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Um célebre hipnotizador dá um espectáculo no Olympia de Paris. Daí a poucos minutos, adormece a sala toda e a seguir manda os dois mil espectadores fazerem tudo o que ele quer. Diz-lhes «dancem» e eles dançam; «riam» e eles riem; «chorem» e eles choram. De repente, prende uma das pernas no fio do microfone, estatela-se no chão e grita: «Merda!». Foi preciso uma semana para limpar a sala.

Um próspero empresário faz uma conferência numa universidade e um dos assistentes pergunta-lhe:
— Tem algum segredo de como começou a ganhar a vida?
— Tenho. Resume-se em poucas palavras: «O dinheiro não tem qualquer importância na vida. O que conta é o trabalho. Quanto mais se trabalha, mais sucesso se tem.»
— Realmente? Tem essa convicção?
— Tenho. Foi no dia em que os meus empregados acreditaram nisso que eu comecei a ganhar dinheiro.

Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? Estas sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira. Diz-se esposa de Cristo.
  • Okay, então o meu cunhado que pague!

Num avião estão recrutas de paraquedas que estão a fazer o seu primeiro salto.
No meio deles, haviam alguns que ficavam com medo e deixavam de querer saltar.
Apesar dessa situação, o instrutor acabava por os empurrar sempre para fora do avião.
Mais perto do fim da lição, quando faltavam dois, o penúltimo acaba por dar imensa luta, mas isso não impediu o instrutor de o empurrar também para fora.
O último recruta acaba por rir às gargalhadas e o instrutor vira-se e pergunta:
– Tu achas que a covardia é engraçada?
O recruta responde:
– Não, mas esse era o piloto – e o recruta salta.

Um homem estava a beber uma cerveja num bar, quando chega outro homem que começa a falar com ele:
– O senhor esteve aqui há três meses!
– Pode ser, mas como é que você tem certeza disso? – pergunta intrigado o homem.
Explica o primeiro:
– Reconheci pelo guarda-chuva!
Responde o segundo:
– Mas há três meses eu nem tinha este guarda-chuva!
E diz o primeiro:
– Mas eu tinha!

O capitão de um navio-pirata era conhecido pela sua valentia. Certo dia, o navio dele foi abordado por um navio inimigo com o dobro do tamanho do seu. O capitão, como de costume, vestiu o seu camisolão vermelho e atirou-se ao combate com a maior energia.
Apesar de terem sofrido algumas baixas, os piratas venceram o combate e fizeram os inimigos pagar duramente o seu atrevimento.
Dias depois, o navio-pirata foi novamente atacado, desta vez por um navio muito bem armado e bastante mais rápido que ele. Uma vez mais, o valente capitão vestiu a sua camisola vermelha e dirigiu os seus bravos no combate ao navio inimigo.
Depois de mais uma brilhante vitória, e durante a festarola que se seguiu, perguntou um dos piratas veteranos ao capitão:
— Porquê uma camisola vermelha?
— Porque, se eu for atingido durante a luta —explicou o valente capitão —, não quero que as manchas de sangue desencorajem os homens!
A admiração pela valentia do chefe nunca fora tão grande como nessa altura.
Tempos mais tarde, os valentes piratas viram que uma frota de dez navios bem armados se dirigia para o seu navio. Apesar da gravidade da ameaça, todos se voltaram para o bravo capitão cheios de confiança. Antes do combate, este pediu com voz firme:
— Tragam-me as ceroulas castanhas!

O Joãozinho queria muito uma bicicleta nova. A mãe dele decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes:

  • Bem Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedires para ganhar uma bicicleta?

Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:

  • Querido Jesus, fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.

Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.

  • Querido Jesus, tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.

Bem, o Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto, portanto rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.

  • Querido Jesus, acho que fui um menino bem comportado este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.

Foi então que o Joãozinho olhou para o fundo da sua alma, o que, aliás, era o que mãe dele queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta, saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma Santa e sai a correr para casa. Escondeu a Santinha em baixo da cama dele e escreveu a seguinte carta:

  • Jesus, tenho a Tua mãe! Se queres vê-la novamente, dá-me uma bicicleta! Assinado: Você sabe quem.