PAI QUANTO CUSTA CASAR?… O pai respondeu. NÃO SEI, AINDA ESTOU APAGAR -
Anedota
O sujeito, meio esquisitão, casa-se com uma loira gostosíssima e vai passar a lua de mel na Europa. Um mês depois os dois estão de volta e a esposa queixa-se com a mãe:
– Mamãe, o Ricardinho não tocou em mim durante toda a viagem. Eu continuo virgem!
– Mas não é possível! Vou pedir para o seu pai falar com ele!
No dia seguinte o tal de Ricardinho esta sentando diante do sogro.
– E ai, Ricardinho! Como foi a viagem?
– Foi ótima, seu Alberto! A sua filha adorou!
– E como estava Roma?
– Linda e eterna, como sempre! A sua filha adorou!
– E Paris?
– Muito romântica, como sempre! Os cafés, os bistros… a sua filha adorou!
– E a Espanha?
– Fomos ver uma tourada! A sua filha adorou!
– Escuta, o Ricardinho! Vamos direto ao assunto, o que a minha filha adora mesmo é uma pica deste tamanho!
– Cruzes, seu Alberto! E quem é que não gosta? -
Anedota
Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado para a sua idade. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema:
“Querido filho. Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Estou muito triste por não poder fazê-lo, porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão.
Com amor, teu pai.”
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
“Pelo amor de Deus, pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!”
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e polícias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta:
“Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim.” -
Anedota
Bem… um garoto maroto… entra no autocarro em baixa Lisboa para ir dar um passeio, e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar, maluquices….
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um cachorito.
Bem, o Condutor, começou a ficar irritado com a música dele, e virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, que eras tu?
O miúdo, disse de repente com grande orgulho:
– Seria condutor!… -
Anedota
Nesta altura de compras para o natal, a mãe pergunta à filha mais nova:
- Então o que gostavas que o Pai Natal te desse?
Responde a menina:
- Um preservativo.
- Um preservativo?! – Diz chocada a mãe.
Explica a menina:
- Sim, é que eu tenho cinco bonecas e não quero ter mais nenhuma.
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Anedota
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou ! -
Anedota
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
Reza a história que, na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada. Desesperado foi beber um copo e ao chegar à adega, esta estava vazia, então voltou a casa para ver se havia algo para petiscar mas os ratos tinham comido tudo. Para além disso a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta. Este com a pressa de abrir a porta, tropeça e bate com a cara no chão, começando logo a sangrar. Abre a porta e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta Árvore de Natal. Onde é que queres que a meta?
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Anedota
A professora pergunta ao menino Joãozinho o que quer ser quando for grande.
O menino responde:- Quero ser o Pai Natal!
Espantada pergunta a professora:
- O Pai Natal?! Então mas porquê?
Explica o Joãozinho:
- Ora! Ao menos assim só trabalhava uma vez por ano…
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Anedota
Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: – Diz-me lá quem escreveu Os Lusíadas?
O aluno, a gaguejar, responde:
– Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
– Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
– Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele…
Diz o pai:
– Bem, ele não costuma ser mentiroso. Se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão! Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
– Parece que o dia não lhe correu muito bem!
– Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas! Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
Diz o comandante do posto:
– Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um aperto e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
– Então o dia correu bem?
– Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto?
O marido, confortando-a:
– Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras! -
Anedota
Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:
– Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.
O puto, enfim lá se calava e ia-se embora. Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto. Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco. Entretanto toca o telefone, e dizem:
– Olha, eu queria falar com a tua mãe.
– A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci. -
Anedota
José Sócrates visita a Inglaterra e vai jantar com a rainha. E às tantas, pergunta:
– Vossa majestade, a senhora impressiona-me. Como pode estar sempre cercada de gente inteligente? Como é que a senhora faz?
Ela responde:
– É muito simples. Eu deixo-os sempre em alerta. Faço um teste de QI regularmente, só para ver se a inteligência deles ainda está bem viva.
Sócrates, surpreendido:
– E como é que a senhora faz isso?
A rainha concorda em mostrar um exemplo. Pega no
liga ao Tony Blair:
– Bom dia, Tony. Tenho um pequeno teste para ti.
Tony, todo educado:
– Bom dia, Majestade. Tudo bem. Estou pronto para o teste. Pode perguntar.
– Muito bem, Tony. O teste é o seguinte:
– É filho do teu pai e da tua mãe, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
– Muito simples, Majestade. Sou eu mesmo.
– Bravo, Tony. Como sempre, inteligente. Até à próxima.
Sócrates fica impressionadíssimo. De volta a Portugal, decide por em prática a técnica que aprendeu com a rainha. Telefona à ministra da educação Isabel Alçada e pergunta:
– Isabelinha, é o Sócrates, companheira. Tenho aqui um pequeno teste de inteligência para ti.
– Tudo bem, pergunta:
– É o seguinte: É filho da tua mãe e do teu pai, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
– Ah, Sócrates, eu não esperava um teste assim, de repente. Tenho que pensar alguns minutos. Telefono-te depois, ok?
– Sem problemas. Até logo.
Ela de seguida liga para o Cavaco Silva, já que ele tem fama de inteligente. Faz a mesma pergunta que lhe foi feita, ao que o Cavaco responde:
– Ora bolas Isabel, sou eu mesmo, como é óbvio!
– Muito bem, perfeito, Cavaco! Obrigado.
E volta a ligar ao Sócrates:
– Sócrates, podes repetir a tua pergunta, por favor? Creio que tenho a resposta.
– Muito bem: É filho da tua mãe e do teu pai, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
E a ministra da educação, vitoriosa:
– Simples!!! Ora bolas, é o Cavaco Silva!!!
– NÃOO, estúpida!!! Tens que treinar mais!!! É o Tony Blair!!! -
Anedota
Uma dona de casa recebe um amante todo os dias em casa, enquanto o marido trabalha. Durante esse tempo ela mete o filho de 9 anos trancado no armário do quarto. Certo dia o marido chega a casa e o amante ainda lá está. Então ela tranca o amante no armário onde estava o filho. Ficaram lá um bocado, até que o miúdo diz:
– Tá escuro aqui, não tá? – É, está.
– Eu tenho uma bola de baseball. – Que giro!
– Queres comprar?
– Não!
– O meu pai está lá fora!
– Quanto é que queres pela bola?
– 5 euros.
– Toma.
Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo.
O amante está em casa. O miúdo está no armário. O amante vai para o armário. Ficam em silêncio até que o miúdo diz:
– Tá escuro aqui, não tá?
– É, está.
– Eu tenho uma luva de baseball.
– Que bom.
– Queres comprar?
O homem lembra-se da outra semana…
– Claro, quanto é?
– 10 euros
– Aqui está.
No fim-de-semana o pai chama o filho:
– Pega na bola e na luva e vamos jogar.
– Não posso. Vendi tudo.
– Vendeste? Por quanto?
– 15 euros.
– Não podes enganar os teus amigos assim. Vou
levar-te agora ao padre para te confessares. Chegando à igreja, o miúdo entra no confessionário, ajoelha-se e fecha a porta. Abre-se uma janelinha e aparece o padre.
– Meu filho, não temas a Deus, diz e Ele perdoar-te- á. Qual é o teu pecado?
– Tá escuro aqui, não tá?
– Não vais começar com essa cena outra vez!!! -
Anedota
No primeiro dia de aula, a professora chama os alunos um por um e pede para eles se apresentarem brevemente, dizendo o nome e a profissão dos pais.
– Eu me chamo Luciana – diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.
– Eu sou o Luís Carlos – diz um garoto – minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.
– Eu sou o Roberto – diz um outro menino – minha mãe é prostituta e meu pai faz strip-tease numa boate gay.
Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto.
No recreio, os colegas perguntam para Roberto: – É verdade que sua mãe é prostituta e seu pai tira a roupa na frente das bichas?
– Não! – responde o Roberto – É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft! -
Anedota
Mê querido filho.
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa.
Por isso, mudámos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-lo pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí, prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção! Foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.
O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a chave suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.
Se vires a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças. Se nã a vires, nã digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.

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