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Eram dois irmãos, um pessimista e um optimista. No Natal receberam as prendas.
O pessimista uma bicicleta. O optimista recebeu uma bosta de cavalo numa caixinha. Diz o pessimista:

  • “Agora que recebi um bicicleta, vou cair. Partir os dentes e a cabeça, vou-me aleijar, que chatice! E tu mano, o que e que recebeste?”
  • “Eu recebi um cavalo, mas ainda não sei onde está.”

O cliente, ao deixar o hotel, diz ao gerente:
— É a última vez que ponho os pés no seu estabelecimento!
— Oh! Meu Deus! O que é que não está bem no serviço?
— Nunca encontrei papel higiénico na casa de banho!
— Mas, meu caro senhor, foi uma deficiência da nossa parte. O cliente pode e deve sempre reclamar. O senhor tem língua, não é verdade?
— Tenho língua, sim. Mas não sou contorcionista.

Ao chegar mais cedo a casa, o marido encontra a mulher nua na cama, prostrada e a respirar ofegante. Pergunta preocupado:
– O que se passa, querida? Não estás bem?
– Acho que é um ataque do coração… – respondeu ela.
Ao ouvir isso, o marido corre feito maluco para o telefone para chamar um médico. Enquanto tentava marcar o número, o filho chega ao pé dele e avisa:
– Pai, está um homem nú na casa de banho.
O marido vai lá, abre a porta e dá de caras com o seu melhor amigo.
Fica indignado:
– Pelo amor de Deus, Ricardo! A minha mulher está a ter um enfarte e tu andas por aí a assustar as crianças!

O professor, celibatário e distraído, costumava sentar o cão ao lado dele, à mesa, e ir-lhe dando uma migalha, de vez em quando. Certa vez que comia em casa de pessoas amigas, a dona da casa tocou-lhe no braço, para lhe chamar a atenção.
Distraidamente, o professor tira um osso do prato e, sem voltar a cabeça, estende-lhe o osso, dizendo:
— Não me maces. Pega lá e vai roê-lo para cima do capacho.