Etiqueta: roupa

Estava uma portuguesa, uma inglesa e uma alemã, num seminário internacional sobre os direitos da mulher. A alemã decide contar a sua experiencial acerca dos seus direitos:
– Em minha casa era eu que fazia tudo, até que um dia arrebentei e disse o meu homem, que a partir daquele dia, se quisesse roupa lavada, tinha que a lavar; se quisesse comer tinha que cozinhar, se quisesse casa arrumada, tinha que arrumar.
Deu resultado. Depois falou a inglesa, e passou-se exatamente a mesma coisa, foi então a vez de ser a portuguesa a falar:
– Em minha casa era eu que fazia tudo, até que um dia arrebentei e disse o meu homem, que a partir daquele dia, se quisesse roupa lavada, tinha que a lavar; se quisesse comer tinha que cozinhar, se quisesse casa arrumada, tinha que arrumar. E sabem uma coisa… Ao fim do primeiro dia, não via nada; ao fim do segundo dia também não via nada, até que ao fim do terceiro dia, já conseguia abrir o olho um bocadinho..
O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que o pai soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, o pai começou a desfazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
— João, que etiqueta é esta? 
O rapaz não hesitou e replicou:

— É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
— João, mas que espécie de baile foi esse?!…
Um alemão, um francês, um inglês e um português apreciam o quadro de Adão e Eva no Paraíso.
O alemão comenta: – Olhem que perfeição de corpos: Ela, esbelta e espigada; Ele, com este corpo atlético, os músculos perfilados. Devem ser alemães.
Imediatamente, o francês contesta: – Não acredito. É evidente o erotismo que se desprende das figuras: Ela, tão feminina, ele, tão masculino. Sabem que em breve chegará a tentação. Devem ser franceses.
Movendo negativamente a cabeça o inglês comenta: – Que nada! Notem a serenidade dos seus rostos, a delicadeza da pose, a sobriedade do gesto. Só podem ser ingleses.
Depois de alguns segundos mais, de contemplação silenciosa, o português declara: – Não concordo. Olhem bem: Não têm roupa, não têm sapatos, não têm casa, estão na merda. Só têm uma única maçã para comer. Mas não protestam, só pensam em sexo, e pior, acreditam que estão no Paraíso. Só podem ser portugueses.
Um casal decide passar férias numa praia do Caribe, no mesmo hotel onde passaram a lua de mel há 20 anos atrás.
Por problemas de trabalho, a mulher não pode viajar com seu marido, deixando para ir uns dias depois.
Quando o homem chegou e foi para seu quarto do hotel, viu que havia um computador com acesso a internet, então decidiu enviar um e-mail a sua mulher, mas errou uma letra sem se dar conta e o enviou a outro endereço…
O e-mail foi recebido por uma viúva que acabara de chegar do enterro do seu marido e que ao conferir seus e-mails desmaiou instantaneamente.
O filho, ao entrar na casa, encontrou sua mãe desmaiada, perto do computador, onde na tela poderia se ler:
– Querida esposa: Cheguei bem. Provavelmente se surpreenda em receber noticias minhas por e-mail, mas agora tem computador aqui e pode enviar mensagens às pessoas queridas. Acabo de chegar e já me certifiquei que já está tudo preparado para você chegar na sexta que vem. Tenho muita vontade de te ver e espero que sua viagem seja tão tranquila como a minha.
Obs: Não traga muita roupa, porque aqui faz um calor infernal!
Helena e Gilda, duas solteironas, são donas de uma farmácia… Entra um homem e pede uma camisinha.

Helena atende e traz a camisinha:

– É pequena ! Reclama o freguês.
E Helena traz uma maior:

– Ainda é pequena .. 

E Helena pega a maior do estoque.

– Desculpe, mas tem de ser maior…

Helena grita prá Gilda que está no armazém da farmácia:

- Ó Giiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiilda ! Tem um homem aqui que precisa de uma camisinha maior que a XXL…!!!!! O que é que nós temos para oferecer?

– Casa, comida, roupa lavada e sociedade na farmácia!

A ‘Madame’ abre a porta do bordel e encontra um velhinho vestido com roupa modesta. – ‘Diga ?’ , pergunta ela.

  • ‘Eu quero a Natália’, respondeu o velhinho.
  • ‘Caro senhor, a Natália é uma das nossas melhores ‘meninas’ mais caras. Talvez eu lhe possa apresentar alguma outra…’
  • ‘Não, eu quero a Natália!’, insiste o velhinho.

Então a Natália aparece, um espectáculo de mulher, em saltos altos, corpete, meias e cinto de ligas e diz ao velhinho que o preço é de 500 Euros por visita. O velhote nem pisca e, tirando o dinheiro da carteira, diz que tudo bem. Então ela leva-o para o quarto onde ele passa uma hora inesquecível, com sexo louco como nunca tinha tido. Na noite seguinte, o velhinho aparece novamente e chama pela Natália.
Ela estranha, diz que nenhum cliente dela veio duas noites seguidas e que ela não faria nenhum desconto pela fidelização. O velhinho tira mais 5 notas de 100 euros e entrega à rapariga, que o leva para o quarto onde a sessão se repete, ainda melhor que no dia anterior. Na noite seguinte, ninguém acredita: Mais uma vez o velhote entrega o dinheiro à moça, e tornam a ir para o quarto.
Depois da hora que passaram juntos, Natália não resiste e pergunta ao velhinho:

  • ‘Ninguém usou os meus serviços três noites seguidas porque sou a melhor desta casa e levo muito caro.
  • ‘De onde é o senhor? ‘
  • ‘Sou de Cuba! ‘, responde o velhinho
  • ‘Sério? Eu tenho uma irmã que mora em

Cuba!’

  • ‘Eu sei, foi ela que me pediu para lhe

entregar os 1500 Euros.