Um homem rindo às gargalhadas conta para o amigo:
– Hoje às 3 da manhã entrou um ladrão em casa!
O amigo diz:
– A sério?! Mas um ladrão entrou na tua casa e estás a rir? E o que é que ele levou?
E o homem responde:
– Levou porrada da minha mulher! Achou que era eu a chegar bêbado!
Um rapaz chamado Tó Merda estava com um amigo e disse-lhe:
– Estou farto deste nome, vou mudar.
O amigo responde:
– Realmente, o teu nome é bastante esquisito, por isso tens o meu apoio.
Passado uns tempos, cruzam-se na rua e o amigo pergunta:
– Então pá, já mudaste de nome?
– Já.
– Então e mudaste para quê?
– Zé Merda.
Um tipo entra num banco, passa com determinação à frente de uma enorme fila, acotovela uma velhinha que está a falar com a caixa do banco e diz:
— Quero abrir uma conta!
A caixa volta-se para ele com grande calma e responde:
— Queira aguardar na fila, por favor.
E continua a falar com a velhinha que já estava a atender. O tipo volta a dar um encontrão à velhinha e diz:
— Quero abrir a porcaria de uma conta, já disse!
As pessoas que estão à espera na fila começam a levantar a voz, mas a caixa mantém a calma:
— Certamente. Quando chegar a sua vez…
— Pois então — disse o homem aos gritos— chame já o gerente!
Furiosa, a funcionária do banco levanta-se e volta momentos depois com o gerente. Muito eficiente, pergunta este ao homem:
— Que deseja, por favor?
— Eu já expliquei — diz ele vermelho de fúria— que só quero abrir a porcaria de uma conta com o milhão de euros que ganhei na lotaria!
Responde-lhe o gerente, enquanto o conduz ao seu gabinete:
— E estas parvalhonas estão só a chateá-lo, não é verdade?
Dois amigos conversam:
– Hoje vi um anão numa paragem e acabei por lhe oferecer boleia até casa!
– E ele aceitou?
– Não!
– Um pouco ingrato. E tu? O que fizeste?
– Olha, fechei a mochila e continuei o caminho.
Um político sério, um advogado generoso e o Pai Natal estavam a andar pela rua quando viram uma nota de €100.
Qual dos três a apanhou?
Claro que foi o Pai Natal, porque os outros dois não existem!
Um homem na padaria:
– Dê-me 99 pães.
O padeiro:
– 99?!? Porque não leva 100?
O homem:
– 100 pães? Para que raio quero eu tanto pão?!
A polícia secreta quer contratar um agente para uma missão delicada. Após terem feito uma pré-selecção de três homens, começam a entrevistá-los individualmente.
O primeiro homem entra no gabinete e senta-se com ar de ser um tipo teso.
— O senhor gosta da sua mulher? — pergunta-lhe o responsável pela entrevista.
— Sim — responde o outro com firmeza.
— O senhor ama o seu país?
— Sim.
— Qual vem em primeiro lugar, a sua mulher ou o seu país?
— O meu país — responde o homem sem hesitar.
— Muito bem — diz o outro com indiferença —, aqui está esta arma. A sua mulher está na sala ao lado. Vá lá e acabe com ela.
Desvairado, o homem pega na arma e entra na sala ao lado. Ao fim de 5 minutos ainda não se tinha ouvido um som. Nessa altura o homem volta ao gabinete. Está a transpirar e parece muito transtornado. Pousa a arma na secretária e sai sem uma palavra.
O segundo homem entra e o episódio repete-se.
Finalmente, a mesma arma é entregue ao terceiro homem. Ele pega-lhe e entra na sala ao lado. Ouvem-se estampidos: seis, precisamente. Depois disso ouvem-se ainda ruídos de luta e o terceiro homem volta, descomposto, vermelho e a arfar:
— A pistola que me deu só tinha balas falsas — explica ao entrevistador —, de maneira que tive de a estrangular…
Um tipo aproveitou a cunha de um tio, concorreu a guarda de passagem de nível na CP e foi chamado para uma entrevista.
— Que fazia o senhor — perguntaram-lhe — se visse que dois comboios iam em direcção um ao outro e estavam prestes a chocar?
— Mudava as agulhas de um dos comboios — respondeu ele, que tinha a lição sabida.
— E se a coisa não funcionasse?
— Corria para a linha —disse ele sem se atrapalhar— e usava a alavanca manual para trocar as agulhas.
— E se a alavanca manual estivesse partida?
— Sinalizava de maneira que os comboios vissem a tempo de travar.
— E se o mecanismo falhasse?
O tipo pensou, voltou a pensar, ponderou muito bem e respondeu:
— Nesse caso ia chamar o meu tio…
— Porquê? Por ele ter experiência de trabalhar com comboios?
— Não, porque em toda a sua vida nunca viu dois comboios chocarem…
Um psicólogo estava a fazer testes para a admissão de candidatos para uma empresa.
Entra o primeiro candidato:
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Dez, nove, oito, sete, seis, cinco, quatro, três, dois, um.
– Por que é que contou de trás para a frente?
– É que eu trabalhava na NASA.
– Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o segundo candidato:
– O senhor pode contar até dez, por favor?
– Um, três, cinco, sete, nove, dois, quatro, seis, oito, dez!
– Por que você contou primeiro os ímpares e depois os pares?
– Porque eu trabalhava como carteiro.
– Sinto muito, mas está reprovado.
Entra o terceiro e último candidato:
– Bem, antes de começarmos, pode-me dizer o que fazia no emprego anterior?
– Era funcionário público.
– Ok! O senhor pode contar até dez, por favor?
– É claro! Dois, três, quatro, cinco, seis, sete, oito, nove, dez, valete, dama, rei e ás.
O paciente chega ao Psiquiatra tímido, cabisbaixo:
-Doutor, eu tenho dupla personalidade.
-Esquenta não, meu filho. Senta aí e vamos conversar nós quatro…
Para o que é que serve a mulher do panado?
Pa Nada.
— Vejo muitas nuvens, aqui na sua sina, mas o sol voltará.
— Essa agora!… Então eu paguei-lhe para me ler a sina ou paguei–lhe pra me ler o boletim meteorológico?!
Dois agentes funerários estão a preparar o corpo de uma falecida quando um deles diz:
“Esta senhora tem um camarão na cona.”
O outro espreita e responde-lhe:
“Isso não é um camarão, é o clítoris.”
O primeiro responde:
“Epa, mas tenho a certeza que me soube a camarão.”
— Até aos trinta anos há-de ser muito infeliz com o seu marido…
— E depois?
— …depois… há-de acostumar-se!…
Conversa entre dois velhinhos:
- Compadre do que é que gosta mais do Natal ou de sexo?
- De sexo, é claro! Que pergunta mais estúpida! O Natal existe o ano todo, enjoa!
No Consultório da Vidente
— Sinto dizer-lhe, mas dentro de pouco tempo vai usar o véu das viúvas. O seu marido morrerá de morte violenta.
— E serei absolvida? — pergunta a senhora, rapidamente.