Uma loira entra num avião com bilhete de classe económica e senta-se nos lugares de classe executiva.
A hospedeira diz-lhe que tem de se sentar na parte de trás do avião, ao que a loira responde:
– Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
A hospedeira percebe que não consegue resolver o caso e chama o comandante.
Este diz à loira para se sentar na parte de trás do avião, que são os lugares de classe económica.
Ela responde:
– Deve haver algum engano porque eu sou super loira, super inteligente e vou para as Caraíbas.
O comandante, então, diz-lhe umas palavras ao ouvido, a loira levanta-se e dirige-se para os últimos lugares do avião.
A hospedeira, curiosa, pergunta ao comandante:
– O que é que lhe disse?
O comandante responde:
– Disse-lhe que esta parte do avião não vai para as Caraíbas.
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Sócrates, Obama e o Papa viajavam no mesmo avião, quando aparece numa das asas o Diabo com uma enorme serra e começa a serrar a asa da aeronave. Quando viram o Diabo ficaram apavorados. Sócrates vira-se para o Obama e diz:
– Obama, tu que sabes falar e argumentar como ninguém, convence o cornudo a parar, senão vamos cair e morrer todos!!!
Obama foi até lá, conversou… conversou… e nada do capeta parar… Obama voltou e implorou ao Papa:
– Papa, só o senhor poderá salvar-nos… Ele não quer conversa… vai mesmo derrubar o avião!!!
O Papa foi até ao Diabo, usou de toda a sua persuasão, argumentou o que pôde… e nada… Desistiu, voltou e resumiu a conversa:
– Não sei o que fazer… Estamos perdidos… Vamos rezar!!!
Foi quando Sócrates se levantou e disse:
– Deixem comigo… Sou a nossa última chance. Vou tentar.
E lá foi ele falar com o Diabo. Mal trocaram duas palavras, o Diabo parou de serrar a asa do avião… e desapareceu. Obama e o Papa ficaram surpreendidos e perguntaram:
– O que é que tu lhe disseste?
– Disse-lhe que, se eu morrer, vou formar governo no Inferno!
Um muçulmano, durante o período do Ramadão, senta-se junto a um alentejano num voo.
Quando o avião descola, começam a servir as bebidas aos passageiros.
O alentejano pede um tinto de Borba reserva.
A hospedeira, depois de servir o vinho, pergunta ao muçulmano se quer beber alguma coisa.
Este responde, com ar ofendido:
– Prefiro ser raptado por dezenas de mulheres da Babilónia antes que uma gota de álcool toque nos meus lábios.
O alentejano, engasgando-se, devolve rapidamente o copo de tinto à hospedeira e diz:
– Eu também prefiro. Não sabia é que se podia escolher!
Um canibal apanha um avião. Durante o voo vem a hospedeira e pergunta-lhe:
— O senhor deseja a ementa?
— Não, traga-me a lista dos passageiros!
A hospedeira de bordo distribuía aos passageiros, uma pastilha elástica antes do avião levantar voo, dizendo:
- Evitam problemas nos ouvidos provocados pela descolagem.
O avião já ia alto, quando um passageiro chama a hospedeira e lhe diz:
- O seu remédio foi eficaz, mas agora não consigo tirar a pastilha dos ouvidos.
Era o primeiro passeio de Frederico, num avião, e quando aterrou voltou-se para o piloto e disse:
— Muito obrigado por estes dois passeios. O piloto ficou surpreendido:
— Dois passeios? Mas o senhor só deu um.
— Não! Dois! — replicou — Foi o primeiro e o último!
Era a primeira vez que ele andava de avião, e estava cheio de medo… A certa altura, voltando-se para o companheiro do banco, disse-lhe:
— É espantosa a sensação que a gente sente. E pensar que aqueles pontinhos negros lá em baixo, que parecem formigas, são pessoas…
O outro respondeu:
— Não, não. Está enganado: são formigas! A gente ainda não levantou voo…
Num avião que estava prestes a despenhar-se, viajavam cinco passageiros, mas existiam apenas quatro pára-quedas. O primeiro passageiro diz:
— Eu sou Kobe Bryant, o melhor jogador da NBA, e os Lakers precisam de mim, por isso não posso morrer.
Assim, apanha um dos pára-quedas e atira-se do avião.
O segundo passageiro, era Hillary Clinton, que diz:
— Eu sou a mulher de um ex-presidente dos EUA, sou senadora do estado de Nova Iorque e uma potencial futura presidente.
Pega no segundo pára-quedas e também se atira do avião.
O terceiro passageiro, George W. Bush, diz:
— Eu sou o presidente dos Estados Unidos, tenho grande responsabilidade como líder de uma superpotência e sou o mais inteligente presidente da história americana, pelo que o meu povo não permitirá que eu morra.
Agarra no terceiro pára-quedas e atira-se do avião. O quarto passageiro era o Papa João Paulo II, que diz para o quinto, uma aluna da escola primária com dez anos:
— Eu sou um homem velho e fraco e já não me restam muitos anos. Por isso, como bom católico, sacrificarei a minha vida e deixarei que sejas tu, minha menina, a ficar com o último pára-quedas.
A menina sorri e diz:
— Não há problema, há um pára-quedas para mim e outro para ti! O mais inteligente presidente da história americana levou a minha mochila da escola.
Antes da descolagem, entram os pilotos, cada um com óculos escuros, bengala branca e cão. Os passageiros acham muita graça ao sentido de humor da tripulação. O aparelho começa a rolar na pista e vai-se levantando um clamor entre os passageiros. Transforma-se num grande burburinho e, com o fim da pista já à vista, há uma grande gritaria. No último momento, o avião descola. Diz um piloto para o outro:
— Qualquer dia os gajos não gritam e morremos aqui todos…
Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:
— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes…
— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha? Júlia reflete e diz:
— Bem, não… A professora disse:
— Viu, não podemos ter tudo.
— Professora —, disse Artur
— Neu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,…
— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular? Depois de refletir, Artur responde:
— Bem, não…
— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.
Joãozinho levanta o dedo e diz:
— Professora, meu pai, agora, tem tudo.
— Será? — disse a professora.
— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse:
- “Essa não…, era só o que me faltava!”
– O senhor aceita uma Banana Split?
– Não, obrigado… Eu sou diabético!
– Então que tal um pudim de leite condensado?
– Eu não posso! – repetiu ele – Sou diabético!
– Tudo bem – tornou a aeromoça – Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!
– Moça, você não está entendendo! – disse ele, começando a se alterar – Eu sou diabético!!!
– Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia…
– Porra! – grita ele, batendo no braço da poltrona – Eu já falei umas mil vezes que sou diabético! Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! EU SOU DIABÉTICO!!!
– Regina! – grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas – O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!
– É só o senhor colocar esta mochila nas costas, pular, e puxar a primeira cordinha. Se o pára-quedas não abrir, puxe a segunda cordinha. Lá embaixo vai estar um jipe, esperando para trazê-lo de volta.
O português salta, puxa a primeira cordinha e não acontece nada.
– Ai meu Jisuis.
Puxa a segunda cordinha, e nada.
– Ai meu Jisuis! Só falta o jipe não estar lá me esperando.
Papo vai, papo vem, o piloto coloca a mão da freirinha no manche.
– Vamos dar uma trepadinha nas alturas? – sugeriu ele à mulher.
Os tapas que ele levou foram ouvidos em todo avião.
Então a viagem seguiu, o co-piloto ficou tirando o maior sarro do amigo, quando de repente a turbina direita pifa. Segundos depois a esquerda. E o trem de pouso.
– Apertem os cintos! – gritou o piloto no auto-falante – Este avião vai cair!
Então a freira correu para a cabine e disse, aflita:
– Piloto, piloto! Será que ainda dá tempo daquela trepadinha?
No balcão do aeroporto, quando a moça perguntou que lugar ele preferia, respondeu:
– Dentro da caixa-preta, por favor!
Mesmo assim continuava demasiado pesado, por isso tiraram o chão e agarraram-se todos aos postes e mesmo assim esta demasiado pessado.
Ai começaram todos a dizer a dizer que o preto tinha de ir, no qual ele respondeu “o malhão malhão”
(todos os brancos batem palma)
E o avião continuou o seu trajeto com o preto.