Etiqueta: pais

O Joãozinho estava a fazer os trabalhos das férias em casa da avó, quando se depara com a seguinte tarefa: “Escrever uma frase acerca de um passeio dado.”
A avó, que estava ao lado, aconselha-o a dizer a frase em voz alta, antes de ela a escrever.
– Está bem – diz o rapaz – Então a frase é: “No domingo passado, eu e os meus pais estivamos na praia.”
– “Estivemos” – corrige a avó.
– Não avó! – contraria o Joãozinho – tu não estavas!

  • O meu pai, aqui por estas redondezas, foi o homem mais valente. Chegou a andar à pancada com dez e doze, e dava sempre pancadaria em todos. Na guerra foi o mais valente. Só à parte dele matou mais de 50.
  • O meu pai também foi muito valente: onde quer que ele chegava, quem mandava era ele. Aquilo era com pessoas, era com bois, com cobras, com lobos, fosse o que fosse. Não havia nada que fizesse pouco dele. Tu já ouviste falar no Mar Morto?
  • Já.
  • Pois foi ele quem o matou.

Na catequese a freira pergunta:

  • Qual é a parte do corpo que chega primeiro ao céu?

Uma menina levanta o braço e diz:

  • As mãos, irmã.
  • E porquê ?
  • Porque quando rezamos, elevamos as mãos ao céu.

Nesse instante, Joãozinho pede licença à professora e contesta:

  • Não são as mãos! São os pés!
  • Os pés, Joãozinho? E porquê? – pergunta a freira.
  • Bem, esta noite, fui ao quarto dos meus pais. A minha mãe estava com ambas as pernas levantadas, os pés no ar, e gritava: Meu Deus, meu Deus, estou indo… estou indo… Ainda bem que o meu pai estava em cima dela, segurando-a, porque senão ela ia mesmo…

Um rapaz de 16 anos chega em casa com um Porsche e os pais gritam:

  • Onde conseguiu isto? Ele calmamente responde:
  • Acabei de comprar.
  • Com que dinheiro? perguntam. Sabemos quanto custa um Porsche!
  • Bem, ele disse, este custou 15 dólares. E os pais esbravejaram ainda mais:
  • Quem venderia um carro destes por 15 dólares???
  • A senhora logo acima na rua. Não sei seu nome, recém mudou-se para cá. Ela me viu passando de bicicleta e perguntou se queria comprar o Porsche por 15 dólares.
  • Santo Deus! gemeu a mãe, deve abusar de crianças. Quem sabe o que fará depois? John, vá lá imediatamente, para ver o que está acontecendo.

O pai foi até à casa da senhora e ela calmamente plantava petúnias no jardim. Ele se apresentou como pai do rapaz a quem ela vendeu o Porsche e perguntou por que ela havia feito aquilo.

  • Bem, disse ela, esta manhã meu marido ligou. Pensei que estivesse viajando a serviço, mas ele fugiu para o Havaí com a secretária e não pretende voltar. Pediu que vendesse o Porsche e lhe enviasse o dinheiro, então eu vendi.

Um rapaz de 16 anos chega a casa com um Porsche e os pais gritam:

  • Onde conseguiste isto?

Ele calmamente responde:

  • Acabei de comprar.
  • Com que dinheiro? perguntam. Sabemos quanto custa um Porsche!
  • Bem, disse ele, este custou 15 Euros

E os pais esbracejaram ainda mais:

  • Quem venderia um carro destes por 15 euros???
  • A senhora que mora no fim na rua. Não sei o seu nome, recém mudou-se para cá. Ela viu-me a passar de bicicleta e perguntou se eu queria comprar o Porsche por 15 Euros.
  • Santo Deus! gemeu a mãe, deve abusar de crianças. Quem sabe o que fará depois? João, vai até lá imediatamente, para ver o que está a acontecer.

O pai foi até à casa da senhora e ela calmamente plantava petúnias
no jardim.
Ele apresentou-se como pai do rapaz a quem ela vendeu o Porsche e perguntou porque havia ela feito aquilo.

  • Bem, disse ela, esta manhã o meu marido ligou. Pensei que estivesse a viajar em serviço, mas ele fugiu para o Havaí com a secretária e não pretende voltar. Pediu que vendesse o Porsche e lhe enviasse o dinheiro, então eu vendi.
Depois de dois anos que havia deixado a cidade no interior para vir para a capital, a mocinha recebe a visita dos pais no seu luxuoso apartamento.

– Minha filha, estou orgulhosa de você – comenta a mãe ao ver tanto luxo. – E pensar que você chegou aqui com uma mão na frente e outra atrás! Como conseguiu tudo isso?
– Foi fácil, mamãe! Primeiro tirei a mão da frente, depois tirei a de trás também…
Uma professora do 1º ciclo de uma escola do Porto explica para a classe que ela é uma Portista fanática. Ela pede às crianças da sala que levantem as mãos, caso também torçam pelo Porto. Todos na classe, constrangidos pela localização geográfica, levantam a mão, excepto a menininha no fundo da sala. A professora olha com surpresa para a menina e diz: -Aninha, por que é que num lebantaste a maum,carago? -Porque eu não torço pelo Puorto – respondeu A professora, chocada, perguntou Bomhe: -Se não torces pelo Puorto, torces por quoem? -Sou do Benfica, o melhor clube do mundo, e tenho muito orgulho disso, respondeu a menina. A professora não acreditava no que ouvia Aninha: -E que mal fizeiste tue para torceres pelo Benfica, minha feilha? -A minha mãe é do Benfica, o meu pai também, o meu irmão também, os meus Avós também, por isso sou Benfiquista! – disse cheia de si a menininha… -Bomhe, mas isto num é motibo para seres do Benfica, canudo. Não tens que sier sempre do que os teus pais saum, carago!. Se a tua mãe fosse uma prostituta, o teu pai um cabraum, e o teu irmaum uma bicha louca, o que serias tu entaum??? -É lógico que nesse caso seria Portista! – respondeu a menininha…

Era um miúdo de 7 anos, que estava sempre a chatear os pais, porque queria saber como é que tinha nascido. Os pais para o correrem, respondiam-lhe sempre:

  • Olha, estás a ver aquele buraquinho no tecto? Foi por ali que tu nasceste.

O puto, enfim lá se calava e ia-se embora.
Um dia, numa chuvada torrencial, começou a chover dentro de casa através do buraco no tecto.
Como o tecto era muito alto, o homem meteu a mulher às cavalitas, para ela meter betume no buraco.
Entretanto toca o telefone, e dizem:

  • Olha, eu queria falar com a tua mãe.
  • A minha mãe agora não pode, está em cima do meu pai a tapar o buraco por onde eu nasci.

A Isabel casou-se e foi morar para o andar de cima, mas mesmo assim continuava a comer com os pais.
Certo dia a mãe chama a Isabel e ela:

  • Já vou mãe, não demoro.

Diz o Xico (o irmão mais novo):

  • Não demora não!… Eu sei o que é que eles estão a fazer.

A mãe:

  • Deixa de ser parvo e cala-te! Isabel, anda p’ra mesa!
  • Já vou mãe!
  • Ehehe eu sei o que eles estão a fazer!

O puto leva um tabefe e cala-se.
Passado quase meia hora:

  • Isabel, filha, despacha-te que a comida fica fria!

Diz a filha quase a chorar:

  • Oh mãe já vou …

O Xico então desata-se a rir :

  • Eu sei o que eles estão a fazer … A Isabel pediu-me o tubo da vaselina e eu dei-lhe o da cola!

O casal estava louco para tirar uma! Descobriram que o único jeito de se livrarem de seu filho de seis anos por algumas horas no domingo, seria colocá-lo na varanda do apartamento e pedir para ele relatar as atividades da vizinhança.
Os pais puseram seu plano em ação e o garoto começou seus comentários, enquanto a sacanagem rolava solta no quarto.

  • Tem um carro sendo guinchado aí na rua!
  • Ok Filhinho….. assim amor… mexe mais!!!

Um pouquinho depois:

  • O caminhão do gás tá passando!
  • Tá bom filho…. ooo yehhh… vc está toda molhada!!!

Passados mais alguns minutos:

  • Parece que a família do seu Valdemar está recebendo visita!

E continuou:

  • O Pedrinho ganhou uma bicicleta nova!
  • Legal filho…. assim! assim! De quatro agora amor!!!

De repente o casal é surpreendido com a notícia:

  • Os pais da Karina estão transando!
  • O QUE??????????

Os dois pulam da cama e correm até a sacada.

  • Você está vendo isso daí ? Pergunta o pai.
  • Não… – responde o garoto, é que a Karina tá sentadinha na varanda também…
No jantar de despedida, depois de 25 anos de trabalho à frente da paróquia, o padre discursa: – A primeira impressão que tive desta paróquia foi com a primeira confissão que ouvi. A pessoa confessou ter roubado um aparelho de TV, dinheiro dos seus pais, a empresa onde trabalhava, além de ter aventuras amorosas com as esposas dos amigos. Também se dedicava ao tráfico de drogas e havia transmitido uma doença venérea à própria irmã. Fiquei assustadíssimo. Com o passar do tempo, entretanto, verifiquei que a maioria eram pessoas responsáveis, com valores, comprometidas com a sua fé.
Atrasado, chegou então o Presidente da Câmara para prestar uma homenagem ao Padre. Pediu desculpas pelo atraso e começou o discurso:
– Nunca vou esquecer o dia em que o Padre chegou à nossa paróquia. Como poderia? Tive a honra de ser o primeiro a me confessar.
Seguiu-se um silêncio assustador.
MORAL DA HISTÓRIA: Nunca se atrase! Mas se isso acontecer, fique de boca fechada!