Um sujeito trabalhava há anos numa fábrica de conservas e, um dia, confessou à mulher que estava possuído por um terrível desejo: a vontade incontrolável de meter o pénis na cortadora de pickles. Espantada, a mulher sugeriu que ele procurasse um psicólogo, e o marido prometeu que iria pensar no assunto. O tempo foi passando, até que um certo dia, ele chegou a casa cabisbaixo, profundamente abatido:
– O que aconteceu, amor?
– Lembras-te do meu desejo de enfiar o pénis na cortadora de pickles?
– Oh, não! — gritou a mulher. — Fizeste isso?!
– Sim, fiz!
– Meu Deus, e depois?
– Fui despedido…
– Mas, e… e… e a cortadora de pickles…?
– Ahh, a Manuela?! Também foi!
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Anedota
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Anedota
— Menino, tome lá uma laranja!
A mãe, chamando a atenção do menino:
— Luisinho, que é que se diz à senhora?
— Descasque-a! -
Anedota
Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia, ao chegar ao local, depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona. Mas, como já pescava por ali durante tanto tempo, acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
– Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
– Por acaso sim, sabia, mas eu também não estou a pescar.
– Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
– Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e, assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
– Gostaria de ver isso!Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois, o agente pergunta:
– Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
– Peixe? Qual peixe? -
Anedota
Num tribunal, pergunta o juiz:
– Então, explique-me como conseguiu arrombar o cofre.
Diz o ladrão:
– Não vale a pena tentar, senhor doutor juiz.
– Não vale? Para seu bem, é melhor que o diga! – avisa o juiz.
E diz o ladrão:
– Não é isso: o senhor é que nunca será capaz de o fazer… -
Anedota
Uma senhora entrou num supermercado levando o filho. A empregada olhando o garoto ofereceu-lhe um bolo.
A mãe, voltando-se para o filho:
— Então o que se diz à senhora? O garoto estendendo a mão:
— Dê cá outro. -
Anedota
– Sr. Doutor, quando eu era solteira tive que abortar 6 vezes. Agora que casei, não consigo engravidar. Qual será o motivo?
– O seu problema é muito comum. O problema é que a senhora não reproduz em cativeiro. -
Anedota
No celular, a mulher fala com o marido:
- Amor, tenho duas notícias pra você, uma boa e uma ruim!
- Querida, tô no numa reunião muito complicada, me fala só a boa! – O airbag do seu carro do seu carro novo funciona muito bem. . .
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Anedota
Um alentejano comprou um porco numa feira:
-Então,Sr.Manuel? Onde vai pôr o porco?
Debaixo da cama!-respondeu ele.
-Então e o cheiro?
-Ah, não faz mal. Ele habitua-se…
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Anedota
– Sr. Dr., o problema que me traz cá é que eu tenho tendências suicidas. O que é que eu faço?
– Em primeiro lugar, e antes que seja tarde, pague a consulta. -
Anedota
— Carlitos, na última vez que fizeste anos, quantos tinhas?
— Quatro!
— E no próximo aniversário quantos terás?
— Seis!
— Não sejas parvo. Pensa bem.
— Parvo, uma ova! É que eu hoje faço cinco!… -
Anedota
No tribunal, no início da sessão:
– Você é um mentiroso!
O outro responde-lhe:
– E você é um vigarista!
Batendo com o martelo, o juiz diz:
– Bom, agora que ambos os advogados foram apresentados, vamos prosseguir com o julgamento. -
Anedota
– De que género é “bengala”? – Feminino, senhor professor. – E “guarda-chuva”? – Também é feminino. – Como?, perguntou o professor irritado. – É uma bengala com saias, confirmou o aluno.
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Anedota
Uma do Luisinho para a tia solteirona:
— Para que põe tanto pó de arroz na cara, minha tia?
— Para ficar mais bonita.
— E então porque é que não fica? -
Anedota
Uma senhora chega ao hospital muito nervosa, porque o seu esposo tinha sofrido um grave acidente:
– Doutor, eu sou a esposa do Zé que sofreu um grave acidente; como é que ele está?
– Bem, da cintura para baixo ele não teve nem um arranhão.
– Ai, sim. Mas que alegria. E da cintura para cima?
– Isso não lhe posso responder, ainda não trouxeram essa parte. -
Anedota
O namorado da irmã do miúdo:
— Dou-te vinte e cinco tostões para me arranjares um dos caracóis do cabelo da tua irmã.
O miúdo:
— Olha! Se me desse cinco paus, até lhe trazia a cabeleira toda. Eu sei onde ela a esconde! -
Anedota
– Sr. Doutor, agora que acabo de expor o meu problema, qual é o meu diagnóstico?
– Sabe, ainda não tenho a certeza. No entanto, em caso de dúvida, vamos descobrir na autópsia.

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