Etiqueta: menina

Após atender o telefonema da mulher, o funcionário diz ao chefe:

  • Chefe, pode me dispensar do serviço hoje à tarde? É que minha mulher vai ter um filho, sabe…
  • Se o motivo é esse, então está dispensado.

No dia seguinte, o chefe pergunta:

  • E aí, como é que foi? Menino ou menina?
  • Tudo ótimo. Agora, pra saber se é menino ou menina, só daqui a nove meses…
Um fulano estava a caminhar numa rua e viu uma placa onde estava escrito: “Clínica Médica: Tratamos qualquer doença, com resultado garantido, ou seu dinheiro de volta a dobrar.” e pensou:
– Estes gajos estão-se achando muito espertos, mas vou enganá-los e ainda sacar alguma massa. Entrou na clínica, pagou a consulta e o médico recebeu-o sorridente:
– Bom dia, o que o traz por cá?
– Doutor, estou aqui com um grande problema, perdi o meu paladar, não consigo sentir o gosto de nada. Água, café, feijão, arroz, tem tudo a mesma falta de gosto.
E o médico:
– Ah, sim senhor. Enfermeira, por favor traga-me o frasco número 13.
E veio um frasco cheio de merda. O médico encheu uma colher e enfiou-a na boca do paciente.
– O que é isso?! O senhor deu-me merda?! Está doido?!
E o médico imediatamente:
– Pronto, recuperou seu paladar, está curado!
O fulano saiu lixado da vida pensando:
– Desgraçado, dessa vez apanhou-me, mas agora tenho que recuperar o meu dinheiro. Desta vez vai ser infalível.
Uns dias depois entrou na clínica, pagou novamente a consulta e …
– Ora, ora! O senhor aqui de novo?!
E o paciente:
– Como assim, de novo? Quem é o senhor? Quem sou eu? Perdi minha memória! O que estou a fazer aqui?
O médico sem pestanejar:
– Ah, estou a ver! Enfermeira, o frasco 13, por favor.
– O frasco 13 de novo não, porra!
– Maravilhoso! Recuperou a memória. Está curado!
E o fulano, pior que estragado:
– Mas que grande filho da puta! Levou-me o dinheiro de novo! Não é possível! Dessa vez não lhe vou dar hipótese!
Uma semana depois lá estava ele de novo:
– Mas vejam só, o senhor novamente! Em que posso ajudá-lo dessa vez?
– Pois é doutor, estou perdido de vez, perdi o tesão. Não tenho mais vontade de foder ninguém. Vejo a Catarina Furtado, a Madona, a Shakira, a Carla Perez, a dançarina da boite e nada! Não tenho mais vontade nenhuma!
O médico pensou um pouco e solicitou:
– Enfermeira, o frasco …
Diz o paciente muito depressa e enraivecido:
– Se vier com essa merda do frasco 13 mais uma vez eu fodo-o, doutor. Fodo-o a si, fodo a enfermeira, fodo a menina da recepção e fodo toda a gente desta clínica filha da puta. Fodo-os a todos!
– Pronto! Já recuperou a sua tesão novamente! Já está curado!
Um velhote entrou na sala de espera de um consultório médico.
Quando se aproximou da mesa da recepção, a recepcionista disse: – Bom dia caro senhor, qual é o seu problema?
– O meu problema é na piça, minha senhora. respondeu o velhote.
A recepcionista, irritada, retorquiu: – Desculpe lá, mas o senhor não devia dizer uma coisa dessas numa sala de espera de um consultório cheia de gente, porque isso pode causar um grande embaraço aos outros doentes. O senhor devia ter dito que estava com um problema na orelha, por exemplo, e depois dizia a verdade ao doutor, lá dentro, no consultório.
Então, o velhote retirou-se da sala, esperou alguns instantes, entrou de novo e a recepcionista perguntou: – Faz o favor de dizer?
– Menina, estou com um problema na minha orelha. respondeu o velhote.
A recepcionista fez um aceno de aprovação e sorriu, triunfante: – E qual é o problema na sua orelha, meu caro senhor?
– Arde pra caralho quando mijo…
Uma senhora foi para a maternidade para ter dois bebés: 1 rapaz e 1 rapariga gémeos.
Em homenagem a sua terra ela chamou a menina de Madeira e o menino de João Jardim.
O Dr. Alberto João Jardim, ao saber da notícia, foi visitar a mãe e bebés.
Ao chegar, a senhora estava a dar peito ao menino e o Sr. Jardim tenta agradecer pela linda ideia dos nomes.
A senhora interrompe-o e diz baixinho: Chiiiiuuuu!!! Se a Madeira acorda, o João Jardim não mama mais…
Mê querido filho.
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa.
Por isso, mudámos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-lo pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí, prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção! Foi a primeira vez em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
Tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia.
O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a chave suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava em baixo.
Se vires a Dona Esmeralda, diz-lhe que mando lembranças. Se nã a vires, nã digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.
Num avião que estava prestes a despenhar-se, viajavam 5 passageiros, mas só existiam 4 pára-quedas. O 1º passageiro diz:
– Eu sou Kobe Bryant, o melhor jogador da NBA, e os Lakers precisam de mim, por isso não posso morrer.
Assim, apanha um dos pára-quedas e atira-se do avião. O 2º passageiro, era Hillary Clinton que diz:
– Eu sou a mulher de um ex-presidente dos EU, sou senadora do Estado de NY e uma potencial futura presidente.
Assim, apanha o 2º pára-quedas e também se atira do avião.
O 3º passageiro, George W. Bush, diz:
– Eu sou o presidente dos EU, tenho grande responsabilidade sendo líder de uma super-potência, e sou o mais inteligente presidente da história americana, pelo que o povo americano não permitirá que eu morra.
Agarra o 3º para-quedas e atira-se do avião.
O 4º passageiro era o Papa João Paulo II, que diz para o 5º passageiro, uma aluna da escola primária com 10 anos:
– Eu sou um homem velho e fraco e já não me restam muitos anos, e como católico sacrificarei a minha vida e deixarei que sejas tu, minha menina, a ficar com o último pára-quedas.
A menina sorri e diz:
– Não há problema, há um pára-quedas para mim e outro para ti! O mais inteligente presidente da história americana levou a minha mochila da escola.
Cinderela estava triste e desiludida em casa. Suas irmãs estavam no maior agito lá na festa do príncipe e ela não podia ir…
Nisso, chegou a Fada Madrinha, que lhe perguntou o motivo de seu desagrado:
– É que aquelas duas gordas feiosas foram à festa do príncipe e eu não posso ir porque estou menstruada…
– Que é isso, minha filha? Tenho uma coisinha que vai resolver o seu problema!
Então, a fada dirigiu a sua varinha de condão para a abóbora ali presente e a transformou o fruto em um absorvente! Em seguida, deu à menina o absorvente com todas as explicações pertinentes ao seu uso.
E lá foi a Cinderela feliz e contente para a festa. À meia noite ela morreu.
Uma jovem que fazia inquéritos pergunta a um camponês:
– Boa tarde! Estamos aqui para recolher informação sobre a Razão do
Aparecimento da Doença das Vacas Loucas. Tem alguma ideia de qual será a razão?
Diz o camponês (muito admirado):
– A menina sabe que o boi dá uma queca na vaca uma vez por ano?
Ela (embaraçada):
– Bem… senhor, uma nova informação, mas qual é a relação desse
fenómeno com as doenças?
Diz o camponês:
– Bem, senhora, sabe que mugimos a vaca quatro vezes por dia?
– Senhor, é uma informação válida, sem dúvida, mas e se respondesse á questão?
– Eu estou a responder à questão, senhora! Imagine se eu estivesse a brincar com as suas mamas quatro vezes por dia e se só lhe desse uma
queca por ano, você também não ficava LOUCA?

Mê querido filho
Ponho-te estas poucas linhas que é para saberes que tôu viva.
Escrevo devagar porque sei que não gostas de ler depressa. Se receberes esta carta, é porque chegou. Se ela não chegar, avisa-me que eu mando outra.
O tê pai leu no jornal que a maioria dos acidentes ocorrem a 1 km de casa. Por isso, mudámo-nos pra mais longe.
Sobre o casaco que querias, o tê tio disse que seria muito caro mandar-to pelo correio por causa dos botões de ferro que pesam muito. Assim, arranquei os botões e meti-os no bolso. Quando chegar aí prega-os de novo.
No outro dia, houve uma explosão na botija de gás aqui na cozinha. O pai e eu fomos atirados pelo ar e caímos fora de casa. Que emoção: foi a primeira vez, em muitos anos que o tê pai e eu saímos juntos.
Sobre o nosso cão, o Joli, anteontem foi atropelado e tiveram de lhe cortar o rabo, por isso toma cuidado quando atravessares a rua.
Na semana passada, o médico veio visitar-me e colocou na minha boca um tubo de vidro. Disse para ficar com ele por duas horas sem falar. O tê Pai ofereceu-se para comprar o tubo.
A tua irmã Maria vai ser mãe, mas ainda não sabemos se é menino ou menina. Portanto, nã sei se vais ser tio ou tia. O tê mano Antóino deu-me hoje muito trabalho. Fechou o carro e deixou as chaves lá dentro. Tive de ir a casa, pegar a suplente para a abrir. Por sorte, cheguei antes de começar a chuva, pois a capota estava aberta.
Se vires o Sr. Alcino, diz-lhe que mando lembranças. Se nã o vires, nã lhe digas nada.
Tua Mãe Mariana
PS: Era para te mandar os 100 euros que me pediste, mas quando me lembrei já tinha fechado o envelope.
DESCULPA a minha lêtra, mas eu tenho andado muito rouca.