No consultório psiquiátrico:
Paciente:
-Doutor, vou lhe contar um segredo: eu sou um galo! O psiquiatra resolve aprofundar a anamnese:
-E desde quando o senhor acha que é um galo? Paciente:
-Ah, desde que eu era um pintinho.
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O cara sofria de amnésia e procurou o médico: -Doutor, estou com uma terrível amnésia. -Desde quando?
-Desde quando, o quê, doutor?
O cara vai ao médico, caindo de bêbado. Durante a consulta, vêm as perguntas habituais: .- Nome?
- Antonio da Silva!
- Sua idade?
- 41 anos.
- O senhor bebe?
- Bom, doutor, vou aceitar um golinho, mas só pra te acompanhar!
Uma mulher leva um bebé ao pediatra.
Depois de alguns momentos na sala de espera, a enfermeira manda-a entrar no consultório.
Depois da apresentação, o médico começa a examinar o bebé e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
– O bebé bebe leite materno ou de biberão?
– Leite materno, diz a senhora.
– Então, por favor, mostre-me os seus seios.
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios num exame detalhado:
– Pode vestir a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta, o médico diz:
– É claro que o bebé tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
– Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo à consulta…
Três mulheres entram na maternidade, sendo uma delas cigana.
Nasce o filho da 1.ª, o médico dá-lhe uma palmada no rabito e o bebé desata a chorar.
Com a 2.ª mulher, a situação é igual.
Quando nasce o ciganito, em vez de 1, a criança apanha 5 palmadas.
No dia seguinte, a cigana indignada pergunta ao médico:
– Sr. Doutor, porque é que o Sr. aos outros bebés só deu 1 palmada e o meu levou 5?!
– Minha senhora, se ele não me largasse o relógio ainda apanhava mais.
A loira vai ao médico e ele pergunta:
– Eu não lhe disse para tomar o remédio às 9:00? Porque razão você tomou às 6:00?
A loira responde orgulhosamente:
– Doutor, eu tomei às 6:00 para apanhar as bactérias de surpresa!
O doido estava no hospício, escrevendo uma carta, quando o médico chegou, viu e pensou:
– “Porra, este tipo deve estar bem. Está até escrevendo uma carta.”
Aí ele foi para o pé do doido e perguntou:
– Para quem é essa carta?
– Ah, é para mim mesmo, doutor, eu nunca recebo cartas de ninguém.
– E o que está escrito nela?
– Como é que eu vou saber, ainda não a recebi!
Um maluco estava a escrever uma carta no manicómio. Um médico e um enfermeiro passam por ele, e ao ver que ele estava a escrever uma carta, o médico comenta com o enfermeiro:
- Este aqui já deve estar bom. Já está a escrever cartas!
Chegou perto do doido e perguntou:
-Para quem é essa carta?
-Ah é pra mim mesmo, Sr. doutor, eu nunca recebo cartas de ningúem.
-E o que e que está escrito nela?
- Como é que eu posso saber, ainda não a recebi!
No hospício, o doido, sentado num banquinho, segura uma cana de pescar mergulhada num balde de água.
O médico passa e pergunta:
– O que é que estás a pescar?
– Otários, doutor – responde o doido.
– E já pegou algum? – pergunta o médico, rindo.
– O senhor é o quinto.
Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?
Um velhote de 70 anos foi fazer um exame ao médico. Começa por dizer que estava com um problema sério:
– Velho: Dr., estou com um problema grave! Quando faço amor com a minha esposa, nem sempre consigo dar a segunda.
O médico riu e disse:
– Ora, Sr. Anacleto, na sua idade, dar a primeira já merece aplausos.
O velho insistiu:
– O pior, doutor, é que na primeira eu sinto frio e na segunda eu sinto calor.
O médico ficou curioso e resolve dar mais atenção ao idoso:
– Muito bem, Sr. Anacleto! Então vejamos, qual é o intervalo médio entre a primeira e a segunda?
O velhinho respondeu:
– Bom, a primeira eu dou em janeiro e a segunda em julho.
O paciente chega ao médico a chorar com dores e diz:
– Doutor, parti o meu braço em dois lugares. Preciso de ajuda. O que eu faço?
O médico olha nos olhos do paciente e diz:
– Olha, rapaz, eu acho melhor você não voltar a esses lugares.
Um jovem que queria emagrecer decide ir ao médico.
Ele diz:
– Sr. Doutor, eu quero emagrecer e preciso muito da sua ajuda!
Ao que o médico diz:
– Isso é fácil, basta abanar a cabeça da esquerda para a direita e vice-versa.
Ele, estranhando, pergunta:
– Quantas vezes? E porquê?
– De forma a rejeitar sempre que lhe derem comida.
Uma mulher pessimista vai ao posto de saúde, é atendida e pergunta para o médico:
– Doutor, quanto tempo eu tenho?
O médico responde:
– Você tem pouco tempo.
– Então quer dizer que eu posso morrer a qualquer momento?
– Não, é que eu tenho outras pessoas para atender.
Uma mulher vai a uma consulta e diz para o médico:
– Doutor, eu estou me sentindo feia e gorda! O que é que eu tenho?
O médico observa a mulher e responde:
– Razão!
– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!