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Um médico recém-formado foi mandado para uma aldeia no interior. Ao chegar à aldeia, foi logo avisado:
– Doutor, aqui temos um problema. Não há mulheres na cidade. Quando o senhor quiser afogar o ganso, tem que ir à beira do rio.
O jovem, mantendo a pose, disse que não havia necessidade. Mas, passando três meses, a tesão foi aumentando e ele não aguentou. Colocou a sua melhor roupa e foi para a beira do rio.
Ao chegar lá, deparou-se com uma fila de homens e uma égua. Ante a presença do rapaz, o povo abriu caminho:
– Olha o doutor aí, pode passar, doutor.
Diante de tanta gentileza e tamanho tesão, o doutor não hesitou: baixou as calças e pimba na pobre égua.
Foi quando se ouviu um “oooohhh……” Vindo da fila, um homem exclamou:
– Doutor, a égua é só para atravessar o rio. A casa de putas é do outro lado……

O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:
– Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
– Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
– Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
– Tua.

Moisés, Jesus e um velhote de barbas vão jogar golfe. Moisés taça a bola e ela cai num lago. Com toda a calma ergue o taco, as águas separam-se e ele pode prosseguir o jogo. Jesus joga e a bola, descrevendo um arco, cai no mesmo lago. Sem se preocupar, ele avança sobre a água e fica em posição de prosseguir.
O velhote, desajeitadamente, bate na bola, ela vai cair numa árvore, depois desliza para o telhado de uma casa, desce pelo algeroz, e cai num rio, que a leva até ao lago. Aqui, bate numa pedra e pousa na margem, onde um sapo a engole, mas uma águia, vinda do alto, iça o sapo, voa com ele por cima do campo de golfe até que o sapo vomita a bola e esta cai exactamente dentro do buraco. Moisés vira-se para Jesus e diz:
— É por estas e por outras que eu odeio jogar com o teu Pai.

Dois amigos estão no funeral de um terceiro. A uma dada altura, um pega numa nota de €10,00 e atira-a para dentro da sepultura. Admirado com aquilo, o outro pergunta:
– Mas o que é que estás a fazer?
– Aqui, o nosso amigo em tempos emprestou-me €10,00 e eu nunca os paguei. Para não ficar com problemas de consciência, aqui ficam eles.
– É pá!!! É verdade!!! Ele também me emprestou €10,00 e eu nunca lhos paguei! – diz o primeiro, e pega no livro de cheques, passa um cheque de €20,00, atira-o para a sepultura e recolhe os €10,00 que o amigo lá tinha deitado.

— Pode-se ir embora — diz o dentista — Com uns simples bochechos passa-lhe tudo.
— Mas, senhor doutor, eu quero que me arranque pelo menos um dente.
— Mas a senhora não tem nenhum dente estragado…
— Está bem, senhor doutor. Mas é que o meu marido, depois do dinheiro que gastou comigo, se me vê entrar em casa com os dentes todos, tira-mos a soco.

O Manel pergunta ao patrão:
– Sr. Joaquim, o sr. poderia dispensar-me esta tarde? É que a minha mulher vai ter um filho.
– Ó homem, se é por causa disso, está dispensado.
No dia seguinte, ao ver o Manel, o sr. Joaquim, o patrão, pergunta:
– E então, correu tudo bem? É menino ou menina?
– Correu tudo muito bem, obrigado. Mas para saber se é menino ou menina, vamos ter de esperar nove meses!

Num avião seguiam um Padre, um Advogado e um Escuteiro. O avião entra em queda e é necessário abandonar o avião. O piloto sai do cockpit e diz:
– Temos de saltar, mas só há três paraquedas. Um tem que ficar atrás. Eu tenho de ir para contar o que aconteceu.
Dito isto, pega num paraquedas e salta. O advogado diz:
– Eu tenho de ir defender aquele homem, logo tenho de me salvar também.
E pega num paraquedas e salta. O Padre vira-se para o escuteiro:
– Meu filho, tu és novo, salva-te tu.
– Ó sr. Padre, não se preocupe, o advogado saltou com a minha mochila.

Os primos da cidade foram passar o Natal com os parentes alentejanos. Algum tempo após o Natal, estava o primo da cidade a fazer alarde das prendas de Natal que tinha ganho:

  • Primo, viste o que eu ganhei de presente? Um Ipod espectacular e ainda por cima da melhor marca do mercado!

O primo alentejano respondeu:

  • Boa primo, muito bom mesmo!

Aí o da cidade perguntou:

  • E tu, o que ganhaste?

Responde o alentejano:

  • Ganhei o mesmo que tu.

Surpreendido, o primo pergunta:

  • A sério?! Mas quem te deu?

E o alentejano:

  • A minha prima, tua irmã …

Não acreditando o primo:

  • A minha irmã? Não foi nada!

E explica o alentejano:

  • Foi foi… Estávamos no ribeiro nadando nus, quando me cheguei por trás, encostei-me a ela e perguntei: Posso? Ela virou-se e disse: “Aí Pode!”. É bom demais primo! Agora, se tem marca ou não, não sei… nós aqui no Alentejo chamamos-lhe de cú!

Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:

  • Estouuuu… é da polícia?
  • É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.

E o alentejano:

  • Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.

E o policia:

  • Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:

  • Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?

E o Manel:

  • Já.

E o outro alentejano:

  • E racharam-te a lenha toda?

Responde o Manel:

  • Sim…

E finaliza o alentejano todo contente:

  • Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.