O pai diz ao Joãozinho:
– Por cada asneira que tu fazes, fico com mais um cabelo branco.
O Joãozinho responde:
– Porra, então tu devias fazer muitas asneiras, olha para os cabelos da avó!
Etiqueta: cabelo
Uma mulher muito charmosa e atraente, que está num bar, gesticula charmosamente para o barman, que imediatamente se aproxima. Quando ele chega, ela, muito sedutora, faz sinal para que ele aproxime o seu rosto do dela.
Ela começa a gentilmente acariciar o cabelo e a barba, passando os dedos carinhosamente. Ela pergunta:
– Você é o proprietário? – passando vagarosamente as duas mãos no seu rosto.
– Não – responde ele.
– Podes chamá-lo? Preciso falar com ele! – diz ela, afagando os cabelos do barman.
– Acho que não posso ajudar-te. Ele não está aqui hoje – diz o empregado, já profundamente excitado com a situação.
– Posso fazer alguma coisa por ti?
– Claro que pode. Preciso que lhe dê um recado – diz ela, e enfia dois dedos na boca do barman, deixando-o chupá-los levemente.
– Diga-lhe que não tem papel higiénico na casa de banho das mulheres!
Cansada das brincadeiras sobre a sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
– Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
– Obrigado!
– Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?
– Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
– São 627!
– Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e, quando a estava levando para o carro, o pastor chamou:
– Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?
Um tipo comprou um carro topo de gama e estava a dar uma volta numa estrada municipal à noite.
A capota estava recolhida, a brisa soprava levemente pelo seu cabelo e ele decidiu puxar um bocado pelo carro.
Assim que a agulha chegou aos 130 km, ele de repente reparou nas luzes azuis por trás dele.
– “De maneira alguma conseguem acompanhar um Mercedes” – pensou ele para consigo mesmo, e acelerou ainda mais.
A agulha bateu os 150, 170, 180 e, finalmente, os 200 km/h, sempre com as luzes atrás dele.
Entretanto teve um momento de lucidez e pensou:
– “Mas que raio é que eu estou a fazer?!” – e logo de seguida encostou.
O polícia chegou ao pé dele, pegou na carta de condução sem dizer uma palavra e examinou o carro.
– Eu tive um turno bastante longo e esta é a minha última paragem. Não estou com vontade de tratar de mais papeladas, por isso, se me der uma desculpa pela forma como conduziu que eu ainda não tenha ouvido, deixo-o ir!
– Na semana passada a minha mulher fugiu de casa com um polícia – disse o homem – e eu estava com medo que a quisesse devolver!
Diz o polícia:
– Tenha uma boa noite!
Cansada das brincadeiras sobre sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas:
— Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
— Obrigado!
— Se eu acertar quantas ovelhas há em seu rebanho, eu ganho uma?
— Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
— São 627!
— Impressionante! Esse e o número exato de ovelhas do meu rebanho. Pode escolher uma, ela e sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e quando a estava levando para o carro o pastor chamou:
— Moça! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a senhora devolve o meu cachorro?
Depois de aposentar-me, fui até o INSS para poder receber meu benefício.
A mulher que me atendeu solicitou minha identidade para verificar minha idade.
Chequei meus bolsos e percebi que a tinha deixado em casa.
Disse a mulher que lamentava, mas teria que ir até minha casa e voltar depois.
A mulher disse:
- Desabotoe sua camisa.
Então, desabotoei minha camisa deixando exposto meus cabelos crespos prateados.
Ela disse:
- Este cabelo prateado no seu peito é prova suficiente para mim.
E processou meu benefício.
Quando cheguei em casa, contei entusiasmado o que ocorrera para minha esposa.
Ela disse:
- Por que você não abaixou as calças? Você poderia ter conseguido auxilio-invalidez também.
O filho pede o carro emprestado ao pai, que lhe faz algumas exigências:
- Filho, vamos fazer o seguinte: você melhora suas notas na escola, estuda a Bíblia, e corta esse cabelo. E aí voltamos a conversar.
Um mês depois, o rapaz volta a perguntar ao pai se pode usar o carro.
- Filho, estou realmente orgulhoso: você melhorou suas notas na escola, e estudou a Bíblia. Mas não cortou o cabelo! Como fica nosso trato?
- Papai, lendo a Bíblia, fiquei intrigado: Sansão tinha cabelos longos, Noé também…até Jesus; e todos eram boas pessoas!
E o pai:
- É verdade… e todos eles andavam a pé.
Quando uma professora dava aula a seus alunos sobre as diferenças entre os ricos e os pobres, Júlia levanta o dedo:
— Senhora, meu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes…
— Tudo bem, diz a professora, mas será que tem uma lancha? Júlia reflete e diz:
— Bem, não… A professora disse:
— Viu, não podemos ter tudo.
— Professora —, disse Artur
— Neu pai tem tudo: TV, telescópio, DVD, Mercedes, Lancha,…
— Sim, responde a professora, mas será que tem um avião particular? Depois de refletir, Artur responde:
— Bem, não…
— Está vendo que não se pode ter tudo na vida? — disse a professora.
Joãozinho levanta o dedo e diz:
— Professora, meu pai, agora, tem tudo.
— Será? — disse a professora.
— Certeza. Pois sábado passado, quando minha irmã apresentou o novo namorado, pagodeiro, de cabelo descolorido, bonezinho virado, cueca aparecendo. O papai disse:
- “Essa não…, era só o que me faltava!”
P: Qual é a semelhança entre um bidé e um careca?
R: Um cabelo aqui, um cabelo ali…
– Querido, me fale honestamente: que idade você me dá agora?
– Hum, deixe-me ver – responde ele, analisando a esposa – Olhando para o seu rosto, te dou 20! A sua pele… 18! O seu cabelo, hum… 25…
– Ai, bem! Você é um amor!
E o marido continua:
– Calma, ainda nem terminei de somar tudo!
– Menina, como você tá diferente! Cortou o cabelo… Tá moderna!
– Pois é… – concordou a amiga.
– Tá mais magra…bonita!
– Pois é…
– Então, me conta, o que você anda fazendo da vida?
– Tô fazendo quimioterapia…
– É mesmo? – se interessou a loira – Em que faculdade?
-Podes me dar o champô para cabelos secos…
-Para que? Não tens o cabelo seco…
-Ah mas também não está molhado ….
– Você ficou louca? – ele pergunta à esposa.
– Fiquei louca de raiva! – grita ela – Eu fui lavar o seu paletó e olha só o que eu encontrei: um fio de cabelo loiro!!! Posso saber o que significa isso?
– Que coisa feia, hein Berenice? Fazem dez anos que você não usa o cabelo oxigenado e nesse tempo todo não lavou meu paletó!
– Estou tao excitado. vou pra Itália amanhã.
– Itália? – perguntou o barbeiro – com tanto lugar bom pra ir, tu vais pra Itália?
– É, eu vou pela Air France.
– Ihhhh, essa é a pior companhia de aviação do mundo. Vai pra que cidade?
– Roma.
– Que horror! Cidadezinha feia! Vais se hospedar aonde?
– No Hilton.
– Que …., hein! Aquilo é o maior pardieiro! Vais ver o papa?
– Claro!
– Programa de Índio, hein! Milhares de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte viajou, curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou fez questão de voltar à barbearia.
– E aí como foi a viagem? – perguntou o barbeiro.
– Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano a tentar ver o papa. Logo que o papa chegou ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais. Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou-me uma coisa no meu ouvido. Só pra mim!
– E o que o papa falou pra você?
– Cabelinho mal cortado, hein, rapaz?! Que merda de barbeiro é o teu?!!…
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!
– Eu sei como você pode fazer amor com esta freira.
O hippie responde que adoraria saber como, e o motorista conta-lhe que todas as quartas-feiras, à meia-noite, ela vai ao cemitério para rezar.
– Como você tem cabelos compridos e barba como Jesus Cristo, deve apenas vestir uma túnica branca e cobrir o seu rosto com um gel que brilhe no escuro. Ela vai pensar que você é Jesus e poderá ordenar-lhe que faça sexo com você.
O hippie acha uma boa ideia e, na quarta-feira seguinte, ele vai ao cemitério vestindo a túnica e com a cara pintada, à espera que a freira chegue. À meia-noite em ponto ela chega e começa a rezar. Ele salta de trás de um túmulo e diz:
– Eu sou Jesus. Ouvi as suas preces e elas serão atendidas. Mas antes terá que fazer amor comigo.
A freira concorda mas pede que seja sexo anal, porque quer manter a sua virgindade devido aos votos. O hippie aceita e executa a sua função. Depois de terminado o acto, ele não resiste e, limpando o gel do rosto, diz:
– Há, há, há! Eu sou o sujeito do autocarro! A freira tira o véu e diz:
– Há, há, há! E eu sou o motorista!