Num manicómio, diz um maluco:
– Eu sou um enviado de Deus à terra!
E diz outro:
– Mentira! Eu não enviei ninguém!
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Num manicómio, um tipo foi visitar um parente afastado e aparece-lhe, ao fundo do corredor, um maluco com uma faca na mão. O homem entra em pânico e começa a correr. O homem correu, correu, até que chegou a um sítio onde não tinha mais saída. O maluco encosta-lhe a faca ao pescoço e diz-lhe:
– Agora… tome lá a faca e corra você atrás de mim!
Um maluco estava a escrever uma carta no manicómio. Um médico e um enfermeiro passam por ele, e ao ver que ele estava a escrever uma carta, o médico comenta com o enfermeiro:
- Este aqui já deve estar bom. Já está a escrever cartas!
Chegou perto do doido e perguntou:
-Para quem é essa carta?
-Ah é pra mim mesmo, Sr. doutor, eu nunca recebo cartas de ningúem.
-E o que e que está escrito nela?
- Como é que eu posso saber, ainda não a recebi!
No pátio do manicomio há um maluco que está a rir-se sozinho. Outro maluco aproxima-se e diz-lhe:
– Porque se ri tanto?
– Bom, eu conto anedotas a mim mesmo e acabei de contar uma que ainda não conhecia!
No manicómio um Maluco passeia uma Escova de Dentes.
Médico: – Com que então a passear o cãozinho, hem?
Maluco: – Cão? Sua besta! Não se vê mesmo que isto é uma escova de dentes?
O Médico afasta-se, embaraçado.
O maluco sussurra: Anda daí Bóby, que já enganámos mais um!!
Dois malucos estavam em cima de uma àrvore de fruto.Um cai e o outro diz.
-Estás maluco ou quê?
-Não estou maduro.
Num manicómio, um maluco diz a outro:
- Esse espelho é meu! Dá cá!
- É teu o tanas! Não vês que tem a minha cara?
Um maluco é conduzido ao manicómio por dois enfermeiros. -não me toquem!-grita ele- Eu sou enviado do D.Sebastião!!! Um outro maluco aproxima-se. -não acreditem-diz ele aos enfermeiros- eu não enviei ninguém.
O médico de um manicómio visita os malucos e vê que um deles está cuidadosamente a comer uma borracha. O médico, admirado, pergunta:
- Porque estás a comer uma borracha?
E o maluco responde:
- Doutor, é para apagar! Acabo de engolir um lápis…
– Eu quero fazer um trato com vocês! – grita ele, colocando o jacaré no balcão – Vou deixar o meu pênis na boca desse jacaré durante um minuto e se, quando eu tirar, ele ainda estiver intacto, cada um de vocês me paga uma cerveja!
– Manda ver! Duvido! Demorou! – desafiam os freqüentadores do bar.
Então ele abaixa as calças e coloca o pênis na boca do jacaré, que fecha a boca lentamente.
– Ohhhhh! – aplaudem todos.
Depois de um minuto, o homem pega uma garrafa de cerveja e, delicadamente, bate na cabeça do jacaré, que abre a boca e deixa ele tirar o pênis. Intacto!
– Ohhhhh! – exclamam todos.
– Muito obrigado! Muito obrigado! – agradece o corajoso – Agora eu quero fazer uma outra proposta: eu pago cem reais para quem quiser tentar fazer o mesmo!
Silêncio geral.
De repente uma loira cutuca o sujeito e se apresenta:
– Eu posso tentar… Mas prefiro que você não me bata com a garrafa na cabeça!
– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?
– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.
– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.
– Pobre Mário! Que morte terrível!
– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.
– Mas que horror se morrer assim!
– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.
– Que morte sofrida, Mãe do Céu!
– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.
– Ave Maria! Que fim terrível!
– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…
– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?
– Padre, eu atirei nele.
– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?
– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
– Quero o melhor afrodisíaco que você tiver. E nem vem com Viagra que é pouco! O troço tem que ser muito bom, porque eu combinei com duas suecas para elas irem lá em casa e elas são umas taradas.
Vai ser a maior farra e eu quero estar preparado!
O farmacêutico vai até os fundos e volta com um potinho, que entrega ao rapaz:
– Leva, é o que tem de melhor. Tuas suecas vão pedir arrego.
Aplica meia hora antes.
No dia seguinte, o homem entra de novo na farmácia, quase se arrastando. Chega ao farmacêutico e pede Gelol.
– Gelol no pênis? Tá maluco? Vai arder pra burro!
– Não, não é pro pênis, é pro punho… As suecas não apareceram…
-Porque é que vocês estão a saltar?
E o maluco responde: -Somos pipocas!
-E então porque é que está aquele a bater com a cabeça na parede? Pergunta o médico.
-Aquele ficou agarrado ao tacho!-diz o maluco
Combinaram numa noite, e o primeiro maluco salta o muro, vem o segurança e pergunta:
– Quem esta ai? E ouviu miau miau. Ah é um gato.
O segundo maluco salta e faz mais barulho que o primeiro. O segurança vem outra vez a correr e pergunta quem esta ai e ouve.
E o segundo maluco diz:
– É o colega do gato!
– Oh rapaz, andando com um passarinho dentro de uma caixa? Isso é crime, ai se o IBAMA lhe pega!
– Mas o que é isso! Não é um passarinho, é uma rã – respondeu o rapaz da caixa.
– E o que você está fazendo com esta rã?
– Ah… é que essa rã é especial.. ela chupa que é uma beleza…. inesquecível…
– Que isso!!! Você deve estar maluco… imagina uma rã que chupa … coisa de louco…
– Quer experimentar? Leva ela para casa e veja com seus próprios olhos…
Na dúvida, o amigo resolveu tentar e levou a rã para casa. Chegando em casa, foi correndo para o banheiro e tomou um banho relaxante e correu de volta pro quarto.
Se trancou, totalmente nu, e, devagarinho, abriu a caixa onde estava a rã. De repente a rã deu um salto e abocanhou o dito cujo.
Uns vinte minutos depois, lá estava o amigo totalmente esparramado na cama, todo feliz, parecia que tinha visto um passarinho azul…
Sorriso de orelha a orelha.
Lá pelas duas da manhã, ele estava sentado na sala, com a rã no ombro, e lendo e mostrando uma revista de culinária para a rã.
Foi quando sua esposa, já uma fera, desceu a escada gritando:
– Como é que é? Já são duas horas da manhã e você aí com este sapo no ombro e lendo esta revista, e eu lá em cima lhe esperando!!!
O rapaz, calmamente, levanta e protesta:
– Alto lá! Em primeiro lugar, isso aqui no meu ombro não é um sapo, é uma rã. E, em segundo lugar, se prepara, porque se ela aprender a cozinhar, você está perdida! Mando-lhe embora no dia seguinte.
– Se faz favor, podia me dar qualquer coisa? É que eu estou muito fraco. Não como nada á 2 dias.
-Eu não sei, vou chamar a minha mulher.
O maluco responde:
– Não é preciso. quando estou assim, não consigo ter sexo!