Uma mulher vai a um tatuador e pergunta se era possível desenhar um coelho da páscoa e a inscrição “Páscoa Feliz” na nádega direita.
O tatuador diz que sim e começa o trabalho.
O resultado é perfeito. O coelho parecia ter vida. Não satisfeita a mulher pergunta se era, também, possível fazer uma tatuagem do Papai Noel com a inscrição “Feliz Natal” na nádega esquerda.
O tatuador diz que sim novamente e mais uma vez o resultado é perfeito.
Depois de pagar, quando a mulher se preparava para sair o tatuador resolve perguntar:
Escute, porque é que fez essas tatuagens esquisitas?
Ela responde:
É por causa do meu marido. Vive dizendo que entre a Páscoa e o Natal nunca tem nada de bom para comer lá em casa…
Samir viaja para uma cidade grande onde vai fazer compras para a loja de secos e molhados. Chegando lá ele conhece uma mulher maravilhosa, e fica loucamente apaixonado.
Na manhã seguinte, envia um telegrama para sua esposa:
-Sarita, ficarei uma semana fazendo compras.
Passou a semana, ele decide mandar outro telegrama:
-Sarita, ainda vou precisar de mais uns quinze dias para as compras.
No dia seguinte, chega a resposta de Sarita:
-Não se preocupe, Samir. Pode ficar o tempo que quiser. O que você está comprando por aí eu estou dando de graça aqui.
Um cara vê uma mulher linda, com seios espetaculares, saltar do ônibus. Corre até ela e pergunta:
Deixaria eu morder seus seios por 50 reais?
Você deve estar maluco – diz a moça. Mas o cara insiste:
E por 500 reais você deixaria?
Olha, não me leve a mal, mas não sou desse tipo de mulher.
De olho no volume daqueles seios, ele faz uma última pergunta:
Por 5000 reais! Cinco mil! Você deixaria eu morder seus seios maravilhosos?
A mulher hesita, pensa um pouco. Se lembra do furo no cheque especial… Conclui que uma mordida no seio não é algo tão degradante assim e finalmente responde:
Por 5000 reais tudo bem.
Então vamos até aquele cantinho… – convida o cara.
Ela vai, abre a blusa, deixa os seios à mostra e libera tudo. O sujeito beija, passa as mãos, encosta a cabeça, lambe… e nada de morder. Até que a mulher perde a paciência:
A esposa passou a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou ao marido que tinha dormido na casa de uma amiga.
O marido, então, telefonou para dez amigas. Nenhuma delas confirmou.
O marido passou a noite fora de casa. Na manhã seguinte, explicou à mulher que tinha dormido na casa de um amigo.
A esposa, então, telefonou para dez amigos do marido. Sete deles confirmaram, e os três restantes, além de confirmarem, garantem que ele ainda estava lá.
Carminha, aquela moça bem feiosa, infeliz, tão desajeitada que nunca tinha conseguido arrumar um namorado, foi pedir auxílio a uma cartomante.
Depois de por as cartas, a Cartomante diz::
-Minha querida, nessa vida, você não vai ser muito feliz no amor. Mas na próxima encarnação, você será uma mulher muito desejada e todos os homens se arrastarão aos seus pés. Carminha saiu de lá muito feliz e ao passar uma ponte sobre uma rodovia, pensou:
“Quanto mais cedo eu morrer, mas cedo começará a minha outra vida!”
E decidiu se atirar lá de cima da ponte. Mas, por uma incrível coincidência, a moça não morreu, porque Carminha caiu de costas em cima de um caminhão carregado de bananas. Com a queda, perdeu os sentidos. Assim que se recuperou, ainda tonta e sem saber onde estava, começou a apalpar em volta e, sentindo as bananas, sussurrou, com um sorriso nos lábios…
-Um de cada vez! Por favor! Um de cada vez! Façam uma fila.
Uma mulher acompanha o marido ao consultório médico. Depois de ser atendido, o médico chama a esposa reservadamente e diz: – Seu marido está com stress profundo. A situação é delicada, e se a senhora não seguir as instruções que vou lhe passar, seu marido certamente vai morrer. São apenas 10 instruções que salvarão sua vida: 1) Toda manhã, prepare para ele um café reforçado; 2) Para o almoço, ofereça refeições nutritivas; 3) Para o jantar, prepare pratos especiais; 4) Mantenha em casa um bom estoque de cerveja gelada; 5) Não o atrapalhe quando ele estiver vendo futebol ou F1; 6) Pare de assistir novelas; 7) Não o aborreça com problemas do universo feminino; 8) Deixe-o chegar no horário que desejar; 9) Nunca questione onde estava; 10) Faça sexo com ele onde, como e quando ele quiser. No caminho de casa, o marido pergunta: – O que foi que o médico disse? E ela responde: – Ele disse que você vai morrer.
Corno, porém, sensato No meio de um julgamento, pergunta o Juiz: – O senhor chegou em casa mais cedo e encontrou a sua mulher na cama com outro homem, correto? – Correto, meritíssimo!- diz o réu de cabeça baixa. Continua o juiz: – Então o senhor pegou sua arma e deu um tiro na sua mulher, matando-a na hora, correto? – Correto, meritíssimo! – repete o réu. – E por que o senhor atirou nela e não no amante dela? O réu responde: – Senhor Juiz…. Me pareceu mais sensato matar uma mulher uma única vez, do que um homem diferente todos os dias. Foi absolvido na hora! Corno… porém sensato…
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou: – Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão. Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão. Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro. A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou: – Querido, tenho uma surpresa para o jantar! Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão! As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!! Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho. Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!
Meu querido filho: Escrevo-te a lápis porque o nosso gato entornou o tinteiro. Por sorte, não tinha tinta! Há algum tempo que estás na tropa. Enquanto tu cá estavas não dávamos pela tua falta, mas agora que partiste, bem vemos que cá não estás. No domingo o Sr. Regedor organizou uma corrida de burros; foi pena cá não estares, ganhavas, de certeza, o primeiro prémio. Mandei-te umas camisas novas, que fiz com as velhas do teu pai. Quando assim estiverem, manda-mas para fazer novas para a tua irmã. No domingo foi a festa da terra. Pensei muito em ti, por causa da feira dos porcos. O teu irmão vai casar com uma mulher. Tu já a conheces. É aquela que nos fez rir muito no enterro do teu avô. O nosso gato, ao atravessar a estrada, ficou sem rabo. Tem cuidado, não te vá acontecer o mesmo! Aqui estamos todos bem menos o tio Júlio que morreu. Espero que esta carta te vá encontrar da mesma maneira! Tua mãe
Sabe quais são os 4 maiores desejos de um homem? Ser tão bonito quanto a mãe dele acha que ele é. Ter tanta mulher quanto a mulher dele acha que ele tem. Ter tanto dinheiro quanto os amigos dele acham que ele tem. Ser tão bom de cama quanto ele acha que é.
Certa tarde, um famoso banqueiro ia para casa na sua “limousine” quando viu dois homens à beira da estrada, a comer erva. Ordenou ao motorista que parasse e, saindo, perguntou a um deles: – Porque estais a comer erva? – Não temos dinheiro para comida… – disse o pobre homem – . Por isso temos que comer erva. – Bem, então venham à minha casa e eu lhes darei de comer – disse o banqueiro. – Obrigado, mas tenho mulher e dois filhos comigo. Estão ali, debaixo daquela árvore. – Que venham também – disse novamente o banqueiro. E, voltando-se para o outro homem, disse-lhe: – Você também pode vir. O homem, com uma voz muito sumida disse: – Mas, senhor, eu também tenho esposa e seis filhos comigo! – Pois que venham também – respondeu o banqueiro. E entraram todos no enorme e luxuoso carro. Uma vez a caminho, um dos homens olhou timidamente o banqueiro e disse: – O senhor é muito bom… Obrigado por nos levar a todos! O banqueiro respondeu: – Meu caro, não tenha vergonha, fico muito feliz por fazê-lo! Ireis ficar encantados com a minha casa… A erva está com mais de 20 cm de altura! “Quando achares que um banqueiro (ou banco) está a ajudar-te, não te iludas, pensa um pouco antes de aceitares qualquer acordo…”
Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia a conversa: – Então, como estás Paulinho? – Péssimo! – O quê! Péssimo! Com aquele Ferrari que tu tens? – Ficou destruído num acidente. E o pior é que o seguro tinha acabado de vencer. – Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos. E o teu filho, esse puto tão inteligente? – Morreu. Conduzia o Ferrari. O sujeito tenta fugir daquele assunto tão trágico: – E tua filha linda, que mais parecia um modelo? – Morreu. Estava junto com o irmão. Só a minha mulher é que não estava no carro. – Graças a Deus! Como está ela? – Fugiu com o meu sócio. – Bem. Pelo menos a empresa ficou só para ti. – Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a firma falida! Totalmente falida. Estou a dever milhões! – Porra! É melhor mudar-mos de assunto. E o teu clube? – Sou do Sporting. – Foda-se, Paulinho! Não tens nada positivo? – Tenho. SIDA.
😏 Agora ainda mais rápido e catita!
😍 Novo visual da página para ficar mais rápida e funcionar melhor em telemóveis.
😆 Melhorei os links de partilha, agora funcionam yay! ;D
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