– O professor diz com ênfase aos alunos: – Hoje vou falar das particularidades do macaco: olhem bem para mim e prestem atenção.
Com as etiquetas: alunos Mostrar/esconder comentários | Atalhos de teclado
-
Anedota
-
Anedota
Na Madeira, três alunos, e nos Açores, cinco alunos, morreram afogados. Após inquérito aberto para deslindar este caso, descobriu-se que a causa provável do afogamento terá sido a campanha publicitária: “O regresso às aulas é no Continente”.
-
Anedota
No hospital da escola de medicina, o professor chama um dos alunos mais avançados e pergunta:
- Como foi o resultado da cirurgia que mandei você fazer?
- Cirurgia? Nooossa! Eu entendi que era pra fazer a autópsia. .
-
Anedota
Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:
— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes…
— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha? Júlia reflete e diz:
— Bem, não… A professora disse:
— Viu, não podemos ter tudo.
— Professora —, disse Artur
— Neu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,…
— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular? Depois de refletir, Artur responde:
— Bem, não…
— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.
Joãozinho levanta o dedo e diz:
— Professora, meu pai, agora, tem tudo.
— Será? — disse a professora.
— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse:- “Essa não…, era só o que me faltava!”
-
Anedota
Dia de prova na faculdade, 100 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora.
Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até esta hora não entrega mais! – diz o professor. As 10:10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor que arrumava as coisas para ir embora.
Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!
O aluno, com ar de autoritarismo, perguntou:
– Você sabe com quem está falando?
A resposta do professor tinha um certo sarcasmo:
– Não, não faço a menor ideia.
Empinando mais o nariz, o aluno tornou a repetir:
– Tem certeza disso?
– Absolutíssima! -respondeu o professor.
O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:
– Então descobre, filho da mae… -
Anedota
O que faz o teu pai? (ESPECTACULO) No primeiro dia de aula a Professora, para conhecer melhor os alunos, resolveu perguntar a profissão do pai de cada um. -Pedrinho qual a profissão de seu pai? – Advogado, Professora. – E a do seu pai, Marianinha? – Engenheiro. – E o seu, Aninha? – É médico. – E o seu pai, Joãozinho, o que faz ele? – Ele … Ele … Ele é paneleiro… – O quê?? – pergunta a professora, surpresa. – Stora … Ele dança em discotecas, com uma tanguinha minúscula cheia de lantejoulas e brilhos, onde homens másculos lhe passam a mão e põem dinheiro no elástico da tanga e depois vão-lhe ao cú e não lhe pagam… A professora rapidamente dispensou toda a classe, excepto o Joãozinho. Vai até ao garoto e pergunta novamente: – Ouve lá, ó Joãozinho, o teu pai é realmente mariconço? – Não, Professora. Agora que a aula ficou vazia, é mais fácil dizer a verdade: É que o meu pai é jogador do Benfica, e eu tenho vergonha de contar aos outros… -
Anedota
Na época do apartheid na África do Sul, nas escolas, os alunos brancos sentavam-se nas fileiras da frente e os negros nas fileiras de trás.
depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:
– Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
– Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás. -
Anedota
A professora pergunta aos alunos:
– Quem aqui reza antes das refeições?
Todos levantam a mão, menos Joãozinho.
– Joãozinho! Você não reza antes das refeições?
– Não, fessora… Lá em casa não precisa! A minha mãe cozinha bem! -
Anedota
A professora diz aos alunos para desenharem o órgão sexual feminino. Nisto uma aluna incapaz de o fazer o desenho abriu as pernas e espreitou para debaixo da saia. Um colega vê e grita:
-Professora, ela esta a copiar!! -
Anedota
Na escola, a professora vira-se para os alunos e pergunta:
– Mariazinha, diga o nome de um fruto que começa por M, e é ótimo?
– Maçã?
– Ótimo, Ótimo! Luisinho, agora um que começa por P?
– Pêra?
– Ótimo, ótimo! Joãozinho, agora você, um por O!
O Joãozinho pensa, pensa… E solta:
– Orgasmo!
– Joãozinho, orgasmo não é um fruto!
– Eu sei, mas é ótimo, ótimo! -
Anedota
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora:
– Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
– Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki:
– Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
– Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
– Japonês filho da puta!
– Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
– General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.
A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala:
– Acho que vou vomitar.
– Quem foi?, grita a professora novamente.
E Suzuki:
– George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
– Chupa-me o pau!
E a professora, irritada:
– Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
– Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
– Suzuki de merda!
E Suzuki responde:
– Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz:
– Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
– Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente. -
Anedota
– Uma professora do 1.o ano decidiu contar a his- tória dos três porquinhos aos alunos, até que chegou à parte em que os porquinhos tentavam angariar materi- ais para construir as suas casas.
– ”E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé de um carroceiro que transportava fardos de palha, e perguntou:
– O senhor não se importa de me ceder um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?” – contou ela.
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
– “E o que acham vocês que o homem disse?” Responde uma das criancinhas:
– O homem deve ter dito: “Porra, um porco que fala!!!” -
Anedota
No primeiro dia de aula, a professora chama os alunos um por um e pede para eles se apresentarem brevemente, dizendo o nome e a profissão dos pais.
– Eu me chamo Luciana – diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.
– Eu sou o Luís Carlos – diz um garoto – minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.
– Eu sou o Roberto – diz um outro menino – minha mãe é prostituta e meu pai faz strip-tease numa boate gay.
Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto.
No recreio, os colegas perguntam para Roberto: – É verdade que sua mãe é prostituta e seu pai tira a roupa na frente das bichas?
– Não! – responde o Roberto – É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft! -
Anedota
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’. -
Anedota
Havia uma professora que não tinha ensinado nada aos alunos, e então recebeu uma carta a avisá-la que iria receber em breve a visita de um inspector.
Ela então explicou aos alunos o que se ia passar, e que eles não deveriam ficar nervosos, e que quando não soubessem alguma coisa que ele lhes perguntasse, que olhassem para ela que ela iria arranjar uma maneira de ajudá-los.
Assim foi, no dia da visita o inspector escreve no quadro a letras grandes CANETA.
– Pode ser esse menino aí na primeira fila. Leia isto em voz alta.
O garoto olha para a professora, que, enquanto o inspector estava a escrever, pegou numa caneta e começa a soletrar:
– Ca-ne-ta!
– Sim senhor, agora isto.
– e volta a escrever, desta vez BORRACHA
– Você aí ao lado agora. Mesma cena, e o garoto:
– Bo-rra-cha!
– Hmm afinal isto não está assim tão mal quanto diziam. Bem mais uma vez, agora aquele menino lá no fundo.
– e ele escreve SINO O garoto aflito a olhar para a professora que estava a sacudir a mão fechada para cima e para baixo como quem está a tocar o sino.
– Pu-nhe-ta -
Anedota
O professor perguntou aos alunos: quantos corações temos nós?
-Dois, senhor professor. Respondeu um dos alunos
-Dois? Como?!… Replicou o professor.
-Dois, sim senhor professor: o meu e o seu.
Agir como se pensa é a coisa mais difícil do mundo. Disse o professor.

Responder