Quais as semelhanças que existem entre 1 mulher e 1 café?
Resposta: São quentes, excitantes, tiram o sono e, se puseres leite, sai garoto.
Alguém toca a campainha da casa da Dona Maria. Ao abrir, ela encontra o Joãozinho.
– Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?
– Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?
– A minha flecha.
– E onde é que ela está?
– Espetada no seu gato.
O cliente, ao deixar o hotel, diz ao gerente:
— É a última vez que ponho os pés no seu estabelecimento!
— Oh! Meu Deus! O que é que não está bem no serviço?
— Nunca encontrei papel higiénico na casa de banho!
— Mas, meu caro senhor, foi uma deficiência da nossa parte. O cliente pode e deve sempre reclamar. O senhor tem língua, não é verdade?
— Tenho língua, sim. Mas não sou contorcionista.
Diz um amigo para o outro:
- Olha lá, tens alguma fotografia da tua mãe nua?
- Eu não!
Diz o outro:
- Queres comprar?
O homem, no céu, conversava com Deus:
- Senhor Deus, que são, para vós, mil anos?
- Um minuto.
- E 100 mil reais?
- Um centavo.
- Senhor, dá-me um centavo.
- Pois não, espere um minuto.
O sábio distraído, vai à rua comprar cigarros e deixa um papel na porta:
«Saído por um instantes. Volto já». Regressa, sobe a escada, lê o papel, senta-se no patamar e diz: Espero um pouco. Oxalá que não demore.
Ao chegar mais cedo a casa, o marido encontra a mulher nua na cama, prostrada e a respirar ofegante. Pergunta preocupado:
– O que se passa, querida? Não estás bem?
– Acho que é um ataque do coração… – respondeu ela.
Ao ouvir isso, o marido corre feito maluco para o telefone para chamar um médico. Enquanto tentava marcar o número, o filho chega ao pé dele e avisa:
– Pai, está um homem nú na casa de banho.
O marido vai lá, abre a porta e dá de caras com o seu melhor amigo.
Fica indignado:
– Pelo amor de Deus, Ricardo! A minha mulher está a ter um enfarte e tu andas por aí a assustar as crianças!
O professor, celibatário e distraído, costumava sentar o cão ao lado dele, à mesa, e ir-lhe dando uma migalha, de vez em quando. Certa vez que comia em casa de pessoas amigas, a dona da casa tocou-lhe no braço, para lhe chamar a atenção.
Distraidamente, o professor tira um osso do prato e, sem voltar a cabeça, estende-lhe o osso, dizendo:
— Não me maces. Pega lá e vai roê-lo para cima do capacho.
- O Juca é muito avarento!
- Em que te baseias para dizer isso dele?
- Muito simples. Lembras daquela confraternização de Natal, que a nossa turma promoveu?
Era para cada um levar alguma coisa para o lanche; uns levaram refrigerantes, outros salgados, outros doces…
- E o Juca?
- Levou o irmão…
O pescador:
— Há três horas que o senhor está aí a observar-me. Porque é que não pega numa cana e não vem também pescar?
— Não tenho paciência.
O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra “Tragédia”.
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
– Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
– Não – diz o Presidente – isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
– Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças – pergunta ela – caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
– Também não – explica o Presidente – Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
– Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
– Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
– Fantástico! – exclama o Presidente – correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
– Bem, – diz o Joãozinho – porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
O Joãozinho diz à mãe:
– Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!
A mãe concordou.
Lá foi o Joãozinho todo contente.
Passado algum tempo chama pela mãe e grita:
– Mãe, olha, eu sem mãos!
Passado mais um bocado, grita:
– Mãe, olha, eu sem pés!
Passado outro bocado diz ele:
– Mãe, olha, eu sem dentes!
Uma professora:
– Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho – que eram os três “melhores” alunos da turma – vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
– Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
– Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
– Muito bem, e tu Carlinhos?
– Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– Ah sim? E tu Zezinho?
– Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
– Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!
A Joaninha, de 4 anos, vira-se para a mãe:
– Oh, mãe, o Pedrinho tem uma pilinha que parece um cajuzinho.
A mãe acha piada e diz:
– É por ser pequeninha, Joaninha???
A Joaninha então diz:
– Não!!! É por ser salgadinha!!!
Na praia:
— Mamã! Já posso ir tomar banho?
A mãe, distraída:
— Vai, sim, filho. Mas tem cuidado não te molhes.
Paciente chega ao médico e se queixa:
-Doutor, estou com dor aqui do lado direito da barriga e meus olhos ficaram amarelados! O médico responde:
-Muito bem, e o sr.. bebe?
-Obrigado, eu aceito uma dosezinha!