O paciente chega ao médico a chorar com dores e diz:
– Doutor, parti o meu braço em dois lugares. Preciso de ajuda. O que eu faço?
O médico olha nos olhos do paciente e diz:
– Olha, rapaz, eu acho melhor você não voltar a esses lugares.
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– Bom dia, é da receção? Eu gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre um paciente. Queria saber se certa pessoa está melhor ou piorou.
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Pedro e está no quarto 302.
– Um momento, eu vou transferir a ligação para o setor de enfermagem.
– Bom dia, sou a enfermeira Lourdes. O que deseja?
– Gostaria de saber as condições clínicas do paciente Pedro do quarto 302, por favor!
– Um minuto, vou localizar o médico de plantão.
– Aqui é o Dr. Carlos. Em que posso ajudar?
– Olá, doutor. Precisaria que alguém me informasse sobre a saúde do Pedro que está internado há três semanas no quarto 302.
– Ok, vou consultar o prontuário do paciente. Um instante! Aqui está, ele se alimentou bem hoje, a pressão arterial e pulso estão estáveis, responde bem à medicação prescrita e vai ser retirado do monitor cardíaco até amanhã. Continuando bem, o médico responsável assinará alta em três dias.
– Ahhhh, graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, certamente da família?
– Não, sou o próprio Pedro telefonando aqui do quarto 302! É que todo mundo entra e sai deste quarto e ninguém me diz nada. Eu só queria saber como estou! -
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O médico diz ao paciente:
– Eu lamento, mas o senhor já só tem cinco minutos de vida.
– Cinco minutos? Mas o senhor não me pode fazer nada?
– Em cinco minutos, só se for um ovo estrelado. -
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O sujeito quase surdo vai ao médico. No fim da consulta o paciente pergunta: – Quanto tenho que pagar, doutor?
- 200 reais. – diz o médico.
- Hein? Trezentos reais?!
- Isso, 300 reais. – responde o doutor.
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O paciente está na capital para um exame periódico de saúde.
- Bebe?
- Dois ou três copos de vinho pela manhã, um whiskyzinho à noite…
- Fuma?
Dois charutos por dia.
- E sexo?
- Duas ou três vezes por mês.
- Sóóó? Com a sua idade e a sua saúde, era pra ser duas ou
três vezes por semana.
- Sabe como é, doutor? Se eu fosse bispo na capital até que dava,
mas numa diocese pequena, numa aldeia…
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Num outro médico, um paciente chega para consulta caindo de bêbado. Durante a entrevista, vêm as perguntas de costume: – Nome? – Juvenal dos Santos! – Idade? – 32 anos. – O senhor bebe? – Vou aceitar um gole, mas só pra te acompanhar, doutor…(?!!)
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Anedota
O médico, depois de ver a história clínica do paciente, pergunta:
- Fuma?
- Pouco.
- Faz bem. Quanto menos melhor. – Bebe?
- Pouco.
- Ainda bem. – Pratica desporto?
- Não posso. Tenho lesões antigas.
- Pois, é pena. – E sexo, pratica com frequência?
- Muito pouco.
- Isso é que não pode ser. Se não pratica desporto, deve compensar
fazendo muito sexo. Vá para casa e pense bem nisso…
Ele foi para casa, contou à mulher o que o médico lhe tinha dito e, de seguida foi tomar um banho. A mulher, esperançosa, enfeita-se, perfuma-se, põe o seu melhor baby-doll e fica à espera dele, numa pose toda provocante.
Ele sai do chuveiro, perfuma-se cuidadosamente, começa a vestir-se, e a mulher, surpreendida, pergunta:- Aonde é que vais?
- Não ouviste o que o médico me disse ?
- Sim, por isso mesmo estou aqui, já prontinha para… tu sabes !
Então ele responde: – Ah, Francisca, Francisca, lá estás tu outra vez
com a mania dos remédios caseiros… -
Anedota
Uma paciente vê outra a sair do laboratório (a correr) e perguntou ao medico:
– Porque é que aquela paciente saio daqui a correr?
– Preguei-lhe um susto.
– O que disse?
– Que estava grávida.
– Mas ela não era freira?
– Pois, mas ela estava com soluços. -
Anedota
Dois ginecologistas conversam:
– Você não vai acreditar – diz um deles – mas ontem, no meu consultório, atendi a uma paciente que tinha um clitóris que era como… ah, vamos dizer assim… um melão!
– Não é possível! – espanta-se o outro. – Não pode existir algo assim tão grande. Ela não poderia nem mesmo caminhar!
– Calma, calma… – intervém o primeiro – Quem falou em tamanho? Eu estava falando de sabor… -
Anedota
O paciente vem à capital para um exame periódico de saúde.
– Você bebe? Pergunta o doutor.
– Dois ou três copos de vinho durante o dia, um uisquinho à noite…
– Fuma?
– Dois charutos por dia.
– E sexo?
– Duas ou três vezes por mês.
– Sóóóóóó? Com a sua idade e a sua saúde? Mais velho sou eu e chegam a ser duas ou três vezes por semana.
– Pois, só que vossemecê é médico em Lisboa, e eu… sou padre em Aljustrel. -
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Antes da operação, o paciente, muito nervoso, faz uma bateria de perguntas ao médico:
– Doutor, depois da cirurgia eu vou poder desenhar?
– Claro que sim! Em poucos dias o senhor estará trabalhando normalmente!
Então o paciente abraça o médico e começa a beijá-lo.
– O que é isso, rapaz? – estranha o Doutor.
– O senhor é um anjo! – diz o paciente, empolgado – Vai me ensinar a desenhar e ainda por cima vai me arrumar um emprego! -
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No manicómio um médico fala com um paciente:
– Olhe, a linha não tem isca.
– Claro, seu estúpido! A banheira não tem peixes! -
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O médico olha para o resultado do exame, torce o nariz, vira-se para o paciente, um sujeito franzino, humilde de dar dó, e fala:
– Huummm… esta sua doença não está me agradando nem um pouco!
E o sujeito, cabisbaixo:
– Sinto muito, seu dotô! Mas eu só tenho esta! -
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O Paciente:
- Doutor, eu não sei o que acontece, mas ninguém nunca me leva a sério!
O Psicanalista:
- O senhor só pode estar brincando comigo!
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No consultório, a paciente, que tinha sete filhos, diz ao ginecologista:
– Doutor, eu preciso de uma orientação sua.
– Pode dizer Dona Marli. Qual é o problema?
– Eu engravido com muita facilidade!
– Eu tenho uma solução muito barata. Tome alguns copos com água!
– Nossa! Que interessante! Mas eu devo tomar antes de ou depois de?
– Nem um, nem outro. A senhora deve tomar em vez de… -
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O médico chega para o paciente e diz:
– Lamento lhe informar, mas o senhor vai morrer dentro de pouco tempo… Infelizmente, não há mais nada que eu possa fazer…
– Oh, meu Deus! Mas eu ainda nem fiz as coisas que eu sempre quis fazer na vida… Visitar o Taj Mahal, as pirâmides, gastar grana na casa de mulheres… Que notícia terrível! Quanto tempo eu ainda tenho de vida, doutor?
– Dez…
– Dez, o quê? Dez meses? Dez semanas? Dez, o quê?
– Nove… Oito… Sete…

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