O meu filho foi expulso da escola por ter sido apanhado com uma rapariga a bater-lhe uma. E eu disse-lhe:
– Filho, já é a terceira vez este ano… Se calhar, ser professor não é para ti.
Farto de procurar emprego, um engenheiro recém-formado vai a uma companhia de circo. O empresário diz que a única ocupação que lhe pode dar é a de fazer um papel de urso, vestindo a respectiva pele e equilibrando-se numa corda bamba. O rapaz aceitou e, depois de alguns treinos, fez a estreia. Mas, para seu espanto, a corda é colocada sobre uma jaula com vários leões. Tremendo de medo, o «urso» propõe-se fazer a travessia, mas os nervos atraiçoaram-no. Em plena queda, o rapaz dá berros estridentes, parecendo-lhe que já sentia no corpo as garras e os dentes dos leõezinhos que olhavam, aguardando a chegada da vítima.
Mas, ao cair no meio deles, ouviu, com grande espanto, uma voz que dizia:
— Não te assustes, pá! Não grites. Isto aqui é tudo malta do Técnico!
“Mamã mamã, na escola chamam-me inoportuno…”
“Oh filho… e não podias esperar que eu acabasse de cagar?”
Sabem porque é que as árvores de Natal têm um anjinho em cima?
É uma longa historia …
Na véspera de um destes Natais, o Pai Natal estava muito aflito porque ainda não tinha embrulhado as prendas todas, tinha uma rena coxa e outra constipada.
Desesperado foi beber um copo, chega à adega e não havia nada.
Voltou à cozinha para comer alguma coisa e os ratos tinham comido tudo.
Para alegrar-lhe a vida, a mulher avisou-o que a sogra ia passar o Natal com eles.
No meio do desespero, tocam-lhe à porta.
Com a pressa de abrir a porta, tropeça e amassa a cara toda, começando a sangrar.
Abre a porta neste lindo estado e aparece-lhe um anjinho dizendo com uma voz angelical:
- Olá Pai Natal! Boas Festas! Venho visitar-te nesta quadra tão feliz, cheia de paz e amor. Trago-te aqui esta árvore de natal. Onde é que queres que a meta?
— Que malcriado aquele condutor do autocarro!
— O que é que ele te fez?
— Imagina tu! Quando me levantei para sair, gritou: «Há dois lugares vagos!
Dois amigos conversam:
– Roubaram o cartão de crédito à minha mulher.
– E já avisaste o banco?
– Não. O ladrão está a gastar muito menos que ela.
Numa entrevista de emprego:
– Qual é o salário?
– Para já são 600€, mas mais tarde pode chegar aos 1000€.
– Ok, então eu venho mais tarde.
No eléctrico. A senhora, para o guarda-freio.
— Faz-me favor, pára naquela paragenzinha.
O guarda-freio:
— Minha senhora, ali é uma paragem zona.
Está um casal a jantar quando um gajo armado arromba a porta, entra e diz:
“Yo soy Paraguayo y estoy aquí para comer a tu mujer!”
O marido:
“Para quê?!?”
O gajo:
“Paraguayo”
Eram dois irmãos, um pessimista e um optimista. No Natal receberam as prendas.
O pessimista uma bicicleta. O optimista recebeu uma bosta de cavalo numa caixinha. Diz o pessimista:
- “Agora que recebi um bicicleta, vou cair. Partir os dentes e a cabeça, vou-me aleijar, que chatice! E tu mano, o que e que recebeste?”
- “Eu recebi um cavalo, mas ainda não sei onde está.”
O médico atende o paciente idoso e milionário, que está a usar um revolucionário aparelho de audição, e pergunta ao velhinho:
– E então, senhor Almeida, está contente com o aparelho?
– É muito bom.
– E a família gostou? – pergunta o médico.
– Não contei nada a ninguém ainda, mas já mudei o meu testamento três vezes.
— Dê-me um selo. Depressa. Tenho de ir apanhar o comboio.
— Então — diz calmamente o funcionário —, o senhor deve dirigir-se a uma estação de caminho-de-ferro e não a uma estação de correios.
No comboio, um passageiro discute com o revisor: Outro passageiro tenta acalmá-lo:
— Não se exalte, não vale a pena. Olhe que por causa duma arrelia já vi um homem ir desta para a melhor…
— Não tem importância — diz o outro, que continua exaltado —, eu tenho bilhete de ida e volta.
Quais as semelhanças que existem entre 1 mulher e 1 café?
Resposta: São quentes, excitantes, tiram o sono e, se puseres leite, sai garoto.
Alguém toca a campainha da casa da Dona Maria. Ao abrir, ela encontra o Joãozinho.
– Dona Maria, eu posso entrar lá no seu quintal?
– Não. Deixa que eu vou lá por ti. Que é que foi que caiu lá desta vez?
– A minha flecha.
– E onde é que ela está?
– Espetada no seu gato.
O cliente, ao deixar o hotel, diz ao gerente:
— É a última vez que ponho os pés no seu estabelecimento!
— Oh! Meu Deus! O que é que não está bem no serviço?
— Nunca encontrei papel higiénico na casa de banho!
— Mas, meu caro senhor, foi uma deficiência da nossa parte. O cliente pode e deve sempre reclamar. O senhor tem língua, não é verdade?
— Tenho língua, sim. Mas não sou contorcionista.