Etiqueta: miúdo

Um puto entra no autocarro na baixa lisboeta para ir dar um passeio e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar parvoíces:
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um caozito.
O condutor começou a ficar irritado com a música dele, virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, o que eras tu?
O miúdo disse de repente, com grande orgulho:
– Seria o condutor deste autocarro!…

Numa aula, a professora pergunta aos meninos o que estes querem ser quando forem grandes.
Um diz que quer ser aviador, outro cientista, outro piloto de automóveis e, quando chega a vez do menino Carlinhos, este diz que queria ser playboy.
Pergunta a professora: – Playboy, menino Carlinhos?! O que é isso?

  • Então! É um gajo que anda em brutos carros, bebe uns brutos whiskies e anda com umas brutas mulheres.
  • Ó menino Carlinhos, chegue aqui! A professora deu-lhe uma série de reguadas no rabo e o miúdo vai a chorar para casa. Chega a casa e o pai, ao ver o filho a chorar, pergunta: – Porque choras meu filho?
  • Porque a minha professora perguntou-me o que eu queria ser quando fosse grande e eu disse que queria ser playboy. O pai, irritado, faz-lhe a mesma coisa. No outro dia, o menino Carlinhos já de mansinho, quando a professora pergunta o que este quer ser quando for grande, responde:
  • Eu quero ser mini-playboy! – E o que é isso? – Pergunta a professora. – Então! É um gajo que anda em brutos triciclos, bebe umas brutas gasosas e bate umas brutas pun*etas!…

Um miúdo índio perguntava ao pai:

  • Por que é que os nomes dos índios são diferentes dos das outras pessoas?
  • Sabes, na nossa raça damos os nomes às crianças consoante determinados acontecimentos. Tua irmã que nasceu numa noite de Lua Nova, chama-se Lua Nova, teu irmão chama-se Cavalo Sentado porque quando nasceu estava um cavalo sentado à porta da nossa tenda. Percebeste, Preservativo Routo?

Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:

  • Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.

O puto, enfim lá se calava e ia-se embora.
Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto.
Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco.
Entretanto toca o telefone, e dizem:

  • Olha, eu queria falar com a tua mãe.
  • A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.
O menino está deitado na areia ao lado do pai numa praia de nudismo. Ele olha as pessoas ao à sua volta e de repente ele Pergunta ao pai: – Porque é que estão aqui homens com a pilinha para cima e outros com a pilinha para baixo? O pai constrangido pensa um pouco e responde:
– Olha, os que estão com a pilinha para cima são ricos e os que estão com ela para baixo são pobres. A resposta parece satisfazer o garoto que continua a olhar. Algum tempo depois o pai pergunta:
– Viste a tua mãe?
O miúdo responde:
– Vi sim. Ela estava ali a conversar com um homem muito pobre. De repente ele começou a ficar muito rico e agora ela está ali nas dunas a chupar-lhe a fortuna toda.
Bem… um garoto maroto… entra no autocarro em baixa Lisboa para ir dar um passeio, e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar, maluquices….
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um cachorito.
Bem, o Condutor, começou a ficar irritado com a música dele, e virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, que eras tu?
O miúdo, disse de repente com grande orgulho:
– Seria condutor!…
Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:
– Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.
O puto, enfim lá se calava e ia-se embora. Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto. Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco. Entretanto toca o telefone, e dizem:
– Olha, eu queria falar com a tua mãe.
– A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.
Está um cigano à porta de um supermercado juntamente com a mulher e o filho ainda pequeno, a pedir leite. O comerciante, ao ver esta cena triste, decide dar um copo de leite ao cigano. Este não tem mais nada, pega no copo e bebe o leite todo sozinho. O comerciante, danado com a cena, diz ao cigano: – Oh rapaz, então eu dou-te o leite com a esperança que tu o desses ao miúdo e tu bebe-lo sozinho
– Oh senhor! – Diz o cigano – O senhor é que não compreendeu! De manhã, bebo eu o leite; à tarde, a mulher dá o leite ao miúdo; e à noite, eu dou o leite à mulher!
Um miúdo vai pela 1ª vez à escola e o pai ensina-o a mijar:
1 – Abres a braguilha
2 – Pões a pilinha para fora.
3 – Puxas a pele da pilinha para trás
4 – Fazes chi-chi.
5 – Sacodes a pilinha
6 – Puxas a pele da pilinha para a frente.
7 – Guardas a pilinha
8 – Fechas a braguilha.
O miúdo vai para a escola e algum tempo depois o pai do recebe um telefonema da directora da escola:
– Estou, o seu filho está à meia hora na casa de banho!
– Mas eu já o ensinei a ir à casa de banho.
– Olhe só sei que ele está lá à meia hora a dizer: 3, 6, 3, 6, 3, 6…
Um homem vai ao quarto do filho para lhe dar boa-noite e vê que o miúdo está a ter um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe se está bem. O filho responde que sente medo porque sonhou que a tia Albertina tinha morrido. O pai garante que a tia está muito bem e diz ao miúdo que volte a dormir sossegado.
No dia seguinte, a tia Albertina morre.
Uma semana depois, o homem volta ao quarto do filho para lhe dar boa-noite. O miúdo está com outro pesadelo. O pai acorda-o e pergunta-lhe o que aconteceu. O filho responde que sente medo porque sonhou que o avô havia morrido. O pai garante que o velhote está muito bem e manda-o dormir de novo.
No dia seguinte, o avô morre.
Uma semana depois, o homem vai de novo ao quarto do filho para lhe desejar boa-noite. O miúdo está com mais um pesadelo. O pai acorda-o e pergunta o que tinha sido desta vez. O filho responde que sente medo porque sonhou que o pai tinha morrido, mas este garante estar bem e manda-o dormir novamente. 
Contudo, o homem vai para cama e não consegue dormir.
No dia seguinte, acorda apavorado. Tem a certeza de que vai morrer. Sai para o trabalho e conduz com o maior cuidado para evitar uma colisão. Não almoça, com medo de que a comida possa estar envenenada. Evita toda a gente, com medo de ser assassinado. Tem um sobressalto a cada ruído e a qualquer movimento suspeito esconde-se debaixo da secretária.
Ao voltar para casa, diz para a mulher:
— Meu Deus, tive o pior dia da minha vida! 
E ela responde:
— Tu achas que foi o pior? E o leiteiro, coitado, que morreu aqui à porta, hoje de manhã?