Manuel entrou num bar por volta das 20 horas.
Escolheu um lugar junto de uma loira esplendorosa.
Sua atenção foi atraída para o aparelho de TV no momento em que começavam as notícias do dia.
A reportagem cobria a notícia de um homem que estava prestes a atirar-se do alto de um enorme edifício.
A loira voltou-se para o Manuel e disse:
– Você acha que ele vai saltar?
Manuel respondeu:
– Eu aposto que vai saltar.
A loira respondeu:
– Bem, eu aposto que não vai.
Manuel pôs uma nota de 20 euros na mesa e exclamou:
– Vamos apostar?
– Sim!
Logo que a loira colocou o seu dinheiro na mesa, o homem atirou-se e morreu no momento em que se esborrachou no solo.
A loira ficou muito aborrecida, mas aceitou a derrota:
– Aposta é aposta. É justo. Fique com meus 20 euros.
Manuel respondeu:
– Não posso aceitar seu dinheiro. Eu já tinha visto o incidente no noticiário das 18 horas. Eu sabia que ele iria saltar.
A loira respondeu:
– Também vi, mas nunca pensei que ele saltasse outra vez.
Etiqueta: morreu
Uma loira encontra-se com uma velha amiga, e esta lhe diz:
– Olá! Há quanto tempo! Como vais, minha querida?
A loira responde:
– Vou muito mal!
A amiga pergunta:
– O que foi que aconteceu?
A loira diz:
– O meu marido morreu na semana passada!
Horrorizada, a amiga diz:
– Não me digas, os meus sentimentos! O que é que ele tinha?
Triste, a loira responde:
– Infelizmente, pouca coisa. Uma casa, duas lojas no centro da cidade e um terreno na aldeia natal!
Uma loira chega ao trabalho num pranto.
– O que se passa? – pergunta-lhe o patrão.
– A minha mãe morreu – diz a loira a soluçar.
– Os meus sentimentos – diz o patrão – olhe, vá para casa, descanse.
– Não – replica a loira – se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passadas umas horas, o patrão repara que a loira está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
– Sente-se bem?
– Não – responde a loira – acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados. Um morreu, o outro não, porquê?
- Por que um deles era Longa Vida.
Numa cidade do interior, todas as mulheres que traiam o marido, ao se confessarem ao padre, diziam que haviam caído no buraco. O velho padre morreu, e entrou um padre novo que nao tinha conhecimento do buraco. E varias mulheres durante a confissão diziam-lhe todas o mesmo: que tinham caído no buraco. O padre como desconhecia a história, ia dizendo:
- Mas isso não é pecado minha filha.
Certo dia o padre foi falar com o Presidente da Câmara (Prefeito). Disse-lhe que ele deveria fechar as ruas da cidade, porque estavam com muitos buracos. O Presidente como já sabia da história por conversas anteriores com o anterior padre, começou a rir-se. Então o padre respondeu-lhe:
Não sei porque se ri. A sua mulher esta semana já caiu três vezes…
Um burro morreu bem em frente de uma Igreja e, como uma semana depois, o corpo ainda estava lá, o padre resolveu reclamar com o presidente da câmara.
- Sr. presidente, tem um burro morto na frente da Igreja há quase uma semana!
E o presidente, grande adversário político do padre, alfinetou:
- Mas Padre, não é o senhor que tem a obrigação de cuidar dos mortos?
- Sim, sou eu! Mas também é minha obrigação avisar os parentes!
A sogra do cara morreu. Um amigo perguntou:
- O que fazemos? Enterramos ou cremamos?
- As duas coisas. Não podemos facilitar!
Porque é que o livro de matemática morreu?
Tinha muitos problemas
Um velho vaqueiro contou ao seu neto:
- O segredo para uma vida longa e saudável é colocar uma pitada de pólvora em seu mingau de aveia todos os dias.
O neto levou este conselho a sério, e todos os dias para o resto de sua vida colocou uma pitada de pólvora em sua aveia todas as manhãs. Quando ele morreu com 142 anos de idade, deixou para trás 5 filhos, 12 netos, 45 bisnetos, 78 trinetos, e um buraco de 20 metros no lugar onde foi enterrado!
– Mamãe?
– Que foi, minha filha?
– Mamãe, aconteceu algo terrível… Minha casa está uma bagunça, tenho que ir buscar as crianças na escola, fazer o almoço, preciso levar o Pedrinho na natação, estou com 38 graus de febre e o Otávio acabou de me ligar que vai trazer três amigos para o jantar. Mamãe, você precisa me ajudar, por favor!
– Fica calma, minha filha! Eu vou já pra aí. No caminho pego as crianças na escola, faço o almoço, depois levo o Pedrinho na natação, dou uma ajeitada na casa e, em seguida, preparo uma Lazanha para o jantar. Enquanto isso, você toma um comprimido e vai para a cama, descansar.
– Oh! Mamãe! Você é a melhor mãe do mundo, sabia? Te amo, mamãe!
– Obrigada, minha linda! Também te amo! Daqui a pouco estarei aí!
– Tá certo, e não se esquece de mandar um beijo para o papai!
– Papai? Mas filha, o seu pai morreu quando você era ainda uma garotinha!
– Pera um pouco! Aí não é do 7633-0856?
– Nããão. Aqui é do 7633-0865!
– Então, quer dizer que a senhora não vem?
Dois amigos, bêbados de cair, se encontram no velório:
– Puxa, você viu a cara do Zeca? Está com uma aparência horrível!
– Também pudera! – diz o outro. – Já faz dois dias que ele não bebe!
– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?
– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.
– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.
– Pobre Mário! Que morte terrível!
– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.
– Mas que horror se morrer assim!
– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.
– Que morte sofrida, Mãe do Céu!
– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.
– Ave Maria! Que fim terrível!
– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…
– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?
– Padre, eu atirei nele.
– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?
– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
– Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
– Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
– O quê? – perguntou ele, assustado – Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
– Sim senhor… Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!
Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:
– Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
– Os testículos? – perguntou o garçom, desconfiado.
– Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!
Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.
– Novamente o prato estava uma delícia! – diz ele ao garçom – mas desta vez os testículos estavam bem menores!
– É verdade, senhor – concordou o garçom – mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.
– Doutor – começa ele. – Segundo informações de nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de reais, é verdade?
– Sim, é verdade – confirma o advogado.
– E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
– Isso também é verdade, Prefeito. Mas, me diga uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de câncer o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil reais?
– Nã… nã… não, senhor!
– E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está tetraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?
– Nã… não… me informaram, senhor!
– E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis em uma enchente?
– Não, não sabia, desculpe-me… eu…
– E se eu não dei nenhum centavo para eles, você acha que eu vou dar para suas obras sociais?
Por acaso sabiam que o Parque Jurássico está de Luto?
Não?!!!!! E também não sabem porquê?
Pois então para vos tirar da ignorância eu digo-vos.
Morreu o DinoMeira!
Gostaria de colocar um nota fúnebre do morte de meu esposa,ele diz ao atendente.
– Pois não, quais são os dizeres?
Sara morreu!
– Só isso? espanta-se o rapaz.
Sim, Jacob não quer gastar muito.
– Mas o preço mínimo permite até 5 palavras.
Então coloca: “Sara morreu. Vendo Monza 94.