Etiqueta: noite

Uma loira telefona para o namorado que estava a trabalhar e diz-lhe:
– Querido, eu tenho aqui um puzzle, mas não consigo fazê-lo… todas as peças são iguais, todas do mesmo formato.
O namorado responde-lhe:
– Mas tu tens a caixa do puzzle? Como é que é o desenho na caixa?
E a loira:
– Bom, a caixa tem um galo, que é todo vermelho… mas eu pura e simplesmente não consigo fazer o puzzle.
E o namorado:
– Tudo bem, não te preocupes, hoje à noite vamos tentar os dois fazê-lo.

À noite encontram-se os dois para fazer o puzzle, ele olha para a caixa e… um grande silêncio.
Então, diz o namorado:
– Bom, querida, agora vamos colocar os cereais todos dentro da caixa e não falamos mais sobre este assunto…

Na catequese a freira pergunta:

  • Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?

Uma menina levanta o braço e diz:

  • As mãos, irmã.
  • E porquê ?
  • Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.

Nesse instante, Joãozinho pede licença à professora e contesta:

  • Não são as mãos! São os pés!
  • Os pés, Joãozinho? E porquê? – pergunta a freira.
  • Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: Meu Deus, meu Deus, estou indo… estou indo… Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando-a, porque senão ela ia mesmo…

Um casal estava casado há 20 anos e todas as vezes que faziam sexo o marido insistia em manter as luzes apagadas.
Bem, depois de 20 anos, a esposa sentiu que aquilo era idiota demais.
Numa noite, enquanto eles estavam no meio da “brincadeira”, ela acendeu as luzes!!!…
Ela olhou para baixo e viu que o seu marido estava a segurar um vibrador.
– Seu desgraçado impotente!!! — gritou ela. — Como tiveste coragem de me mentir estes anos todos???
O marido olha-a nos olhos e, calmamente, responde:
– Eu explico o vibrador se me explicares as crianças!!!

Três amigos foram apanhados por uma grande tempestade e tiveram de dormir na única cama de casal da única casa que descobriram para se abrigarem. Como o tipo que ficou no meio tinha um hálito bastante forte, ficou combinado que sempre que quisesse falar, tocaria nos ombros dos outros e estes enfiavam a cabeça debaixo das mantas.
A meio da noite, o tipo do meio acordou e tocou no ombro dos outros. Estes enfiaram imediatamente a cabeça debaixo das mantas. Então o tipo diz:
– Peidei-me!

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
– Com licença – diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos e, depois de alguns minutos, o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
– O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a fechar-se.
Mais barulhos estranhos e, alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
– O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
– O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
– Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – explica o médico – não consigo abrir a minha mala!

A mulher do Joaquim foi ao médico:

  • Ai, doutor! Eu não consigo mais dormir. Se dormir deitada de costas, fico tossindo a noite toda. Se deitar para o lado esquerdo, sinto dor nos rins. Se dormir do lado direito, fico com dor nas costelas. O que é que eu faço, doutor?
  • Por que a senhora não experimenta dormir de bruços?
  • Aí o Joaquim me ataca… e fico com dor em outro lugar. . .

O padre e a freira estão a viajar pelo Canadá e acabam por ficar presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:
– Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com frio! – geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com muito frio! – geme a freira, pela terceira vez.

– Escuta, irmã – diz ele, sem se levantar. – Eu tenho uma ideia: já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização, e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
– Por mim está ótimo! – responde a freira.
– Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!

Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
– Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
– Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
– Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira:
– Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
– Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo:
– Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
– Sim, madre.
– E posso saber porquê?
– É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.