Actualizações recentes

Dois lisboetas vão ao Alentejo á caça, vão os dois juntos um do outro e um dá um tiro numa lebre, a lebre ferida corre e desce numa inclinação de terreno, os dois lisboetas corem atrás da lebre quando chegam á inclinação de terreno olham para baixo e vêem um alentejano a lavrar com um burro, não viram a lebre foram ao pé do alentejano e perguntaram-lhe:

ó compadre não viu práqui uma lebre,

responde o alentejano: o quê o meu burro, á ele está bom?

diz um lisboeta: não é o burro é uma lebre que correu práqui

diz o alentejano: o burro sim já tomou o remédio?

diz um lisboeta para o outro: vamos embora o alentejano é maluco?

um dia mais tarde os dois lisboetas vão á caça para o mesmo sítio e viram o alentejano diz um para o outro: olha o alentejano do burro, vamos gozar com ele?

ó compadre então o seu burro está melhor?

diz o alentejano: o quê a lebre papia com feijão branco?…

Alguns professores de uma universidade de engenharia foram convidados a entrar num avião.
Após todos se sentarem confortavelmente, eles foram informados de que o avião tinha sido construído pelos seus alunos.
Todos os professores acabam por se levantar e correm desesperadamente para fora do avião, quase em pânico.
Somente um professor permaneceu, sereno, e sentado no seu lugar.
Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:
– Sei da capacidade dos meus alunos, e se foram eles que construíram, este avião nem vai levantar.

Um célebre hipnotizador dá um espectáculo no Olympia de Paris. Daí a poucos minutos, adormece a sala toda e a seguir manda os dois mil espectadores fazerem tudo o que ele quer. Diz-lhes «dancem» e eles dançam; «riam» e eles riem; «chorem» e eles choram. De repente, prende uma das pernas no fio do microfone, estatela-se no chão e grita: «Merda!». Foi preciso uma semana para limpar a sala.

Um próspero empresário faz uma conferência numa universidade e um dos assistentes pergunta-lhe:
— Tem algum segredo de como começou a ganhar a vida?
— Tenho. Resume-se em poucas palavras: «O dinheiro não tem qualquer importância na vida. O que conta é o trabalho. Quanto mais se trabalha, mais sucesso se tem.»
— Realmente? Tem essa convicção?
— Tenho. Foi no dia em que os meus empregados acreditaram nisso que eu comecei a ganhar dinheiro.

Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? Estas sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira. Diz-se esposa de Cristo.
  • Okay, então o meu cunhado que pague!

Num avião estão recrutas de paraquedas que estão a fazer o seu primeiro salto.
No meio deles, haviam alguns que ficavam com medo e deixavam de querer saltar.
Apesar dessa situação, o instrutor acabava por os empurrar sempre para fora do avião.
Mais perto do fim da lição, quando faltavam dois, o penúltimo acaba por dar imensa luta, mas isso não impediu o instrutor de o empurrar também para fora.
O último recruta acaba por rir às gargalhadas e o instrutor vira-se e pergunta:
– Tu achas que a covardia é engraçada?
O recruta responde:
– Não, mas esse era o piloto – e o recruta salta.

Um homem estava a beber uma cerveja num bar, quando chega outro homem que começa a falar com ele:
– O senhor esteve aqui há três meses!
– Pode ser, mas como é que você tem certeza disso? – pergunta intrigado o homem.
Explica o primeiro:
– Reconheci pelo guarda-chuva!
Responde o segundo:
– Mas há três meses eu nem tinha este guarda-chuva!
E diz o primeiro:
– Mas eu tinha!

O capitão de um navio-pirata era conhecido pela sua valentia. Certo dia, o navio dele foi abordado por um navio inimigo com o dobro do tamanho do seu. O capitão, como de costume, vestiu o seu camisolão vermelho e atirou-se ao combate com a maior energia.
Apesar de terem sofrido algumas baixas, os piratas venceram o combate e fizeram os inimigos pagar duramente o seu atrevimento.
Dias depois, o navio-pirata foi novamente atacado, desta vez por um navio muito bem armado e bastante mais rápido que ele. Uma vez mais, o valente capitão vestiu a sua camisola vermelha e dirigiu os seus bravos no combate ao navio inimigo.
Depois de mais uma brilhante vitória, e durante a festarola que se seguiu, perguntou um dos piratas veteranos ao capitão:
— Porquê uma camisola vermelha?
— Porque, se eu for atingido durante a luta —explicou o valente capitão —, não quero que as manchas de sangue desencorajem os homens!
A admiração pela valentia do chefe nunca fora tão grande como nessa altura.
Tempos mais tarde, os valentes piratas viram que uma frota de dez navios bem armados se dirigia para o seu navio. Apesar da gravidade da ameaça, todos se voltaram para o bravo capitão cheios de confiança. Antes do combate, este pediu com voz firme:
— Tragam-me as ceroulas castanhas!