Etiqueta: autocarro

Num autocarro de 2 andares iam as morenas em baixo e as loiras em cima.
As morenas iam na maior festa enquanto das loiras não se ouvia um pio.

Então diz uma morena para a outra:
– Olha lá! Vai lá ver o que é que se passa com as loiras!

Ela subiu ao primeiro andar e viu as loiras todas agarradas umas às outras a tremer, então ela pergunta a uma loira:
– Olha lá, o que é que se passa, porque é que estão tão caladas?

– Pois! Vocês têm condutor, nós não!

Um puto entra no autocarro na baixa lisboeta para ir dar um passeio e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar parvoíces:
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um caozito.
O condutor começou a ficar irritado com a música dele, virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, o que eras tu?
O miúdo disse de repente, com grande orgulho:
– Seria o condutor deste autocarro!…

Num autocarro, um padre senta-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lê o jornal. De repente, com a voz ‘empastada’, o bêbado pergunta ao padre:

  • O senhor sabe o que é artrite?

O padre pensa logo em aproveitar a oportunidade para dar um sermão ao bêbado e responde:

  • É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer…

O bêbado arregalou os olhos e continuou lendo o jornal. Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar:

  • Há quanto tempo é que o senhor está com artrite?
  • Eu? … Eu não tenho artrite! … Diz o jornal que quem tem é o Papa!

Num autocarro de 2 andares iam as morenas em baixo e as loiras em cima. As morenas iam na maior festa enquanto das loiras não se ouvia um pio. Então diz uma morena para a outra: – Olha lá! Vai lá ver o que é que se passa com as loiras! Ela subiu ao primeiro andar e viu as loiras todas agarradas umas às outras a tremer, então ela pergunta a uma loira:

  • Olha lá, o que é que se passa, porque é que estão tão caladas?
  • Pois! Vocês têm condutor, nós não!

Uma feminista radical entra num autocarro. 
Não há lugares sentados, mas um senhor começa-se a levantar. 
Ela pensa: “Ora cá está mais um homem com a mania, A querer oferecer-me o lugar!” 
Ela toca-lhe no ombro em sinal de negação e ele torna-se a sentar. 
Mais um pouco, ele olha para ela, e torna a tentar levantar-se. 
Ela torna a negar o lugar e empurra-o para que se sente novamente. 
A cena repete-se mais uma ou duas vezes. 
Finalmente, o homem diz-lhe: 

  • Ouça… Eu não sei o que você quer, mas a minha paragem já ficou dois quilómetros atrás!
Imagine um autocarro de 2 andares e que no andar de baixo estavam as morenas, muito divertidas, e em cima as loiras das quais não se ouvia nem um pio. Uma morena diz para outra:
-Olha, vai lá ver o que é que se passa com as loiras que estão tão caladinhas.
Quando chegou ao andar de cima viu as loiras todas muito agarradinhas umas às outras e perguntou:
-O que é que se passa?
-Vocês estão todas contentes porque têm condutor lá em baixo mas nós cá em cima não!!!

Vai um preto num autocarro. O cobrador dirige-se a ele e pede o bilhete, ao que este responde:

  • Preto não paga!
  • Ai não! – diz o cobrador – Então preto vem comigo até à esquadra.

O preto foi, e, já na esquadra diz o comandante:

  • Faça o favor de pagar o bilhete ao cobrador.
  • Preto não paga! – diz o preto.

De seguida, o comandante leva o preto a tribunal.
Já no tribunal, diz o juiz:

  • O senhor paga ou não paga ao cobrador?
  • Preto não paga!… Preto não paga!…

E o preto vai para a cadeia.
Já na cadeia, pergunta o colega de cela:

  • Porque é que não pagaste o bilhete?

Responde o preto:

  • Preto não paga! Preto tem passe!
Numa excursão de loiras e morenas, na parte de baixo de um autocarro de 2 andares, vão as morenas, na maior galhofa. Na parte de cima, as loiras, muito caladinhas, muito temerosas. As morenas estranham e uma delas sobe ao andar de cima e vê as loiras com um ar assustadíssimo, quase brancas que nem papel e agarradas às cadeiras! Pergunta a morena:
– O que se passa vocês? Lá em baixo vamos todas divertidas!
Ao que uma das loiras responde:
– Pois é… mas lá em baixo vocês têm motorista!!
No Alentejo, um autocarro que transportava o governo chocou com um sobreiro. Pouco depois chegou um jornalista e perguntou a um alentejano que estava por ali com uma pá na mão:
– O senhor viu o que se passou?
– Vi si senhor. O autocarro com o governo espetou-se no chaparro.
– E onde estão os políticos?
– Enterrei-os!
– Mas, não estava nenhum vivo?
– O 1º ministro dizia que sim, mas o senhor sabe como ele é mentiroso!
Um homem de cabelo comprido tipo hippie, senta-se no primeiro assento de um autocarro, ao lado de uma freira excepcionalmente bonita. Com a maior naturalidade, ele vira-se para ela e pergunta se ela faria amor com ele. A freira, surpresa, declina o convite educadamente e desce do autocarro no ponto seguinte. O motorista, que ouviu o diálogo, diz ao hippie:
– Eu sei como você pode fazer amor com esta freira.
O hippie responde que adoraria saber como, e o motorista conta-lhe que todas as quartas-feiras, à meia-noite, ela vai ao cemitério para rezar.
– Como você tem cabelos compridos e barba como Jesus Cristo, deve apenas vestir uma túnica branca e cobrir o seu rosto com um gel que brilhe no escuro. Ela vai pensar que você é Jesus e poderá ordenar-lhe que faça sexo com você.
O hippie acha uma boa ideia e, na quarta-feira seguinte, ele vai ao cemitério vestindo a túnica e com a cara pintada, à espera que a freira chegue. À meia-noite em ponto ela chega e começa a rezar. Ele salta de trás de um túmulo e diz:
– Eu sou Jesus. Ouvi as suas preces e elas serão atendidas. Mas antes terá que fazer amor comigo.
A freira concorda mas pede que seja sexo anal, porque quer manter a sua virgindade devido aos votos. O hippie aceita e executa a sua função. Depois de terminado o acto, ele não resiste e, limpando o gel do rosto, diz:
– Há, há, há! Eu sou o sujeito do autocarro! A freira tira o véu e diz:
– Há, há, há! E eu sou o motorista!