Etiqueta: carro

Um suíço pára o seu carro junto a dois alentejanos e pergunta:
– Entschuldigung, koennen sie Deutsch sprechen?
Os dois alentejanos ficam mudos.
O suíço torna a perguntar:
– Excusez-moi, parlez-vous français?
Os dois continuam a olhar para ele, impávidos e serenos.
– Prego signori, parlate italiano?
Nada.
– Hablan ustedes español?
Nenhuma resposta.
– Please, do you speak English?
Nada.
Angustiado, o suíço desiste e vai-se embora.
Vira-se um dos alentejanos para o outro:
– Se calhar devíamos aprender uma língua estrangeira…
– Atão, p’ra quê? Aquele gajo sabia cinco e não lhe adiantou de nada!

Numa estrada, alguns metros antes duma curva, dois frades seguravam um cartaz que dizia: “O Fim Está Próximo! Arrepende-te e Volta Para Trás!”
Nisto, passa um carro e eles mostram-lhe o cartaz.
O condutor do automóvel dá uma gargalhada, insulta-os e segue em frente.
Instantes depois ouve-se um grande estrondo para lá da curva.
Diz um dos frades para o outro:
– Olha lá… Se calhar já mudávamos o cartaz e escrevíamos mesmo “A Ponte Caiu”, não?

Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o mesmo avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:
– Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!
A ruiva pega num banco e diz:
– Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!
A loira pega numa porta e diz:
– Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!

Uma loira quer vender um carro, porque está com muitas dificuldades financeiras, mas o conta-quilómetros indicava 200 mil km.
Então foi pedir ajuda a uma amiga e ela disse que o marido era mecânico e podia pôr o conta-quilómetros a indicar 50 mil km em vez de 200 mil km.
Na semana seguinte, a amiga perguntou-lhe:
– Então, já vendeste o carro?
– Mas tu estás doida? Agora que só tem 50 mil km, fico com ele!

Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:
– Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! – reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
– Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?

Cansada das brincadeiras sobre a sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
– Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
– Obrigado!
– Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?
– Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
– São 627!
– Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e, quando a estava levando para o carro, o pastor chamou:
– Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

No outro dia, fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…

Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota, espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto, os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).

No dia seguinte, a minha mãe acorda-me e diz:
– Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?

Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
– “De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes” – pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
– “Mas que raio é que eu estou a fazer?!” – e logo de seguida encostou.

O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
– Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
– Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia – disse o homem – e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
– Tenha uma boa noite!

O Guarda manda o sujeito parar o carro.
– Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
– Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza.
A sogra dele corrige:
– Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
– E sua lanterna direita não está funcionando…
– A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
– Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!

O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
– E o senhor está sem o cinto de segurança.
– Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
– Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!

O sujeito não se contém e grita para a sogra:
– CALE-SE DE UMA VEZ!

O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
– Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
– Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.

Um homem é parado pela polícia:
– O senhor passou num semáforo vermelho!
– O quê? Não passei nada! Eu não vi!
– Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
– Não tenho!
– Não tem?! Como não tem?!
– Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
– Roubado?! Saia já do carro!
– Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
– O quê?! Uma pistola?
– Então?! Para matar o dono do carro!
– Você matou o dono do carro?!
– Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe, confuso, pergunta:
– Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
– Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Um tipo sofre um acidente de carro e o seu pénis ficou muito mal tratado. O médico assegura-lhe que a medicina moderna poderá trazer o seu pénis de volta, através de um transplante, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois é considerada estética. O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: €5.000,00 – tamanho pequeno; €9.000,00 – tamanho médio; €15.000,00 – tamanho grande. O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho: pequeno, médio ou grande. O médico aconselha-o a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação. Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
– Então, o que decidiram?
– Ela prefere reformar a cozinha.