Um grupo de anões resolve jogar futebol num domingo e alugam um campo. Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário. Resolvem então perguntar ao dono da tasca ao lado se podem utilizar a casa de banho para trocar de roupa. Entram na tasca, vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho. Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa de azul, estranha, mas continua a beber. Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz: – Eu não me quero meter, mas os teus matraquilhos acabam de fugir…
Etiqueta: roupa
Um gago, desesperado com seu problema, lamenta-se profundamente com um amigo, e este lhe indica um fonoaudiólogo da maior confiança. Meses depois, encontram-se de novo e o gago vai logo dizendo:
– Toco preto, porco crespo. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Caraguatatuba, Itaquaquecetuba, Pindamonhangaba.
– Maravilha, é um milagre! – exclamou o amigo.
– Tá-t-t-tá ce-ce-ce-certo, ma-ma-mas onde é que-que eu v-vou us-usar uma imbe-imbe-imbecilidade dessas?
– Toco preto, porco crespo. O rato roeu a roupa do rei de Roma. Caraguatatuba, Itaquaquecetuba, Pindamonhangaba.
– Maravilha, é um milagre! – exclamou o amigo.
– Tá-t-t-tá ce-ce-ce-certo, ma-ma-mas onde é que-que eu v-vou us-usar uma imbe-imbe-imbecilidade dessas?
Uma velhinha vai ao médico pedindo para que ele ajude a revigorar o apetite sexual de seu marido para reviver os bons e velhos tempos.
– Que tal se tentarmos o Viagra? — arrisca o médico.
– Ah, não tem jeito, doutor… Meu marido não toma nem Aspirina para dor de cabeça.
– Não tem problema! — retruca ele — Misture o Viagra no lanche que ele mais gosta, sem que ele perceba e volte daqui a uma semana para me contar como foi.
Na semana seguinte, a velhinha volta ao médico dizendo:
– Ai, doutor! Foi horrível! Foi horrível!
– Mas o que aconteceu? — pergunta ele, assustado — A senhora seguiu minhas instruções?
– Sim, doutor… Fiz tudo como o senhor disse, misturei o Viagra no lanche sem que ele soubesse… Mas, doutor, o efeito desse negócio é muito rápido! No meio do lanche ele já levantou da cadeira, me jogou em cima da mesa, tirou minha roupa e transou comigo loucamente… Mas foi horrível, doutor… Horrível…
– Mas por que foi horrível? — insiste o médico — O sexo não foi bom?
– Foi o melhor sexo que já tivemos em 35 anos, doutor…
– Então qual o problema, minha senhora?
– Ai, doutor… Depois dessa acho que nunca mais vou ter cara para entrar no Mc Donald’s!
– Que tal se tentarmos o Viagra? — arrisca o médico.
– Ah, não tem jeito, doutor… Meu marido não toma nem Aspirina para dor de cabeça.
– Não tem problema! — retruca ele — Misture o Viagra no lanche que ele mais gosta, sem que ele perceba e volte daqui a uma semana para me contar como foi.
Na semana seguinte, a velhinha volta ao médico dizendo:
– Ai, doutor! Foi horrível! Foi horrível!
– Mas o que aconteceu? — pergunta ele, assustado — A senhora seguiu minhas instruções?
– Sim, doutor… Fiz tudo como o senhor disse, misturei o Viagra no lanche sem que ele soubesse… Mas, doutor, o efeito desse negócio é muito rápido! No meio do lanche ele já levantou da cadeira, me jogou em cima da mesa, tirou minha roupa e transou comigo loucamente… Mas foi horrível, doutor… Horrível…
– Mas por que foi horrível? — insiste o médico — O sexo não foi bom?
– Foi o melhor sexo que já tivemos em 35 anos, doutor…
– Então qual o problema, minha senhora?
– Ai, doutor… Depois dessa acho que nunca mais vou ter cara para entrar no Mc Donald’s!
O Mudo está andando na rua e de repente vê uma placa: “Escola para mudos – aprenda falar em poucas aulas”.
Imediatamente entrou no prédio, pagou a taxa da matrícula e esperou ansioso pela primeira aula. Logo o professor entrou com uma régua na mão e ordenou:
– Tire a roupa e fique de quatro! Constrangido, o mudo obedeceu.
Então o professor empurrou a régua no pobre do mudinho.
O mudo: AAAAAAAAÁ…
E o professor:
– muito bem, pode se vestir! Amanhã você volta para aprender o B.
Imediatamente entrou no prédio, pagou a taxa da matrícula e esperou ansioso pela primeira aula. Logo o professor entrou com uma régua na mão e ordenou:
– Tire a roupa e fique de quatro! Constrangido, o mudo obedeceu.
Então o professor empurrou a régua no pobre do mudinho.
O mudo: AAAAAAAAÁ…
E o professor:
– muito bem, pode se vestir! Amanhã você volta para aprender o B.
Um casal de idosos morava sozinho numa fazenda. Os filhos, crescidos e formados, moravam todos na cidade. Tava a velha lavando louça na cozinha quando viu o marido sair correndo detrás do galpão, trombou com a vaca, arrastou a roupa do varal, entrou correndo na casa e falou:
– Minha velha, vamos aproveitar que tive uma ereção…
A velha ficou abobada, mas subiu pro quarto, foi ao banheiro, botou camisola, água de colônia, um batonzinho e tal e tanto fez que quando chegou na cama o velho já tinha perdido o tesão…
Uns dois anos depois, tava ela lavando louça quando viu o velho sair correndo detrás do galpão, trombou na vaca, arrastou a roupa no varal…
A velha nem pestanejou, correu pro quarto, tirou a roupa e abriu as pernas. O marido passou correndo pela porta do quarto, parou, voltou, olhou e falou:
– Meu Deus, a casa pegando fogo e essa véia querendo transar…
– Minha velha, vamos aproveitar que tive uma ereção…
A velha ficou abobada, mas subiu pro quarto, foi ao banheiro, botou camisola, água de colônia, um batonzinho e tal e tanto fez que quando chegou na cama o velho já tinha perdido o tesão…
Uns dois anos depois, tava ela lavando louça quando viu o velho sair correndo detrás do galpão, trombou na vaca, arrastou a roupa no varal…
A velha nem pestanejou, correu pro quarto, tirou a roupa e abriu as pernas. O marido passou correndo pela porta do quarto, parou, voltou, olhou e falou:
– Meu Deus, a casa pegando fogo e essa véia querendo transar…
Conversa entre vizinhas:
- Oh querida, como é que se faz, que quando você estende a roupa nunca chove? Eu nunca tenho essa sorte!
- Isso é um truque que aprendi com a minha mãe: quando acordar olha para a coisa do seu marido. Se estiver virada para a direita, chove. Se estiver para a esquerda, não chove, pode estender a roupa!
- Hmmmm, e se por acaso estiver para cima?
- Olhe, nesse caso, que se lixe a roupa, não é?
Naquela noite, o ceguinho resolve se divertir e vai a um bordel.
– Quero a moça mais bonita da casa! – pede ele.
Já no quarto, entusiasmado com o perfume da dama, ele tira a roupa e pergunta:
– Você faz 69?
– Vou fazer mês que vem – responde ela.
– Quero a moça mais bonita da casa! – pede ele.
Já no quarto, entusiasmado com o perfume da dama, ele tira a roupa e pergunta:
– Você faz 69?
– Vou fazer mês que vem – responde ela.
Uma senhora estava viúva há quatro anos e nunca mais fez contato com nenhum homem.
A filha, cansada de ver a mãe tão triste, insistiu muito e apresentou-a a um viúvo muito simpático. Os dois acabaram se dando muito bem…
Depois de seis semanas saindo quase todas as noites, eles resolveram ir à praia num fim de semana.
No hotel, ela tira a roupa e fica nua, com exceção de uma minúscula calcinha de renda preta, e diz ao namorado:
– Você pode fazer o que quiser comigo, mas aqui em baixo – apontando para a calcinha – ainda estou de luto.
Foi um balde de água fria no pobre homem.
Na noite seguinte, a mesma história. Ela despe-se e fica apenas com a calcinha de renda preta, de frente para o namorado que está peladão, com uma ereção daquelas, e o bilau coberto por uma camisinha preta!
Ela olha espantada e pergunta:
– Mas o que é isso? Uma camisinha preta?
E ele:
– Pois é, eu vim dar meus pêsames!
A filha, cansada de ver a mãe tão triste, insistiu muito e apresentou-a a um viúvo muito simpático. Os dois acabaram se dando muito bem…
Depois de seis semanas saindo quase todas as noites, eles resolveram ir à praia num fim de semana.
No hotel, ela tira a roupa e fica nua, com exceção de uma minúscula calcinha de renda preta, e diz ao namorado:
– Você pode fazer o que quiser comigo, mas aqui em baixo – apontando para a calcinha – ainda estou de luto.
Foi um balde de água fria no pobre homem.
Na noite seguinte, a mesma história. Ela despe-se e fica apenas com a calcinha de renda preta, de frente para o namorado que está peladão, com uma ereção daquelas, e o bilau coberto por uma camisinha preta!
Ela olha espantada e pergunta:
– Mas o que é isso? Uma camisinha preta?
E ele:
– Pois é, eu vim dar meus pêsames!
Uma repórter de um programa feminino de televisão entrevista a dona Manuela:
– A senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as atividades de uma típica dona de casa deste bairro?
– Sim… de manhã, levo os pequenos ao colégio. Depois, tenho três horas de sexualidade… Depois, meu marido e filhos chegam pro almoço… Ele volta pro trabalho e as crianças vão fazer os deveres… então, tenho mais algumas horas de sexualidade até à noite, quando jantamos e vamos todos pra cama!
– Minha nossa! Desculpe, mas a senhora pode explicar para nós em que consiste essa sexualidade?
– Ah… é fazer tudo que é foda: varrer, passar pano no chão, lavar e passar a roupa, arear as panelas, limpar os vidros!
– A senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as atividades de uma típica dona de casa deste bairro?
– Sim… de manhã, levo os pequenos ao colégio. Depois, tenho três horas de sexualidade… Depois, meu marido e filhos chegam pro almoço… Ele volta pro trabalho e as crianças vão fazer os deveres… então, tenho mais algumas horas de sexualidade até à noite, quando jantamos e vamos todos pra cama!
– Minha nossa! Desculpe, mas a senhora pode explicar para nós em que consiste essa sexualidade?
– Ah… é fazer tudo que é foda: varrer, passar pano no chão, lavar e passar a roupa, arear as panelas, limpar os vidros!
Naquela noite, o ceguinho resolve se divertir e vai a um bordel.
– Quero a moça mais bonita da casa! – pede ele.
Já no quarto, entusiasmado com o perfume da dama, ele tira a roupa e pergunta:
– Você faz 69?
– Vou fazer mês que vem – responde ela.
– Quero a moça mais bonita da casa! – pede ele.
Já no quarto, entusiasmado com o perfume da dama, ele tira a roupa e pergunta:
– Você faz 69?
– Vou fazer mês que vem – responde ela.
Um alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta: – Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta: – Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina, Ele, tão masculino, Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta: – Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara: – Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma maçã para comer.
Mas não protestam, só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser portugueses.
O alemão comenta: – Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta: – Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina, Ele, tão masculino, Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta: – Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara: – Não concordo. Olhem bem: não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, só têm uma maçã para comer.
Mas não protestam, só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser portugueses.
Era o dia em que fazia 32 anos, o meu humor não estava lá grande coisa.
Naquela manhã, ao acordar, dirigi-me à cozinha para tomar o café, na expectativa de que o meu marido dissesse: – Feliz aniversário, querida!
Mas ele não disse nem bom dia… aí, pensei: é este o homem que eu mereço!?
Mas continuei a imaginar: as crianças certamente se lembrarão…
Quando elas chegaram para o café, não disseram nem uma palavra.
Saí bastante desanimada, mas senti-me um pouco melhor quando cheguei ao escritório e o meu estagiário me disse: – Bom dia, Dra., feliz aniversário!
Finalmente alguém se tinha lembrado! Trabalhei até ao meio-dia, quando o estagiário entrou no meu gabinete e me disse: – Sabe, Dra. … Está um dia lindo lá fora, e já que é o dia do seu aniversário, poderíamos almoçar juntos, só eu e a senhora. O que acha?
Fomos a um lugar bastante simpático, divertimo-nos muito e, no caminho de volta, ele sugeriu: – Dra. com este dia tão lindo, acho que não devemos voltar já para o escritório. Que tal irmos até ao meu apartamento, que fica no caminho, para tomarmos uma bebida?
Fomos então para o apartamento dele, e enquanto eu saboreava um martini, ele disse: se não se importa, vou até ao meu quarto vestir uma roupa mais confortável.
Tudo bem…, – respondi –. Fique à vontade…
Decorridos mais ou menos cinco minutos, ele saiu do quarto com um bolo enorme, seguido do meu marido, dos meus filhos, de amigas, e de todo o pessoal do escritório… todos a cantar “parabéns a você”!
E lá estava eu, nua, sem soutien, sem cuecas, sentada no sofá da sala…
É por isso que eu digo… “os estagiários só fazem merda!!!…”
Naquela manhã, ao acordar, dirigi-me à cozinha para tomar o café, na expectativa de que o meu marido dissesse: – Feliz aniversário, querida!
Mas ele não disse nem bom dia… aí, pensei: é este o homem que eu mereço!?
Mas continuei a imaginar: as crianças certamente se lembrarão…
Quando elas chegaram para o café, não disseram nem uma palavra.
Saí bastante desanimada, mas senti-me um pouco melhor quando cheguei ao escritório e o meu estagiário me disse: – Bom dia, Dra., feliz aniversário!
Finalmente alguém se tinha lembrado! Trabalhei até ao meio-dia, quando o estagiário entrou no meu gabinete e me disse: – Sabe, Dra. … Está um dia lindo lá fora, e já que é o dia do seu aniversário, poderíamos almoçar juntos, só eu e a senhora. O que acha?
Fomos a um lugar bastante simpático, divertimo-nos muito e, no caminho de volta, ele sugeriu: – Dra. com este dia tão lindo, acho que não devemos voltar já para o escritório. Que tal irmos até ao meu apartamento, que fica no caminho, para tomarmos uma bebida?
Fomos então para o apartamento dele, e enquanto eu saboreava um martini, ele disse: se não se importa, vou até ao meu quarto vestir uma roupa mais confortável.
Tudo bem…, – respondi –. Fique à vontade…
Decorridos mais ou menos cinco minutos, ele saiu do quarto com um bolo enorme, seguido do meu marido, dos meus filhos, de amigas, e de todo o pessoal do escritório… todos a cantar “parabéns a você”!
E lá estava eu, nua, sem soutien, sem cuecas, sentada no sofá da sala…
É por isso que eu digo… “os estagiários só fazem merda!!!…”
Um bêbado estava a passar por um rio, quando viu um grupo de evangélicos a orar e a cantar. Resolveu perguntar:
– O que se está a passar… hic… aqui?
– Estamos a fazer um baptismo nas águas. Você também deseja encontrar o Senhor?
– Hic… Eu quero, sim!
Os evangélicos vestiram o bêbado com uma roupa branca e levaram-no para a fila.
Numa margem do rio estava um pastor que pegava nos fiéis, mergulhava a cabeça deles na água, depois tirava e perguntava:
– Irmão, viste Jesus?
– Ó, eu vi, sim!
E todos os evangélicos diziam:
– Aleluia! Aleluia!
Quando chegou a vez do bêbado, o pastor meteu-lhe a cabeça na água, depois tirou e perguntou-lhe: – Irmão, viste Jesus?
– Não! Disse o bêbado.
O pastor colocou novamente a cabeça do bêbado na água e deixou-a lá um certo tempo. Depois tirou-a e perguntou:
– E agora, irmão, viste Jesus?
O bêbado, já bastante ofegante, lá disse:
– Não!
O pastor, já nervoso, colocou de novo a cabeça do bêbado debaixo de água e deixou-a lá por uns cinco minutos. Depois puxou o bêbado e perguntou-lhe:
– E agora, irmão, já conseguiste ver Jesus?
O bêbado, já mole e trôpego de tanta água engolir, disse:
– Porra, já disse que não! Mas vocês têm a certeza de que Ele caiu aqui?
– O que se está a passar… hic… aqui?
– Estamos a fazer um baptismo nas águas. Você também deseja encontrar o Senhor?
– Hic… Eu quero, sim!
Os evangélicos vestiram o bêbado com uma roupa branca e levaram-no para a fila.
Numa margem do rio estava um pastor que pegava nos fiéis, mergulhava a cabeça deles na água, depois tirava e perguntava:
– Irmão, viste Jesus?
– Ó, eu vi, sim!
E todos os evangélicos diziam:
– Aleluia! Aleluia!
Quando chegou a vez do bêbado, o pastor meteu-lhe a cabeça na água, depois tirou e perguntou-lhe: – Irmão, viste Jesus?
– Não! Disse o bêbado.
O pastor colocou novamente a cabeça do bêbado na água e deixou-a lá um certo tempo. Depois tirou-a e perguntou:
– E agora, irmão, viste Jesus?
O bêbado, já bastante ofegante, lá disse:
– Não!
O pastor, já nervoso, colocou de novo a cabeça do bêbado debaixo de água e deixou-a lá por uns cinco minutos. Depois puxou o bêbado e perguntou-lhe:
– E agora, irmão, já conseguiste ver Jesus?
O bêbado, já mole e trôpego de tanta água engolir, disse:
– Porra, já disse que não! Mas vocês têm a certeza de que Ele caiu aqui?
A Madame abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta:
– Diga?, pergunta ela.
– Eu quero a Natália, respondeu o velhinho.
– Caro senhor, a Natália é uma das nossas melhores ‘meninas’ e é muito cara. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra!
– Não, eu quero a Natália!, insiste o velhinho.
Então a Natália aparece! Um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas, e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido. Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália. Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita! Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça, e tornam a ir para o quarto. Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
– Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas, porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor?
– Sou de Cuba, no Alentejo!, responde o velhinho.
– Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!
– Eu sei! Foi ela que me pediu para lhe entregar os 1.500 Euros.
– Diga?, pergunta ela.
– Eu quero a Natália, respondeu o velhinho.
– Caro senhor, a Natália é uma das nossas melhores ‘meninas’ e é muito cara. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra!
– Não, eu quero a Natália!, insiste o velhinho.
Então a Natália aparece! Um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas, e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido. Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália. Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita! Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça, e tornam a ir para o quarto. Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:
– Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas, porque sou a melhor desta casa e levo muito caro. De onde é o senhor?
– Sou de Cuba, no Alentejo!, responde o velhinho.
– Sério? Eu tenho uma irmã que mora em Cuba!
– Eu sei! Foi ela que me pediu para lhe entregar os 1.500 Euros.
João comprou um par de sapatos novos e chega a casa: – Maria o que achas?
– Acho de quê?
– Não notas nada de diferente?
– Não…
João vai à casa de banho, tira a roupa toda e volta apenas com os sapatos novos calçados.
– E agora? Já notas alguma coisa diferente?
– Não, o ‘coiso’ continua pendurado para baixo, assim como estava ontem e como estará amanhã!
– E SABES PORQUE É QUE ELE ESTÁ PENDURADO PARA BAIXO?
– Porquê?
– Porque ele está a olhar para os meus sapatos novos!
– Hum… podias ter comprado um chapéu…
– Acho de quê?
– Não notas nada de diferente?
– Não…
João vai à casa de banho, tira a roupa toda e volta apenas com os sapatos novos calçados.
– E agora? Já notas alguma coisa diferente?
– Não, o ‘coiso’ continua pendurado para baixo, assim como estava ontem e como estará amanhã!
– E SABES PORQUE É QUE ELE ESTÁ PENDURADO PARA BAIXO?
– Porquê?
– Porque ele está a olhar para os meus sapatos novos!
– Hum… podias ter comprado um chapéu…
No primeiro dia de aula, a professora chama os alunos um por um e pede para eles se apresentarem brevemente, dizendo o nome e a profissão dos pais.
– Eu me chamo Luciana – diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.
– Eu sou o Luís Carlos – diz um garoto – minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.
– Eu sou o Roberto – diz um outro menino – minha mãe é prostituta e meu pai faz strip-tease numa boate gay.
Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto.
No recreio, os colegas perguntam para Roberto: – É verdade que sua mãe é prostituta e seu pai tira a roupa na frente das bichas?
– Não! – responde o Roberto – É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft!
– Eu me chamo Luciana – diz uma menina- minha mãe é dona de casa e meu pai, engenheiro.
– Eu sou o Luís Carlos – diz um garoto – minha mãe é arquiteta e meu pai, bancário.
– Eu sou o Roberto – diz um outro menino – minha mãe é prostituta e meu pai faz strip-tease numa boate gay.
Silêncio sepulcral. A professora, constrangida, muda rapidamente de assunto.
No recreio, os colegas perguntam para Roberto: – É verdade que sua mãe é prostituta e seu pai tira a roupa na frente das bichas?
– Não! – responde o Roberto – É que fiquei com vergonha de contar que eles trabalham na Microsoft!