Etiqueta: presente

Três amigos conversam:

– Meu filho está muito bem, é um grande construtor… Está tão bem que acaba de dar uma casa de presente a um amigo!

O segundo emenda:

– O meu garoto é muito bem-sucedido. Já é dono de várias concessionárias e até deu um Mercedes pra um amigo no mês passado.
– E o meu! – disse o terceiro – É dono de um haras enorme e presenteou seu melhor amigo com um puro-sangue campeão!

Com a chegada de outro amigo, o filho do dono do haras diz:
– Estávamos falando sobre nossos filhos. O que tem feito o seu?
– Ah, o meu filho é gay… Faz strip-tease e programas!

Os amigos ficam horrorizados mas o pai do gay nem se abala.

– Você não se importa? – pergunta um dos amigos.
– Eu não! Ao contrário. Só no últimos meses ele ganhou uma casa, um carro zero e um puro-sangue dos três namorados.

Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:

  • Estouuuu… é da polícia?
  • É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.

E o alentejano:

  • Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.

E o policia:

  • Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.

No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.

Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:

  • Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?

E o Manel:

  • Já.

E o outro alentejano:

  • E racharam-te a lenha toda?

Responde o Manel:

  • Sim…

E finaliza o alentejano todo contente:

  • Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.
À beira de um caminho há uma casa, habitada por um casal conhecido pela sua generosidade e desinteresse. O caminho encontra-se em muito mau estado e há continuamente acidentes e avarias nos veículos que nele transitam. Um dia passa um padre católico com o seu carro e o inevitável acontece. Os donos da casa consertam-lhe generosamente o veículo, convi- dam-no para almoçar e tratam-no com amabilidade. O padre vai-se embora e no dia seguinte, agradecido, manda-lhes uma enorme caixa de chocola- tes. Na semana seguinte acontece o mesmo, mas desta vez com um pastor protestante. Os donos da casa tratam dele, arranjam-lhe o carro, dão-lhe de comer e o pastor, agradecido e feliz, manda-lhes um belo presente no dia seguinte.
Finalmente, o destino decide que aconteça o mesmo a um rabino. Os donos da casa, tão amáveis como sempre, arranjam os estragos, convi- dam-no para almoçar, bebem juntos uns copos e o rabino vai-se embora muito contente. E o que lhes manda no dia seguinte? Outro rabino.
Quatro amigos encontram-se numa festa após trinta anos sem se verem. Algumas bebidas, e um deles resolve ir à casa de banho. Os que ficaram começam a falar dos filhos. O primeiro falou:
— Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
O outro disse:
— Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.

O terceiro falou:

— Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
— Qual era o assunto?
— Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?

— Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.
Cinderela estava triste e desiludida em casa. Suas irmãs estavam no maior agito lá na festa do príncipe e ela não podia ir…
Nisso, chegou a Fada Madrinha, que lhe perguntou o motivo de seu desagrado:
– É que aquelas duas gordas feiosas foram à festa do príncipe e eu não posso ir porque estou menstruada…
– Que é isso, minha filha? Tenho uma coisinha que vai resolver o seu problema!
Então, a fada dirigiu a sua varinha de condão para a abóbora ali presente e a transformou o fruto em um absorvente! Em seguida, deu à menina o absorvente com todas as explicações pertinentes ao seu uso.
E lá foi a Cinderela feliz e contente para a festa. À meia noite ela morreu.