O capitão de um navio-pirata era conhecido pela sua valentia. Certo dia, o navio dele foi abordado por um navio inimigo com o dobro do tamanho do seu. O capitão, como de costume, vestiu o seu camisolão vermelho e atirou-se ao combate com a maior energia.
Apesar de terem sofrido algumas baixas, os piratas venceram o combate e fizeram os inimigos pagar duramente o seu atrevimento.
Dias depois, o navio-pirata foi novamente atacado, desta vez por um navio muito bem armado e bastante mais rápido que ele. Uma vez mais, o valente capitão vestiu a sua camisola vermelha e dirigiu os seus bravos no combate ao navio inimigo.
Depois de mais uma brilhante vitória, e durante a festarola que se seguiu, perguntou um dos piratas veteranos ao capitão:
— Porquê uma camisola vermelha?
— Porque, se eu for atingido durante a luta —explicou o valente capitão —, não quero que as manchas de sangue desencorajem os homens!
A admiração pela valentia do chefe nunca fora tão grande como nessa altura.
Tempos mais tarde, os valentes piratas viram que uma frota de dez navios bem armados se dirigia para o seu navio. Apesar da gravidade da ameaça, todos se voltaram para o bravo capitão cheios de confiança. Antes do combate, este pediu com voz firme:
— Tragam-me as ceroulas castanhas!
O mordomo entra no quarto, acorda o senhor e diz-lhe:
– Senhor, senhor…
– Que foi?
– Está na hora de tomar os comprimidos para dormir!
O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:
- Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
- Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
- Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.
Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
- Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.
Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:
- Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.
Num bar esconso, num porto, um letreiro dizia: «Oferecem-se 500 euros a quem conseguir tirar sumo ao limão.»
Um tipo magricela entrou e perguntou que aposta era aquela. Um dos clientes do antro explicou que o dono da taberna, um latagão de 2 metros de altura, espremia completamente um limão e apostava com quem quisesse que não era possível tirar daquele limão nem mais uma gota de sumo.
— E eu também posso experimentar? — perguntou o lingrinhas.
Depois de ter rido a bom rir, o outro explicou-lhe:
— Já houve muitos que tentaram: estivadores, tipos das obras… Mas olhe que nem um ganhou a aposta!
Mesmo assim o pequenote quis tentar a sorte. Pegou no limão espremido pelo outro e, enquanto os outros riam a bom rir e iam pedindo copos de vinho, o homenzinho lá ia espremendo, espremendo, com persistência, sem nunca abrandar, até que, para surpresa de todos, lá apareceu mais uma gotinha de sumo.
Todos ficaram estupefactos, mas não havia dúvida: o homem tinha conseguido tirar sumo de um limão completamente seco.
— Diga-me uma coisa — perguntou o taberneiro cheio de admiração—, qual é a sua profissão? O senhor é estivador?
— Não — respondeu o outro com um sorriso finório —, sou funcionário do Ministério das Finanças…
Um homem rindo às gargalhadas conta para o amigo:
– Hoje às 3 da manhã entrou um ladrão em casa!
O amigo diz:
– A sério?! Mas um ladrão entrou na tua casa e estás a rir? E o que é que ele levou?
E o homem responde:
– Levou porrada da minha mulher! Achou que era eu a chegar bêbado!
Um rapaz chamado Tó Merda estava com um amigo e disse-lhe:
– Estou farto deste nome, vou mudar.
O amigo responde:
– Realmente, o teu nome é bastante esquisito, por isso tens o meu apoio.
Passado uns tempos, cruzam-se na rua e o amigo pergunta:
– Então pá, já mudaste de nome?
– Já.
– Então e mudaste para quê?
– Zé Merda.
Um tipo entra num banco, passa com determinação à frente de uma enorme fila, acotovela uma velhinha que está a falar com a caixa do banco e diz:
— Quero abrir uma conta!
A caixa volta-se para ele com grande calma e responde:
— Queira aguardar na fila, por favor.
E continua a falar com a velhinha que já estava a atender. O tipo volta a dar um encontrão à velhinha e diz:
— Quero abrir a porcaria de uma conta, já disse!
As pessoas que estão à espera na fila começam a levantar a voz, mas a caixa mantém a calma:
— Certamente. Quando chegar a sua vez…
— Pois então — disse o homem aos gritos— chame já o gerente!
Furiosa, a funcionária do banco levanta-se e volta momentos depois com o gerente. Muito eficiente, pergunta este ao homem:
— Que deseja, por favor?
— Eu já expliquei — diz ele vermelho de fúria— que só quero abrir a porcaria de uma conta com o milhão de euros que ganhei na lotaria!
Responde-lhe o gerente, enquanto o conduz ao seu gabinete:
— E estas parvalhonas estão só a chateá-lo, não é verdade?
Dois amigos conversam:
– Hoje vi um anão numa paragem e acabei por lhe oferecer boleia até casa!
– E ele aceitou?
– Não!
– Um pouco ingrato. E tu? O que fizeste?
– Olha, fechei a mochila e continuei o caminho.
Um político sério, um advogado generoso e o Pai Natal estavam a andar pela rua quando viram uma nota de €100.
Qual dos três a apanhou?
Claro que foi o Pai Natal, porque os outros dois não existem!
Um homem na padaria:
– Dê-me 99 pães.
O padeiro:
– 99?!? Porque não leva 100?
O homem:
– 100 pães? Para que raio quero eu tanto pão?!
A polícia secreta quer contratar um agente para uma missão delicada. Após terem feito uma pré-selecção de três homens, começam a entrevistá-los individualmente.
O primeiro homem entra no gabinete e senta-se com ar de ser um tipo teso.
— O senhor gosta da sua mulher? — pergunta-lhe o responsável pela entrevista.
— Sim — responde o outro com firmeza.
— O senhor ama o seu país?
— Sim.
— Qual vem em primeiro lugar, a sua mulher ou o seu país?
— O meu país — responde o homem sem hesitar.
— Muito bem — diz o outro com indiferença —, aqui está esta arma. A sua mulher está na sala ao lado. Vá lá e acabe com ela.
Desvairado, o homem pega na arma e entra na sala ao lado. Ao fim de 5 minutos ainda não se tinha ouvido um som. Nessa altura o homem volta ao gabinete. Está a transpirar e parece muito transtornado. Pousa a arma na secretária e sai sem uma palavra.
O segundo homem entra e o episódio repete-se.
Finalmente, a mesma arma é entregue ao terceiro homem. Ele pega-lhe e entra na sala ao lado. Ouvem-se estampidos: seis, precisamente. Depois disso ouvem-se ainda ruídos de luta e o terceiro homem volta, descomposto, vermelho e a arfar:
— A pistola que me deu só tinha balas falsas — explica ao entrevistador —, de maneira que tive de a estrangular…
Um tipo aproveitou a cunha de um tio, concorreu a guarda de passagem de nível na CP e foi chamado para uma entrevista.
— Que fazia o senhor — perguntaram-lhe — se visse que dois comboios iam em direcção um ao outro e estavam prestes a chocar?
— Mudava as agulhas de um dos comboios — respondeu ele, que tinha a lição sabida.
— E se a coisa não funcionasse?
— Corria para a linha —disse ele sem se atrapalhar— e usava a alavanca manual para trocar as agulhas.
— E se a alavanca manual estivesse partida?
— Sinalizava de maneira que os comboios vissem a tempo de travar.
— E se o mecanismo falhasse?
O tipo pensou, voltou a pensar, ponderou muito bem e respondeu:
— Nesse caso ia chamar o meu tio…
— Porquê? Por ele ter experiência de trabalhar com comboios?
— Não, porque em toda a sua vida nunca viu dois comboios chocarem…
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
– Por que é que contou de trás para a frente?
– É que eu trabalhava na NASA.
– Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
– Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
– Porque eu trabalhava como carteiro.
– Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
– Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
– Era funcionário público.
– Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
– É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
-Doutor, eu tenho dupla personalidade.
-Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro…
Para o que é que serve a mulher do panado?
Pa Nada.
— Vejo muitas nuvens, aqui na sua sina, mas o sol voltará.
— Essa agora!… Então eu paguei-lhe para me ler a sina ou paguei–lhe pra me ler o boletim meteorológico?!