- Mamã, estes hipopótamos são tão parecidos com a tia Marta!
- Isso não se diz, meu filho. É muito feio.
- Não faz mal. Eles não percebem.
Etiqueta: criança
O pequeno falava muito na escola. De modo que na caderneta do período a professora escreveu:
— «Este aluno fala demasiado.»
No dia seguinte recebeu do pai a seguinte nota:
— «Sai à mãe.»
No exame oral:
- Como é o seu nome?
- José Carlos Tavares — respondeu o aluno.
- Sim… mas porque está a rir? — estranha o professor.
- Porque estou contente. Respondi certinho à primeira pergunta.
Três mulheres entram na maternidade, sendo uma delas cigana.
Nasce o filho da 1.ª, o médico dá-lhe uma palmada no rabito e o bebé desata a chorar.
Com a 2.ª mulher, a situação é igual.
Quando nasce o ciganito, em vez de 1, a criança apanha 5 palmadas.
No dia seguinte, a cigana indignada pergunta ao médico:
– Sr. Doutor, porque é que o Sr. aos outros bebés só deu 1 palmada e o meu levou 5?!
– Minha senhora, se ele não me largasse o relógio ainda apanhava mais.
O menino diga-me: Quantos reinos há na Natureza?
- Três: reino animal, vegetal e mineral.
- Muito bem. E o menino a que reino pertence?
- Ao vegetal.
- Porquê?
- Porque me chamo Pereira.
- Deita a língua de fora, Juanito – diz o médico.
- Isso é que eu não faço. Ontem fiz isso ao professor e ele deu-me uma carolada na cabeça.
- O menino fala ao professor pelo telefone:
- Senhor professor, o meu filho não pode ir hoje à escola, porque está de cama, muito constipado.
- Está bem. Mas, por favor: com quem estou falando?
- Com o meu pai.
Haviam três meninos que eram: O Luisinho, o Zezinho e o Joãozinho! O Luisinho era o menino rico, o Zezinho era o remediado e o Joãozinho era o pobre.
Um dia – andavam todos três na escola -, um dia o professor perguntou ao Luisinho:
- Atão, Luisinho, o que é que tu fazes quando chegas a casa?
- Ó sôr professor, eu, quando chego a casa vou fazer as minhas coisas, depois arrumo os meus livrinhos, depois agarro um bocado de pão com marmelada e vou brincar!
- Atão e à noite?
- À noite, sento-me num sofá e vou ver televisão!
- Muito bem!
Chegou a vez do Zezinho: – Atão e o Zezinho? O que é que o Zezinho faz?
- Ó sôr professor, chego a casa, faço as minhas coisas, arrumo os meus livros e agarro um bocado de pão com margarina — como era mais pobre, tinha margarina.
- E à noite? — perguntou o professor.
- À noite ouço a rádio! – como eram mais pobres só tinham rádio! Chegou a vez do Joãozinho.
- Atão e o Joãozinho?
- Ó sôr profesor, eu chego a casa, mando a mala p’a um canto, agarro num bocado de pão, e depois, à noite…
- Mas à noite o quê?
- À noite… como nós somos pobres, sentamos à lareira, o mê pai dá peidos e nós rimo-nos!
Na aula de História:
— O que se pasou em 1769?
— Nasceu Napoleão.
— E em 1774?
— Fez cinco anos.
Na escola:
- Quem foi Cristóvão Colombo?
- Não sei se foi um pásaro ou uma galinha.
- O quê?
- Sim, tenho ouvido falar tanto do ovo de Colombo…
O professor pergunta:
— Qual fica mais longe — a Lua ou a China?
— A China, senhor professor.
— Muito bem! Muito bem. Vejo que o senhor aprendeu tudo… Então diga porque é que a China fica mais longe.
— É porque a Lua, eu posso vê-la; mas a China não.
— Carlinhos, se estiveres virado para o nordeste, o norte fica à tua direita ou à tua esquerda?
— Isso não sei, senhor professor. Eu não sou de cá!
O professor:
— Ora, diga lá: onde fica o Egipto? O aluno:
— Eu não sei… o senhor professor é que deve saber.
— Menino: quantas espécies há de eclipses?
— Três, senhor professor.
— Do Sol, da Lua e dos ladrões.
— Eclipse dos ladrões? O que é isso?
— O jornal de ontem é que disse, a respeito dum roubo: quando a Polícia apareceu, os ladrões eclipsaram-se.
— Menino Zeca: onde está situada a Terra?
— No manicómio, sô pofessor.
— Hem? Então o menino diz uma asneira dessas?
— Quem disse foi o meu pai.
— Mas que tem o seu pai a ver com isto?
— Ele às vezes diz que a Terra anda maluca…
O professor, zangado:
— Então, menino! Já perguntei isto mais de uma vez: quem é que escreveu «Os Lusíadas»?
Um aluno, lá no fundo da sala, timidamente:
— Eu não fui, senhor professor.