Uma mulher leva um bebé ao pediatra.
Depois de alguns momentos na sala de espera, a enfermeira manda-a entrar no consultório.
Depois da apresentação, o médico começa a examinar o bebé e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
– O bebé bebe leite materno ou de biberão?
– Leite materno, diz a senhora.
– Então, por favor, mostre-me os seus seios.
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios num exame detalhado:
– Pode vestir a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta, o médico diz:
– É claro que o bebé tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
– Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo à consulta…
- A mamã usou pijama preto quando a tia morreu?
- Não, filha! Que ideia!
- Então a mamã não tinha tanta pena dela de dia como de noite?
Num domingo pela manhã, um homem cortava a relva calmamente quando a sua vizinha loira caminhou até à caixa de correio, abriu-a, fechou-a com força e voltou furiosa para casa.
O homem continuou a aparar a relva quando, de repente, a loira voltou.
Ela caminhou a bufar até à caixa de correio, abriu, fechou, deu um soco na caixa e voltou para casa com cara de furiosa.
Poucos minutos passaram quando ela aparece novamente.
Com o andar impaciente, abre a caixa de correio, bate na caixa, grita e volta para casa a resmungar.
O homem, já bastante curioso com a situação, pergunta:
– Algum problema?
Ao que ela responde:
– Problema é pouco! Aquele computador estúpido não para de dizer que a minha caixa de correio está cheia!
O bêbado da consulta acima conta uma história prum amigo:
- Imagine que ontem à noite um ladrão entrou lá em casa!
- Verdade?! Ele levou muita coisa?
- Se levou!… Levou uma tremenda surra da minha mulher! Ela pensou que fosse eu que estava chegando!
Durante uma visita a um manicómio, George Bush pergunta ao director qual o critério para definir se um paciente está curado ou não.
- Bem, diz o director, nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma chávena e pedimos para esvaziar a banheira.
- Percebi, diz Bush, uma pessoa normal escolhe a chávena, que é maior.
- Não, responde o director, uma pessoa normal tira a tampa do ralo…
Uma loira foi a uma loja onde se vendiam eletrodomésticos e material eletrónico.
Chega-se a um empregado e pergunta-lhe:
– Desculpe, quanto custa aquela televisão?
– Não vendemos televisões a loiras.
A loira indignada decide regressar no dia seguinte usando uma peruca ruiva.
Quando chega à loja, dirige-se ao empregado e diz-lhe:
– Pode-me dizer quanto custa aquela televisão?
– Não vendemos televisões a loiras.
A loira fica espantada, mas mesmo assim decide regressar no dia seguinte com uma peruca morena.
Quando chega, vai ter com o empregado e diz:
– Quanto custa aquela televisão?
– Não vendemos televisões a loiras.
A loira, já farta da situação, pergunta:
– Mas como é que sabe que eu sou loira e porque é que não me vendem a televisão?
– Porque aquilo não é uma televisão, é um micro-ondas!
A dona da casa pergunta à empregada loira:
- Já mudou a água aos peixinhos?
- Não, senhora! Ainda está lá toda, pois eles têm bebido muito pouca!
Havia uma galinha tão tarada sexual, tão tarada sexual, que batia com a cabeça na parede para lhe aparecerem galos
Os três filhos da senhora Durand vão ter com ela, alguns dias antes das festas do fim do ano.
- Diz, mamã – pergunta o mais velho -, que gostarias que te dessem pelo Natal?
- Pois, bem – disse a senhora Durand, depois de ter reflectido um pouco -, gostaria de ter três rapazinhos muito ajuizados!
- Pronto! – exclama então o mais pequeno – deste modo, seremos seis!
Um homem entra em casa com uma ovelha nos braços.
A mulher, deitada na cama, está a ler um livro.
Diz o homem:
– Olha, amor, esta é a vaca a que me atiro quando te dói a cabeça.
Diz a mulher:
– Se não fosses parvo, verias que isso é uma ovelha, não uma vaca.
O homem sorri e responde:
– E tu, se não fosses tão estúpida, verias que estou a falar com a ovelha e não contigo…
– O pai mandou o filho comprar uma caixa de fós- foros, mas recomendando que fossem bons e não como os anteriores que não acendiam. – Estes são bons, garantiu o cachopo, porque já os experimentei todos e acendiam bem.
- Mamã, estes hipopótamos são tão parecidos com a tia Marta!
- Isso não se diz, meu filho. É muito feio.
- Não faz mal. Eles não percebem.
Um casal estava casado há 20 anos e todas as vezes que faziam sexo o marido insistia em manter as luzes apagadas.
Bem, depois de 20 anos, a esposa sentiu que aquilo era idiota demais.
Numa noite, enquanto eles estavam no meio da “brincadeira”, ela acendeu as luzes!!!…
Ela olhou para baixo e viu que o seu marido estava a segurar um vibrador.
– Seu desgraçado impotente!!! — gritou ela. — Como tiveste coragem de me mentir estes anos todos???
O marido olha-a nos olhos e, calmamente, responde:
– Eu explico o vibrador se me explicares as crianças!!!
Uma loira viajou para o Rio de Janeiro no fim-de-semana.
Antes de partir, um amigo deu uma recomendação:
– Tem cuidado, pois no Rio de Janeiro, na sombra, estão 50 graus!
A loira agradeceu o conselho, mas um mês depois retornou mais bronzeada que um carvão.
Ao encontrar o amigo, ele pergunta:
– Eu não te avisei para tu tomares cuidado?
E a loira responde:
– Pois é, tu disseste que na sombra estavam 50 graus e por isso eu andei sempre no lado do sol!
A loira não conseguia passar nas entrevistas para nenhum emprego e então resolveu tomar uma atitude extrema para ganhar dinheiro:
– “Vou sequestrar uma criança!” – pensou – “Com o dinheiro do resgate eu resolvo a minha vida!”
Ela foi para um parque de baloiços, num bairro de luxo, e quando viu um menino muito bem vestido, puxou-o para trás da moita e foi logo escrevendo o bilhete:
– “Querida mãe, isto é um sequestro. Estou com seu filho. Por favor, deixe o resgate de 10.000 euros amanhã, ao meio-dia, atrás da árvore do parque. Ass: Loira sequestradora.”
Então ela pegou o bilhete, dobrou-o e colocou no bolso do casaco do menino, dizendo:
– Agora vai lá e entrega esse bilhete para a tua mãe.
No dia seguinte, a loira vai até o local combinado.
Encontra uma bolsa.
Ela abre, encontra 10.000 euros em dinheiro e um bilhete junto, dizendo:
– “Está aí o resgate que você pediu. Só não me conformo como uma loira pôde fazer isso com outra!”
O pequeno falava muito na escola. De modo que na caderneta do período a professora escreveu:
— «Este aluno fala demasiado.»
No dia seguinte recebeu do pai a seguinte nota:
— «Sai à mãe.»