No balcão do bar, o bêbado vira-se para a mulher ao lado e diz:
– Quer ouvir uma piada de loira?
A mulher responde:
– Olha, antes de começar, aviso-o que sou loira, tenho 1,8 m, peso 70 kg, sou triatleta e faço musculação. A loira aqui ao meu lado mede 1,85 m, pesa 75 kg e é campeã olímpica de luta greco-romana. A outra loira ao lado dela mede 1,9 m, 80 kg e luta Jiu Jitsu. Agora, se ainda assim você quiser contar a sua piada, vá em frente…
O bêbado pensa um pouco e:
– Não, se tiver que explicar três vezes prefiro nem contar.
Etiqueta: bêbado
Dois bêbados seguem por uma ponte, quando um deles se desequilibra e cai ao rio.
De imediato o outro vai pedir socorro. Quando tiram o que caiu à água para fora já o homem estava morto.
- Então, como é que ele está? – perguntou o bêbado que foi pedir socorro.
- Bebeu água a mais.
- Está a ver. Bebe água pela primeira vez e morre logo.
Num autocarro, um padre senta-se ao lado de um bêbado que, com dificuldade, lê o jornal. De repente, com a voz ‘empastada’, o bêbado pergunta ao padre:
- O senhor sabe o que é artrite?
O padre pensa logo em aproveitar a oportunidade para dar um sermão ao bêbado e responde:
- É uma doença provocada pela vida pecaminosa e sem regras: excesso de consumo de álcool, certamente mulheres perdidas, promiscuidade, sexo, farras e outras coisas que nem ouso dizer…
O bêbado arregalou os olhos e continuou lendo o jornal. Pouco depois o padre, achando que tinha sido muito duro com o bêbado, tenta amenizar:
- Há quanto tempo é que o senhor está com artrite?
- Eu? … Eu não tenho artrite! … Diz o jornal que quem tem é o Papa!
Num pub londrino, um grande bebedor apostou em como seria capaz de reconhecer, com os olhos vendados, qualquer bebida que lhe dessem. A aposta foi aceite. O barman serviu-lhe tudo o que podia existir em bebidas alcoólicas e ele, de cada vez, identificava-as, com a maior facilidade.
Descontrolado, o barman dá-lhe, então, um copo de água pura. Engole um trago, faz uma careta, e depois confessa:
— Não descubro o que seja. Em contrapartida, posso garantir-lhe uma coisa: isto não tem venda!
Estando um pregador a pregar o sermão duma festa numa aldeia serrana, entra um ébrio pela porta adentro e joelha-se em frente do púlpito com muito respeito, e faz as suas orações. A certa altura estava o pregador a pregar, o ébrio levanta a mão direita, com o dedo indicador para o lado do púlpito e disse: «Aquelas palavras são do profeta Isaías do antigo testamento». Calou-se e ficou sossegado. Depois passado algum tempo disse: «Agora aquelas são de S. Mateus».
O pregador já farto de o ouvir disse:
— Ah, seu ébrio, vá-se daqui para fora, está a tirar a atenção aos meus amados ouvintes. Torna o ébrio: «Agora aquelas palavras são dele».
A senhora, condoída, olhando para o bêbado que mal se tem de pé:
— Que miséria!
O bêbado, empertigando-se:
— Engana-se, minha senhora. É a abundância.
O bêbado, queixoso e admirado, com a cara a escorrer sangue:
— Não sei como isto foi. Vi dois candeeiros, fui passar no meio deles, e fiquei desta maneira.
Dois beatos estavam numa igreja à espera do sermão. Como se demorasse, diz um para o outro.
— Vamos ali defronte beber meio litro, enquanto não chega o padre?
Foram e, quando voltaram, ainda nada de pregador. Nova demora. Apertou a sede, e repetição do mesmo convite:
— Vamos beber outro meio.
Recusa o companheiro, e nisto chega o pregador. Sobe ao púlpito, e diz:
— Meus amados irmãos: para um cristão se salvar bastam dois meios…
— O companheiro, tocando no braço do outro:
— Eu não disse? Vamos lá beber o outro meio e estamos salvos.
—Como se chama? — pergunta o polícia ao preso.
— Eusébio de Melo.
— O seu estado?
— Bêbado.
— Isso não é estado.
— Ora essa! Até se diz estado de embriaguez!
Todas as noites, ao deitar-se, o bêbado atirava as botas ao chão com violência. O vizinho do andar de baixo, tantas vezes foi acordado por aqueles estrondos, que um dia não se conteve. Saiu-lhe ao caminho, fez-lhe ver que aquilo o incomodava, porque tinha de se levantar cedo, e às vezes acordava tão sobressaltado que já não conseguia dormir. O bêbado desculpou-se e prometeu não tornar a atirar com as botas.
Nessa noite, duas da madrugada, o bêbado, ao deitar-se, arremessa a primeira bota. Acorda o vizinho de baixo, amaldiçoa a sua sorte, e fica esperando ouvir cair a segunda bota, para depois tentar adormecer. Espera, acende um cigarro, pega no jornal, impacienta-se, vê passar uma hora… e resolve subir ao andar de cima. Bate à porta até o bêbado lhe responder, e pergunta:
- Ó vizinho! Então quando é que deixa cair a outra bota?
Responde o outro, chateado e ensonado:
- Eu esta noite pus a outra bota no chão com muito cuidado.
O bêbado, com um trapo velho, anda a tourear tudo o que vê: pessoas, candeeiros, automóveis, manequins e vai soltando «olés!» de satisfação. O polícia leva-o para a esquadra e, aí, o bêbado toureia o chefe da esquadra, que sem meias medidas lhe assenta uma bofetada que o atira ao chão. O bêbado levanta-se, tenta empertigar-se, e diz com a altivez que a bebedeira permitia:
— Saiba V. Ex. que em 15 anos de toureio é a primeira vez que sou colhido!
O homem embriagava-se habitualmente mas não desistia de andar de bicicleta, e a mulher avisava-o:
— Ó homem, tu andas de bicicleta nesse estado, e um dia vais parar ao hospital…
Respondia ele:
— Deixa lá, mulher; tu não vês que Deus me guarda?
Um dia caiu, e foi mesmo parar ao hospital. A mulher foi vê-lo:
— Eu não te dizia que um dia havias de vir parar ao hospital? Dizias «Deus guarda-me», «Deus guarda-me» mas agora não te guardou…
— Oh, mulher! Tu não vês que Deus há só um, e os bêbados ontem eram tantos.
O chefe da esquadra:
— Você não tem mesmo vergonha nenhuma! Da última vez que cá esteve prometeu que não tornava a embebedar-se, e que ia ser outro homem.
— Pois prometi, senhor chefe. E sou. O pior é que este agora ainda gosta mais de vinho que o outro.
O médico não tem dificuldade em diagnosticar a origem dos males de que se queixa o cliente.
— Estenda o braço, diz ao doente.
O braço está agitado por tremores contínuos.
— É claro. Você bebe demais.
— Não tanto como isso — responde o doente —, eu entorno muito.
O bêbado está encostado a uma árvore. Passa o polícia, que já o conhece, e diz-lhe:
— Caramba! Você sempre bêbado, sempre bêbado! Quando é que acaba com isso?! Você nunca mais deixa de estar bêbado.
— Hum! E você? Sempre polícia! Sempre polícia!
O bêbado vai de encontro a uma senhora e diz-lhe:
— A senhora é feia.
Um bocado depois torna a encontrá-la, fixa-a e diz:
— Já lhe disse: a senhora é feia.
— E o senhor é bêbado — responde ela.
— Pois sim. Mas eu amanhã já estou bom…