Actualizações recentes

Um alentejano, numa visita a Lisboa, entrou num café e pediu uma cerveja em lata. O empregado entregou-lhe a cerveja e qual não foi a sua surpresa quando viu o alentejano sacar de um abre-latas do bolso e começar a abrir a cerveja.
– O que estás a fazer?! – resmungou inconformado. – Você não sabe para que serve essa argolinha em cima da lata?
E diz o alentejano:
– Ora pois, mas claro que sei! É para aqueles que esquecem de trazer o abre-latas…

Um lisboeta foi passear ao Alentejo e grita em cima duma potente mota:
– Quem é que já viu uma máquina como esta?
Os alentejanos olham admirados e não respondem.
O lisboeta vai gritando como um louco, por toda a aldeia:
– Quem é que já viu uma máquina como esta?
Mais adiante, o lisboeta e a máquina vão contra um muro.
Então, um alentejano que o tinha ouvido, diz-lhe:
– Bem feito! É para não se armar em vaidoso…
Ao que ele todo magoado, responde:
– Mas eu só estava a perguntar quem é que já tinha visto uma máquina como esta, para me dizer onde eram os travões…

Uma mulher nua entra num bar e pede uma cerveja.
O dono do bar olha-a dos pés à cabeça e depois serve-lhe a cerveja.
Ela, no fim da primeira, pede outra cerveja.
O dono do bar olha para a mulher, olha outra vez, olha e olha mais uma vez, até que a mulher pergunta:
– O sr. nunca viu uma mulher nua?
E o dono do bar responde:
– Ver, eu já vi, só estou a tentar perceber de onde é que você vai tirar o dinheiro para pagar as cervejas!

No consultório, o oculista faz os exames de rotina:
– O que é que está escrito aqui?
E o paciente responde:
– Não sei.
O médico aponta para uma palavra com letras maiores:
– E agora? O que está escrito aqui?
Ele se esforçou, mas não conseguiu ler nada.
O médico aponta então para a palavra com as letras maiores e pergunta:
– O que está escrito aqui?
– Ainda não sei – responde o paciente.
– Bom, só há uma maneira, vamos ter que operar – diz o médico.
Depois da operação, o paciente pergunta ao médico:
– E agora, doutor? O senhor acha que eu vou conseguir ler tudo?
– Claro que sim! A operação foi um sucesso!
E o paciente, todo contente:
– Obrigado, doutor! Como a medicina está avançada! O senhor acredita que antes da cirurgia eu era analfabeto?

Diz o Joãozinho para a mãe:

  • Mãezinha, mãezinha, eu já sei quem é o Pai Natal!

A mãe:

  • Sabes?! Então quem é o Pai Natal?

Responde o Joãozinho:

  • Sei! Esta noite de Natal, estive acordado de propósito à espera dele! A certa altura, ouvi passos e vi que, afinal, era o paizinho que trazia os embrulhos das prendas… Depois, Só não percebi foi uma coisa!

A mãe:

  • O quê, filho?

E diz o Joãozinho:

  • Porque é que o paizinho entrou no quarto da empregada e ficou lá muito tempo…

Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
– Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
– Concordo – responde o homem – isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
– E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
– Você não vai querer beber?
– Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…

Um grupo de turistas visita um museu. Parando diante de um diplodoco, o guia diz:
— Minhas senhoras e meus senhores, o animal pré-histórico de que estão a ver o esqueleto reconstituído viveu há oitenta milhões e vinte e dois anos.
— É fantástico! — diz um visitante. — Como chegou a essa exactidão?
— Foi simples. Quando eu entrei para o museu, o meu antecessor disse-me: «O diplodoco viveu há oitenta milhões de anos.» E como eu há vinte e dois anos que sou guia aqui…