No pátio do manicomio há um maluco que está a rir-se sozinho. Outro maluco aproxima-se e diz-lhe:
– Porque se ri tanto?
– Bom, eu conto anedotas a mim mesmo e acabei de contar uma que ainda não conhecia!
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Anedota
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Anedota
— Porque vais tu a correr dessa maneira, filho?
— É para não deixar dois rapazes brigarem — responde o pequeno, sem parar.
— Quem são eles?
— O Ambrósio e eu. -
Anedota
Um homem entra num escritório de advocacia e pergunta sobre os honorários para consultoria.
-Cinqüenta dólares por três perguntas – responde o advogado.
-Mas não é um pouco caro? – pergunta o homem.
-Realmente é – responde o advogado. – Qual é sua terceira pergunta? -
Anedota
Dois velhotes encontram-se de manhã num lar. A memória já não é muita e as doenças… afinal, um homem não é de ferro.
Diz um para o outro que acaba de chegar à sala de convívio bem de manhãzinha:
– Tenho 83 anos. Estou cheio de dores e de outros problemas. O Sr. deve de ter mais ou menos a minha idade. Como é que se sente?
– Eu?! Ora, sinto-me como um recém-nascido!
– Como um recém-nascido?!
– Sim, senhor! Careca, sem dentes e acho que acabei de fazer xixi na calça. -
Anedota
Um petiz chega a casa com um olho negro e o nariz amachucado.
— Que foi que te aconteceu, querido?
— Foi um menino que me bateu.
— E és capaz de o reconhecer?
— Com certeza, mamã. Ele tem a testa partida com a pedrada que eu lhe dei. -
Anedota
Porque é que o Benfica tem as cores do Pai-Natal?
Porque só as crianças acreditam nele!
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Anedota
– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou! -
Anedota
O promotor pergunta ao réu:
– Mas vamos lá a ver se deslindamos este caso de uma vez por todas. O senhor matou ou não matou a vítima?
– Não, eu não sou o assassino.
– O senhor sabe qual é a pena por perjúrio?
– Sei, sim. É muito menor do que a pena de assassinato! -
Anedota
O médico diz ao paciente:
– Eu lamento, mas o senhor já só tem cinco minutos de vida.
– Cinco minutos? Mas o senhor não me pode fazer nada?
– Em cinco minutos, só se for um ovo estrelado. -
Anedota
O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato! -
Anedota
Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:
– Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.
– Estou a caminho.
Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:
– O caso é grave?
– É sim – responde ele, muito sério – é tão grave, que já há outros três médicos no local. -
Anedota
A mãe: Estiveste então a comer cerejas lá no cinema. Espero que não tenhas deitado os caroços para o chão.
— Ah, não, mãezinha! Deitei-os no chapéu do senhor que estava ao meu lado. -
Anedota
Uma mulher ao passar numa loja de animais e, ao ver um papagaio, fica com vontade de também ter um em casa. Entrou e comprou um. Quando estava a levar a gaiola com o novo papagaio, o vendedor disse:
– Olhe, tenho que a advertir que este papagaio pertencia a uma dona de um bordel e, de vez em quando, ele diz algumas asneiras.
– Não faz mal. Levo-o na mesma — pensando ela, atendendo ao baixo preço que pagou.
O papagaio chega à nova casa e diz:
– Casa nova, dona nova.
A mulher acha divertido. Algum tempo depois, chegam as duas filhas adolescentes da escola. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas.
Inicialmente ofendidas, as miúdas acabam por se rir. Mais tarde, chega o marido. O papagaio diz:
– Casa nova, dona nova, p**.. novas, clientes velhos. Olá, Zé! -
Anedota
— Mãezinha: foi Nosso Senhor que a fez, mãezinha?
— Pois com certeza, meu filho.
— E também me fez a mim?
— É claro que sim.
— Ah… mãezinha: não acha que Nosso Senhor tem feito progressos no seu trabalho? -
Anedota
O brasileiro, todo feliz da vida foi patentear sua mais nova invenção: a água em pó ! É tão simples de se utilizar que só é preciso acrescentar água .
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Anedota
— Mãezinha! — chamou a pequenina.
— O que é, filha?
— Sabe, aquela jarra que a mãezinha diz que tem passado, há muitos anos, na família, das mãos duma geração para a outra?
— Sim. E então?
— Olhe: esta geração deixou-a cair das mãos.

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