Psiquiatra para o paciente bebum:
-O senhor vai parar de beber cerveja, durante um ano só vai beber leite. -Outra vez, doutor?
-O que, o senhor já fez esse tratamento?
-Já, durante os primeiros meses da minha vida…
Etiqueta: leite
Uma mulher leva um bebé ao pediatra.
Depois de alguns momentos na sala de espera, a enfermeira manda-a entrar no consultório.
Depois da apresentação, o médico começa a examinar o bebé e vê que o seu peso está abaixo do normal e pergunta:
– O bebé bebe leite materno ou de biberão?
– Leite materno, diz a senhora.
– Então, por favor, mostre-me os seus seios.
A mulher obedece e o médico toca, apalpa, aperta ambos os seios num exame detalhado:
– Pode vestir a blusa.
Depois da senhora estar novamente composta, o médico diz:
– É claro que o bebé tem peso a menos. A senhora não tem leite nenhum.
– Eu sei, doutor. Eu sou a avó. Mas adorei ter vindo à consulta…
Dois litros de leite atravessaram a rua e foram atropelados. Um morreu, o outro não, porquê?
- Por que um deles era Longa Vida.
– O senhor aceita uma Banana Split?
– Não, obrigado… Eu sou diabético!
– Então que tal um pudim de leite condensado?
– Eu não posso! – repetiu ele – Sou diabético!
– Tudo bem – tornou a aeromoça – Que tal a sugestão da casa, ou melhor, do avião? Um delicioso mousse de chocolate, com cobertura de chantilly!
– Moça, você não está entendendo! – disse ele, começando a se alterar – Eu sou diabético!!!
– Ah, eu sei de uma coisa que o senhor vai adorar: nossa torta holandesa! Uma delícia…
– Porra! – grita ele, batendo no braço da poltrona – Eu já falei umas mil vezes que sou diabético! Será que você é surda! Eu não posso comer essas porcarias, eu sou diabético! EU SOU DIABÉTICO!!!
– Regina! – grita a aeromoça, chamando uma de suas colegas – O moço aqui tá uma pilha de nervos! Traz uma água com açúcar pra ele!
– Ó Manel!… Eu não te pedi que ficasse de olho na hora em que o leite fervesse, ó tua anta???!!!
E o Manuel explica:
– Ó Maria!… E foi exatamente o que eu fiz: eram 8 horas 32 minutos e 45 segundos…
O marido desconfiado ficou olhando bem de longe, pra não dar bandeira. Sua namorada andava na direção de um homem, que estava comendo manga debaixo de uma enorme mangueira.
Então ela parou debaixo da árvore com ele, começou a conversar e logo estava sem roupa. O caipira ficou furioso e foi correndo atrás deles.
– Você vai morrer! Você vai morrer! – gritava ele, desesperado.
Quando foi chegando mais perto, viu que o cara era um negão de uns 2 metros de altura e 1 de largura. O negão, que estava chupando os peitões da caipirinha, se levantou e disse:
– E quem é que vai me matar? Você, seu baixinho magrelo?
– Não senhor – disse o caipira – É que o senhor chupou manga e agora tá tomando leite. Isso aí mata, viu?
Irritado, por nem ele nem a esposa serem japoneses, o marinheiro perguntou a esposa o que havia acontecido. Ela, calmamente lhe explicou:
– Ele nasceu branquinho e sem os olhos puxados, mas como eu não tinha leite, uma ama-de-leite japonesa se ofereceu para amamentá-lo. Eu aceitei e ele ficou assim.
Como o marinheiro não entendia nada de crianças, resolveu perguntar à sua mãe se era realmente possível acontecer uma coisa dessas. A velha, depois de escutar tudo, respondeu indignada:
– É claro que é possível, meu filho! Quando você nasceu aconteceu a mesma coisa: eu não tinha leite, coloquei você pra mamar numa vaca e é por isso que você está chifrudo desse jeito!
Três viúvas falavam da sua desgraça:
- O meu Manel coitadinho passou-se com um ataque de coração.
- O meu Francisco, o pobre foi atropelado.
- Ai e o meu António que morreu a beber leite.
- A beber leite!!?? Mas como foi isso? Afogou-se?
- Não. A vaca caíu-lhe em cima.
– Ô, branquelo! Por que você não vai pegar um sol pra ficar bonitão que nem eu, hein? Sol faz bem pra saúde, cara!
O leite, quase qualhando de tão puto, respondeu:
– Olha só quem vem me falar de saúde! Logo você que ferra com a saúde de todo mundo! Ataca o fígado, causa cirrose, gastrite, embriaga, mata pessoas no trânsito…
– Tá certo, tá certo! – disse o copo de vinho, impaciente – Tudo isso é verdade, mas tem um pequeno detalhe que você não pode contestar…
– Ah, é? Posso saber o quê?
– A minha mãe é uma uva…
– O senhor precisa parar de beber imediatamente!
– Parar de beber? – pergunta ele, incrédulo.
– Parar de beber pinga! – acrescenta o doutor – A partir de hoje você não toma mais uma gota de álcool! Só leite, durante dois anos!
– Mas doutor… Outra vez?
– Por quê? O senhor já fez este tratamento?
– Claro… Passei dois anos tomando leite, leite, leite… Até que um dia eu não agüentei mais e enchi a cara de pinga!
– Mas… Quando foi isso? – perguntou o médico, penalizado.
– Ah, faz tempo… Esses foram os dois primeiros anos da minha vida!
O leite e o vinho batem um papo acalorado e o leite diz:
- Vinho, você é mau. Embebeda as pessoas e as mata de cirrose… Eu, pelo contrário, só dou saúde para todo mundo!
O vinho não aceita a provocação e responde:
- Tudo bem, mas tem uma coisa: a minha mãe é uma uva e a sua é uma vaca…
“Desliga-se automaticamente após 5 litros”!!!!!
O que é que os Alentejanos esperam depois da seca?
Que as vacas dêem leite em pó.
– Oh senhor! – Diz o cigano – O senhor é que não compreendeu! De manhã, bebo eu o leite; à tarde, a mulher dá o leite ao miúdo; e à noite, eu dou o leite à mulher!
– Dêem exemplos de frases com a palavra ÓBVIO?
Cátia Vanessa, uma das alunas mais aplicadas da turma, sempre muito bem vestida, ar de menina bem, respondeu:
– Senhora professora, hoje acordei bem cedo, ao nascer do sol, depois de uma óptima noite de sono no conforto do meu quarto. Desci a enorme escadaria da minha vivenda e fui à copa onde tomei o pequeno-almoço. Depois de me deliciar com as mais apetitosas iguarias fui até à janela que dá para o jardim. Vi a porta da garagem aberta e que lá se encontrava guardado o Ferrari do meu pai. Pensei cá com os meus botões: ‘É ÓBVIO que o papá foi trabalhar de Mercedes’.
Luís Cláudio, aluno de família classe média, não quis ficar atrás e disse:
– Professora, hoje não dormi nada bem porque o meu colchão é um bocado duro, mas apesar disso ainda consegui dormir alguma coisa. Tinha ligado despertador e por isso acordei a horas. Levantei- me cheio de sono, comi um pão torrado com manteiga e tomei café com leite. Quando sai para a escola vi o Fiat Uno do meu pai parado na garagem. Disse cá para comigo: ‘É ÓBVIO que o pai não devia ter gasolina e foi trabalhar de autocarro’.
Embalado na conversa, Geofredo Motumba Júnior, um preto da Cova da Moura, também quis responder:
– Féssora, hoje eu quasi num dormiu porqui houve cunfusão lá nos meu rua, com tiro e tudo. Só acordei di manhã porque estava a esmorrer di fome, mas num havia nada pra comer lá nos casa. Espreitei pela janela e viu os minha vó vistido cum os camisola dus Porto e cos jornal dibaixo dus braço e aí eu pensou: ‘É ÓBVIO qui vai cágá. Num sabi ler!!!’.
