Etiqueta: dono

O Joãozinho chega a casa com uma carteira e diz:
– Pai, achei essa carteira com dinheiro dentro, mas tem o nome do dono nela. Eu devolvo para o dono ou gasto o dinheiro?
O pai diz:
– Não devolvas nada, podes gastar tudo, é teu. O dono que se dane.
Joãozinho, seguindo a dica do pai, gasta tudo. Algumas horas depois, o pai curioso pergunta:
– Você disse que aquela carteira tinha o nome do dono nela, afinal de contas de quem ela era?
E o Joãozinho responde:
– Tua.

Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
– Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
– Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.

O agente da ASAE diz, indignado:
– O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá, mostrando ao agricultor:
– Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.

Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.

O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:
– O crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!

Um homem é parado pela polícia:
– O senhor passou num semáforo vermelho!
– O quê? Não passei nada! Eu não vi!
– Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
– Não tenho!
– Não tem?! Como não tem?!
– Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
– Roubado?! Saia já do carro!
– Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
– O quê?! Uma pistola?
– Então?! Para matar o dono do carro!
– Você matou o dono do carro?!
– Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe, confuso, pergunta:
– Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
– Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…

Um talhante entra no escritório de um advogado e pergunta:
— Se um cão à solta na rua entra num talho e rouba um pedaço de carne, o dono da loja tem direito a reclamar o pagamento ao dono do cão?
— Sim, claro — responde o advogado.
— Então o doutor deve-me dois euros. O seu cão andava à solta e roubou um chouriço da minha loja.
Sem reclamar, o advogado preenche um cheque no valor de dois euros e entrega-o ao talhante. Alguns dias depois, este recebe uma carta do advogado, cobrando quinze euros pela consulta.

Um grupo de anões resolve jogar futebol num domingo e alugam um campo. Formadas as equipas, cada um pega no seu equipamento, quando reparam que o campo de futebol não tem balneário. Resolvem então perguntar ao dono da tasca ao lado se podem utilizar a casa de banho para trocar de roupa. Entram na tasca, vão até à casa de banho, vestem-se e começam a sair da casa de banho. Um bêbado, que estava sentado ao balcão, vê passar por ele a equipa de azul, estranha, mas continua a beber. Quando, ao fim de pouco tempo, vê passar a equipa de vermelho, vira-se para o dono do bar e diz: – Eu não me quero meter, mas os teus matraquilhos acabam de fugir…
Ela quer porque quer um par de sapatos de jacaré legítimos, mas como o preço nas lojas está proibitivo, ela resolve caçar seu próprio jacaré.

O dono da loja de sapatos explica que é muito difícil e perigoso, mas ela não quer saber. Enfim, ele dá as orientações e deseja-lhe boa sorte.

No dia seguinte, o dono da loja resolve ver como a loira está se saindo. Ele vai até o lugar que ele indicou e vê a loira dentro do pântano com um revólver na mão. A poucos metros dela está vindo um jacaré enorme já com a boca aberta. Ela dá um tiro e mata o bicho.

Em seguida ela o arrasta até a margem onde estão pelo menos uma dúzia de jacarés mortos. O dono da loja olha para esta cena espantado e fica atónito ao verificar o que está ocorrendo.

A loira com muita dificuldade tira o jacaré morto da água e exclama:

– Que droga! Mais um sem sapatos!
Um fazendeiro fazia coleção de cavalos, e só faltava um exemplar de uma única determinada raça para completar sua coleção.

Um belo dia ele descobriu que o seu vizinho tinha este determinado cavalo, então ele perturbou seu vizinho até conseguir comprá-lo.

Um mês depois o cavalo adoeceu, então ele chamou o veterinário:

– Bom, o seu cavalo está com uma virose é preciso tomar este medicamento durante 3 dias, no terceiro dia eu retornarei e caso ele não esteja melhor será necessário sacrificá-lo.

Neste momento o porco escutava toda a conversa.

No dia seguinte deram o medicamento e nada. O porco se aproximou do cavalo e disse:

– Força amigo! Levanta daí!.

No segundo dia, deram o medicamento e nada. O porco se aproximou e disse:

– Vamos lá amigão, levanta se não você vai morrer!

No terceiro dia deram o medicamento e nada. O veterinário chegou e disse:

– Infelizmente vamos ter que sacrificá-lo porquê ele tem uma virose e pode contaminar os outros cavalos.

O porco se aproximou e disse:

– Cara é agora ou nunca levanta logo! Coragem!

De repente o cavalo deu um pulo e saiu correndo, o dono gritou:

– Milagre! O cavalo melhorou! Isso precisa de uma comemoração. – MATA O PORCO, VAMOS FAZER UMA FESTA!

Há um coelho tarado sexual que um dia, farto da vida monótona, resolve fugir da quinta onde vivia.
O dono muito aflito vai atrás do coelho, e começa a ver animais caídos pelo chão, e vê o coelho parado numa área deserta, com uma série de abutres a sobrevoá-lo. Vira-se para o coelho e diz-lhe:

  • Tás a ver coelhinho, tens a mania que és esperto!

Vira-se o coelho:

  • Ah! Deixa-os pousar!
Dois amigos, Itamar e Itapior, estavam em um boteco, completamente bêbados. De repente Itamar falou:

– Pô, Itapior… O meu dinheiro acabou! Quanto (hic) v-você tem aí?
– Eu tenho cinqüenta…
– Obaaa!!! – comemorou Itamar.
– Cinqüenta centavos! – completou Itapior.
– Ahhhh… E agora? (hic) Como a gente vai beber?
– Eu tenho uma idéia! Conheço um açougue aqui perto e…
– Porra, Itapior! (hic) Desde quando açougue vende pinga?
– Calma, deixa eu (hic) terminar! – gritou Itapior – A gente vai lá e compra uma lingüiça com os seus cinqüenta centavos. (hic) Calma, presta atenção no plano! A gente enche a cara no bar e depois você se abaixa, eu coloco a lingüiça pra fora e você começa a chupar. O dono do bar vai ficar tão puto com a gente (hic) que vai nos botar pra fora e nós não vamos pagar!
– Pô, cara! Que idéia genial! Vambora!

Depois de comprarem a lingüiça eles voltam pro mesmo bar, bebem muitas doses e chega a hora de colocar o plano em prática. Itapior coloca a lingüiça na virilha e Itamar começa a chupar. O dono do bar vê, faz um escândalo e os dois saem sem pagar. Empolgadíssimos, eles passam em mais cinco bares, bebem como nunca e repetem o plano. Até que Itamar propõe ao amigo:

– Itapior! Tô adorando o plano, mas eu já t-tô cansado de chupar… Você não quer (hic) trocar de lugar comigo e chupar a linguiça?
– Infelizmente não vai dar! – responde Itapior.
– P-por quê? – pergunta o chupador oficial Itamar.
– É que eu perdi a lingüiça lá no terceiro bar!