Etiqueta: cama

Um homem entra em casa com uma ovelha nos braços.
A mulher, deitada na cama, está a ler um livro.
Diz o homem:
– Olha, amor, esta é a vaca a que me atiro quando te dói a cabeça.
Diz a mulher:
– Se não fosses parvo, verias que isso é uma ovelha, não uma vaca.
O homem sorri e responde:
– E tu, se não fosses tão estúpida, verias que estou a falar com a ovelha e não contigo…

Três amigos foram apanhados por uma grande tempestade e tiveram de dormir na única cama de casal da única casa que descobriram para se abrigarem. Como o tipo que ficou no meio tinha um hálito bastante forte, ficou combinado que sempre que quisesse falar, tocaria nos ombros dos outros e estes enfiavam a cabeça debaixo das mantas.
A meio da noite, o tipo do meio acordou e tocou no ombro dos outros. Estes enfiaram imediatamente a cabeça debaixo das mantas. Então o tipo diz:
– Peidei-me!

Um homem chega a casa e depara com a mulher nua, deitada na cama, a tremer como varas verdes, num estado perfeitamente catatónico.

  • Então querida, que é que se passa?!
  • Ai… nem sabes… fui violada…
  • Violada?!
  • Sim querido, por um extra-terrestre!
  • VIOLADA POR UM ET?! Mas como é que isso aconteceu?!
  • Olha, estava em casa a cuidar do almoço, quando bateram à porta. E quando

abri…”Boa tarde, sou do Planeta Agostini”

O sexo visto por vários prismas: Para os médicos, é uma doença, porque acaba sempre na cama. Para os advogados, é uma injustiça, porque há sempre um que fica por baixo. Para os alentejanos, é uma máquina perfeita, porque é a única em que se trabalha deitado. Para os arquitectos, é um erro de projecto, porque a área de lazer fica muito próxima da área de saneamento.
Para os políticos, é um acto de democracia perfeito, porque todos gozam independentemente da posição. Para os economistas, é um efeito perverso, porque entra mais do que sai. Às vezes, nem se sabe bem o que é activo, ou passivo, ou se há valor acrescentado.
Para os contabilistas, é um exercício perfeito: entra o bruto, faz-se o balanço, tira-se o bruto e fica o líquido. Em alguns casos, pode ainda gerar dividendos. Para os matemáticos, é uma equação perfeita. A mulher coloca a unidade entre parênteses, eleva o membro à potência máxima e extrai-lhe o produto, reduzindo-o à sua mínima expressão.
Para os psicólogos, é f****o de explicar.

Um homem pacato morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
– O que fazem aqui?
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e de muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola: era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e respondem-lhe:
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
– Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

– Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.

O padre e a freira estão a viajar pelo Canadá e acabam por ficar presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.

Logo ele ouve a voz da freira:
– Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com frio! – geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.

– Padre, ainda estou com muito frio! – geme a freira, pela terceira vez.

– Escuta, irmã – diz ele, sem se levantar. – Eu tenho uma ideia: já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização, e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
– Por mim está ótimo! – responde a freira.
– Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor!

Numa certa paróquia, uma jovem de 22 anos, loira, alta, com corpo de modelo decidiu confessar-se pela primeira vez.

Assim que chegou ao confessionário, ajoelhou-se e disse:

  • Perdoe-me padre, porque eu pequei!
  • Fala minha filha, eu sou o ouvido de Deus.
  • Senhor padre, eu fui para a cama com o padre da paróquia vizinha e agora sinto-me muito mal, nem consigo dormir.
  • E devias sentir-te mal, o que fizestes é muito grave, desviaste um irmão do caminho da luz. Agora quero que reflitas sobre o que fizestes, reza 30 Pai Nossos e 30 Avé Marias e estarás perdoada. E para a próxima lembra-te, a tua paróquia é esta.

Num convento de freiras, a madre superiora, rigorosíssima, levanta-se da cama e exclama:
– Que noite maravilhosa! Hoje estou tão feliz que até vou tratar bem as freiras!
Sai do quarto e encontra uma freira no corredor:
– Bom dia, irmã Josefa. Está com muito boa aparência! E que bela camisola está a tricotar!
– Obrigada, madre. A senhora também está muito bem, mas parece que se levantou do lado errado da cama, não?
A madre não gostou nada do comentário, mas continuou.
Mais adiante, encontrou outra freira:
– Bom dia, irmã Maria! Você parece muito bem! E o seu bordado está a ficar lindo. Parabéns!
– Obrigada, madre. A senhora também está com bom aspeto. Mas vê-se que hoje se levantou do lado errado da cama.
A madre superiora ficou furiosa, mas seguiu o seu caminho.
Todas as freiras que encontrava e cumprimentava respondiam a mesma coisa.
Assim, quando chegou à quinta freira, já estava irritadíssima e resolveu tirar a história a limpo:
– Bom dia, irmã Leonor. Por favor, seja sincera. Eu estou com ar de quem se levantou hoje do lado errado da cama?
– Sim, madre.
– E posso saber porquê?
– É que a senhora calçou as sandálias do padre António, madre.

Apesar da crise, a empregada de serviço dirige-se à patroa na esperança de obter um aumento:
— Minha senhora, estou a precisar de um aumento.
A senhora, muito aborrecida, pergunta:
— Maria, porque achas que mereces um aumento? Só estás aqui há 3 meses!
— Por três razões. Em primeiro lugar, eu passo as roupas melhor do que a senhora.
— Quem foi que te disse isso?
— Foi o patrão.
— Em segundo lugar, eu cozinho melhor do que a senhora.
— Que absurdo! Quem te disse isso?
— Foi o patrão.
— Em terceiro lugar, sou melhor na cama do que a senhora.
— Filha da p**a! Foi o meu marido que te disse isso também?
— Não, minha senhora. Foi o motorista…
A patroa, muito depressa:
— E… quanto queres ser aumentada?

O doente à beira da morte está deitado na cama. Em volta dele estão o seu médico, seu advogado, sua mulher e seus filhos, todos esperando pelo momento. De repente, o doente abre os olhos, olha em volta e grita:

  • Assassinos, ladrões, mal-agradecidos, sem-vergonhas, pilantras! O médico, meio confuso, diz:
  • Acho que ele está melhorando.
  • Por que acha isso, doutor? – pergunta a mulher.
  • Ele reconheceu certinho todo mundo aqui no quarto.

Um homem e uma mulher estavam casados por mais de 60 anos.
Eles tinham compartilhado tudo um com o outro e conversado sobre tudo.
Não havia segredos entre eles, com exceção de uma caixa de sapato que a
mulher guardava em cima de um armário e tinha avisado ao marido que nunca
abrisse aquela caixa e nem perguntasse o que havia nela.
Por todos aqueles anos ele nunca nem pensou sobre o que estaria naquela
caixa de sapato.
Um dia a velhinha ficou muito doente e o médico falou que ela não
sobreviveria.
Sendo assim, o velhinho tirou a caixa de cima do armário e a levou pra perto
da cama da mulher.
Ela concordou que era a hora dele saber o que havia naquela caixa.
Quando ele abriu a tal caixa, viu 2 bonecas de crochê e um pacote de
dinheiro que totalizava 95 mil dólares.
Ele perguntou a ela o que aquilo significava, ela explicou:

  • Quando nós nos casamos minha avó me disse que o segredo de um casamento

feliz é nunca argumentar/brigar por nada. E se alguma vez eu ficasse com
raiva de você que eu ficasse quieta e fizesse uma boneca de crochê.

O velhinho ficou tão emocionado que teve que conter as lágrimas enquanto
pensava ‘Somente 2 bonecas preciosas estavam na caixa.. Ela ficou com raiva
de mim somente 2 vezes por todos esses anos de vida e amor.’

  • Querida!!! – Você me explicou sobre as bonecas, mas e esse dinheiro todo

de onde veio?

  • Ah!!! – Esse é o dinheiro que eu fiz com a venda das bonecas.