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Uma loira chega ao trabalho num pranto.
– O que se passa? – pergunta-lhe o patrão.
– A minha mãe morreu – diz a loira a soluçar.
– Os meus sentimentos – diz o patrão – olhe, vá para casa, descanse.
– Não – replica a loira – se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passadas umas horas, o patrão repara que a loira está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
– Sente-se bem?
– Não – responde a loira – acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.

Sempre tive uma atração irresistível pela vizinha do apartamento ao lado. Vivia obcecado com a ideia fixa de possuí-la… de comê-la… de traçá-la todinha! Um dia, ao conversar com o marido dela, ouvi este comentário: preciso mandar pintar o meu apartamento, mas trabalho o dia inteiro e chego cansado. Tentei contratar um pintor profissional, mas o tipo pediu-me os “olhos da cara!”… Nesse momento, o meu rosto iluminou-se, pois a ideia que eu tive foi simplesmente brilhante!
– Não seja por isso, vizinho! Estou de férias e pintar paredes é o meu hobby favorito! Posso fazer esse serviço para você, com o maior prazer.
O maridão aceitou a oferta e ficou feliz da vida. Não é para me gabar, mas, como sou “bom de papo”, mal comecei a pintar o apartamento, consegui levar aquele mulherão… aquele aviãozão… aquele monumento para a cama! Só que, azar dos azares… estávamos nos preliminares e eu não esperava que o marido se tivesse esquecido dos documentos em casa e que, por isso mesmo, tivesse que voltar justamente naquele momento! A mulher, ouvindo o marido abrir a porta da sala, correu para a casa de banho e o gajo entra no quarto e encontra-me “peladão”, no cimo do escadote, dando umas pinceladas na parede. Aos berros, ele perguntou:
– Que m**** é esta, pá?… Começaste pelo quarto e… todo nu?
– Ora… estou a pintar de graça, começo por onde quiser!
– Mas todo nu?…
– Queria que eu manchasse a minha roupinha nova com tinta?…
– E de pau feito, c******?…
– E onde é que eu vou pendurar a “p****” do balde?…

O patrão deu uma festa para os funcionários. Durante a festa, o patrão começou a contar piadas, absolutamente sem graça, aos funcionários. Todo mundo quase morria de rir, exceto um um rapaz, o qual ficava calado. Depois da décima quinta piada e sem que o rapaz modificasse seu semblante, o patrão resolveu falar com ele:

  • Porque tu não ri das minhas piadas iguais os outros, por acaso não acha graça? Então ele responde:
  • É que eu não trabalho na empresa.

Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada:
“Dr. Antônio Soares – Especialista em Direito Tributário”.
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente. Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:

  • Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!

Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:

  • Pois não, o que o senhor deseja?
  • Eu vim instalar o telefone!

Dilema do Empregado
Se é atencioso, é puxa-saco
Se não é, é arrogante
Se chama o chefe de você, é folgado
Se chama o chefe de senhor, é desambientado
Se fica depois da hora, está fazendo média
Se sai na hora certa, é desinteressado
Se cumpre estritamente as normas, não tem iniciativa
Se questiona, é indisciplinado
Se elogia, é gozador
Se critica, é insubordinado
Se diz-se satisfeito, é hipócrita
Se diz-se insatisfeito, é ingrato
Se não tem trabalho, é porque não procura
Se tem muito trabalho, é porque é lerdo
Se faz cursos, é aproveitador
Se não os faz, não tem vontade de crescer
Se procura conhecer outros serviços, é dispersivo
Se só entende do seu, é bitolado
Se não colabora, é mandado embora
Se colabora, O chefe dele é promovido!!!!

O sujeito está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:

– Ricardo, por que você não corta essa barba?

– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.

– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…

O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.

Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:

– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…
Dois casais, um de paulistas e outro de cariocas, estavam jogando cartas e uma carta caiu embaixo da mesa. O paulista abaixou para pegar e deu uma olhadela na mulher do carioca por baixo da mesa, ela estava sem calcinha e com a pacoteira a mostra. Alguns minutos depois o paulista suando quente levantou para tomar água e a mulher do carioca disfarçou e foi atrás dele.

Chegando na cozinha ela perguntou:

-E ai? O que achou?
-Maravilhoso. Respondeu o paulista.
-Qualquer 1.000 reais e a gente conversa. Disparou a carioca safada.
-Tudo bem e só dizer quando!
-Amanha a tarde ele não vai estar em casa você pode ir la.
-Combinado!
-No outro dia a tarde o paulista chegou na hora marcada pagou os 1.000 reais e mandou ver na mulher do carioca.

No fim da tarde o carioca chega do trabalho e pergunta a mulher:

-O paulista esteve aqui a tarde?
-Sim. Respondeu a mulher assustada.
-Deixou 1.000 reais?
-Sim respondeu a mulher completamente apavorada.
-Ufa que alivio, aquele paulista filho da mãe esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000 reais emprestado e disse que passava aqui hoje a tarde sem falta para me pagar.
Toda tarde, quando saía do trabalho e ia para o ponto de ônibus, Nélio via um desconhecido passar de carro e gritar:

– Aê, corno manso!

Depois de uma semana escutando tais desaforos, ele ficou desconfiado e foi pedir explicações à mulher:

– Não se preocupe, meu bem – tranqüilizou ela – Deve ser algum desocupado que faz isso em todo ponto de ônibus!

No dia seguinte, Nélio vai para o ponto e espera por seu ônibus normalmente, até que o mesmo sujeito passa gritando:

– Aê, corno manso! Além de corno é fofoqueiro!
A loira chega no trabalho em lágrimas. O chefe, sempre solícito com a loira pergunta o que aconteceu:
– Hoje de manhã, antes de sair para trabalho, recebi um telefonema dizendo que minha mãe morreu!
O chefe propõe imediatamente: – Patrícia, volte para casa imediatamente. Vá descansar.
– Não quero – responde a loira – prefiro ficar trabalhando, vai me distrair.
Algumas horas depois o chefe nota que a loira voltou a chorar, mais sofrido ainda. Ele vai até ela e pergunta:
– Não melhorou?
A loira explica: – A bruxa tá solta! Acabei de receber um telefonema de minha irmã. A mãe dela também morreu…
Após uma longa e caliente lua de mel o maridão todo cheio de nove horas diz para a esposa:

– Querida, nossa lua de mel foi uma maravilha, mas existem algumas regras que você deve saber e respeitar para termos o nosso casamento feliz.
– Ok. Querido! Quais são as regras?
– Bem, nas segundas e quartas, eu tenho um compromisso sagrado: eu saio para jogar futebol com os amigos. Eu já faço isso há anos com a mesma turma da faculdade, não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!
– Ok. meu amor! Tudo bem!
– Bem, nas terças e quintas, eu tenho um outro compromisso sagrado: eu saio para ir a sauna com os amigos. Eu já faço isso há anos, com alguns amigos.

Não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!

– Ok. meu amor! Tudo bem!
– Nas sextas-feiras eu tenho um compromisso quase profissional: eu saio para tomar cerveja com o pessoal do escritório. É o lado social do nosso trabalho… você sabe como é! Eu já faço isso há anos…

Não vai nenhuma mulher e COM CASAMENTO ou SEM CASAMENTO eu vou!

– Ok. meu amor! Tudo bem!
– Poxa! Que bom que você entendeu tudo direitinho!

Encontrei a mulher certa! A minha turma vai ficar morrendo de inveja da minha sorte!

– Vamos nos dar muito bem, querida…

Quando ela faz um aparte…

– Espere um pouquinho meu amor! Eu também tenho uma regra que eu quero continuar seguindo, é apenas uma, e depende muito de você!
– E qual é, meu amor?
– TODAS AS NOITES, COM MARIDO OU SEM MARIDO, EU TRANSO!
Depois de muito relutar e um tanto quanto a contra-gosto, o sujeito contrata o caipira para tomar conta do seu escritório.

No primeiro dia de trabalho do caipira, ele passa a manhã toda fora e quando volta vai logo perguntando:

– Alguém esteve aqui?

E o caipira:

– Esteve sim, senhor!
– Quem?
– Eu.

E o sujeito, irritado:

– Não foi isso que eu perguntei. Eu queria saber se alguém entrou aqui neste escritório depois que eu saí.
– Entrou sim, senhor!
– Quem?
– O senhor!
Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada: “Dr. Antônio Soares — Especialista em Direito Tributário”.

No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.

Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:

– Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários?
– Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!

Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:

– Pois não, o que o senhor deseja?
– Eu vim instalar o telefone!
Após um dia de trabalho na colocação de postes de iluminação, o mestre de obras reúne seus operários para um balanço:

– Arnaldo e Júlio?
– Colocamos dezoito postes!
– Juventino e Amaral?
– Colocamos dezessete postes!
– Joaquim e Manuel?
– Colocamos dois postes!
– Dois?! – berrou o capataz. – Como vocês explicam isso? Os outros instalaram quase dez vezes mais!
– Mas o senhor viu o tanto que eles deixaram para fora da terra?