A professora diz aos alunos:
– Quem fez o trabalho de casa sem ajuda, que ponha o dedo no ar!
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– Agora quem fez com a ajuda da família, que ponha o dedo no ar! – pede a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
– E quem fez com ajuda de outras pessoas, que ponha o dedo no ar! – diz a professora.
O Joãozinho não põe o dedo no ar.
A professora então pergunta:
– Então Joãozinho, qual foi a tua ajuda?
À qual o Joãozinho responde:
– A calculadora!
Etiqueta: pessoas
Um casal entra num conhecido restaurante do Porto e encontra-se com um grupo de amigos. Um deles dirige-se ao marido:
– Olá Pedro, como estás?
O marido responde:
– Mal, tenho sida. O médico deu-me apenas uns meses de vida.
O amigo despede-se e fica todo encavacado. A mulher diz ao marido em voz baixa:
– Pedro, não sejas parvo! Como é que dizes às pessoas que tens sida se tu o que realmente tens é cancro nos pulmões?
O marido responde:
– Eu morro de qualquer forma, mas a ti… ninguém te come!
Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.
O seu repertório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.
A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:
– Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!
O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:
– Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…
– O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!
- Filha, as vizinhas já andam a dizer que tu andas a deitar-te com o teu namorado!
- Ai mãe, as pessoas são tão faladoras. Uma pessoa deita-se com um fulano qualquer e já dizem que é o namorado!
Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
– Com licença – diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos e, depois de alguns minutos, o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
– O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a fechar-se.
Mais barulhos estranhos e, alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
– O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
– O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
– Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – explica o médico – não consigo abrir a minha mala!
Uma mulher pessimista vai ao posto de saúde, é atendida e pergunta para o médico:
– Doutor, quanto tempo eu tenho?
O médico responde:
– Você tem pouco tempo.
– Então quer dizer que eu posso morrer a qualquer momento?
– Não, é que eu tenho outras pessoas para atender.
Um puto entra no autocarro na baixa lisboeta para ir dar um passeio e senta-se atrás do condutor. Começa a cantar parvoíces:
– Se o meu pai fosse um porco, a minha mãe uma porca, eu era um porquito.
– Se o meu pai fosse um cão, a minha mãe uma cadela, eu era um caozito.
O condutor começou a ficar irritado com a música dele, virou-se para o miúdo e disse:
– Se o teu pai fosse um estúpido, a tua mãe uma estúpida, o que eras tu?
O miúdo disse de repente, com grande orgulho:
– Seria o condutor deste autocarro!…
A SIC resolveu entrevistar um pastor que praticamente há 10 anos vivia com as suas ovelhas. Tinha muito pouco contacto com outras pessoas. Chegaram lá e, como primeira pergunta, quiseram saber o nome do pastor. Este respondeu:
– Ammmmmmmmméééééééééééérico.
– Papá, porque olham as pessoas para aquela lista antes de comerem?, perguntava o Joãozinho no restau- rante. – É para saberem o que hão-de comer. – Então já não sabem comer de cor?
O Presidente queria um selo com uma foto sua para celebrar o seu primeiro ano de governo.
Ele exigiu um selo de altíssima qualidade.
Os selos são criados, impressos e vendidos.
O Presidente fica radiante!
Alguns dias depois, o Presidente fica furioso ao ouvir reclamações de que o selo não adere aos envelopes.
O Presidente convoca os responsáveis e ordena que investiguem o assunto.
Eles pesquisam as agências dos correios de todo o país e relatam o problema.
Todos dizem:
– Não há nada de errado com a qualidade dos selos. O problema é que as pessoas andam a cuspir do lado errado.
Um homem pacato morre e vai para o inferno.
Ao chegar lá, ele descobre que há um inferno diferente para cada país e decide tentar o que castiga menos para passar a sua eternidade.
Primeiro, vai ao inferno alemão, vê uma pequena fila de pessoas e pergunta:
– O que fazem aqui?
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo alemão vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
O homem não gosta do que ouve e vai tentar a sua sorte noutro inferno.
Passa pelo inferno dos EUA, da Rússia e de muitos mais, mas todos eles praticam o mesmo que o inferno alemão.
Ele continua a andar até que descobre uma grande fila no inferno de Angola: era tão longa que fazia lembrar uma missa do Papa.
Muito intrigado, ele pergunta o que fazem nesse inferno e respondem-lhe:
– Primeiro põem-te numa cadeira elétrica durante uma hora. Depois põem-te numa cama de pregos por mais uma hora e, por fim, o diabo angolano vem com um chicote e chicoteia-te até à noite.
Aí, ainda mais admirado, o homem pergunta:
– Mas é exatamente o mesmo tratamento que fazem nos outros infernos. Porque razão é a fila aqui tão grande?
– Porque aqui nunca há eletricidade, portanto a cadeira elétrica não funciona. Os pregos foram encomendados e pagos, mas nunca foram fornecidos, porque os contentores ainda estão no porto, portanto a cama é muito confortável. E o diabo angolano é trabalhador da função pública, por isso vem apenas para assinar o ponto e depois vai embora e não está para chicotear os mortos.
Duas freiras estavam de viagem num carro já velhote. Por vezes, o indicador de combustível não indicava o nível correto, e esta foi uma dessas alturas. Para sorte delas, havia um posto de gasolina por perto.
As freiras pediram emprestado um recipiente para levarem a gasolina até ao carro. O empregado do posto, como não tinha mais nada, ofereceu-lhes um penico velho:
— Se as senhoras não se importarem, vou encher este penico com gasolina. Assim já podem chegar aqui de carro e depois abastecer convenientemente.
As freiras concordaram e levaram o penico com a gasolina. Quando estavam a abastecer o carro, passou um automobilista que, ao ver a cena, parou e ficou a observar as duas irmãs. No final, disse o sujeito:
— Já vi pessoas com muita fé, mas isto ultrapassa tudo!
Na porta da Igreja, antes da missa, conversa rola, e o padre no meio de um grupo. Um cabra de chapelão de palha e peixeira na cintura disse:
- Pois padre, me desculpe, mas comigo é assim: se o cabra me contar uma mentira eu faço hannnn… Se ele não justificar eu passo a peixeira na barriga.
Começa a missa e o cara tá lá no primeiro banco, bem compenetrado. Na hora do sermão, o padre explica o milagre da multiplicação dos pães:
- Meus irmãos, Jesus alimentou cinco mil pessoas com cinco pães… Antes de concluir o homem que não admitia mentira fez:
- Hannnnnnn… E o padre muito que ligeiro ajuntou:
- … Mas também cada pão era do tamanho dessa Igreja….
– Padre, o senhor acha certo as pessoas ganharem dinheiro com os erros dos outros?
O padre responde:
– Não meu filho! Claro que não!
O Jovem fala:
– Então, devolva o dinheiro do meu casamento!
– Tu não me podes levar!
– Então porquê?
– Não se pode levar 3 pessoas na moto!
– Nós somos só 2…
– Então não dizem que Deus está em todo o lado?
