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Um homem e uma mulher se envolvem num acidente de grandes proporções: os carros são inteiramente destruídos, mas, por sorte, nenhum dos dois fica ferido.
Depois de conseguirem sair do que restou dos carros, a mulher diz:
– Olha só! Você, um homem, e eu, uma mulher, saímos ilesos de um acidente destes! Só pode ser um sinal de Deus! Ele está nos dando uma oportunidade para nos conhecermos e ficarmos juntos para o resto da vida!
– Concordo – responde o homem – isto deve ser um sinal divino!
A mulher continua:
– E olha só, um outro milagre: o meu carro ficou totalmente destruído, mas esta garrafa de uísque não partiu! Deve ser outro sinal. Vamos beber e comemorar esta sorte.
E ela entrega a garrafa ao homem.
Ele concorda, abre a garrafa, toma alguns goles diretamente da garrafa e devolve o frasco à mulher.
Ela a pega, coloca a tampa de volta, e a devolve ao homem.
Ele não entende o gesto e pergunta:
– Você não vai querer beber?
– Não! Eu vou esperar que a polícia chegue com o bafômetro…

Um grupo de turistas visita um museu. Parando diante de um diplodoco, o guia diz:
— Minhas senhoras e meus senhores, o animal pré-histórico de que estão a ver o esqueleto reconstituído viveu há oitenta milhões e vinte e dois anos.
— É fantástico! — diz um visitante. — Como chegou a essa exactidão?
— Foi simples. Quando eu entrei para o museu, o meu antecessor disse-me: «O diplodoco viveu há oitenta milhões de anos.» E como eu há vinte e dois anos que sou guia aqui…

Mas quais teriam sido os seus comentários ao partirem?

  • Viste as sandálias que a Maria usava com aquela túnica?
  • O menino não se parece nada com o José!
  • Virgem! Pois está bem! Já a conheço desde o liceu!
  • Como é que é possível que tenha todos esses animais imundos a viver dentro de casa?
  • Disseram-me que o José está desempregado!
  • Queres apostar em como não te devolvem a panela?

Dois lisboetas vão ao Alentejo á caça, vão os dois juntos um do outro e um dá um tiro numa lebre, a lebre ferida corre e desce numa inclinação de terreno, os dois lisboetas corem atrás da lebre quando chegam á inclinação de terreno olham para baixo e vêem um alentejano a lavrar com um burro, não viram a lebre foram ao pé do alentejano e perguntaram-lhe:

ó compadre não viu práqui uma lebre,

responde o alentejano: o quê o meu burro, á ele está bom?

diz um lisboeta: não é o burro é uma lebre que correu práqui

diz o alentejano: o burro sim já tomou o remédio?

diz um lisboeta para o outro: vamos embora o alentejano é maluco?

um dia mais tarde os dois lisboetas vão á caça para o mesmo sítio e viram o alentejano diz um para o outro: olha o alentejano do burro, vamos gozar com ele?

ó compadre então o seu burro está melhor?

diz o alentejano: o quê a lebre papia com feijão branco?…

Alguns professores de uma universidade de engenharia foram convidados a entrar num avião.
Após todos se sentarem confortavelmente, eles foram informados de que o avião tinha sido construído pelos seus alunos.
Todos os professores acabam por se levantar e correm desesperadamente para fora do avião, quase em pânico.
Somente um professor permaneceu, sereno, e sentado no seu lugar.
Quando lhe perguntaram o motivo de tanta calma, ele explicou:
– Sei da capacidade dos meus alunos, e se foram eles que construíram, este avião nem vai levantar.

Numa grande piscina pública, o nadador-salvador aproxima-se de um banhista e diz-lhe:
— O senhor faça favor de se ir vestir e de nunca mais pôr os pés aqui.
— Porquê?
— Porque mijou na piscina. Eu vi…
— E depois? — responde o outro. — Não sou o único, toda a gente faz o mesmo…
— Mas não da prancha de dez metros…

Um célebre hipnotizador dá um espectáculo no Olympia de Paris. Daí a poucos minutos, adormece a sala toda e a seguir manda os dois mil espectadores fazerem tudo o que ele quer. Diz-lhes «dancem» e eles dançam; «riam» e eles riem; «chorem» e eles choram. De repente, prende uma das pernas no fio do microfone, estatela-se no chão e grita: «Merda!». Foi preciso uma semana para limpar a sala.

Um próspero empresário faz uma conferência numa universidade e um dos assistentes pergunta-lhe:
— Tem algum segredo de como começou a ganhar a vida?
— Tenho. Resume-se em poucas palavras: «O dinheiro não tem qualquer importância na vida. O que conta é o trabalho. Quanto mais se trabalha, mais sucesso se tem.»
— Realmente? Tem essa convicção?
— Tenho. Foi no dia em que os meus empregados acreditaram nisso que eu comecei a ganhar dinheiro.

Estavam uns rapazes a brincar no pátio da igreja na época de Natal, até que um deles sem querer parte um dos bonecos do presépio. Passado um bocado chega o padre:

  • Quem é que partiu o pastor?

Todos ficam muito calados até que depois de muita insistência o culpado se acusa.

  • Então tens de pagar o estrago.
  • Eu não tenho dinheiro senhor padre.
  • Então paga o teu pai.
  • Eu não tenho pai.
  • Paga a tua mãe!
  • Também não tenho mãe…
  • Então não tens ninguém? Estas sozinho no mundo?
  • Não! Eu tenho uma irmã mais velha.
  • Pronto paga ela.
  • Ela também não pode pagar, não tem dinheiro. É freira.
  • Não se diz freira. Diz-se esposa de Cristo.
  • Okay, então o meu cunhado que pague!

Num avião estão recrutas de paraquedas que estão a fazer o seu primeiro salto.
No meio deles, haviam alguns que ficavam com medo e deixavam de querer saltar.
Apesar dessa situação, o instrutor acabava por os empurrar sempre para fora do avião.
Mais perto do fim da lição, quando faltavam dois, o penúltimo acaba por dar imensa luta, mas isso não impediu o instrutor de o empurrar também para fora.
O último recruta acaba por rir às gargalhadas e o instrutor vira-se e pergunta:
– Tu achas que a covardia é engraçada?
O recruta responde:
– Não, mas esse era o piloto – e o recruta salta.