Etiqueta: animal

Na aula de ciências:
– Anotem o TPC, meninos: vocês vão ter de pesquisar o habitat natural das 70 espécies de animais que estão na página 20. Também vão ter de dizer qual o país de origem de cada animal, quais são os seus predadores, as suas presas, os seus costumes e fazer uma composição sobre cada um.
E continuou:
– Falando em animais, Marta, o que dão as ovelhas?
– Lã, professora.
– Muito bem!
– Jorginho, o que dão as galinhas?
– Ovos, professora.
– Parabéns! Joãozinho, o que dão as vacas?
– TPC’s.

Um agricultor tinha um touro que era o melhor da região. O touro era o seu único património. Os fazendeiros descobriram que o tal touro era o melhor animal reprodutor e começaram a alugar o bicho para cobrir as suas vacas. Era só colocar uma vaca perto dele e o touro não perdoava! O agricultor ia ganhando muito dinheiro! Os fazendeiros reuniram-se todos e decidiram comprar o touro. Chegaram na casa do agricultor e falaram:
-Faz um preço ao touro que nós queremos comprá-lo.
O agricultor, aproveitando da situação, pediu um preço absurdo. Os fazendeiros não aceitaram a proposta e foram queixar-se ao  Presidente da  Câmara. Este, sensibilizado com o problema, comprou o animal com o dinheiro da Câmara, pagando uma fortuna, e registou-o como  Património da cidade. Fizeram uma festa imensa na cidade… Os fazendeiros trouxeram suas vacas para o touro cobrir, tudo de graça!!! Veio a primeira vaca, o touro cheirou e nada…

  • Deve ser culpa da vaca – disse um fazendeiro – Ela é muito magra!

Trouxeram outra vaca, uma holandesa, a mais bonita da região. O touro cheirou a vaca e… nada! O  Presidente, desesperado, chamou o agricultor e perguntou-lhe o que estava acontecendo.

  • Não sei…
  • Disse o agricultor
  • Ele nunca fez isso antes!

-Deixe que eu vou conversar com o touro.
E o agricultor, aproximando-se do bicho, perguntou:

  • O que há contigo? Já não estás com vontade de trabalhar?

E o touro, dando uma espreguiçadela, respondeu:

  • Não me chateies…

Agora sou  Funcionário Público!

Seu João pensou melhor e decidiu que os ferimentos que sofreu num acidente de trânsito eram sérios o suficiente para levar a transportadora (dona da pick up) para o tribunal.
No tribunal, o advogado da transportadora começou a inquirir seu João:

  • O Senhor não disse na hora do acidente: “Estou bem”?

Seu João responde:

  • Bem, vou lhe contar o que aconteceu, eu tinha acabado de colocar minha mula favorita na caminhonete…
  • Eu não pedi detalhes, – interrompeu o advogado – só responda a pergunta. O Senhor não disse na cena do acidente: “Estou bem”?
  • Bem, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia…

O Advogado interrompe novamente e diz:

  • Meritíssimo, estou tentando estabelecer os fatos aqui, na cena do acidente este homem disse ao patrulheiro rodoviário que estava bem. Agora, várias semanas após o acidente ele está tentando processar meu cliente, isso é uma fraude. Por favor poderia dizer a ele que simplesmente responda a pergunta?

Mas a essa altura o Juiz estava muito interessado na resposta de Seu João e disse ao advogado:

  • Eu gostaria de ouvir o que ele tem a dizer.

Seu João agradeceu ao Juiz e prosseguiu:

  • Como eu estava dizendo, eu coloquei a mula na caminhonete e estava descendo a rodovia quando uma pick up atravessou o sinal vermelho e bateu na minha caminhonete bem na lateral. Eu fui lançado fora do carro para um lado da rodovia e a mula foi lançada ao outro lado. Eu estava muito ferido e não queria me mover. De qualquer forma eu podia ouvir a mula zurrando e grunhido e pelo barulho eu pude perceber que o estado dela era muito ruim.

Logo após o acidente o patrulheiro rodoviário chegou ao local. Ele ouviu a mula gritando e zurrando e foi até onde ela estava. Depois de dar uma olhada nela ele pegou a arma e atirou bem entre os olhos do animal. Então o policial atravessou a estrada com sua arma na mão, olhou para mim e disse:

  • A mula estava muito mal e eu tive que atirar nela, como está se sentindo?

Um indivíduo vai com o seu cão ao cinema. O sujeito da cadeira ao lado, começa a ficar espantado ao ver que o cão ria e batia palmas, como se estivesse realmente a compreender o filme. Diz o sujeito para o dono do cão:
— Estou admirado, o seu cão percebe o filme todo.
— Ai está admirado?! Mais admirado estou eu!
— Então… mas porquê?
— É que ele… leu o livro e não gostou!…

Dois caranguejos encontram um pão na praia e os dois lutam para o apanhar.
— É meu — diz um deles.
— Não — diz o outro —, é meu.
Então, um deles, diz:
— Está bem, o pão fica para os dois, mas é preciso vinho para o acompanhar.
Diz um ao outro para ir ao vinho, e este responde:
— Não, vais tu, senão não comes o pão — replicou este último. E ficaram a discutir: eu não, vais tu, eu não, vais tu, até que um deles se decide:
— Está bem, eu vou, mas tu não comas o pão!
E lá foi ele ao vinho. Entretanto passa-se uma hora e o caranguejo sem vir com o vinho, passaram duas horas, três horas, um dia, dois dias, uma semana, e o caranguejo sem vir com o vinho. O outro, que estava à espera, diz:
— Eu vou mas é comer o pão. Aquele gajo nunca mais vem com o vinho.
Quando ia dar uma dentada no pão, aparece o outro de trás de uma rocha e diz:
— Éh pá, se comes o pão, não vou ao vinho.

Estão dois camelos, pai e filho, a lalarem um com outro.
— Papá, porque é que temos bossas?
— Para podermos armazenar água que nos faz muita falta no deserto.
— Papá, porque é que temos pestanas compridas?
— Para nos protegermos das tempestades de areia.
— Porque é que temos almofadas entre os dedos das patas?
— Para assentarmos melhor na areia quando andamos.
— Então, papá, se temos tudo isso, o que estamos a fazer no Zoo de Lisboa?