Etiqueta: perna

No Alentejo, um indivíduo vai ao médico:

  • Dotori, olhe p’ra isto – mostra a parte de trás do pescoço com um hematoma enorme e negro – Foi um leão…
  • Um leão?!? Onde é que isso aconteceu?
  • Em Évora.
  • Em Évora?!?!
  • E esta foi um urso – diz o alentejano, mostrando as costas completamente cobertas por escoriações horríveis.
  • Um Urso?!? Onde aconteceu isso?
  • Em Évora.
  • Em Évora?!?
  • E olhe mais esta! – diz o alentejano, mostrando uma perna cheia de feridas – Esta foi um tigre!
  • Um tigre? Onde? Não me diga que também foi em Évora.
  • Foi em Évora sim Sr. E digo-lhe mais. Se não tivessem parado o carrossel a tempo, ainda acabava por me matar ali mesmo!…

Até os nossos dias, muita gente, quando escreve o número sete, coloca um traço na metade da perna do algarismo.
Qual será a origem desse costume?

Para responder, temos que voltar muitos séculos atrás, aos tempos bíblicos, quando Moisés estava no Monte Sinai e lhe foram ditados os dez mandamentos.
Em voz alta, ele foi anunciando para a multidão, um por um.
Quando chegou no sete, Moisés disse:
– Não desejarás a mulher do próximo!

Fez-se um breve silêncio… e a multidão rompeu, gritando em coro:
– Risca o sete, risca o sete!

Hung Chow-Lee telefona para o chefe:

“Sefi, Hung Chow no vai trabaia hoji, muito doenti. Dô cabeça, dô baliga, dô perna. No vai!”

Diz o patrão: “Mas, Hung Chow, eu preciso muito de você aqui, hoje! Olhe, quando eu me sinto assim, eu procuro minha mulher e peço para fazer sexo comigo. Isto me faz sentir melhor e então, eu posso trabalhar. Tente isto.”

Algumas horas mais tarde, Hung Chow telefona e diz:

“Sefi, fazi o que sefi mandô. Sinto booom! Za vai trabaiá. Bonita sua casa, sefi!”
O sujeito está no bar, totalmente bêbado. Ele vê a única mulher do bar, sentada no balcão.

Ele vai até lá, põe a mão sobre a perna dela e começa a boliná-la. Depois do susto ela levanta e taca a maior bofetada no bêbado.

Ele imediatamente se desculpa e explica:

– Desculpe, eu pensei que fosse minha mulher. Você se parece demais com ela!
– Seu bêbado, vagabundo, desgraçado, filho da mãe… – responde ela.
– Olha só! Você fala igualzinho também!
Estavam 3 médicos a gabarem-se – diz o 1º: – eu sou tão bom que chegou ao pé de mim 1 rapaz sem uma perna eu pus-lhe uma e ele ganhou a maratona da NY – diz o 2º: – isso não é nada! eu pus 2 braços a 1 rapaz e ele foi campeão mundial de boxe – diz o 3º: – e voçês ainda se gabam?? chegou ao pé de mim 1 homem sem cabeça eu pus-lhe uma de burro e ele ainda conseguiu ser presidente do futebol clube do porto.
O fazendeiro leva o seu cavalo para o veterinário.

– Olha — explica ele. — Esse cavalo passa um tempo galopando com toda a elegância e depois, sem mais nem menos, começa a mancar, a puxar de uma perna. O que o senhor me aconselha a fazer?

E o veterinário:

– O melhor que tem a fazer é esperar ele voltar a galopar e vendê-lo imediatamente!
O sujeito está no bar, caindo de bêbado, quando olha pra única mulher do estabelecimento, sentada, tomando uma cerveja. Cambaleando, ele vai até lá, põe a mão sobre a perna dela e começa a abraçá-la. Imediatamente a mulher vira um tapa na cara do bêbado, que se defende:

– Desculpe, moça! (hic) Eu pensei que fosse a minha mulher! Você é igualzinha minha mulher!!!
– Sai daqui, seu bêbado! Vagabundo, desgraçado, filho da…
– Tá vendo? – interrompe o bêbado – Você também fala igualzinho ela!
Ramon e Maria passeavam de mãos dadas pelo parque da cidade. Enquanto caminhavam, o rapaz sentia que algo fica cada vez mais quente no meio de suas pernas e não era o joelho…

O desejo de Ramon aumentava enquanto caminhavam entre as grandes e sombrias árvores. Ramon já não agüenta mais de tesão e começa a agarrar a namorada.

No meio do amasso, Maria o interrompe, dizendo:
– Ai, amor! Pára, que eu quero fazer xixi!

Mesmo contrariado com o pedido, Ramon concorda:
– Tudo bem, Maria. Então vai ali, atrás daqueles arbustos.

Mas o safadão já não conseguia se controlar… Ele, nervoso e possuído pelo desejo, escuta o som erótico da calcinha deslizando pelas coxas grossas de Maria.

Incapaz de se conter, Ramon segue seus instintos animais e estende o braço até tocar a perna de Maria. Suavemente, sobe as mãos mais e mais, até segurar algo grosso e quente, no meio das pernas dela!

Assustado, ele pergunta:
– Maria! Por Deus! Você mudou de sexo?

Ela responde, gemendo:
– Não! Mudei de idéia… Estou cagando!
Um padre está dirigindo para sua paróquia quando vê na estrada uma freira conhecida sua. Ele para e diz :

– Irmã, suba que te levo ao convento.

A freira sobe e senta no banco do passageiro, cruza as pernas e o habito se abre e deixa a perna a mostra.

O padre olha e continua dirigindo. Numa troca de marcha ele coloca a mão sobre a perna da freira que lhe diz:

– Padre, lembre-se do salmo 129.

O padre pede desculpas e continua dirigindo. Mais adiante em outra troca de marcha ele coloca a mão sobre a perna da freira que repete:

– Padre, lembre-se do salmo 129.

O padre se desculpa dizendo :

– Perdoe- me irmã, mas você sabe que a carne é fraca.

Chegando no convento a freira desce. O padre logo chega à sua igreja e corre ate a Bíblia para ler o tal salmo 129.

Estava escrito:

SIGA BUSCANDO, QUE LOGO ACIMA ENCONTRARAS A GLORIA…

MORAL DA HISTORIA: Na sua profissão deves estar sempre bem informado ou podes perder uma grande oportunidade.
Estavam 3 grandes médicos a discutir. Um francês, um Inglês e um português.
O Francês diz:
-Eu sou o melhor médico do mundo! Houve na minha terra um homem que ficou sem perna, mas eu fiz-lhe uma prótese tão perfeita que ele hoje é campeão de atletismo.
Depois diz o Inglês:
-Haaaaa!! Na minha terra havia um homem que ficou sem os 2 braços e eu fiz-lhe umas próteses tão bem feitas que ele hoje é campeão em halterofilismo!
O português diz:
-Melhor ainda sou eu!!Houve na minha terra um homem que perdeu a cabeça e eu cosi-lhe uma cabeça de burro.
Os outros dizem:
– O que é que isso tem de especial??? Ele responde:
-É que ele hoje é presidente do Sporting!!!
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!