Sempre tive uma atração irresistível pela vizinha do apartamento ao lado. Vivia obcecado com a ideia fixa de possuí-la… de comê-la… de traçá-la todinha! Um dia, ao conversar com o marido dela, ouvi este comentário: preciso mandar pintar o meu apartamento, mas trabalho o dia inteiro e chego cansado. Tentei contratar um pintor profissional, mas o tipo pediu-me os “olhos da cara!”… Nesse momento, o meu rosto iluminou-se, pois a ideia que eu tive foi simplesmente brilhante!
– Não seja por isso, vizinho! Estou de férias e pintar paredes é o meu hobby favorito! Posso fazer esse serviço para você, com o maior prazer.
O maridão aceitou a oferta e ficou feliz da vida. Não é para me gabar, mas, como sou “bom de papo”, mal comecei a pintar o apartamento, consegui levar aquele mulherão… aquele aviãozão… aquele monumento para a cama! Só que, azar dos azares… estávamos nos preliminares e eu não esperava que o marido se tivesse esquecido dos documentos em casa e que, por isso mesmo, tivesse que voltar justamente naquele momento! A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para a casa de banho e o gajo entra no quarto e encontra-me “peladão”, no cimo do escadote, dando umas pinceladas na parede. Aos berros, ele perguntou:
– Que m**** é esta, pá?… Começaste pelo quarto e… todo nu?
– Ora… estou a pintar de graça, começo por onde quiser!
– Mas todo nu?…
– Queria que eu manchasse a minha roupinha nova com tinta?…
– E de pau feito, c******?…
– E onde é que eu vou pendurar a “p****” do balde?…
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– O professor diz com ênfase aos alunos: – Hoje vou falar das particularidades do macaco: olhem bem para mim e prestem atenção.
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A mãe chega para o filho e pergunta:
- Joãozinho, o que estás a estudar?
- Geografia, mamãe.
- Então diz-me: onde fica a Inglaterra?
- Na pagina 83, mãe.
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Estava um polícia a fazer uma investigação e diz, convicto:
– Não há dúvida. Este homem suicidou-se.
– Mas como é que é possível? Então não foi o outro que o matou, com a metralhadora? – pergunta o colega, admirado.
– Foi. Mas quem o mandou fazer frente-a-frente a uma metralhadora com uma simples pistola? -
Anedota
Um homem é parado pela polícia:
– O senhor passou num semáforo vermelho!
– O quê? Não passei nada! Eu não vi!
– Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
– Não tenho!
– Não tem?! Como não tem?!
– Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
– Roubado?! Saia já do carro!
– Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
– O quê?! Uma pistola?
– Então?! Para matar o dono do carro!
– Você matou o dono do carro?!
– Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.O chefe, confuso, pergunta:
– Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
– Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho… -
Anedota
Um tipo sofre um acidente de carro e o seu pénis ficou muito mal tratado. O médico assegura-lhe que a medicina moderna poderá trazer o seu pénis de volta, através de um transplante, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois é considerada estética. O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: €5.000,00 – tamanho pequeno; €9.000,00 – tamanho médio; €15.000,00 – tamanho grande. O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho: pequeno, médio ou grande. O médico aconselha-o a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação. Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
– Então, o que decidiram?
– Ela prefere reformar a cozinha. -
Anedota
O Carlinhos faz um desenho e fala com a professora.
O desenho representa a vaca a comer erva.
— Onde está a erva?
— Comeu-a a vaca.
— Onde está a vaca?
— Como não havia mais erva foi-se embora. -
Anedota
A esposa e o marido estão jantando em um restaurante muito fino. Já são casados há muitos anos e conversam muito pouco no dia-a-dia.
Depois de comerem e beberem a vontade, a mulher olha atentamente para o “patrão” e diz: – Como você muda depois de quatro copos de vinho!- Que conversa é essa, mulher? Eu só bebi uma cerveja.
- Eu vi, eu sei. Mas eu bebi os quatro copos de vinho!
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Anedota
Um homem caminhava pela praia e tropeçou numa velha lâmpada. Esfregou-a, um génio saltou lá de dentro e disse:
– Ok, você libertou-me da lâmpada, bla, bla, bla; esqueça aquela história dos três desejos, você tem direito a um desejo apenas. Diga o que quer.
O homem pensou por um instante, depois disse:
– Eu sempre quis ir aos Açores, mas tenho medo de voar… De navio costumo ficar enjoado. Poderia construir uma ponte até aos Açores para que eu pudesse ir de carro?
O génio riu:
– Impossível; pense na logística do assunto. São ilhas afastadas da costa, como é que as colunas de sustentação poderiam chegar ao fundo do Atlântico? Pense em quanto cimento armado, quanto aço, mão de obra… Não, de maneira alguma! A ponte não pode ser! Pense numa coisa mais razoável.
O homem compreendeu e tentou pensar num desejo realmente bom. Finalmente disse:
– Sabe, eu fui casado quatro vezes e quatro vezes me separei. As minhas esposas sempre disseram que eu não me importava com elas e que sou um insensível. Então, o meu desejo é poder compreender as mulheres: saber como elas se sentem por dentro… o que elas estão a pensar quando não falam connosco… saber porque é que estão a chorar… saber o que elas realmente querem quando não dizem nada… saber como fazê-las realmente felizes!
O génio respondeu:
– Vai querer a m**** da ponte com duas ou com quatro pistas? -
Anedota
Uma garota, a irmã mais velha e a mãe estavam na igieja a rezar o padre-nosso. Quando chega a parte do «pão nosso de cada dia» a miúda vira-se para a mãe:
— Oh mãe, não era melhor pedirmos logo o pão para uma semana inteira?
A mais velha:
— Cala-te, parva, pede-se todos os dias que é para ser sempre fresco e mole! -
Anedota
– Joaninha, diz-me o presente do verbo “andar”. – Eu ando, tu andas, ele anda… – Despacha-te mais depressa!, disse o professor. Foi logo atendido: – Nós corremos, vós correis, eles correm.
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Anedota
Dois alentejanos encontram-se e diz um para o outro:
– Compadre, onde vai com esse carro de estrume?
Responde o outro:
– É para pôr nos morangos.
Diz o primeiro:
– Atão o compadre nunca experimentou com natas? -
Anedota
Certo dia, um político, em plena campanha eleitoral, deslocou-se ao Alentejo.
O homem falava e ninguém batia palmas, então passou a fazer promessas e, mesmo assim… nada, ninguém se manifestava.Já desesperado, tentou a última promessa que no Alentejo não devia falhar… O homem disse em plenos pulmões:
– E eu… prometo… que… se for eleito… aqui no Alentejo… os Alentejanos… só trabalham 1 dia por ano…Mesmo assim, ninguém se mexeu, apenas se ouviu uma voz lá no fundo:
– ATÃO E AS FÉRIAS, PAH… NÃO HÁ? -
Anedota
Um miúdo entra no autocarro para dar um passeio e senta–se no banco logo atrás do condutor. A certa altura, começa a cantar:
— Se o meu pai fosse um porco e a minha mãe uma porca, eu seria um porquinho. Se o meu pai fosse um cão e a minha mãe uma cadela, eu seria um cachorrinho…
O condutor, que estava já farto daquela cantilena, virou-se e disse para o miúdo:
— Olha lá, se o teu pai fosse estúpido e a tua mãe uma estúpida, o que é que tu serias?
— Motorista de autocarro! -
Anedota
O fotógrafo para o rapazito:
— Olha o passarinho!
— Deixe-se de parvoíces. Veja se abriu bem o diafragma, senão vai estragar o filme. -
Anedota
Duas ostras encontram-se no médico:
– Então, o que fazes aqui?
Responde a outra:
– Ainda não sabes? Tenho pérola nos rins…

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