Num avião seguiam um Padre, um Advogado e um Escuteiro. O avião entra em queda e é necessário abandonar o avião. O piloto sai do cockpit e diz:
– Temos de saltar, mas só há três paraquedas. Um tem que ficar atrás. Eu tenho de ir para contar o que aconteceu.
Dito isto, pega num paraquedas e salta. O advogado diz:
– Eu tenho de ir defender aquele homem, logo tenho de me salvar também.
E pega num paraquedas e salta. O Padre vira-se para o escuteiro:
– Meu filho, tu és novo, salva-te tu.
– Ó sr. Padre, não se preocupe, o advogado saltou com a minha mochila.
O Joãozinho pergunta ao pai:
– Pai, como é que um bêbado se sente?
O pai responde:
– Filho, vê aquelas duas cadeiras ali à frente. Um bêbado veria quatro cadeiras.
E o Joãozinho responde:
– Mas pai, ali só está uma cadeira!
Os primos da cidade foram passar o Natal com os parentes alentejanos. Algum tempo após o Natal, estava o primo da cidade a fazer alarde das prendas de Natal que tinha ganho:
- Primo, viste o que eu ganhei de presente? Um Ipod espectacular e ainda por cima da melhor marca do mercado!
O primo alentejano respondeu:
- Boa primo, muito bom mesmo!
Aí o da cidade perguntou:
- E tu, o que ganhaste?
Responde o alentejano:
- Ganhei o mesmo que tu.
Surpreendido, o primo pergunta:
- A sério?! Mas quem te deu?
E o alentejano:
- A minha prima, tua irmã …
Não acreditando o primo:
- A minha irmã? Não foi nada!
E explica o alentejano:
- Foi foi… Estávamos no ribeiro nadando nus, quando me cheguei por trás, encostei-me a ela e perguntei: Posso? Ela virou-se e disse: “Aí Pode!”. É bom demais primo! Agora, se tem marca ou não, não sei… nós aqui no Alentejo chamamos-lhe de cú!
O pai diz ao Joãozinho:
– Por cada asneira que tu fazes, fico com mais um cabelo branco.
O Joãozinho responde:
– Porra, então tu devias fazer muitas asneiras, olha para os cabelos da avó!
A professora aponta para o mapa e diz:
– Hoje vamos até a Coimbra – disse a professora.
E então diz o Joãozinho:
– Ó professora, espere um bocadinho tenho de avisar os meus pais!
No dentista:
— O senhor tirou-me dois dentes, em lugar de um!
— É que o primeiro que tirei estava são. O que lhe doía era o outro.
Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:
- Estouuuu… é da polícia?
- É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.
E o alentejano:
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
E o policia:
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
E o Manel:
- Já.
E o outro alentejano:
- E racharam-te a lenha toda?
Responde o Manel:
- Sim…
E finaliza o alentejano todo contente:
- Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.
Casada há menos de um mês, a filha chega a casa da mãe toda roxa.
– Mamãe, o Pedro bateu-me.
– O Pedro? Pensei que ele estava a viajar.
– Também eu…
— Então o doutor cobra-me 100 euros por arrancar um dente ao meu filho? Pensava eu que a sua tabela era de 20 euros por extracção.
— É verdade. Mas o seu filho gritou tanto que fez fugir quatro clientes que estavam à espera de vez.
O Joãozinho pergunta à mãe:
– Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
– Claro que sim, filho.
– Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
– Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
– Então podes ficar contente!
– Porquê?
– Porque eu não parti a perna.
— Que belo carro! Roubaste-o?
— Não, pá! Custou-me três mil euros.
— E… os três mil euros?
— Roubei-os.
– Qual é a diferença entre os testículos e as Testemunhas de Jeová?
– Nenhuma! Andam sempre aos pares e nunca conseguem entrar.
A professora diz aos alunos:
– Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! – pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! – diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
– Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
– A calculadora!
Uma loira telefona para o Pai Natal:
- Eu queria falar com o Pai Natal.
- É o próprio.
- Senhor Próprio, podia chamar o Pai Natal?
Condenado à morte, um soldado francês implorou a Napoleão que lhe perdoasse.
— Não posso consentir no que me pedes — respondeu o imperado
— Senhor, confesso ter perpetrado o crime de que me acusam e reconheço que devo ser castigado; mas o género de morte que me destinais é horroroso.
— Sendo só isso o que te inquieta, poderei conceder-te um favor.
— Qual, senhor?
— Escolheres a maneira como preferes acabar a vida.
— Mil vezes obrigado, senhor. Aceito.
— Escolhe: como queres morrer?
— De velhice.
Duas amigas encontraram-se depois de algum tempo sem se verem:
Amiga Rica I: – Queeeeerida! Há quantos séculos!!!!!
Amiga Rica II: – Jooooooia! Sabes, tive um rebento!
Amiga Rica I: – Ai sim, e como se chama?
Amiga Rica II: – Sonasol.
Amiga Rica I: – Eu também tenho uma filha. Chamei-lhe Maria.
Amiga Rica II: – Aaaaaaai credo, isso não é nome de bolacha?