Etiqueta: dinheiro

O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:
– Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
– Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
– Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
– Tua.

Estavam uns garotos a brincar no pátio da igreja por alturas do Natal. Até que um deles sem querer esbarra num dos bonecos do presépio e parte-o. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? És sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira; diz-se esposa de Cristo.
  • Ah, então o meu cunhado que pague!…

Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:

  • Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.”
Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!
Assinado: Você sabe quem.”

Manuel entrou num bar por volta das 20 horas.
Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.
Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento em que começavam as notícias do dia.
A reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.
A loira voltou-se para o Manuel e disse:
– Você acha que ele vai saltar?
Manuel respondeu:
– Eu aposto que vai saltar.
A loira respondeu:
– Bem, eu aposto que não vai.
Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:
– Vamos apostar?
– Sim!
Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.
A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:
– Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.
Manuel respondeu:
– Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.
A loira respondeu:
– Também vi, mas nunca pensei que ele saltasse outra vez.

Havia uma velhinha que vivia sozinha, coitadinha, sem saúde, sem dinheiro, sem amigos…
Um dia resolveu acabar com a própria vida e ligou para o seu médico para saber qual era a posição exacta do coração.
– Dois dedos abaixo do seio esquerdo.
No dia seguinte a velhinha foi notícia de primeira página em vários jornais:
“Mulher idosa tenta o suicídio com um tiro no joelho”.

Um ladrão entra com uma arma num banco e exige o dinheiro ao caixa.
Já com o dinheiro na mão, volta-se para um cliente e pergunta:
– Você viu-me a assaltar este banco?
– Sim, eu vi.
O ladrão dá-lhe um tiro, matando-o instantaneamente.
Depois volta-se para um casal parado ao seu lado e pergunta ao homem:
– Você viu-me a assaltar este banco?
– Eu não, mas aqui a minha mulher viu.

A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego e então resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:
– “Vou sequestrar uma criança!” – pensou – “Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida!”
Ela foi para um parque de baloiços, num bairro de luxo, e quando viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:
– “Querida mãe, isto é um sequestro. Estou com seu filho. Por favor, deixe o resgate de 10.000 euros amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parque. Ass: Loira sequestradora.”
Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:
– Agora vai lá e entrega esse bilhete para a tua mãe.
No dia seguinte, a loira vai até o local combinado.
Encontra uma bolsa.
Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:
– “Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra!”

Um homem vende sementes de maçãs na rua.
Uma loira chega ao pé do homem e pergunta o que é que ele está vendendo.
– Estou vendendo sementes de maçã que fazem você ficar mais inteligente se comê-las.
– A sério? E elas realmente funcionam?
– Bem, a senhora pode comprar e ver por conta própria.
– Tudo bem, dê-me 5 sementes.
– Está bem, são 10 euros.
A mulher dá o dinheiro ao homem, come a semente e, 2 minutos depois, diz:
– Espere aí, 10 euros por 5 sementes? Eu podia comprar mais de 10 maçãs com este valor e conseguir 20 a 30 sementes.
– Está vendo? Já está fazendo efeito!
– Meu Deus, é verdade! Então dê-me lá mais 5 sementes!

Um empresário encontra o amigo Ministro:
– Então, pá? Há quanto tempo?!
– Olha, olha… Está tudo bem?!
– Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?
– E que habilitações ele tem?
– Tem o 12.º completo.
– E o que ele sabe fazer?
– Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
– Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?
– Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…
– E um lugar de secretário? Ganha 3.000.
– Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?
– Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.

Um rapaz de cinco anos queria ganhar 100 euros e pediu a Deus, rezando durante duas semanas.
Como nada acontecia, resolveu mandar uma carta para Deus com seu pedido.
Os correios receberam a carta endereçada para Deus e, então, os funcionários decidiram remetê-la para a Assembleia do país.
A Assembleia acabou por ficar comovida com o pedido e os deputados juntaram-se e enviaram uma nota de 50 euros para o rapaz, pois acharam que 100 euros era muito dinheiro para uma criança tão pequena.

O rapaz recebeu os 50 euros e imediatamente sentou-se para escrever uma carta de agradecimento:
– Deus, muito obrigado por mandares-me o dinheiro que eu pedi. Contudo, notei que, por alguma razão, Deus o mandou da Assembleia. Como sempre, aqueles miseráveis ficaram com 50 euros de comissão.

Um agricultor tinha um touro que era o melhor da região. O touro era o seu único património. Os fazendeiros descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor e começaram a alugar o bicho para cobrir as suas vacas. Era só colocar uma vaca perto dele e o touro não perdoava! O agricultor ia ganhando muito dinheiro! Os fazendeiros reuniram-se todos e decidiram comprar o touro. Chegaram na casa do agricultor e falaram:
-Faz um preço ao touro que nós queremos comprá-lo.
O agricultor, aproveitando da situação, pediu um preço absurdo. Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram queixar-se ao  Presidente da  Câmara. Este, sensibilizado com o problema, comprou o animal com o dinheiro da Câmara, pagando uma fortuna, e registou-o como  Património da cidade. Fizeram uma festa imensa na cidade… Os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir, tudo de graça!!! Veio a primeira vaca, o touro cheirou e nada…

  • Deve ser culpa da vaca – disse um fazendeiro – Ela é muito magra!

Trouxeram outra vaca, uma holandesa, a mais bonita da região. O touro cheirou a vaca e… nada! O  Presidente, desesperado, chamou o agricultor e perguntou-lhe o que estava acontecendo.

  • Não sei…
  • Disse o agricultor
  • Ele nunca fez isso antes!

-Deixe que eu vou conversar com o touro.
E o agricultor, aproximando-se do bicho, perguntou:

  • O que há contigo? Já não estás com vontade de trabalhar?

E o touro, dando uma espreguiçadela, respondeu:

  • Não me chateies…

Agora sou  Funcionário Público!

Um agricultor deixa três notas de quinhentos euros em cima de uma mesa e, enquanto está distraído, o porco come-lhe as notas. 
A mulher sugere ao homem que dê bagaço ao porco para ele arrotar, de forma a que as notas voltem cá para fora. 
Como não tem bagaço em casa, o homem leva o porco à taberna e pede dois bagaços, um para ele e um para o porco. 
Dali a pouco, o homem dá um pontapé no rabo do porco e ele arrota uma nota. 
Mais um pouco, mais um pontapé, mais uma nota. 
Um outro agricultor aproxima-se e pergunta: 

  • Eu vi bem? 

Sem mais, o homem dá novo pontapé ao porco, há um novo arroto e surge uma nova nota. 
Diz novamente o segundo agricultor, tirando um molho de notas do bolso: 

  • Dou-lhe 50,000 euros por esse porco. 
  • Vendido! 

O homem pega no dinheiro, deixa o porco com o outro e vai-se embora. 
Jornal do dia seguinte: Agricultor mata porco a pontapé.

Não se sabe como, mas um turco conseguiu pegar dinheiro emprestado de um Judeu. Acontece que o Turco nunca pagava nenhuma de suas dívidas e o judeu nunca deixava de receber o que lhe deviam. O tempo passa, o turco enrolando e o Judeu atrás dele. Até que um dia eles se cruzaram no bar de um português e começaram uma discussão. O turco encurralado não encontrou outra saída, pegou um revólver encostou na própria cabeça e disse:

  • Eu posso ir para o inferno, mas não pago esta dívida!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O judeu não quis deixar por menos, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:

  • Eu vou receber esta dívida, nem que seja no inferno!

E puxou o gatilho, caindo morto no chão.
O português, que observava tudo, pegou o revólver do chão, encostou na sua cabeça e disse:

  • Pois eu não perco esta briga por nada!

Batem à porta do advogado. Ele abre a porta e lá fora está um padre que diz:

  • Bom dia. Nós fizemos umas investigações e reparamos que o senhor ganha muito dinheiro, mas que nunca contribuiu com nada para a paróquia… O senhor não gostaria de fazer um donativo?

O advogado pensa um bocado e diz:

  • Olhe lá… e nas suas investigações também não descobriu que a minha Mãe está prestes a morrer e gasta uma fortuna em medicamentos?
  • Bem… não…
  • E também não descobriu que o meu irmão é um veterano de guerra confinado a uma cadeira de rodas que não tem qualquer meio de sustento?
  • Pois, quer dizer…
  • E suponho que também não saiba que a minha irmã acaba de ficar viúva e que agora tem três filhos para sustentar sozinha, não é?
  • Pois, realmente eu não fazia ideia…
  • Então agora diga-me lá… se eu não dou dinheiro nenhum aqueles gajos, porque raio é que devia de o dar a si?

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a
mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca
abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela
caixa de sapato.
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não
sobreviveria.
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto
da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de
dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:

  • Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento

feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com
raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.

O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto
pensava ‘Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa.. Ela ficou com raiva
de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’

  • Querida!!! – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo

de onde veio?

  • Ah!!! – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.