O Presidente da República faz uma visita a uma escola e entra numa sala de aula no meio de uma discussão sobre significado das palavras.
A professora pergunta ao Presidente se ele gostaria de conduzir o tema na discussão da palavra “Tragédia”.
Ele aceita e pede à turma que lhe dê um exemplo de tragédia.
Um garoto se levanta e diz:
– Se meu melhor amigo está brincando na rua e um carro o atropela, isto seria uma tragédia.
– Não – diz o Presidente – isto seria um acidente.
Uma rapariga levanta a mão.
– Se um autocarro escolar levando cinquenta crianças – pergunta ela – caísse na ribanceira, matando todo mundo, isto seria uma tragédia?
– Também não – explica o Presidente – Neste caso, seria uma grande perda.
A sala fica em silêncio.
Nenhum voluntário.
O Presidente olha para a turma:
– Não há ninguém aqui que pode me dar um exemplo de tragédia?
Finalmente, lá no fundo da sala, o Joãozinho levanta a mão.
Com uma voz tranquila ele diz:
– Se o avião presidencial, levando o senhor e a sua mulher, fosse atingido por um míssil, matando todos os ocupantes, isto seria uma tragédia!
– Fantástico! – exclama o Presidente – correto! E você pode me dizer por que seria uma tragédia?
– Bem, – diz o Joãozinho – porque não seria um acidente, e também não seria uma grande perda!
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O Joãozinho diz à mãe:
– Mãe, hoje vou aprender a andar de bicicleta!
A mãe concordou.
Lá foi o Joãozinho todo contente.
Passado algum tempo chama pela mãe e grita:
– Mãe, olha, eu sem mãos!
Passado mais um bocado, grita:
– Mãe, olha, eu sem pés!
Passado outro bocado diz ele:
– Mãe, olha, eu sem dentes!
Uma professora:
– Hoje é o dia mundial das boas ações, portanto, o Joãozinho, o Carlinhos e o Zezinho – que eram os três “melhores” alunos da turma – vão lá fora praticar uma boa ação, e voltam para contar aos colegas o que fizeram, está bem?
Os miúdos lá foram e passado quase uma hora voltaram.
– Então Joãozinho, qual foi a boa ação que praticaste?
– Eu ajudei uma velhinha a atravessar a rua!
– Muito bem, e tu Carlinhos?
– Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– Ah sim? E tu Zezinho?
– Pois… Eu também ajudei a velhinha a atravessar a rua!
– O quê? Os três!? Então e demoraram tanto tempo porquê?
– Não havia maneira do raio da velha querer atravessar a rua!
A mãe chega ao pé do filho e pergunta:
– Joãozinho, o que estás a estudar?
– Geografia, mãe.
– Então diz-me onde fica a Inglaterra!
– Na página 83!
O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:
– Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
– Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
– Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
– Tua.
O Joãozinho pergunta ao pai:
– Pai, como é que um bêbado se sente?
O pai responde:
– Filho, vê aquelas duas cadeiras ali à frente. Um bêbado veria quatro cadeiras.
E o Joãozinho responde:
– Mas pai, ali só está uma cadeira!
O pai diz ao Joãozinho:
– Por cada asneira que tu fazes, fico com mais um cabelo branco.
O Joãozinho responde:
– Porra, então tu devias fazer muitas asneiras, olha para os cabelos da avó!
O Joãozinho pergunta à mãe:
– Mãe, posso fazer-te uma pergunta?
– Claro que sim, filho.
– Preferias que eu partisse a perna ou o vaso de prata?
– Que pergunta tão tola, Joãozinho. Claro que preferia que partisses o vaso de prata.
– Então podes ficar contente!
– Porquê?
– Porque eu não parti a perna.
A professora diz aos alunos:
– Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! – pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! – diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
– Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
– A calculadora!
O Joãozinho chega a casa e diz:
– Olá pai! Encontrei um canivete perdido!
– Ai, foi e estava mesmo perdido?
– Sim, sim, tenho a certeza, pois eu bem vi como o dono estava à procura dele!
Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:
- Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta?
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.”
Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!
Assinado: Você sabe quem.”
O professor diz aos alunos:
– Hoje estou feliz, e por isso, quem responder corretamente à próxima pergunta que eu farei, pode sair de imediato.
Ouvindo isto, o Joãozinho, traquinas como é, atira o lápis para o fundo da sala!
– Quem é que fez isso? – pergunta o professor.
– Fui eu! – responde o Joãozinho – sempre já posso sair?
O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: “Escrever uma frase acerca de um passeio dado.”
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
– Está bem – diz o rapaz – Então a frase é: “No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia.”
– “Estivemos” – corrige a avó.
– Não avó! – contraria o Joãozinho – tu não estavas!
Na aula, o Joãozinho estava sucessivamente a conversar e interromper outros.
Diz a professora:
– Sabes qual é o nome que se dá a uma pessoa que continua a falar, mesmo quando os outros não estão interessados?
E responde o Joãozinho:
– Professor…
Uma professora pergunta aos seus alunos onde Deus está. O Pedro levanta-se e diz:
– Deus está no céu!
A Maria levanta-se e diz:
– Deus está no céu e no nosso coração!
A professora contente pergunta:
– E tu Joãozinho, não vais dizer nada?
– Vou sim professora! Deus está na casa de banho! – responde o Joãozinho.
– Na casa de banho?! – pergunta a professora.
– Sim, porque a minha mãe está sempre a dizer: “Meu Deus, ainda estás na casa de banho?”
O Joãozinho pergunta ao Zézinho:
– “Sabes como se vê se uma galinha é nova ou é velha?”
– “Sim, com os dentes!”, responde o Zézinho.
– “Mas as galinhas não têm dentes…”, diz o Joãozinho.
– “Mas temos nós!”, afirma o Zézinho.