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Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:

  • Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.”
Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!
Assinado: Você sabe quem.”

Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.

Os bombeiros gritam à morena:
– Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.

– Força! Salte! Tem que saltar! — dizem os bombeiros à ruiva.
– Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! — responde a ruiva.
– Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
– OK — diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.

Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
– Salte! Tem que saltar!
– Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! — grita a loira.
– Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
– Olhem — diz a loira —, nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…

Um homem vende sementes de maçãs na rua.
Uma loira chega ao pé do homem e pergunta o que é que ele está vendendo.
– Estou vendendo sementes de maçã que fazem você ficar mais inteligente se comê-las.
– A sério? E elas realmente funcionam?
– Bem, a senhora pode comprar e ver por conta própria.
– Tudo bem, dê-me 5 sementes.
– Está bem, são 10 euros.
A mulher dá o dinheiro ao homem, come a semente e, 2 minutos depois, diz:
– Espere aí, 10 euros por 5 sementes? Eu podia comprar mais de 10 maçãs com este valor e conseguir 20 a 30 sementes.
– Está vendo? Já está fazendo efeito!
– Meu Deus, é verdade! Então dê-me lá mais 5 sementes!

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

Uma mulher foi levada de urgência para um hospital. Ao chegar lá, ia numa situação de pré-coma. Nesse estado, encontrou-se com Deus:
— Que é isto? — perguntou ela ao criador. — Eu morri?
— Não, pelos meus cálculos só morrerás daqui a quarenta e três anos, oito meses, nove dias e dezasseis horas — respondeu o Criador.
Ao voltar a si, e sabendo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu fazer uma lipoaspiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, ficando linda. Mas ao sair da clínica, atravessou a rua, veio um carro a alta velocidade e atropelou-a, matando-a na hora. Ao encontrar-se de novo com Deus, perguntou:
— Senhor, eu acreditei em Ti e achei que tinha mais quarenta e três anos de vida. Então porque morri? Logo depois daquela despesa toda com cirurgias plásticas!?
E Deus, aproximando-se dela e olhando-a directamente nos olhos, respondeu:
— Juro que não te reconheci!

Um moçoilo (rapazinho diferente), andando pela rua, passava por uma loja que faz chaves e conserta fechaduras. Na frente, ele vê uma placa:
“Trocam-se segredos”.
Curioso, ele entra rapidamente na loja. Depois de ver que não havia nenhum cliente, ele chama o balconista e pergunta:
-Aqui realmente se troca segredos? -Sim – responde o atendente.
-Eu sou gay, e você?

Uma freira estava a andar pela rua quando, de repente, uma loira lhe ofereceu boleia.
Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.
Um reluzente carro desportivo vermelho com estofamento de couro.

– Que belo carro a senhora tem! – comentou a irmã. – Deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?
– Não foi bem assim não, irmã – respondeu a loira. – Na verdade, eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!

A freira não diz nada.
Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…
– O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?
– Na verdade, não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…

Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento, ela foi para o quarto e, de repente, alguém bate na porta.
– Quem é?
– Sou eu! O Padre Osvaldo!
– Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta!

Miquelina conduzia rua abaixo suando porque tinha uma reunião
importante e não conseguia encontrar um lugar para estacionar.
Olhando para o céu disse: “Meu Deus, tem pena de mim. Se me arranjares um lugar para estacionar passarei a ir à missa todos os Domingos até ao fim dos meus dias e não farei mais sexo nem beberei álcool.”
Como que por milagre, aparece um lugar para estacionar.
Ela olha então para o céu e diz: “Esquece o que eu disse! Já encontrei um!”

Um bêbado está cambaleando pela rua e dá de cara
com uma freira. Tentando consciencializá-lo, ela diz:
— O senhor sabia que o Brasil é o segundo país do mundo em consumo de álcool?
— Isso é culpa desses crente!
— Como dos crentes? – pergunta a freira, indignada – Se crentes não bebem álcool!
— Pois é… (hic) Se eles bebesse um pouco nóis tava era em primeiro!