Um homem está no hospital à beira da morte, cheio de tubos para mantê-lo vivo o máximo possível, mas como parecia que estava nos momentos finais de vida, a família chama o padre para fazer as últimas orações.
Quando o padre senta-se ao lado do homem, o estado dele parece piorar rapidamente, e ele pede freneticamente com gestos algo para escrever.
O padre dá-lhe um bloco e uma caneta, e o doente escreve algo, sendo que, logo de seguida, acaba por morrer.
O padre faz umas orações e guarda o bloco sem ler.
No enterro, depois da cerimónia, o padre mexe no bolso e encontra o bloco, e lembra-se de que o homem tinha escrito algo.
Ele aproveita a presença de todos e diz:
– O nosso amigo ainda chegou a escrever algo neste bloco antes de morrer. Acho que todos gostariam de saber qual foi o seu último pensamento.
Ele abre o bloco e lê em voz alta:
– Você está a pisar o meu tubo de oxigênio!
Num café, estão dois amigos a conversar:
– Sabes, quando eu era pequeno, o meu pai tinha a mania de me mandar para o ar para adormecer.
Responde o amigo:
– Ai era?! E tu adormecias?
– Claro! O teto era baixo!
Três mulheres foram presas nos U.S.A: Uma Ruiva, Uma Morena e uma Loira e foram condenadas a morte. no dia da execução a morena e ruiva combinaram de fugir, e quando o carrasco coloca seu pelotão par a execução.
A Ruiva é preparada para a execução e o carrasco grita preparar apontar. A ruiva grita Tempestade, e os fuzileiros olham para o lado e a ruiva foge.
É a vez da morena. O carrasco grita preparar apontar. A morena grita água. Os fuzileiros olham para o lado e a morena foge enfim chega a vez da loura o carrasco grita preparar apontar e a loira grita FOGO!!!!
Uns bombeiros foram imediatamente chamados para extinguir as chamas.
O fogo estava cada vez mais forte, e os bombeiros não conseguiam dominar as chamas.
A situação já estava a ficar fora de controlo, quando alguém sugeriu que se chamasse um grupo voluntário vizinho.
Apesar de alguma dúvida quanto às capacidades e equipamento dos voluntários, seria mais uma forma de auxílio.
Assim foi.
Os voluntários chegaram num camião velho, desgastado pelos anos e operações de combate.
Passaram em grande velocidade e dirigiram-se em linha reta para o centro do incêndio!
Foram mesmo até ao meio das chamas e pararam.
Estupefacta a população assistiu a tudo.
Os voluntários saltaram todos para fora do camião e começaram a pulverizar freneticamente em todos os sentidos.
Como estavam mesmo no meio do fogo, as chamas dividiram-se, e restaram duas porções facilmente controláveis.
Impressionado com o trabalho dos voluntários, o dono do monte respirou de alívio quando viu a sua herdade ser poupada à devastação das chamas.
Na hora pôs as mãos na algibeira e passou imediatamente um cheque de 5.000 euros à corporação voluntária.
Um repórter do jornal local perguntou logo ao comandante dos bombeiros:
– 5.000 euros! Já pensou o que vai fazer ao dinheiro?
– Penso que é óbvio, não é? – responde o comandante a sacudir a cinza do capacete – a primeira coisa que vamos fazer é arranjar a porcaria dos travões do camião!
O meu filho foi expulso da escola por ter sido apanhado com uma rapariga a bater-lhe uma. E eu disse-lhe:
– Filho, já é a terceira vez este ano… Se calhar, ser professor não é para ti.
Farto de procurar emprego, um engenheiro recém-formado vai a uma companhia de circo. O empresário diz que a única ocupação que lhe pode dar é a de fazer um papel de urso, vestindo a respectiva pele e equilibrando-se numa corda bamba. O rapaz aceitou e, depois de alguns treinos, fez a estreia. Mas, para seu espanto, a corda é colocada sobre uma jaula com vários leões. Tremendo de medo, o «urso» propõe-se fazer a travessia, mas os nervos atraiçoaram-no. Em plena queda, o rapaz dá berros estridentes, parecendo-lhe que já sentia no corpo as garras e os dentes dos leõezinhos que olhavam, aguardando a chegada da vítima.
Mas, ao cair no meio deles, ouviu, com grande espanto, uma voz que dizia:
— Não te assustes, pá! Não grites. Isto aqui é tudo malta do Técnico!
“Mamã mamã, na escola chamam-me inoportuno…”
“Oh filho… e não podias esperar que eu acabasse de cagar?”
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
— Que malcriado aquele condutor do autocarro!
— O que é que ele te fez?
— Imagina tu! Quando me levantei para sair, gritou: «Há dois lugares vagos!
Dois amigos conversam:
– Roubaram o cartão de crédito à minha mulher.
– E já avisaste o banco?
– Não. O ladrão está a gastar muito menos que ela.
Numa entrevista de emprego:
– Qual é o salário?
– Para já são 600€, mas mais tarde pode chegar aos 1000€.
– Ok, então eu venho mais tarde.
No eléctrico. A senhora, para o guarda-freio.
— Faz-me favor, pára naquela paragenzinha.
O guarda-freio:
— Minha senhora, ali é uma paragem zona.
Está um casal a jantar quando um gajo armado arromba a porta, entra e diz:
“Yo soy Paraguayo y estoy aquí para comer a tu mujer!”
O marido:
“Para quê?!?”
O gajo:
“Paraguayo”
Eram dois irmãos, um pessimista e um optimista. No Natal receberam as prendas.
O pessimista uma bicicleta. O optimista recebeu uma bosta de cavalo numa caixinha. Diz o pessimista:
- “Agora que recebi um bicicleta, vou cair. Partir os dentes e a cabeça, vou-me aleijar, que chatice! E tu mano, o que e que recebeste?”
- “Eu recebi um cavalo, mas ainda não sei onde está.”
O médico atende o paciente idoso e milionário, que está a usar um revolucionário aparelho de audição, e pergunta ao velhinho:
– E então, senhor Almeida, está contente com o aparelho?
– É muito bom.
– E a família gostou? – pergunta o médico.
– Não contei nada a ninguém ainda, mas já mudei o meu testamento três vezes.
— Dê-me um selo. Depressa. Tenho de ir apanhar o comboio.
— Então — diz calmamente o funcionário —, o senhor deve dirigir-se a uma estação de caminho-de-ferro e não a uma estação de correios.