Dois amigos estão no funeral de um terceiro. A uma dada altura, um pega numa nota de €10,00 e atira-a para dentro da sepultura. Admirado com aquilo, o outro pergunta:
– Mas o que é que estás a fazer?
– Aqui, o nosso amigo em tempos emprestou-me €10,00 e eu nunca os paguei. Para não ficar com problemas de consciência, aqui ficam eles.
– É pá!!! É verdade!!! Ele também me emprestou €10,00 e eu nunca lhos paguei! – diz o primeiro, e pega no livro de cheques, passa um cheque de €20,00, atira-o para a sepultura e recolhe os €10,00 que o amigo lá tinha deitado.
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Joãozinho falava com sua mãe pedindo uma bicicleta nova. Sua mãe decidiu que seria uma boa oportunidade para ele tomar consciência das suas atitudes e falou:
- Bem, Joãozinho, agora não é época de Natal e nós não temos dinheiro para ir comprar qualquer coisa que tu queiras. Que tal escreveres uma carta para Jesus e pedir para ganhar uma bicicleta?
Ele finalmente resolveu se sentar e escrever a tal carta:
“Querido Jesus: Fui um menino bonzinho este ano e gostaria de ganhar uma bicicleta nova. Seu amigo, Joãozinho.”
Mas Joãozinho lembrou-se que, na verdade, Jesus sabia que tipo de menino ele era. Então, rasgou a carta e resolveu tentar mais uma vez.
“Querido Jesus: Tenho sido um menino querido este ano e quero uma bicicleta nova. Sinceramente, Joãozinho.”
Bem, Joãozinho sabia que não estava a ser totalmente honesto. Rasgou a carta mais uma vez e tentou novamente.
“Querido Jesus: Acho que fui um menino bonzinho este ano. Posso ganhar uma bicicleta ? Joãozinho.”
Foi então que Joãozinho olhou para o fundo de sua alma, o que, aliás, era o que sua mãe queria desde o começo. Amassou mais uma vez a carta e saiu para a rua e entrou numa igreja. Meditou sobre o que ia fazer e repentinamente agarra numa imagem de uma santa e sai a correr para casa. Escondeu a santinha em baixo da sua cama e escreveu a seguinte carta:
“Jesus, tenho a sua mãe! Se quiser vê-la novamente, dê-me uma bicicleta!
Assinado: Você sabe quem.”
Um casal entra num conhecido restaurante do Porto e encontra-se com um grupo de amigos. Um deles dirige-se ao marido:
– Olá Pedro, como estás?
O marido responde:
– Mal, tenho sida. O médico deu-me apenas uns meses de vida.
O amigo despede-se e fica todo encavacado. A mulher diz ao marido em voz baixa:
– Pedro, não sejas parvo! Como é que dizes às pessoas que tens sida se tu o que realmente tens é cancro nos pulmões?
O marido responde:
– Eu morro de qualquer forma, mas a ti… ninguém te come!
– A minha mulher fugiu com o meu melhor amigo.
– Sim? E quem é ele?
– Não faço a menor ideia. Só sei que agora é o meu melhor amigo.
Uma loira viajou para o Rio de Janeiro no fim-de-semana.
Antes de partir, um amigo deu uma recomendação:
– Tem cuidado, pois no Rio de Janeiro, na sombra, estão 50 graus!
A loira agradeceu o conselho, mas um mês depois retornou mais bronzeada que um carvão.
Ao encontrar o amigo, ele pergunta:
– Eu não te avisei para tu tomares cuidado?
E a loira responde:
– Pois é, tu disseste que na sombra estavam 50 graus e por isso eu andei sempre no lado do sol!
Um homem chega em casa e encontra a mulher na cama com um amigo dele. Rapidamente saca o revólver e mata o cara sem piedade.
A mulher, contrariada com o ocorrido, comenta:
-Se você continuar fazendo isto, vai acabar sem nenhum amigo!…
– Meti uma ferradura de cavalo na pasta para me dar sorte no exame e afinal chumbei!, lamentava-se o Ambrósio para o amigo. – Ora deixa ver! Afinal não é uma ferradura de cavalo mas de burro…
No outro dia, fui a uma despedida de solteiro de um grande amigo meu.
Quando voltava para casa, fui mandado parar pela Brigada de Trânsito à entrada da cidade…
Ora eu estava num estado lastimável, quase caí ao sair de dentro do carro, e vi três polícias a pedirem-me para soprar ao balão…
Só que, felizmente, do outro lado da estrada há um camião que sobe a divisória e capota, espalhando um carregamento de tijolos pela estrada toda.
Vendo isto, os polícias começam a correr em direção ao sinistro e mandam-me embora.
E eu lá peguei no carro e fui todo contente (grande sorte!).
No dia seguinte, a minha mãe acorda-me e diz:
– Escuta lá! O que faz um carro da Brigada de Trânsito na nossa garagem?
Um empresário encontra o amigo Ministro:
– Então, pá? Há quanto tempo?!
– Olha, olha… Está tudo bem?!
– Nem por isso. O meu filho está desempregado. Eras homem para desenrascar o miúdo?
– E que habilitações ele tem?
– Tem o 12.º completo.
– E o que ele sabe fazer?
– Nada. Sabe ir para a discoteca e deitar-se às tantas da manhã!
– Posso arranjar-lhe um lugar como assessor. Fica a ganhar 4.000 euros. Agrada-te?
– Isso é muito dinheiro. Com a cabeça que ele tem, era uma desgraça…
– E um lugar de secretário? Ganha 3.000.
– Ainda é muito. Não tens nada para 600 euros?
– Eh, pá… Para esse ordenado tem de ser licenciado, falar inglês, dominar informática e tem que ir a concurso.
- Seu ombro melhorou? – pergunta o médico ortopedista. – Não, doutor, as dores estão até piores.
- Faça o seguinte. Durante uma semana, aplique compressa de água quente cinco vezes por dia.
- Não estou entendendo, doutor. Da outra vez que vim aqui o senhor falou para eu usar compressa de água gelada. Por que mudou?
- Ora, meu amigo. Você não sabe que a medicina é uma ciência que evolui todos os dias?
Um dia Joãozinho estava passeando com um amigo chamado Jesus e passaram em baixo de um pé de manga. Aí o Joãozinho disse para o primo:
- Vamos pegar umas mangas aqui?
E o outro garoto respondeu, animado:
- Vamos, Joãozinho!
Então, os moleques discutem sobre quem irá subir na árvore.
- Sobre você, Jesus! Porque você é mais rápido, beleza?
- Beleza, mas me empresta seu chinelo. Aí eu não machuco o meu pé.
- Toma, fica com ele. Se eu vir alguém passando eu grito!
Depois de tudo planejado, Jesus sobre na árvore. Aí, o Joãozinho viu um padre vindo em sua direção e começou a gritar:
- Jesus! Desce Jesus! Desce Jesus!
O padre olhou Joãozinho gritando e ficou maravilhado com ele. Foi até o menino e disse: – Calma, meu filho. Jesus subiu para nunca mais voltar…
Então, Joãozinho interrompeu o sermão do padre:
- Filho da mãe! Afanou o meu chinelo!
O Joãozinho foi com o seu amigo ao médico e este perguntou-lhe:
- O que querem? Ao que o Joãozinho respondeu:
- Doutor, eu engoli um berlinde!
- E o seu amigo, o que quer?
- Está só a esperar o berlinde. Era dele!
Um dia, estava com tanta fome que comi o meu papagaio – contou o explorador ao amigo. E a que é sabia? Peru, ganso selvagem, tordo… aquele papagaio era capaz de imitar tudo.
Um homem encontra seu amigo na rua e lhe diz:
- Cara, você é igualzinho a minha sogra, a única diferença é o bigode!
O amigo fala:
- Mas eu não tenho bigode!
- É, mas a minha sogra tem.
A sogra do cara morreu. Um amigo perguntou:
- O que fazemos? Enterramos ou cremamos?
- As duas coisas. Não podemos facilitar!
- Porque não apareceu nenhum amigo no enterro do elefante?
- Ninguém queria carregar o caixão!