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Um casal estava casado há 20 anos e todas as vezes que faziam sexo o marido insistia em manter as luzes apagadas.
Bem, depois de 20 anos, a esposa sentiu que aquilo era idiota demais.
Numa noite, enquanto eles estavam no meio da “brincadeira”, ela acendeu as luzes!!!…
Ela olhou para baixo e viu que o seu marido estava a segurar um vibrador.
– Seu desgraçado impotente!!! — gritou ela. — Como tiveste coragem de me mentir estes anos todos???
O marido olha-a nos olhos e, calmamente, responde:
– Eu explico o vibrador se me explicares as crianças!!!

Um velhote de 70 anos foi fazer um exame ao médico. Começa por dizer que estava com um problema sério:
– Velho: Dr., estou com um problema grave! Quando faço amor com a minha esposa, nem sempre consigo dar a segunda.
O médico riu e disse:
– Ora, Sr. Anacleto, na sua idade, dar a primeira já merece aplausos.
O velho insistiu:
– O pior, doutor, é que na primeira eu sinto frio e na segunda eu sinto calor.
O médico ficou curioso e resolve dar mais atenção ao idoso:
– Muito bem, Sr. Anacleto! Então vejamos, qual é o intervalo médio entre a primeira e a segunda?
O velhinho respondeu:
– Bom, a primeira eu dou em janeiro e a segunda em julho.

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
– Com licença – diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos e, depois de alguns minutos, o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
– O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a fechar-se.
Mais barulhos estranhos e, alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
– O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
– O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
– Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – explica o médico – não consigo abrir a minha mala!

Um tipo sofre um acidente de carro e o seu pénis ficou muito mal tratado. O médico assegura-lhe que a medicina moderna poderá trazer o seu pénis de volta, através de um transplante, mas o plano de saúde não cobrirá a cirurgia, pois é considerada estética. O médico diz que os preços da cirurgia são os seguintes: €5.000,00 – tamanho pequeno; €9.000,00 – tamanho médio; €15.000,00 – tamanho grande. O homem aceita o transplante, só ficando em dúvida quanto ao tamanho: pequeno, médio ou grande. O médico aconselha-o a conversar com a esposa antes de decidir e sai da sala para deixá-lo à vontade. O homem telefona para a esposa e explica a situação. Voltando à sala, o médico encontra o homem profundamente deprimido e pergunta:
– Então, o que decidiram?
– Ela prefere reformar a cozinha.

A esposa e o marido estão jantando em um restaurante muito fino. Já são casados há muitos anos e conversam muito pouco no dia-a-dia.
Depois de comerem e beberem a vontade, a mulher olha atentamente para o “patrão” e diz: – Como você muda depois de quatro copos de vinho!

  • Que conversa é essa, mulher? Eu só bebi uma cerveja.
  • Eu vi, eu sei. Mas eu bebi os quatro copos de vinho!

Numa certa paróquia havia, para as confissões, um código conhecido por todos os moradores, que era utilizado pelas mulheres quando se confessavam, fazendo com que, em vez de dizerem que tinham praticado adultério, diziam antes que tinham escorregado na calçada.

Após alguns anos no serviço, o padre dessa paróquia, já com alguma idade, decidiu reformar-se, mas esqueceu-se de falar sobre o código ao substituto.
Durante o confessionário, e sem saber da existência do código, o padre não sabia que penitência dar porque não via qualquer mal numa escorregadela na calçada.
Ao longo das semanas a ouvir sempre a mesma expressão, decidiu que tinha de intervir.

Assim, acabou por ir falar com o Presidente da Câmara da região:
– Boa tarde, Sr. Presidente, eu vim falar consigo para resolver o problema das calçadas do município. Eu acho que elas estão a precisar de obras; muita gente anda a queixar-se de escorregar na calçada.

O Presidente, sabendo do significado, nada disse, apenas começou a rir-se.
O padre, inconformado, nem esperou por uma resposta:
– Olhe que não se devia rir de assuntos sérios. É só perguntar à sua esposa, que só esta semana já escorregou três vezes.

Um advogado estava em seu leito de morte em seu quarto, e ele chamou sua esposa. Ela entrou correndo e disse:

  • “O que foi, querido?” Ele disse a ela para correr e pegar a Bíblia o mais breve possível.

Sendo uma mulher religiosa, ela achava que isso era uma boa idéia. Ela correu e conseguiu, preparando para ler o seu verso favorito ou algo do tipo. Ele arrancou a bíblia dela e começou rapidamente folheou as páginas, os olhos correndo a torto e a direito. A esposa estava curiosa, então ela perguntou:

  • “O que você está fazendo, querido?”
  • “Estou à procura de brechas!”, gritou ele!
Um detetive particular presta contas á sua cliente:

– Segui o seu marido na noite passada como a senhora pediu. Ele foi a três bares, quatro boates e um motel.
– O quê? – grita a esposa, espantada – E o que esse desgraçado foi fazer em todos esses malditos lugares?
– Não tenho certeza – respondeu o detetive – mas pelo que deduzi ele estava seguindo a senhora…
O sujeito está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:

– Ricardo, por que você não corta essa barba?

– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.

– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…

O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.

Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:

– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…
De partida para a guerra, um soldado muito ciumento resolveu colocar um cinto de castidade na esposa, temendo ser traído.

– Não é justo, posso morrer na guerra e minha mulher é muito jovem. Já sei, darei a chave ao meu amigo de confiança, e se algo acontecer comigo, ele poderá soltá-la. No dia da partida, mal tinha cavalgado 200 metros, ouviu a voz do amigo, que corria desesperadamente em seu encalço.
– Que aconteceu amigo, o que houve?
– Companheiro! – disse o outro, totalmente sem fôlego. – Você deixou a chave
errada!