Etiqueta: maluco

Num manicómio, um tipo foi visitar um parente afastado e aparece-lhe, ao fundo do corredor, um maluco com uma faca na mão. O homem entra em pânico e começa a correr. O homem correu, correu, até que chegou a um sítio onde não tinha mais saída. O maluco encosta-lhe a faca ao pescoço e diz-lhe:
– Agora… tome lá a faca e corra você atrás de mim!

Um maluco estava a escrever uma carta no manicómio. Um médico e um enfermeiro passam por ele, e ao ver que ele estava a escrever uma carta, o médico comenta com o enfermeiro:

  • Este aqui já deve estar bom. Já está a escrever cartas!

Chegou perto do doido e perguntou:
-Para quem é essa carta?
-Ah é pra mim mesmo, Sr. doutor, eu nunca recebo cartas de ningúem.
-E o que e que está escrito nela?

  • Como é que eu posso saber, ainda não a recebi!
Em uma noite de sexta-feira, todos estão no bar bebendo cerveja até que aparece um maluco, com um jacaré a tiracolo.

– Eu quero fazer um trato com vocês! – grita ele, colocando o jacaré no balcão – Vou deixar o meu pênis na boca desse jacaré durante um minuto e se, quando eu tirar, ele ainda estiver intacto, cada um de vocês me paga uma cerveja!

– Manda ver! Duvido! Demorou! – desafiam os freqüentadores do bar.

Então ele abaixa as calças e coloca o pênis na boca do jacaré, que fecha a boca lentamente.

– Ohhhhh! – aplaudem todos.

Depois de um minuto, o homem pega uma garrafa de cerveja e, delicadamente, bate na cabeça do jacaré, que abre a boca e deixa ele tirar o pênis. Intacto!

– Ohhhhh! – exclamam todos.

– Muito obrigado! Muito obrigado! – agradece o corajoso – Agora eu quero fazer uma outra proposta: eu pago cem reais para quem quiser tentar fazer o mesmo!

Silêncio geral.

De repente uma loira cutuca o sujeito e se apresenta:

– Eu posso tentar… Mas prefiro que você não me bata com a garrafa na cabeça!
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Um homem entra na farmácia e diz ao farmacêutico:

– Quero o melhor afrodisíaco que você tiver. E nem vem com Viagra que é pouco! O troço tem que ser muito bom, porque eu combinei com duas suecas para elas irem lá em casa e elas são umas taradas.

Vai ser a maior farra e eu quero estar preparado!

O farmacêutico vai até os fundos e volta com um potinho, que entrega ao rapaz:

– Leva, é o que tem de melhor. Tuas suecas vão pedir arrego.

Aplica meia hora antes.

No dia seguinte, o homem entra de novo na farmácia, quase se arrastando. Chega ao farmacêutico e pede Gelol.

– Gelol no pênis? Tá maluco? Vai arder pra burro!
– Não, não é pro pênis, é pro punho… As suecas não apareceram…
Estão 100 malucos numa sala de um manicómio, 99 estão a saltar e um bate com a cabeça na parede. Chega um medico e ao ver isto pergunta a um dos malucos:
-Porque é que vocês estão a saltar?
E o maluco responde: -Somos pipocas!
-E então porque é que está aquele a bater com a cabeça na parede? Pergunta o médico.
-Aquele ficou agarrado ao tacho!-diz o maluco
O rapaz vinha andando pela rua com uma caixa na mão e, de repente, começa vir de dentro da caixa um barulho que não parava. Foi quando um amigo que passava lhe falou:

– Oh rapaz, andando com um passarinho dentro de uma caixa? Isso é crime, ai se o IBAMA lhe pega!

– Mas o que é isso! Não é um passarinho, é uma rã – respondeu o rapaz da caixa.

– E o que você está fazendo com esta rã?

– Ah… é que essa rã é especial.. ela chupa que é uma beleza…. inesquecível…

– Que isso!!! Você deve estar maluco… imagina uma rã que chupa … coisa de louco…

– Quer experimentar? Leva ela para casa e veja com seus próprios olhos…

Na dúvida, o amigo resolveu tentar e levou a rã para casa. Chegando em casa, foi correndo para o banheiro e tomou um banho relaxante e correu de volta pro quarto.

Se trancou, totalmente nu, e, devagarinho, abriu a caixa onde estava a rã. De repente a rã deu um salto e abocanhou o dito cujo.

Uns vinte minutos depois, lá estava o amigo totalmente esparramado na cama, todo feliz, parecia que tinha visto um passarinho azul…

Sorriso de orelha a orelha.

Lá pelas duas da manhã, ele estava sentado na sala, com a rã no ombro, e lendo e mostrando uma revista de culinária para a rã.

Foi quando sua esposa, já uma fera, desceu a escada gritando:

– Como é que é? Já são duas horas da manhã e você aí com este sapo no ombro e lendo esta revista, e eu lá em cima lhe esperando!!!

O rapaz, calmamente, levanta e protesta:

– Alto lá! Em primeiro lugar, isso aqui no meu ombro não é um sapo, é uma rã. E, em segundo lugar, se prepara, porque se ela aprender a cozinhar, você está perdida! Mando-lhe embora no dia seguinte.