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Albert Einstein costumava ir a jantares onde era convidado para dar uma palestra. Um dia, a caminho de um desses jantares, ele disse a seu motorista (que parecia exatamente como ele) que ele estava morto de cansado de dar o mesmo discurso, depois do jantar.

  • Bem, disse o motorista. Eu tenho uma boa idéia. Porque eu não faço o discurso, já que eu ouvi tantas vezes?

O motorista de Albert fez o discurso perfeitamente e até respondeu a algumas perguntas.
Então, um professor levantou-se e fez uma pergunta difícil sobre anti-matéria que o motorista não poderia responder, então o motorista respondeu:

  • Senhor, a resposta à sua pergunta é tão fácil que eu vou deixar o meu motorista responder!
Prova de matemática. As duas espertinhas que não haviam estudado p. nenhuma, resolvem cabular e passar o dia estudando para tentar fazer a prova no dia seguinte.

No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:

– Professor – diz a primeira. – Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.

Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?

– Claro! Não tem problema – diz o professor. – Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.

Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.

Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: “Em que rua o carro quebrou?”.
Dia de prova na faculdade, 100 alunos na sala, professor chato, impaciente e louco para ir embora.

Dez em ponto a prova termina, e quem não entregar até esta hora não entrega mais! – diz o professor. As 10:10, um aluno corre com a prova na mão até a mesa do professor que arrumava as coisas para ir embora.

Eu avisei que não aceitaria provas fora do horário! Esqueça!

O aluno, com ar de autoritarismo, perguntou:

– Você sabe com quem está falando?

A resposta do professor tinha um certo sarcasmo:

– Não, não faço a menor ideia.

Empinando mais o nariz, o aluno tornou a repetir:

– Tem certeza disso?

– Absolutíssima! -respondeu o professor.

O aluno levantou a imensa pilha de provas, enfiou a dele no meio, deu uma embaralhadinha e disse:

– Então descobre, filho da mae…
O cara colocou uma placa escrito “Aula de Adivinhações” na frente de casa e apareceu um cliente:

– O senhor ensina mesmo a adivinhar?
– Claro que sim! Entre aqui nesse quarto!

Depois que o sujeito entrou, ele continuou:

– Agora tire as calças e fique de quatro.

O cara achou estranho, mas obedeceu, afinal queria aprender a adivinhar. Quando ele olhou pra trás viu o “professor de adivinhação” com a mão no seu membro, que estava mais duro que professor no final do mês.

Então ele disse:

– Peraí! Você vai enfiar esse negócio no meu…
– Viu só? – interrompeu o safado – Já começou a adivinhar!
– Ahhhhhhhhhhhh!
O médico: “Tire a roupa.”
O psicanalista: “Agora deite-se e relaxe.”
O farmacêutico: “Dói a cabeça?”
O dentista: “Abra um pouco mais…”
O decorador: “Quando estiver tudo dentro tenho certeza de que você vai adorar.”
O professor de culinária: “Isso, assim… mexe um pouco mais agora…”
O padeiro: “Sim. Está quentinho! Como a senhora gosta.”
O feirante: “Gostoso, não é? Pode experimentar outra vez…”
O marido: “Hoje, de novo?! Assim não há quem agüente!”
O Prof. Marcelo Rebelo de Sousa pediu ao Mantorras para dar uma nota numa escala de 1 a 10) ao Benfica. Mantorras – Nota Dez professor Prof. – Dez?!!! Mantorras – Dézorganizado, Dézmotivado, Dézestabilidado, Dézactualizado, Dézqualificado, Dézanimado, Dézmoralizado, Dézordenado, Dézactivado e Dézmantelado. Prof – Dez vezes dez dá cem. Mantorras – É isso professor, cem vergonha, cem títulos e cem nada
O Mudo está andando na rua e de repente vê uma placa: “Escola para mudos – aprenda falar em poucas aulas”.

Imediatamente entrou no prédio, pagou a taxa da matrícula e esperou ansioso pela primeira aula. Logo o professor entrou com uma régua na mão e ordenou:

– Tire a roupa e fique de quatro! Constrangido, o mudo obedeceu.

Então o professor empurrou a régua no pobre do mudinho.

O mudo: AAAAAAAAÁ…

E o professor:

– muito bem, pode se vestir! Amanhã você volta para aprender o B.