A professora pergunta aos seus alunos:
– Estão 5 passarinhos num ramo e vocês atiram e matam um, quantos ficam?
– Nenhum — responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta:
– Nenhum?
– Claro… com o barulho do tiro todos levantam voo!
– Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua maneira de pensar!
– E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta, Sr.ª professora?
– Podes, Joãozinho.
– Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer gelado. Uma está a lamber, outra está a chupar e a terceira está a morder. Qual delas é a casada?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente:
– A que está a chupar?
– Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da sua maneira de pensar, Sr.ª professora…
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Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:
— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes…
— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha? Júlia reflete e diz:
— Bem, não… A professora disse:
— Viu, não podemos ter tudo.
— Professora —, disse Artur
— Neu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,…
— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular? Depois de refletir, Artur responde:
— Bem, não…
— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.
Joãozinho levanta o dedo e diz:
— Professora, meu pai, agora, tem tudo.
— Será? — disse a professora.
— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse:- “Essa não…, era só o que me faltava!”
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A mulher para o marido:
- Querido, estás a pregar o botão com o dedal no dedo errado.
- Eu sei. O dedo certo devia ser o teu.
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Jardel foi ao médico do Porto reclamando de uma dor generalizada! – Como é isso Jardel? – Doutor, o meu corpo todo dói. Onde eu ponho o dedo dói. Se boto o dedo no *&%$, dói. Se boto o dedo na perna, dói. Se ponho o dedo na barriga, dói. O senhor sabe o que eu tenho? – Deixa eu ver a sua mão! – Mas que coisa Jardel, você apenas quebrou o dedo! -
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A patroa reclama com a empregada:
– Maria! Você anda muito relaxada ultimamente – e passando o dedo sobre a estante: – essa poeira está aqui no mínimo há dois meses.
– Não é culpa minha, patroa! – defende-se a empregada. – Ainda não tem nem um mês que estou trabalhando para a senhora! -
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No médico:
- Sr. Dr., se toco na perna dói-me, se toco no braço dói-me, se toco na cara dói-me. O que é que eu tenho?
- Um dedo partido.
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Um trem bate em um ônibus cheio de freiras, e todas morrem. Elas estão todas em frente a São Pedro, tentando atravessar os portões do paraíso. O santo pergunta à primeira freira:
– Irmã Teresa, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã sorri, timidamente, e responde:
– Bem, uma vez eu toquei a cabeça de um, com a pontinha do meu dedo.
– OK. – diz o porteiro do Céu – Enfie a ponta do dedo nesta bacia de água benta e atravesse o portão…
São Pedro pergunta à segunda freira:
– Irmã Beatriz, você alguma vez teve contato com um pênis?
A irmã reluta um pouco, mas responde:
– Bem, uma vez segurei e acariciei um…
– Sendo assim, – determina São Pedro – enfie a mao toda na água benta e atravesse o portão.
De repente, forma-se um tumulto na fila das freiras. Uma delas começa a empurrar as outras para passar na frente. Quando a freirinha afoita chega ao início da fila, São Pedro pergunta:
– Irmã, Irmã… qual o motivo da pressa?
E a freira responde:
– É que se eu vou ter que fazer gargarejo com essa água, melhor fazer agora, antes que a Irmã Maria enfie a bunda nela… -
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Um agricultor comprou uma maquina super moderna de tirar leite a vacas. Ele olhou para o buraco que sugam o leite, meteu um dedo e aquilo excitou-o. Viu que não estava ninguém por perto e experimentou por o pénis lá dentro, nunca tinha tido ele um orgasmo tão intenso. Tentou tirar o pénis mas ele estava encravado. Não o conseguia tirar experimentou dar murros ah maquina mas sem sucesso. Tentou desliga-la mas ela não desligava. Então vê uma nota ao lado que dizia:
“Desliga-se automaticamente após 5 litros”!!!!! -
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Um homem vai ao medico com dores, quando chega ao médico ele diz:
– Sr. Doutor, quando toco no braço doí-me, quando toco na cara doí-me, quando toco na perna doí-me, quando toco na cabeça doí-me…
Então o médico vira-se e diz:
– O sr tem o dedo partido! -
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O gaúcho entra na sala do médico para fazer o seu primeiro exame da próstata.
O médico o cumprimenta e diz:
— Não precisa ter medo, vamos fazer o seguinte: eu coloco o dedo no seu reto e o senhor conta até dez. Chegando ao dez, eu retiro o dedo imediatamente.
O gaúcho meio que sem jeito acaba concordando. O médico coloca os dedos e o gaúcho começa a contar bem rápido:
— 1… 2… 3…
De repente, diminui a velocidade e continua contando:
— 3,4… 3,6… 3,65… 4… 4,3 … 4,37… -
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Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou ! -
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Um comboio bate com uma camioneta cheia de freiras e todas morrem. Chegam ao céu e todas tentam entrar. São Pedro está na porta e diz:
– Tenham calma. Não podem entrar assim! Para poderem entrar façam uma fila e respondam às minhas perguntas.
– Você, Irmã Maria, alguma vez tocou num pénis?
– Foi só uma vez São Pedro, e só lhe toquei com a ponta do meu dedo mindinho.
– Muito bem Irmã Maria, tem de meter seu dedo mindinho nesta água benta e depois pode entrar.
– Você, Irmã Celeste, alguma vez tocou num pénis?
– Foi só uma vez São Pedro, e só foi com a mão esquerda.
– Muito bem Irmã Celeste, tem de meter sua mão esquerda nesta água benta e depois pode entrar.
Entretanto na fila começa uma desordem, porque uma das freiras, que estava no fim da fila, empurra as outras para poder chegar à frente!
– Minha filha, tem paciência! Porque empurras e não esperas pela tua vez?
– Ó, meu Senhor São Pedro, é que eu tenho de bochechar antes que a Irmã Margarida meta o cu na água benta! -
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Na prisão de máxima segurança em Robert Island, um prisioneiro perde um dedo, depois uma orelha depois um dente. Então, um polícia diz ao colega: – Vamos vigiar bem esse gajo, tá fugindo aos poucos! -
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Um homem na rua a certa altura passa pelo que parecia um jardim de uma qualquer instituição de apoio a malucos, rodeado por uma cerca de tábuas de madeira, ouve do outro lado umas vozes a entoar:
– Treze! Treze! Treze!
Curioso, procurou um buraquinho numa das tábuas, por onde pudesse espreitar. Feito isto, alguém lhe espeta um dedo no olho e o homem recua meio atarantado, ao que se ouve de imediato:
– Catorze! Catorze! Catorze!

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