Etiqueta: porco

Um puto entra no autocarro na baixa lisboeta para ir dar um passeio e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar parvoíces:
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um caozito.
O condutor começou a ficar irritado com a música dele, virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, o que eras tu?
O miúdo disse de repente, com grande orgulho:
– Seria o condutor deste autocarro!…

Um agricultor deixa três notas de quinhentos euros em cima de uma mesa e, enquanto está distraído, o porco come-lhe as notas. 
A mulher sugere ao homem que dê bagaço ao porco para ele arrotar, de forma a que as notas voltem cá para fora. 
Como não tem bagaço em casa, o homem leva o porco à taberna e pede dois bagaços, um para ele e um para o porco. 
Dali a pouco, o homem dá um pontapé no rabo do porco e ele arrota uma nota. 
Mais um pouco, mais um pontapé, mais uma nota. 
Um outro agricultor aproxima-se e pergunta: 

  • Eu vi bem? 

Sem mais, o homem dá novo pontapé ao porco, há um novo arroto e surge uma nova nota. 
Diz novamente o segundo agricultor, tirando um molho de notas do bolso: 

  • Dou-lhe 50,000 euros por esse porco. 
  • Vendido! 

O homem pega no dinheiro, deixa o porco com o outro e vai-se embora. 
Jornal do dia seguinte: Agricultor mata porco a pontapé.

O sujeito tinha um amigo que era gago de dar dó. Penalizado, um dia lhe indica um fonoaudiólogo famoso por suas curas. Algumas semanas depois, eles se encontram novamente.

– E aí? – pergunta o sujeito. – Já teve alguma melhora?

E o gago responde:

– Toco preto, porco crespo. A aranha arranha o arame. O rato roeu a roupa do rei de Roma.
– Que maravilha!
– Po-po-po-de até-té se-ser, ma-ma-mas onde é que-que eu vo-vou u-u-usar e-esta po-po-porca-caria?
Um gago, desesperado com seu problema, lamenta-se profundamente com um amigo, e este lhe indica um fonoaudiólogo da maior confiança. Meses depois, encontram-se de novo e o gago vai logo dizendo:

– Toco preto, porco crespo. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Caraguatatuba, Itaquaquecetuba, Pindamonhangaba.
– Maravilha, é um milagre! – exclamou o amigo.
– Tá-t-t-tá ce-ce-ce-certo, ma-ma-mas onde é que-que eu v-vou us-usar uma imbe-imbe-imbecilidade dessas?
Um fazendeiro fazia coleção de cavalos, e só faltava um exemplar de uma única determinada raça para completar sua coleção.

Um belo dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo, então ele perturbou seu vizinho até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, então ele chamou o veterinário:

– Bom, o seu cavalo está com uma virose é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.

Neste momento o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e nada. O porco se aproximou do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta daí!.

No segundo dia, deram o medicamento e nada. O porco se aproximou e disse:

– Vamos lá amigão, levanta se não você vai morrer!

No terceiro dia deram o medicamento e nada. O veterinário chegou e disse:

– Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo porquê ele tem uma virose e pode contaminar os outros cavalos.

O porco se aproximou e disse:

– Cara é agora ou nunca levanta logo! Coragem!

De repente o cavalo deu um pulo e saiu correndo, o dono gritou:

– Milagre! O cavalo melhorou! Isso precisa de uma comemoração. – MATA O PORCO, VAMOS FAZER UMA FESTA!
Bem… um garoto maroto… entra no autocarro em baixa Lisboa para ir dar um passeio, e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar, maluquices….
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um cachorito.
Bem, o Condutor, começou a ficar irritado com a música dele, e virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, que eras tu?
O miúdo, disse de repente com grande orgulho:
– Seria condutor!…
– Uma professora do 1.o ano decidiu contar a his- tória dos três porquinhos aos alunos, até que chegou à parte em que os porquinhos tentavam angariar materi- ais para construir as suas casas.
– ”E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé de um carroceiro que transportava fardos de palha, e perguntou:
– O senhor não se importa de me ceder um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?” – contou ela.
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
– “E o que acham vocês que o homem disse?” Responde uma das criancinhas:
– O homem deve ter dito: “Porra, um porco que fala!!!”