A professora diz aos alunos:
– Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! – pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! – diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
– Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
– A calculadora!
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O professor diz aos alunos:
– Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
– Quem é que fez isso? – pergunta o professor.
– Fui eu! – responde o Joãozinho – sempre já posso sair?
Uma professora pergunta aos seus alunos onde Deus está. O Pedro levanta-se e diz:
– Deus está no céu!
A Maria levanta-se e diz:
– Deus está no céu e no nosso coração!
A professora contente pergunta:
– E tu Joãozinho, não vais dizer nada?
– Vou sim professora! Deus está na casa de banho! – responde o Joãozinho.
– Na casa de banho?! – pergunta a professora.
– Sim, porque a minha mãe está sempre a dizer: “Meu Deus, ainda estás na casa de banho?”
A professora pergunta aos seus alunos:
– Estão 5 passarinhos num ramo e vocês atiram e matam um, quantos ficam?
– Nenhum — responde o Joãozinho.
A professora fica surpresa com a resposta:
– Nenhum?
– Claro… com o barulho do tiro todos levantam voo!
– Bem, não era essa a resposta que eu esperava, mas gosto da tua maneira de pensar!
– E agora, posso fazer-lhe eu uma pergunta, Sr.ª professora?
– Podes, Joãozinho.
– Estão 3 mulheres sentadas num banco a comer gelado. Uma está a lamber, outra está a chupar e a terceira está a morder. Qual delas é a casada?
A professora fica vermelha, mas responde, timidamente:
– A que está a chupar?
– Não, a casada é a que tem a aliança no dedo, mas eu também gosto da sua maneira de pensar, Sr.ª professora…
– O professor diz com ênfase aos alunos: – Hoje vou falar das particularidades do macaco: olhem bem para mim e prestem atenção.
Na Madeira, três alunos, e nos Açores, cinco alunos, morreram afogados. Após inquérito aberto para deslindar este caso, descobriu-se que a causa provável do afogamento terá sido a campanha publicitária: “O regresso às aulas é no Continente”.
No hospital da escola de medicina, o professor chama um dos alunos mais avançados e pergunta:
- Como foi o resultado da cirurgia que mandei você fazer?
- Cirurgia? Nooossa! Eu entendi que era pra fazer a autópsia. .
Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:
— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes…
— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha? Júlia reflete e diz:
— Bem, não… A professora disse:
— Viu, não podemos ter tudo.
— Professora —, disse Artur
— Neu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,…
— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular? Depois de refletir, Artur responde:
— Bem, não…
— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.
Joãozinho levanta o dedo e diz:
— Professora, meu pai, agora, tem tudo.
— Será? — disse a professora.
— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse:
- “Essa não…, era só o que me faltava!”
Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até esta hora não entrega mais! – diz o professor. As 10:10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor que arrumava as coisas para ir embora.
Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!
O aluno, com ar de autoritarismo, perguntou:
– Você sabe com quem está falando?
A resposta do professor tinha um certo sarcasmo:
– Não, não faço a menor ideia.
Empinando mais o nariz, o aluno tornou a repetir:
– Tem certeza disso?
– Absolutíssima! -respondeu o professor.
O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:
– Então descobre, filho da mae…
depois da vitória de Mandela, um dos professores, branco, anuncia para a sua classe:
– Neste momento, estamos comemorando o fim do racismo no nosso país. A partir de hoje, não existem mais brancos, nem pretos. Todo mundo é igual, todo mundo é verde!
– Portanto, gostaria de deixar bem claro que, durante a minha aula, os verdes claros devem sentar na frente, enquanto os verdes escuros sentam atrás.
– Quem aqui reza antes das refeições?
Todos levantam a mão, menos Joãozinho.
– Joãozinho! Você não reza antes das refeições?
– Não, fessora… Lá em casa não precisa! A minha mãe cozinha bem!
-Professora, ela esta a copiar!!
– Mariazinha, diga o nome de um fruto que começa por M, e é ótimo?
– Maçã?
– Ótimo, Ótimo! Luisinho, agora um que começa por P?
– Pêra?
– Ótimo, ótimo! Joãozinho, agora você, um por O!
O Joãozinho pensa, pensa… E solta:
– Orgasmo!
– Joãozinho, orgasmo não é um fruto!
– Eu sei, mas é ótimo, ótimo!
A aula começa e a professora:
– Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
– Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki:
– Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
– Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
– Japonês filho da puta!
– Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
– General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.
A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala:
– Acho que vou vomitar.
– Quem foi?, grita a professora novamente.
E Suzuki:
– George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
– Chupa-me o pau!
E a professora, irritada:
– Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
– Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
– Suzuki de merda!
E Suzuki responde:
– Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz:
– Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
– Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente.
– ”E então, o primeiro porquinho chegou-se ao pé de um carroceiro que transportava fardos de palha, e perguntou:
– O senhor não se importa de me ceder um pouco da sua palha para que possa construir a minha nova casa?” – contou ela.
Depois, virando-se para os alunos, perguntou:
– “E o que acham vocês que o homem disse?” Responde uma das criancinhas:
– O homem deve ter dito: “Porra, um porco que fala!!!”