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O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: “Escrever uma frase acerca de um passeio dado.”
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
– Está bem – diz o rapaz – Então a frase é: “No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia.”
– “Estivemos” – corrige a avó.
– Não avó! – contraria o Joãozinho – tu não estavas!

Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para casa.
O homem continuou a aparar a relva quando, de repente, a loira voltou.
Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.
Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente.
Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.
O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:
– Algum problema?
Ao que ela responde:
– Problema é pouco! Aquele computador estúpido não para de dizer que a minha caixa de correio está cheia!

É segunda-feira de manhã e Manoel, o “grego” foi a uma loja de calçados.
Olha a vitrine inteira, experimenta um, calça outro, acaba se definindo por um sapato
alemão, feito de cromo.
-É este que vou levar. – diz o grego para o vendedor.
-O senhor fez uma belíssima opção, só um aviso, estes sapatos costumam apertar um pouco nos primeiros dois ou três dias de uso.
-Isso não é problema, só vou usá-los na missa de domingo que vem! (???)

Numa cidade do interior, Joãozinho entra na Igreja e vai direto ao confessionário.

– Padre, eu pequei.
– O que foi que você fez Joãozinho.
– Padre, eu comi jíló.
– Mas comer jiló não é pecado Joãozinho.

E Joãozinho todo satisfeito saiu da Igreja.

No outro dia, Pedrinho entra na Igreja confessando que também comeu jiló. E o Padre mais uma vez disse que comer jiló não era pecado.

No domingo, dia de missa, o Padre observa um garoto que ainda não conhecia. Ao fim da missa a Padre se dirige ao garoto o cumprimenta e pergunta seu nome.

– Padre, meu nome é Clebinho, mas pode me chamar de Jiló.
O sujeito leva o cachorro ao veterinário.

– Eu quero cortar o rabo do meu cachorro!

O veterinário, acostumado a esse tipo de serviço, obedece calado. Vinte minutos depois está de volta.

– Pronto, meu senhor! Aqui está!
– Péra aí! Eu mandei cortar o rabo todo mas o senhor ainda deixou um pedaço!
– Se eu cortar o rabo todo, o seu cachorro vai ficar horrível! – defende-se o veterinário.
– Não me interessa! Quero que corte tudinho!
– Tudo bem! Tudo bem! – concorda o médico. – Mas posso ao menos saber o motivo da implicância com o pobrezinho?
– Implicância nenhuma, doutor! É que a minha sogra vai almoçar em casa no próximo domingo e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria!
O Joaquim e o Manuel eram grandes amigos e igualmente fanáticos por futebol. Uma vez o Joaquim perguntou – Oh Manuel, será que no céu há futebol. – Espero que sim. Vamos fazer o seguinte o primeiro que morrer volta para avisar o outro… – Combinado. Alguns anos depois, o Joaquim bateu as botas e na noite seguinte foi ao quarto do Manuel – Maneeeeel… – Ai meu Deus. – Calma, SOU EU, O Joaquim. Tenho uma boa e uma má noticia. A boa, é que há futebol no céu. – Fixe…e a má. – É que no domingo já jogas.
Um grupo de anões resolve jogar futebol num domingo e alugam um campo. Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário. Resolvem então perguntar ao dono da tasca ao lado se podem utilizar a casa de banho para trocar de roupa. Entram na tasca, vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho. Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa de azul, estranha, mas continua a beber. Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz: – Eu não me quero meter, mas os teus matraquilhos acabam de fugir…
Era uma noite de Reveillon e todos estavam muito contentes ao assistir a passagem de ano a bordo de um transatlântico.

Quando menos se esperava, o navio começa a afundar. Todos morrem, a não ser um cara e mais seis lindas mulheres que vêm nadando atrás dele.

Ficam todos em uma ilha deserta, totalmente desabitada. Ao passar uma semana, as mulheres tomam a iniciativa e propõem um acordo a ele.

Cada dia da semana ele teria de ficar com uma delas. O cara ficou feliz da vida, muito contente mesmo. Mas, ao passar já quase um ano, o cara já não era o mesmo.

Não estava mais aguentando o tranco, estava com os olhos fundos, magro, amarelo, raquítico, quase morto.

Em um belo dia, ele vê um barco se aproximando, entusiasmado ele faz gestos, sinais, pula, grita, etc… O barco se aproxima mais ainda, e ele entra na água para ajudar o cara a chegar na ilha e começou a gritar ao náufrago:

– OBRIGADO JESUS! DEUS EXISTE! Faz quase um ano que estou aqui. Veja a minha situação. Não aguento mais… Tenho que comer cada uma destas mulheres em cada dia da semana… Uma na segunda, outra na terça, outra na quarta, outra na quinta, outra na sexta e por fim, outra no sábado. Ainda bem que você veio me ajudar!!!

O cara olhou bem para ele e já desmunhecando falou:

– Graças a Deus que sobrou o domingo para mim, meu amor…

O casal estava louco para tirar uma! Descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de seis anos por algumas horas no domingo, seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança.
Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto a sacanagem rolava solta no quarto.

  • Tem um carro sendo guinchado aí na rua!
  • Ok Filhinho….. assim amor… mexe mais!!!

Um pouquinho depois:

  • O caminhão do gás tá passando!
  • Tá bom filho…. ooo yehhh… vc está toda molhada!!!

Passados mais alguns minutos:

  • Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!

E continuou:

  • O Pedrinho ganhou uma bicicleta nova!
  • Legal filho…. assim! assim! De quatro agora amor!!!

De repente o casal é surpreendido com a notícia:

  • Os pais da Karina estão transando!
  • O QUE??????????

Os dois pulam da cama e correm até a sacada.

  • Você está vendo isso daí ? Pergunta o pai.
  • Não… – responde o garoto, é que a Karina tá sentadinha na varanda também…
Meu querido filho:

Escrevo-te a lápis porque o nosso gato entornou o tinteiro. Por sorte, não tinha tinta!

Há algum tempo que estás na tropa. Enquanto tu cá estavas não dávamos pela tua falta, mas agora que partiste, bem vemos que cá não estás.

No domingo o Sr. Regedor organizou uma corrida de burros; foi pena cá não estares, ganhavas, de certeza, o primeiro prémio.

Mandei-te umas camisas novas, que fiz com as velhas do teu pai. Quando assim estiverem, manda-mas para fazer novas para a tua irmã.

No domingo foi a festa da terra. Pensei muito em ti, por causa da feira dos porcos.

O teu irmão vai casar com uma mulher. Tu já a conheces. É aquela que nos fez rir muito no enterro do teu avô.

O nosso gato, ao atravessar a estrada, ficou sem rabo. Tem cuidado, não te vá acontecer o mesmo!

Aqui estamos todos bem menos o tio Júlio que morreu. Espero que esta carta te vá encontrar da mesma maneira!


Tua mãe
O culpado de tudo foi o homem-dos-gelados
Devido ao falecimento do avô aos 95 anos, o jovem Camilo foi fazer uma visita de pêsames à sua avó de 90 anos.
Quando chega, Camilo encontra a anciã chorando e tenta confortá-la.
Um pouco depois, quando vê a avó mais calma, o neto pergunta: – Diz-me avó, como morreu o avô?
– Morreu ao fazermos amor – Confessa a avó, meio embaraçada.
Camilo, espantado, responde-lhe que as pessoas de 90 anos ou mais, não deveriam fazer amor porque é muito perigoso.
Ao que a avó responde: – Já só fazíamos ao Domingo, de há cinco anos a esta parte, e com muita calma, ao compasso das badaladas do sino da Igreja. Era ding para o meter e dong para o tirar… Se não fosse o canalha do homem dos gelados com o seu sininho… o avô ainda estaria vivo!