Pergunta a professora:
– Joaquim, diga o presente do indicativo do verbo caminhar.
– Eu caminho… tu caminhas… ele caminha…
– Mais depressa! diz a professora.
– Nós corremos, vós correis, eles correm!
Etiqueta: presente
– Joaninha, diz-me o presente do verbo “andar”. – Eu ando, tu andas, ele anda… – Despacha-te mais depressa!, disse o professor. Foi logo atendido: – Nós corremos, vós correis, eles correm.
Joãozinho ganhou um presente do pai, o Joaozão (que tem o mesmo espírito de porco do moleque). Então, brincando no quintal, o garoto fica gritando para o pai:
-Paieee! Olha aqui. Sem as mãos! -Paieee! Olha aqui. Sem os pés! -Paieee! Olha aqui. Sem as pernas! E Joaozão perde a paciência:
- Para já com isso, Joãozinho! Me devolve essa Motosserra!
– Meu filho está muito bem, é um grande construtor… Está tão bem que acaba de dar uma casa de presente a um amigo!
O segundo emenda:
– O meu garoto é muito bem-sucedido. Já é dono de várias concessionárias e até deu um Mercedes pra um amigo no mês passado.
– E o meu! – disse o terceiro – É dono de um haras enorme e presenteou seu melhor amigo com um puro-sangue campeão!
Com a chegada de outro amigo, o filho do dono do haras diz:
– Estávamos falando sobre nossos filhos. O que tem feito o seu?
– Ah, o meu filho é gay… Faz strip-tease e programas!
Os amigos ficam horrorizados mas o pai do gay nem se abala.
– Você não se importa? – pergunta um dos amigos.
– Eu não! Ao contrário. Só no últimos meses ele ganhou uma casa, um carro zero e um puro-sangue dos três namorados.
Telefona um alentejano para a esquadra da policia e diz:
- Estouuuu… é da polícia?
- É sim, em que posso ajudá-lo? – responde do outro lado o policia.
E o alentejano:
- Queria fazer quexa do mê vizinho Maneli. Ele esconde droga dentro dos troncos da madeira para a larera.
E o policia:
- Tomámos nota. Muito obrigado por nos ter avisado.
No dia seguinte os agentes da polícia estavam em casa do Manel. Procuraram o sítio onde ele guardava a lenha e, usando machados, abriram ao meio todos os toros que lá havia, mas não encontraram droga nenhuma. Praguejaram e foram-se embora.
Logo de seguida toca o telefone em casa do Manel:
- Oh Maneli, já aí foram os tipos da polícia?
E o Manel:
- Já.
E o outro alentejano:
- E racharam-te a lenha toda?
Responde o Manel:
- Sim…
E finaliza o alentejano todo contente:
- Então Feliz Natal, amigo! Este foi o mê presente deste ano.
– E o que você vai querer de presente de Natal?
A menina, com ar de espanto, horrorizada por alguns segundos, respondeu:
– Você não recebeu meu e-mail?
Finalmente, o destino decide que aconteça o mesmo a um rabino. Os donos da casa, tão amáveis como sempre, arranjam os estragos, convi- dam-no para almoçar, bebem juntos uns copos e o rabino vai-se embora muito contente. E o que lhes manda no dia seguinte? Outro rabino.
— Meu filho é o meu orgulho. Começou a trabalhar como paquete numa empresa, estudou administração, foi promovido a gerente e hoje é o presidente da empresa. Ficou tão rico que, no aniversário de um amigo, deu-lhe um carro de presente.
O outro disse:
— Espectáculo! Meu filho também é um orgulho para mim! Começou a trabalhar como cobrador de autocarro, estudou e tirou o curso de piloto. Foi trabalhar numa grande empresa aérea, resolveu entrar para sócio e hoje é o dono. Ficou tão rico que um dia destes resolveu dar um avião de presente de aniversário a um grande amigo.
O terceiro falou:
— Parabéns! Também estou orgulhoso do meu filho, que se formou em Engenharia e abriu uma construtora que hoje é um sucesso. Ficou tão rico, que, recentemente, deu um apartamento a um amigo que fazia anos.
O amigo que tinha ido à casa de banho voltou e perguntou:
— Qual era o assunto?
— Estamos a falar do grande orgulho que temos nos nossos filhos. E o seu? O que faz?
— Meu filho não é propriamente um grande orgulho… É vagabundo, não quer trabalhar, mas devo admitir que é um grande sortudo e muito esperto. Fez anos no outro dia e ganhou um apartamento, um avião e um carro.
Nisso, chegou a Fada Madrinha, que lhe perguntou o motivo de seu desagrado:
– É que aquelas duas gordas feiosas foram à festa do príncipe e eu não posso ir porque estou menstruada…
– Que é isso, minha filha? Tenho uma coisinha que vai resolver o seu problema!
Então, a fada dirigiu a sua varinha de condão para a abóbora ali presente e a transformou o fruto em um absorvente! Em seguida, deu à menina o absorvente com todas as explicações pertinentes ao seu uso.
E lá foi a Cinderela feliz e contente para a festa. À meia noite ela morreu.
— Como pode uma coisa tão maravilhosa vir de um animal tão pequeno, sem aparência, totalmente insignificante…
— Alto aí! Se não queres agradecer-me, vá lá. Mas também não precisas de me ofender!…