Etiqueta: água

Um senhor já de idade tinha um bonito lago na sua enorme herdade. Durante bastante tempo deixou de dar o seu passeio até ao lago, mas naquele dia decidiu ir ver se estava tudo em ordem. Pegou num balde para trazer fruta das árvores do pomar.

Ao aproximar-se do lago, ouviu vozes femininas, animadas e divertidas. Era um grupo de mulheres muito jovens a tomar banho no lago, completamente nuas. Todas fugiram para a parte mais funda do lago, deixando apenas a cabeça fora da água. Uma delas gritou:
— Não saímos daqui enquanto o senhor não se for embora!

O velho respondeu:
— Calma, minhas meninas, eu não vim até aqui para as ver a nadar ou para as ver a sair nuas do lago!

Mostrando o balde, acrescentou:
— Eu só vim dar de comer ao jacaré…

Jesus e Moisés encontram-se, mas não se reconhecem.
– Quem és tu?
– Eu sou Moisés!
– Então prova-o!
Moisés aproxima-se de um rio e afasta as águas.
– Vês?
– Ah, és Moisés, sim. Olha, eu sou Jesus.
– Então prova-o!
Jesus aproxima-se do rio e caminha em direção à água, mas vai ao fundo.
Moisés ajuda-o a sair da água e diz-lhe:
– Ah, afinal não és Jesus!
– Sou, sou! Só que desde que me fizeram estes buracos nos pés que tem sido complicado.

Quatro Vampiros entram num bar de vampiros. O primeiro vampiro pede. – Um copo de sangue: O segundo vampiro pede: – Um copo de sangue. O terceiro vampiro pede: – Um copo de sangue. O
quarto vampiro pede: – Um copo de água quente. Os outros vampiro olham com cara de desconfiados e ele diz tirando do bolso um penso higiénico usado: – Porque, já não se pode fazer um chazinho?

Um motociclista ia a 140 km/h por uma estrada e, de repente, deu de encontro com um passarinho e não conseguiu esquivar-se.PÁ!!! Pelo retrovisor, o cara ainda viu o bichinho dando várias piruetas no asfalto até ficar estendido. Não contendo o remorso ecológico, ele parou a moto e voltou para socorrer o bichinho.
O passarinho estava lá, inconsciente, quase morto. Era tal a angústia do motociclista que ele recolheu a pequena ave, levou-a ao veterinário, foi tratado e medicado, comprou uma gaiolinha e a levou para casa, tendo o cuidado de deixar um pouquinho de pão e água para o acidentado.
No dia seguinte, o passarinho recupera a consciência. Ao despertar, vendo-se preso, cercado por grades, com o pedaço de pão e a vasilha de água no canto, o bicho põe as asas na cabeça e grita:
-M*#%@!!!!! Matei o motoqueiro!!!

Dois casais, um de paulistas e outro de cariocas, estavam jogando cartas e uma carta caiu embaixo da mesa. O paulista abaixou para pegar e deu uma olhadela na mulher do carioca por baixo da mesa, ela estava sem calcinha e com a pacoteira a mostra. Alguns minutos depois o paulista suando quente levantou para tomar água e a mulher do carioca disfarçou e foi atrás dele.

Chegando na cozinha ela perguntou:

-E ai? O que achou?
-Maravilhoso. Respondeu o paulista.
-Qualquer 1.000 reais e a gente conversa. Disparou a carioca safada.
-Tudo bem e só dizer quando!
-Amanha a tarde ele não vai estar em casa você pode ir la.
-Combinado!
-No outro dia a tarde o paulista chegou na hora marcada pagou os 1.000 reais e mandou ver na mulher do carioca.

No fim da tarde o carioca chega do trabalho e pergunta a mulher:

-O paulista esteve aqui a tarde?
-Sim. Respondeu a mulher assustada.
-Deixou 1.000 reais?
-Sim respondeu a mulher completamente apavorada.
-Ufa que alivio, aquele paulista filho da mãe esteve no meu escritório pela manhã, me pediu 1.000 reais emprestado e disse que passava aqui hoje a tarde sem falta para me pagar.
No meio de uma longa viagem, a aeromoça pergunta a um dos passageiros:

– O senhor aceita uma Banana Split?

– Não, obrigado… Eu sou diabético!

– Então que tal um pudim de leite condensado?

– Eu não posso! – repetiu ele – Sou diabético!

– Tudo bem – tornou a aeromoça – Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!

– Moça, você não está entendendo! – disse ele, começando a se alterar – Eu sou diabético!!!

– Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia…

– Porra! – grita ele, batendo no braço da poltrona – Eu já falei umas mil vezes que sou diabético! Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! EU SOU DIABÉTICO!!!

– Regina! – grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas – O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!
Certo dia um ginecologista vai a praia e lá sentado observando as mulheres que por ele passavam na maior calmaria. Quando entra no mar uma mulher que sem esperar vem uma onda e leva o seu biquíni. Ela se apavora, cobre os seios com uma das mãos e vem passando uma casca de coco verde , ela pega e cobre a parte de baixo. E ele (o ginecologista) achou interessante e ficou olhando. Ela vira pra ele e pergunta:

– O que foi nunca viu não?

Ele diz:

– Já vi e muitas, agora tomando água de coco é primeira vez!
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Depois de criar o mundo em seis dias, Deus tomava uma água de coco em uma rede no seu merecido descanso sabatino, até que foi incomodado por uma de suas criaturas:

– Pô, Deus! – gritou a girafa – Que pescoço ridículo é esse que você colocou em mim? Você tá de sacanagem?

– Você não! – advertiu Deus – SENHOR! E eu não estou de sacanagem! O seu pescoço tem muitas utilidades, Girafa! Com ele, além de você poder comer as folhas mais tenras, do alto das árvores, vai poder perceber a aproximação do inimigo antes dos outros animais e assim se defender!

A girafa se convenceu e saiu desfilando com o seu lindo pescoço, satisfeita. Logo depois, entrou o Elefante, furioso:

– Eu protesto, merentíssimo!

– Pera lá! – interviu Deus – Você tá pensando que isso aqui é o quê? Tribunal?

– Deus, fala sério! Eu sou enorme de gordo e tenho essa tromba no meio da cara! Você tava estressado quando me criou?

– Calma, Elefante! Com esse tamanho todo, nem o Leão, que é o rei da selva, terá coragem de te enfrentar e graças a essa tromba, você é o único animal que pode tomar banho de chuveirinho!

Então o Elefante pensou um pouco, se acalmou e saiu de tromba erguida, todo orgulhoso. Deus achou que estava livre de reclamações, mas viu a galinha chegando, cacarejando de raiva:

– Deus, eu não quero saber de desculpas esfarrapadas! Ou você diminui o tamanho do meu ovo, ou aumenta o tamanho do meu cu!