Um puto entra no autocarro na baixa lisboeta para ir dar um passeio e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar parvoíces:
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um caozito.
O condutor começou a ficar irritado com a música dele, virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, o que eras tu?
O miúdo disse de repente, com grande orgulho:
– Seria o condutor deste autocarro!…
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Um médico, que não conseguia encontrar emprego, abre uma clínica e coloca uma placa a dizer: “Tenha o tratamento que precisa por 20 euros. Se não ficar curado, dou 100 euros”.
Um homem passa pela clínica, e ao ler a placa pensa que é uma grande oportunidade de ganhar 100 euros e entra na clínica.
O homem diz o problema:
– Eu perdi o meu sentido do paladar.
Ao que o médico diz:
– Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.
Ao que o homem responde:
– Credo, isto é apenas xarope para a tosse!
O médico então diz:
– Parabéns, o seu paladar foi restaurado. Dê-me 20 euros.
O homem acaba por ficar irritado e volta depois de alguns dias para recuperar o seu dinheiro:
– Eu perdi a minha memória, já não me lembro de nada.
O médico:
– Enfermeira, traga o remédio da caixinha 22 e pingue 3 gotas na boca do paciente.
O homem:
– Mas aquilo é o xarope para a tosse de novo. Você deu-me isso da última vez para restaurar o meu paladar!
O médico:
– Parabéns, você recuperou a sua memória. Dê-me 20 euros.
O homem, já fumegante, paga oước, e volta uma semana mais tarde determinado a ganhar os 100 euros.
O homem:
– A minha visão está muito fraca, e eu não consigo ver nada.
O médico:
– Bem, eu não tenho nenhum remédio para isso, sendo assim tome 100 euros.
O homem:
– Mas isto é uma nota de 20 euros!
O médico:
– Parabéns, a sua visão foi restaurada. Dê-me os 20 euros. -
Anedota
– Como é que se chama?, perguntou o professor ao aluno no início do exame. – João Brandão, respondeu o rapaz, sorridente. – Porque é que se está a rir?, inquiriu o professor. – Porque ao menos já respondi bem à primeira pergunta…
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Anedota
O Joãozinho entra em casa a correr e mostra ao pai um canivete novo que achou na rua.
— Mas tens a certeza que foi perdido? — pergunta o pai.
— Foi perdido, foi, que eu bem vi o homem à procura dele. -
Anedota
No pátio do manicomio há um maluco que está a rir-se sozinho. Outro maluco aproxima-se e diz-lhe:
– Porque se ri tanto?
– Bom, eu conto anedotas a mim mesmo e acabei de contar uma que ainda não conhecia! -
Anedota
— Porque vais tu a correr dessa maneira, filho?
— É para não deixar dois rapazes brigarem — responde o pequeno, sem parar.
— Quem são eles?
— O Ambrósio e eu. -
Anedota
Um homem entra num escritório de advocacia e pergunta sobre os honorários para consultoria.
-Cinqüenta dólares por três perguntas – responde o advogado.
-Mas não é um pouco caro? – pergunta o homem.
-Realmente é – responde o advogado. – Qual é sua terceira pergunta? -
Anedota
Dois velhotes encontram-se de manhã num lar. A memória já não é muita e as doenças… afinal, um homem não é de ferro.
Diz um para o outro que acaba de chegar à sala de convívio bem de manhãzinha:
– Tenho 83 anos. Estou cheio de dores e de outros problemas. O Sr. deve de ter mais ou menos a minha idade. Como é que se sente?
– Eu?! Ora, sinto-me como um recém-nascido!
– Como um recém-nascido?!
– Sim, senhor! Careca, sem dentes e acho que acabei de fazer xixi na calça. -
Anedota
Um petiz chega a casa com um olho negro e o nariz amachucado.
— Que foi que te aconteceu, querido?
— Foi um menino que me bateu.
— E és capaz de o reconhecer?
— Com certeza, mamã. Ele tem a testa partida com a pedrada que eu lhe dei. -
Anedota
Porque é que o Benfica tem as cores do Pai-Natal?
Porque só as crianças acreditam nele!
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Anedota
– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou! -
Anedota
O promotor pergunta ao réu:
– Mas vamos lá a ver se deslindamos este caso de uma vez por todas. O senhor matou ou não matou a vítima?
– Não, eu não sou o assassino.
– O senhor sabe qual é a pena por perjúrio?
– Sei, sim. É muito menor do que a pena de assassinato! -
Anedota
O médico diz ao paciente:
– Eu lamento, mas o senhor já só tem cinco minutos de vida.
– Cinco minutos? Mas o senhor não me pode fazer nada?
– Em cinco minutos, só se for um ovo estrelado. -
Anedota
O promotor pergunta pro réu, o cara que matou a mãe na primeira piada: -O senhor matou sua mãe?
Já devidamente orientado pelo advogado, ele responde:
-Não, eu não sou o assassino.
-O senhor sabe da pena por perjúrio, isto é, mentir no tribunal? -Sei, sim. É muuuuito menor do que a de assassinato! -
Anedota
Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:
– Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.
– Estou a caminho.
Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:
– O caso é grave?
– É sim – responde ele, muito sério – é tão grave, que já há outros três médicos no local. -
Anedota
A mãe: Estiveste então a comer cerejas lá no cinema. Espero que não tenhas deitado os caroços para o chão.
— Ah, não, mãezinha! Deitei-os no chapéu do senhor que estava ao meu lado.

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