Etiqueta: paciente

Durante uma visita a um manicómio, George Bush pergunta ao director qual o critério para definir se um paciente está curado ou não.

  • Bem, diz o director, nós enchemos uma banheira e oferecemos uma colher de chá e uma chávena e pedimos para esvaziar a banheira.
  • Percebi, diz Bush, uma pessoa normal escolhe a chávena, que é maior.
  • Não, responde o director, uma pessoa normal tira a tampa do ralo…

– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou!

O paciente está na capital para um exame periódico de saúde.

  • Bebe?
  • Dois ou três copos de vinho pela manhã, um whiskyzinho à noite…
  • Fuma?

Dois charutos por dia.

  • E sexo?
  • Duas ou três vezes por mês.
  • Sóóó? Com a sua idade e a sua saúde, era pra ser duas ou

três vezes por semana.

  • Sabe como é, doutor? Se eu fosse bispo na capital até que dava,

mas numa diocese pequena, numa aldeia…

O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:

  • Fuma?
  • Pouco.
  • Faz bem. Quanto menos melhor. – Bebe?
  • Pouco.
  • Ainda bem. – Pratica desporto?
  • Não posso. Tenho lesões antigas.
  • Pois, é pena. – E sexo, pratica com frequência?
  • Muito pouco.
  • Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar

fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso…
Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e, de seguida foi tomar um banho. A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera dele, numa pose toda provocante.
Ele sai do chuveiro, perfuma-se cuidadosamente, começa a vestir-se, e a mulher, surpreendida, pergunta:

  • Aonde é que vais?
  • Não ouviste o que o médico me disse ?
  • Sim, por isso mesmo estou aqui, já prontinha para… tu sabes !

Então ele responde: – Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu outra vez
com a mania dos remédios caseiros…

Dois ginecologistas conversam:

– Você não vai acreditar – diz um deles – mas ontem, no meu consultório, atendi a uma paciente que tinha um clitóris que era como… ah, vamos dizer assim… um melão!
– Não é possível! – espanta-se o outro. – Não pode existir algo assim tão grande. Ela não poderia nem mesmo caminhar!
– Calma, calma… – intervém o primeiro – Quem falou em tamanho? Eu estava falando de sabor…
O paciente vem à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe? Pergunta o doutor.
– Dois ou três copos de vinho durante o dia, um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Sóóóóóó? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e chegam a ser duas ou três vezes por semana.
– Pois, só que vossemecê é médico em Lisboa, e eu… sou padre em Aljustrel.
Antes da operação, o paciente, muito nervoso, faz uma bateria de perguntas ao médico:

– Doutor, depois da cirurgia eu vou poder desenhar?
– Claro que sim! Em poucos dias o senhor estará trabalhando normalmente!

Então o paciente abraça o médico e começa a beijá-lo.

– O que é isso, rapaz? – estranha o Doutor.
– O senhor é um anjo! – diz o paciente, empolgado – Vai me ensinar a desenhar e ainda por cima vai me arrumar um emprego!