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Um casal entra num conhecido restaurante do Porto e encontra-se com um grupo de amigos. Um deles dirige-se ao marido:
– Olá Pedro, como estás?
O marido responde:
– Mal, tenho sida. O médico deu-me apenas uns meses de vida.
O amigo despede-se e fica todo encavacado. A mulher diz ao marido em voz baixa:
– Pedro, não sejas parvo! Como é que dizes às pessoas que tens sida se tu o que realmente tens é cancro nos pulmões?
O marido responde:
– Eu morro de qualquer forma, mas a ti… ninguém te come!

Um homem pacato morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.

Primeiro, vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
– O que fazem aqui?
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e de muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.

Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola: era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e respondem-lhe:
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.

Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
– Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?

– Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.

Uma professora do 1º ciclo de uma escola do Porto explica para a classe que ela é uma Portista fanática. Ela pede às crianças da sala que levantem as mãos, caso também torçam pelo Porto. Todos na classe, constrangidos pela localização geográfica, levantam a mão, excepto a menininha no fundo da sala. A professora olha com surpresa para a menina e diz: -Aninha, por que é que num lebantaste a maum,carago? -Porque eu não torço pelo Puorto – respondeu A professora, chocada, perguntou Bomhe: -Se não torces pelo Puorto, torces por quoem? -Sou do Benfica, o melhor clube do mundo, e tenho muito orgulho disso, respondeu a menina. A professora não acreditava no que ouvia Aninha: -E que mal fizeiste tue para torceres pelo Benfica, minha feilha? -A minha mãe é do Benfica, o meu pai também, o meu irmão também, os meus Avós também, por isso sou Benfiquista! – disse cheia de si a menininha… -Bomhe, mas isto num é motibo para seres do Benfica, canudo. Não tens que sier sempre do que os teus pais saum, carago!. Se a tua mãe fosse uma prostituta, o teu pai um cabraum, e o teu irmaum uma bicha louca, o que serias tu entaum??? -É lógico que nesse caso seria Portista! – respondeu a menininha…
Um adepto de futebol chega a uma loja de material desportivo e depara-se com uma infinidade de camisolas de clubes de futebol de Portugal e do Mundo. Só não vê a do seu clube: o Benfica. Meio sem graça, pergunta ao vendedor: – Quanto custa a camisola do Real Madrid? – 50 Euros. – E a do Manchester ??? – Essa custa 75 Euros. – E a do Sporting ? – Oh meu amigo… Essa é a mais cara da loja por se tratar do melhor clube do Mundo, e custa 100 Euros. Aí o pobre arrisca: – Você não tem aí a do Benfica? – Tenho sim. Está lá do outro lado, na prateleira das liquidações a 9,50 Euros!! – Porra!!! Só 9,50 Euros?? – É promoção para queima de stock, essas porcarias não vendem… – Então dê-me uma – estendendo uma nota de 10 Euros. O vendedor vai até à caixa registadora, coça a cabeça e volta, e meio atrapalhado pergunta: – Desculpe, mas eu estou sem troco. Leva uma camisola do Porto para completar os 10 Euros?
A equipa do FCP regressa de mais uma prova das competições europeias, a meio do voo surge o Diabo em pessoa, e logo ali descreve o destino de todos: “O avião vai cair, ninguém vai sobreviver. Vai tudo para o Inferno”. Gilberto Madaíl, levanta-se e pede ao Diabo que reconsidere a sua decisão, pois Portugal vai ter um europeu de futebol, e ele e o elemento chave da organização. Mourinho critica fortemente o Diabo, por tomar uma decisão sem pés nem cabeça, pois ele é demasiado perfeito para morrer. O Rui Rio, acusa o Diabo de ser um instrumento do poder de Lisboa. O presidente da Comissão de Arbitragem da Liga de Clube, apenas afirma que está inocente. O Pinto da Costa dirige-se ao Diabo, e troca umas breves palavras, ao fim do qual o Diabo desaparece. Reinaldo Teles sorri. O Avião aterra em segurança. Pasmados com o sucedido perguntam o que terá dito o Pinto da Costa ao Diabo. A que ele respondeu : – ” Na Federação mando eu, na equipa do FCP sou eu que mando, na cidade do Porto sou eu que decido, nos árbitros sou eu que mando. Se o avião cair, terei de me mudar para o Inferno !!! Como é que é ?!?!?!
Num comboio viajavam um Americano, um Francês e um Português. De repente com o tédio o americano agarra num maço de dólares e atira-os janela.
– Então pá. Deitaste isso fora? pergunta outro.
– Eeeh…lá na minha terra há lá muito disto. responde o americano.
Logo em seguida, o português para não se ficar atrás, agarra numa garrafa de Vinho do Porto e atira-o janela fora.
– Porra pá, o vinho do Porto é tão bom e jogaste-o fora?
– Lá na minha há lá muito disto. disse o português.
O francês que ia muito calado, de repente agarra no português e atira-o pela janela.
– Lá na minha terra há muito disto porra!
Um alentejano apanha um comboio para ir ao Porto e senta-se ao lado de um senhor muito bem vestido. O alentejano começa a olhar e pergunta: – Por acaso você nunca apareceu na televisão?
Ao que o Sr. responde: – Sim, eu costumo ir a muitos concursos de cultura geral e por isso o Sr. deve-me conhecer daí. Como a viagem vai ser longa, você por acaso não quer fazer um jogo comigo?
– Pode ser. – Respondeu o alentejano.
– Então fazemos assim: como eu tenho mais cultura que o Sr., você faz-me uma pergunta sobre um assunto qualquer e se eu não souber responder, dou-lhe 50 euros. A seguir faço-lhe eu uma pergunta e se não souber a resposta, dá-me só 5. Concorda?
– Vamos a isso. – Respondeu o alentejano confiante.
– Então eu faço-lhe a primeira pergunta. Diga-me o nome da pessoa que escreveu “Os Lusíadas”, aquele poeta só com um olho, que dignificou Portugal?
O alentejano começa a pensar e passados alguns instantes diz: – Nã sei. Ê nã sei leri.
– A resposta era Luís de Camões. Dê-me os mil escudos e faça-me uma pergunta qualquer.
– Tomi. Bem, qual é o animali que se o encostar a um chaparro sobe-o com quatro patas e desce-o com cinco patas?
– Olhe, essa nem eu sei. – Respondeu o homem muito admirado.
– Então passe para cá os 50 euros.
– Tome. Mas agora diga-me, que animal é esse?
– Tamém nã sei. Tome lá 5.
Numa escola de Lisboa, onde há alunos de vários estratos sociais, durante uma aula de Português, a professora perguntou:
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.