Actualizações recentes

Ao chegar mais cedo a casa, o marido encontra a mulher nua na cama, prostrada e a respirar ofegante. Pergunta preocupado:
– O que se passa, querida? Não estás bem?
– Acho que é um ataque do coração… – respondeu ela.
Ao ouvir isso, o marido corre feito maluco para o telefone para chamar um médico. Enquanto tentava marcar o número, o filho chega ao pé dele e avisa:
– Pai, está um homem nú na casa de banho.
O marido vai lá, abre a porta e dá de caras com o seu melhor amigo.
Fica indignado:
– Pelo amor de Deus, Ricardo! A minha mulher está a ter um enfarte e tu andas por aí a assustar as crianças!

O professor, celibatário e distraído, costumava sentar o cão ao lado dele, à mesa, e ir-lhe dando uma migalha, de vez em quando. Certa vez que comia em casa de pessoas amigas, a dona da casa tocou-lhe no braço, para lhe chamar a atenção.
Distraidamente, o professor tira um osso do prato e, sem voltar a cabeça, estende-lhe o osso, dizendo:
— Não me maces. Pega lá e vai roê-lo para cima do capacho.

O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra “Tragédia”.
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
– Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
– Não – diz o Presidente – isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
– Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças – pergunta ela – caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
– Também não – explica o Presidente – Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
– Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
– Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
– Fantástico! – exclama o Presidente – correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
– Bem, – diz o Joãozinho – porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!

Uma professora:
– Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho – que eram os três “melhores” alunos da turma – vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
– Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
– Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
– Muito bem, e tu Carlinhos?
– Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– Ah sim? E tu Zezinho?
– Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
– Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!

Um homem e uma mulher vão sentados lado a lado na 1.ª classe de um avião. A mulher espirra, pega num lenço e passa-o cuidadosamente entre as pernas. O homem não tem a certeza se viu bem e conclui que foi uma alucinação. Alguns minutos passam. A mulher volta a espirrar. Ela pega num lenço e passa-o cuidadosamente entre as pernas. O homem começa a ficar doido. Ele não acredita no que os seus olhos vêem. Mais uns minutos passam. A mulher volta a espirrar. Ela pega num lenço e passa-o cuidadosamente entre as pernas. Era mais do que o homem podia aguentar. Ele volta-se para a mulher e diz:
– Por 3 vezes a senhora espirrou, e por 3 vezes pegou no seu lenço e o passou por entre as pernas: está a querer dizer-me alguma coisa, ou está só a tentar deixar-me louco?
A mulher respondeu:
– Peço desculpa se o perturbei. Eu sofro de um mal extremamente raro que faz com que, cada vez que espirre, eu tenha um orgasmo.
O homem, com remorsos do que tinha dito antes, diz:
– As minhas sinceras desculpas. O que é que está a tomar para isso?
A mulher olha para ele, sorri e diz:
– Pimenta!

Um dia a Jane encontrou o Tarzan na selva. Sentiu-se muito atraída por ele e, no meio das perguntas acerca da sua vida, perguntou-lhe como fazia com o sexo.
– Ah, isso! – respondeu o Tarzan – uso um buraco numa árvore…
– Tarzan, isso está tudo errado!! Mas eu mostro-te como se faz!
Ela tirou as roupas, deitou-se de pernas abertas e disse-lhe:
– Aqui, Tarzan, tens que meter aqui.
O Tarzan tirou a tanga, aproximou-se da Jane, acertou-lhe com um violentíssimo pontapé lá mesmo no sítio.
– Mas o que foi isso? – conseguiu soluçar a Jane, contorcendo-se e rebolando-se em dores.
– Nada, é apenas para ver se não tem abelhas…