A professora pergunta ao Joãozinho:
— Quantos tomates pode o mesmo tomateiro dar?
— Não sei a resposta, professora…
Com ironia, ela diz:
— Pergunta à qual não sabes a resposta.
Então o Joãozinho, num raciocínio rápido, decide entalar a professora:
— Veja se sabe esta: quantas tetas tem uma porca?
— Não sei, Joãozinho…
— Está a ver! A senhora apanhou-me pelos tomates, mas eu apanhei-a pelas tetas!
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Anedota
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Anedota
Um homem, ainda novo, chega ao Paraíso. Pede a Deus:
— Podiam dar-me uma ocupação, para passar o tempo? ; Deus diz-lhe:
— Pega numa lima e vai limar o Himalaia.
Passados sete mil anos, o homem volta:
— Está feito. E agora?
— Bom — diz Deus —, toma uma colher de sopa e vai esvaziar o oceano Pacífico.
Vinte mil anos depois, o homem está, de novo, no Paraíso.
— Já acabei. Não há mais nada para fazer? Deus, já farto, encolhe os ombros e diz-lhe:
— Olha, Jesus, vais descer à Terra e dizer aos homens que devem amar-se uns aos outros. Tens trabalho para toda a eternidade! -
Anedota
Um moçoilo (rapazinho diferente), andando pela rua, passava por uma loja que faz chaves e conserta fechaduras. Na frente, ele vê uma placa:
“Trocam-se segredos”.
Curioso, ele entra rapidamente na loja. Depois de ver que não havia nenhum cliente, ele chama o balconista e pergunta:
-Aqui realmente se troca segredos? -Sim – responde o atendente.
-Eu sou gay, e você? -
Anedota
O padre e a freira estão a viajar pelo Canadá e acabam por ficar presos numa tempestade de neve.
Por sorte, encontram uma cabana abandonada e resolvem passar a noite ali mesmo.
Como só havia uma cama, o padre improvisa um colchão e deita-se no chão.Logo ele ouve a voz da freira:
– Padre, estou com frio!
Ele levanta-se, vai até um armário, pega um cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.– Padre, ainda estou com frio! – geme a freira.
Ele levanta-se novamente, vai até o armário, pega outro cobertor, coloca-o sobre a freira e volta a se deitar.– Padre, ainda estou com muito frio! – geme a freira, pela terceira vez.
– Escuta, irmã – diz ele, sem se levantar. – Eu tenho uma ideia: já que estamos aqui perdidos, a milhares de quilómetros de distância da civilização, e tudo o que fizermos nessa cabana só ficará entre nós dois, que tal se fingíssemos que somos casados?
– Por mim está ótimo! – responde a freira.
– Então, levante-se dessa cama e pegue a porra do cobertor! -
Anedota
Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
– Não desejarás a mulher do próximo!Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
– Risca o sete, risca o sete! -
Anedota
Uma freira estava a andar pela rua quando, de repente, uma loira lhe ofereceu boleia.
Muito agradecida, ela aceitou e entrou no carro.
Um reluzente carro desportivo vermelho com estofamento de couro.– Que belo carro a senhora tem! – comentou a irmã. – Deve ter trabalhado ardentemente para tê-lo comprado, não é mesmo?
– Não foi bem assim não, irmã – respondeu a loira. – Na verdade, eu ganhei de um empresário que dormiu comigo por um tempo!A freira não diz nada.
Então ela olha para o banco traseiro e vê um belo casaco de vison…
– O seu casaco de peles é muito bonito! Deve ter custado uma fortuna, não?
– Na verdade, não me custou muito… Ganhei por causa de algumas noites que eu passei com um jogador de futebol…Então a freira não falou mais nada durante toda a viagem.
Chegando ao convento, ela foi para o quarto e, de repente, alguém bate na porta.
– Quem é?
– Sou eu! O Padre Osvaldo!
– Vai-te lixar, tu e as tuas pastilhas de menta! -
Anedota
Duas freiras estavam de viagem num carro já velhote. Por vezes, o indicador de combustível não indicava o nível correto, e esta foi uma dessas alturas. Para sorte delas, havia um posto de gasolina por perto.
As freiras pediram emprestado um recipiente para levarem a gasolina até ao carro. O empregado do posto, como não tinha mais nada, ofereceu-lhes um penico velho:
— Se as senhoras não se importarem, vou encher este penico com gasolina. Assim já podem chegar aqui de carro e depois abastecer convenientemente.
As freiras concordaram e levaram o penico com a gasolina. Quando estavam a abastecer o carro, passou um automobilista que, ao ver a cena, parou e ficou a observar as duas irmãs. No final, disse o sujeito:
— Já vi pessoas com muita fé, mas isto ultrapassa tudo! -
Anedota
Um homem morre e vai para o Céu. Ao chegar lá, repara que há relógios por todo o lado. Intrigado, pergunta a São Pedro:
— Desculpe, porque têm aqui tantos relógios?
— Fazemos colecção. Temos de vários países e, cada vez que um político diz uma mentira, os ponteiros rodam.
— Mas não estou a ver nenhum relógio de Portugal!
— Ah! Esse tenho-o no meu quarto a servir de ventoinha. -
Anedota
Logo que entrou no avião, o cara, apavorado de medo, chamou a aeromoça e perguntou: – Por favor, comissária! Este tipo de avião costuma cair muito?
- Não senhor! – disse ela, com toda certeza.
Ele respira um pouco mais aliviado, mas moça completa:
- Este tipo aqui, quando cai é uma vez só!
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Anedota
Numa casa de novos ricos, a patroa dava as últimas instruções antes de os convidados chegarem para jantar:
— Sirva o peixe com o limão na boca. É assim que se faz em casa de gente rica e chique.
Dito e feito. À hora do jantar, muito formal, os convidados estavam à mesa quando a empregada entrou na sala trazendo o peixe numa bela travessa de prata.
— E o limão? — pergunta a patroa, a olhar para a bandeja.
— Na minha boquinha, como a patroa pediu! — responde a empregada. -
Anedota
Era uma vez, um alentejano que viajou para a França. Nesse mesmo dia foi a um casamento e como não sabia falar francês disse: Quem casar? O francês respondeu: Je n se par!!! E o alentejano foi se embora. No dia seguinte ouve um enterro e perguntou novamente a um francês: Quem morrer? O francês respondeu: Je n se par!!! E o alentejano exclamou: Coitado do je n se par casou ontem e morreu hoje.
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Anedota
Um muçulmano, durante o período do Ramadão, senta-se junto a um alentejano num voo.
Quando o avião descola, começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira, depois de servir o vinho, pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde, com ar ofendido:
– Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
O alentejano, engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
– Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher! -
Anedota
Quatro homens e uma mulher, católicos, estavam a tomar café na Praça de São Pedro.
O primeiro homem falou:
– O meu filho é padre. Quando entra num recinto tratam-no de “Padre”.
O segundo homem bradou:
– O meu filho é bispo. Quando entra num recinto tratam-no de “Sua Graça”.
O terceiro homem disse:
– O meu filho é cardeal. Quando entra num recinto todos inclinam a cabeça e tratam-no de “Sua Eminência”.
O quarto homem disse, orgulhosamente:
– O meu filho é o Papa. Quando entra num recinto tratam-no de “Sua Santidade”.
Como a única mulher estava a saborear o café em silêncio, os quatro homens dirigiram-se a ela com um subtil:
– Então?
Ela, orgulhosamente, respondeu:
– Eu tenho uma filha, alta, elegante e com 24 polegadas de cintura. Quando ela entra num recinto todos exclamam: “Oh! Meu Deus!”. -
Anedota
Os diabinhos propõem aos anjinhos disputarem um jogo de futebol.
— De acordo — dizem os anjos. — Mas vocês sabem que todos os bons jogadores estão connosco…
— É possível — dizem os diabos. — E onde estão os árbitros?! -
Anedota
Na sala de aula, a professora pergunta aos seus alunos:
— Quem sabe dizer qual é a pessoa mais rápida do mundo?
— É o Schumacher! — diz o Pedro.
— É o Alonso! — diz a Maria.
Começam todos a rir.
— Eu sei a resposta! — grita o Joãozinho, com convicção. — A pessoa mais rápida do mundo é a minha tia!
— A tua tia? — pergunta a professora, espantada. — Porquê?
— Quando ela se pesa na balança, vai dos zero aos cem em menos de um segundo! -
Anedota
Um homem muito friorento morre. Como teve’uma vida exemplar, vai directamente para o Paraíso. Ao fim de algum tempo diz a São Pedro:
— Está muito frio aqui. Não há um sítio mais quente?
São Pedro manda-o para o Purgatório. Pouco depois, ele volta:
— Faz muito frio no Purgatório. Não há nada mais quente?
— Só o Inferno — diz São Pedro —, mas aquilo é terrível.
— Não interessa, vou tentar.
Passam três meses e não há notícias do homem. Um pouco inquieto com o que teria acontecido, São Pedro decide ir ter com o Diabo e pergunta-lhe o que aconteceu ao friorento.
— Está ali — diz o Diabo, abrindo a porta do Inferno.
No meio das chamas, São Pedro vê ao fundo uma silhueta toda encolhida. É o homem, que grita:
— Fechem a porta, porra!

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