Um velhote de 70 anos foi fazer um exame ao médico. Começa por dizer que estava com um problema sério:
– Velho: Dr., estou com um problema grave! Quando faço amor com a minha esposa, nem sempre consigo dar a segunda.
O médico riu e disse:
– Ora, Sr. Anacleto, na sua idade, dar a primeira já merece aplausos.
O velho insistiu:
– O pior, doutor, é que na primeira eu sinto frio e na segunda eu sinto calor.
O médico ficou curioso e resolve dar mais atenção ao idoso:
– Muito bem, Sr. Anacleto! Então vejamos, qual é o intervalo médio entre a primeira e a segunda?
O velhinho respondeu:
– Bom, a primeira eu dou em janeiro e a segunda em julho.
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Uma professora primária, num sábado, disse aos seus alunos para que durante o fim de semana praticassem uma boa acção, e na segunda-feira perguntar-lhes-ia as acções que tinham praticado. Chegada a segunda-feira, lá começou a professora a perguntar aos miúdos quais as boas acções que tinham feito.
— Tu, Carlinhos, diz o que fizeste.
— Eu, senhora professora, ajudei um ceguinho a atravessar a rua.
— E tu, Zeca, o que é que fizeste?
— Eu ajudei a levantar uma senhora que tinha caído no passeio.
— Bonita acção. E tu, Pedrinho, o que fizeste?
— Senhora professora, ajudei uma senhora a atravessar a avenida.
— Muito bem. E tu, Alexandre?
— Eu, senhora professora, ajudei a mesma senhora a atravessar a avenida.
— Óptimo. E tu, Manuelinho?
— Eu ajudei aquela mesma senhora a atravessar a avenida.
A professora perguntou aos restantes quinze alunos e todos responderam que tinham ajudado a mesma senhora a atravessar a dita avenida. No fim, algo intrigada, a professora perguntou-lhes a razão de tantos terem ajudado a mesma senhora.
Expedito, e rapidamente, o Manuelinho explicou:
— Oh, senhora professora! É que tivemos um grande problema, porque a senhora não queria atravessar. Mas lá conseguimos. -
Anedota
O menino vem da escola e o pai pergunta-lhe:
— Então, o que se passou hoje lá na aula?
— Ah! Fui chamado — diz o rapazinho.
— E o que foi que te perguntaram?
— Olhe: a senhora professora perguntou-me várias coisas, mas a mais importante foi que eu nomeasse alguma coisa que pertencesse ao reino animal e ao vegetal.
— E tu, que respondeste?
— Oh! Não me atrapalhei nada! Disse que podia ser uma omeleta com ovos. -
Anedota
Um casal de velhotes está a ver televisão. De repente, a velhota dá um estalo ao velho e diz:
– Isto é por 45 anos de mau sexo.
Passado meia hora, o velho dá uma estalada à velha:
– Isto é por saberes a diferença. -
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Adão e Eva estavam dando umas voltas pelo Paraíso, quando ela perguntou: -Adão, você me ama?
Ele, resmungando, responde:
-E eu lá tenho alguma alternativa? -
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Um veterinário sentia-se doente e foi ao médico.
O médico faz-lhe uma série de perguntas: quais os sintomas, qual a frequência dos mesmos, há quanto tempo os tem, etc.
A dada altura o veterinário chateia-se de estar a responder às perguntas e diz:
– Olhe lá! Eu sou veterinário e consigo descobrir o que os meus pacientes têm sem lhes fazer perguntas! Porque é que você não consegue fazer o mesmo?
O médico faz uma pausa, sem saber o que dizer.
Depois olha para os seus papéis e começa a escrever.
Quando termina, passa uma receita para as mãos do veterinário e diz-lhe:
– Aqui tem. Isto deve resolver o seu problema.
– Ótimo!
– Claro que se não resolver… vamos ter que o abater… -
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Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
– Como está indo a vida, meu neto?
– Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
– Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
– Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
– Quanto custa?
– São sessenta euros cada comprimido, avô!
– Tens razão. É caro.
– Não disse?
– Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
– Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
– Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou! -
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Na escola, o professor mandou os alunos fazerem uma descrição de uma família pobre e a filha de um ricaço escreveu isto:
Era uma vez uma família pobre; o pai era pobre, a mãe era pobre, os filhos eram pobres, a cozinheira era pobre, o jardineiro era pobre, o «chauffeur» era pobre. Eram todos pobres. -
Anedota
Um garoto entra num talho e pergunta:
— O senhor tem pés de porco?
— Tenho, sim senhor!
— Coitado! Então deve custar-lhe muito andar. -
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Diz a mãe para o filho:
– Zézinho, o que estás a estudar?
– Geografia, mamã.
– Então diz-me: onde fica a Inglaterra?
– Na página 83, mãe. -
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A professora explicando as profissões, vira para a Patricinha e pergunta: -O que você vai fazer quando for grandona como a titia?
-Um regime, urgente! -
Anedota
A professora pergunta aos seus alunos:
– Estão 5 passarinhos num ramo e vocês atiram e matam um, quantos ficam?
– Nenhum — responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta:
– Nenhum?
– Claro… com o barulho do tiro todos levantam voo!
– Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua maneira de pensar!
– E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta, Sr.ª professora?
– Podes, Joãozinho.
– Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer gelado. Uma está a lamber, outra está a chupar e a terceira está a morder. Qual delas é a casada?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente:
– A que está a chupar?
– Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da sua maneira de pensar, Sr.ª professora… -
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— Estudaste a lição, António?
— Estudei sim, senhor professor?
— Então diz lá o que sabes sobre a flora de Moçambique.
— É casada com o Eusébio e tem duas filhas. -
Anedota
Um homem vai à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe?
– Dois ou três copos de vinho às refeições e um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia…
– E… quanto a sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Só!? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e cheguei a ter duas a três vezes por semana.
– Pois… só que você é médico em Lisboa e eu sou padre em Évora. -
Anedota
— Mamã, aprendi hoje, na escola, o que é um hipócrita! É um menino que vai para as aulas com um sorriso nos lábios!
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Anedota
– O professor perguntou ao Manel qual era o futuro do verbo ‘roubar’ – Ir para a cadeia, senhor professor.

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