No consultório, o oculista faz os exames de rotina:
– O que é que está escrito aqui?
E o paciente responde:
– Não sei.
O médico aponta para uma palavra com letras maiores:
– E agora? O que está escrito aqui?
Ele se esforçou, mas não conseguiu ler nada.
O médico aponta então para a palavra com as letras maiores e pergunta:
– O que está escrito aqui?
– Ainda não sei – responde o paciente.
– Bom, só há uma maneira, vamos ter que operar – diz o médico.
Depois da operação, o paciente pergunta ao médico:
– E agora, doutor? O senhor acha que eu vou conseguir ler tudo?
– Claro que sim! A operação foi um sucesso!
E o paciente, todo contente:
– Obrigado, doutor! Como a medicina está avançada! O senhor acredita que antes da cirurgia eu era analfabeto?
-Sabe como diferenciar o psiquiatra do seu paciente? -O psiquiatra é aquele que tem a chave do consultório.
Sabem a diferença entre um selo, um avião e a família? … O selo cola e o avião descola.
— Meu caro amigo, vejo que no seu livro fala de momentos de fraqueza que deixam «um doloroso vácuo».
— Sim, e então?
— O amigo já viu alguma coisa vazia que pudesse doer?
— O meu amigo nunca teve dores de cabeça?
Uma vidente telefona a outra vidente:
— Alô? Tu estás muito bem hoje! E eu?
Sucesso? É ganhar mais do que a sua mulher pode gastar.
Diz o Joãozinho para a mãe:
- Mãezinha, mãezinha, eu já sei quem é o Pai Natal!
A mãe:
- Sabes?! Então quem é o Pai Natal?
Responde o Joãozinho:
- Sei! Esta noite de Natal, estive acordado de propósito à espera dele! A certa altura, ouvi passos e vi que, afinal, era o paizinho que trazia os embrulhos das prendas… Depois, Só não percebi foi uma coisa!
A mãe:
- O quê, filho?
E diz o Joãozinho:
- Porque é que o paizinho entrou no quarto da empregada e ficou lá muito tempo…
Entre amigos, um deles desabafa:
– Tenho mesmo quase tudo para ser rico!
– E o que te falta? – pergunta o amigo.
Responde o primeiro:
– Dinheiro!
Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
– Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
– Concordo – responde o homem – isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
– E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
– Você não vai querer beber?
– Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…
Um grupo de turistas visita um museu. Parando diante de um diplodoco, o guia diz:
— Minhas senhoras e meus senhores, o animal pré-histórico de que estão a ver o esqueleto reconstituído viveu há oitenta milhões e vinte e dois anos.
— É fantástico! — diz um visitante. — Como chegou a essa exactidão?
— Foi simples. Quando eu entrei para o museu, o meu antecessor disse-me: «O diplodoco viveu há oitenta milhões de anos.» E como eu há vinte e dois anos que sou guia aqui…
Não mando a minha sogra para o inferno porque tenho pena do diabo.
Numa agência de emprego.
— Preciso de trabalhar para sustentar a minha família. Tenho quinze filhos.
O empregado:
— E, além disso, que mais sabe fazer?
Mas quais teriam sido os seus comentários ao partirem?
- Viste as sandálias que a Maria usava com aquela túnica?
- O menino não se parece nada com o José!
- Virgem! Pois está bem! Já a conheço desde o liceu!
- Como é que é possível que tenha todos esses animais imundos a viver dentro de casa?
- Disseram-me que o José está desempregado!
- Queres apostar em como não te devolvem a panela?
Dois lisboetas vão ao Alentejo á caça, vão os dois juntos um do outro e um dá um tiro numa lebre, a lebre ferida corre e desce numa inclinação de terreno, os dois lisboetas corem atrás da lebre quando chegam á inclinação de terreno olham para baixo e vêem um alentejano a lavrar com um burro, não viram a lebre foram ao pé do alentejano e perguntaram-lhe:
ó compadre não viu práqui uma lebre,
responde o alentejano: o quê o meu burro, á ele está bom?
diz um lisboeta: não é o burro é uma lebre que correu práqui
diz o alentejano: o burro sim já tomou o remédio?
diz um lisboeta para o outro: vamos embora o alentejano é maluco?
um dia mais tarde os dois lisboetas vão á caça para o mesmo sítio e viram o alentejano diz um para o outro: olha o alentejano do burro, vamos gozar com ele?
ó compadre então o seu burro está melhor?
diz o alentejano: o quê a lebre papia com feijão branco?…
Alguns professores de uma universidade de engenharia foram convidados a entrar num avião.
Após todos se sentarem confortavelmente, eles foram informados de que o avião tinha sido construído pelos seus alunos.
Todos os professores acabam por se levantar e correm desesperadamente para fora do avião, quase em pânico.
Somente um professor permaneceu, sereno, e sentado no seu lugar.
Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:
– Sei da capacidade dos meus alunos, e se foram eles que construíram, este avião nem vai levantar.
O café excessivamente quente, em copo plástico, reduz em dois terços a potência sexual do homem: Primeiro queima os dedos; depois a língua…