Etiqueta: rapaz

O rapaz viril, másculo, na casa dos trinta, acaba de fazer amor loucamente com sua esposa, com quem vive há cinco anos. Ele se vira pro canto com uma expressão preocupada e ela pergunta:

  • O que foi, amor?
  • Minha querida – diz ele, vacilante – Tenho sufocado um segredo dentro de mim durante todos estes anos que passamos juntos, mas sinto que não dá mais pra viver uma farsa…
  • Pode se abrir, querido!
  • Não sou o que aparento ser. Por dentro, na minha alma e na minha mente, sou uma mulher…
  • Mulher? – espanta-se ela – Mas acabamos de fazer amor loucamente e você sempre demonstrou que me deseja
  • Sabe, é difícil confessar…
  • Que você fingia?
  • Não, amor! Eu sou lésbica!
O sujeito foi cortar o cabelo no barbeiro que freqüentava há mais de vinte anos.
– Estou tao excitado. vou pra Itália amanhã.
– Itália? – perguntou o barbeiro – com tanto lugar bom pra ir, tu vais pra Itália?
– É, eu vou pela Air France.
– Ihhhh, essa é a pior companhia de aviação do mundo. Vai pra que cidade?
– Roma.
– Que horror! Cidadezinha feia! Vais se hospedar aonde?
– No Hilton.
– Que …., hein! Aquilo é o maior pardieiro! Vais ver o papa?
– Claro!
– Programa de Índio, hein! Milhares de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte viajou, curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou fez questão de voltar à barbearia.
– E aí como foi a viagem? – perguntou o barbeiro.
– Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano a tentar ver o papa. Logo que o papa chegou ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais. Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou-me uma coisa no meu ouvido. Só pra mim!
– E o que o papa falou pra você?
– Cabelinho mal cortado, hein, rapaz?! Que merda de barbeiro é o teu?!!…
Um rapaz saiu para jogar bingo com 100 reais. Ao longo da noite, perdeu quase tudo: sobraram só 5 reais.
Já eram 5 horas da manhã, fazia frio e ele tinha que voltar para casa de táxi. Ele saiu do bingo, foi até um ponto de táxi e perguntou para o motorista:
— Olha, eu tenho só 5 reais e preciso ir até a Vila do Cafundó. São 5 da manhã e está o maior frio, quebra o meu galho!
O motorista não deu a mínima para o rapaz e falou:
— Eu não trabalho para sustentar vagabundo. Se vira.
O cara ficou puto e, já que estava tudo perdido mesmo, resolveu gastar o resto da grana no Bingo. Teve uma sorte dos diabos e ganhou 10.000 reais.
Pensou um pouco e resolveu voltar para o ponto de táxi. Quando chegou lá, viu que o taxista mal-educado agora estava na última posição da fila do ponto.
Chegou para o primeiro da fila e falou:
— Oi, chefe, eu te dou 200 pilas se você me levar para casa e mais 200 para você me fazer um boquete…
O taxista ficou puto e mandou ele para o inferno. Então, foi até o segundo taxista e fez a mesma oferta. Esse também ficou uma fera e falou que não levava nem a pau.
O cara foi fazendo a proposta táxi por táxi, e sempre recebendo a mesma resposta furiosa, até que chegou naquele taxista mal-educado. Entrou direto no carro e falou:
— Olha, agora eu arranjei grana para pagar a corrida e ainda pago dobrado se você sair buzinando, rindo e dando tchauzinho para os seus companheiros…
Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou !
Uma senhora foi para a maternidade para ter dois bebés: 1 rapaz e 1 rapariga gémeos.
Em homenagem a sua terra ela chamou a menina de Madeira e o menino de João Jardim.
O Dr. Alberto João Jardim, ao saber da notícia, foi visitar a mãe e bebés.
Ao chegar, a senhora estava a dar peito ao menino e o Sr. Jardim tenta agradecer pela linda ideia dos nomes.
A senhora interrompe-o e diz baixinho: Chiiiiuuuu!!! Se a Madeira acorda, o João Jardim não mama mais…
Uma velha morreu e dentro da capela estava muita gente a velar por ela…
Cá fora passou um rapaz com a sua velha bicicleta…parou a bicicleta ao lado das escadas e entrou na igreja para se despedir da velha senhora.
Quando chegou cá fora, reparou que lhe tinham roubado a bicicleta e começou a chorar compulsivamente.
Nisto passa uma senhora na rua e, cheia de pena do rapaz, pensando que ele chorava pela vizinha, diz-lhe: – “Não fiques assim, meu filho… ela já era velhinha!”.
O rapaz, muito indignado, responde: “Era velhinha, mas eu montava nela todos os dias!”.
Está um cigano à porta de um supermercado juntamente com a mulher e o filho ainda pequeno, a pedir leite. O comerciante, ao ver esta cena triste, decide dar um copo de leite ao cigano. Este não tem mais nada, pega no copo e bebe o leite todo sozinho. O comerciante, danado com a cena, diz ao cigano: – Oh rapaz, então eu dou-te o leite com a esperança que tu o desses ao miúdo e tu bebe-lo sozinho
– Oh senhor! – Diz o cigano – O senhor é que não compreendeu! De manhã, bebo eu o leite; à tarde, a mulher dá o leite ao miúdo; e à noite, eu dou o leite à mulher!
O estudante, em apuros monetários, teve de empenhar o fato, mas não queria que o pai soubesse. Finalmente, resgatou o fato e levou-o para casa, na mala da roupa. Enquanto o rapaz estava ocupado no seu quarto, o pai começou a desfazer-lhe a mala. Ao deparar com a etiqueta da casa de penhores, presa ao casaco, perguntou ao filho:
— João, que etiqueta é esta? 
O rapaz não hesitou e replicou:

— É que fui a um baile, ontem à noite… e isso é a etiqueta que lhe puseram no bengaleiro…
Um momento depois a mãe viu uma etiqueta igual presa às calças e perguntou, surpresa:
— João, mas que espécie de baile foi esse?!…
O tio Chico atrasado no serviço, no caminho, deparou-se com um garoto e disse-lhe: podes dizer-me as horas Por favor?
-Não sei ao certo, mas sei que ainda não são quatro horas. Respondeu ele.
Tem a certeza disso? Insistiu o tio Chico com o ar muito triste.
-O rapaz parecia maluco, respondeu com toda calma – tenho, porque as quatro hei-de estar em casa e eu ainda lá não estou.
Numa escola em África a professora pede aos alunos que digam um verbo. O 1º aluno pensa um bocado e diz: – Bicicrete.
– Não, bicicleta não é um verbo. Tu aí atrás, diz um verbo.
O rapaz pensa um bocado e finalmente diz: – Prástico.
– Não, plástico não é um verbo. Tu aí ao pé da janela, diz um verbo.
O rapaz pensa um pouco e diz: – Hospedar.
– Muito bem, hospedar é um verbo sim senhor. Agora diz uma frase com esse verbo. O aluno: – Hospedar da minha bicicrete são de prastico!
Um homem e a sua mulher reparam que o órgão reprodutor do seu filho é muito pequeno e levam-no 
ao médico.

O médico examina o rapaz e recomenda que lhe dêem muitas torradas.

No dia seguinte, a mulher levanta-se de manhã e faz monte de torradas.
 Quando o rapaz vai tomar o pequeno-almoço, a mãe grita-lhe:

– Tira só duas! …. O resto é para o teu pai.
Muito contrariado, o pai do Joãozinho leva-o à psicóloga, por imposição da professora que insistia em dizer que o rapaz era obcecado por sexo.


Já na consulta, a psicóloga pega numa folha de papel em branco, desenha duas rectas paralelas e pergunta ao Joãozinho:

– O que te faz lembrar esse desenho, Joãozinho?

– É um casal a fazer 69!


A médica, noutra folha de papel, desenha um triângulo.

– E agora? – pergunta ela.

– São dois homens a fazer sexo com a mesma mulher!


A psicóloga chama o pai do Joãozinho a um canto e comenta:

– Realmente, o seu filho tem uma obsessão por sexo… Eu mostrei-lhe estes desenhos e ele disse…

– Ele tem obsessão por sexo? – Interrompe o pai.
 Quem foi que desenhou essa pouca vergonha toda?

Num infantário a educadora está a ajudar um menino a calçar as botas.
Ela faz força, faz força, e parece impossível: as botas estão muito apertadas.
Ao fim de algum tempo, e a muito custo, uma bota já entrou e a outra já está quase.
Nisto, diz o miúdo:

  • As botas estão trocadas!

A educadora pára, respira fundo, vê que o rapaz tem razão e começa a tirar-lhe as botas. Mais uma dose de esforço e depois ela torna a calçar-lhas, desta vez nos pés certos.
Ao fim de muito tempo e muito esforço, ela lá é bem sucedida e diz: – Bolas… estava a ver que não… custou…

  • Sabe é que estas botas não são minhas!

A educadora fecha os olhos, respira fundo e recomeça a descalçar o rapaz novamente. Quando finalmente consegue, diz ao miúdo:

  • OK! De quem é que são estas botas, então?
  • São do meu irmão! A minha mãe obrigou-me a trazê-las!

A educadora fica em estado de choque, pulsação acelerada, vai respirando fundo, decide não dizer nada e a calçar novamente o rapaz.
Mais uma série de tempo e finalmente consegue.
Por fim diz-lhe:

  • Pronto, as botas já estão! Onde é que tens as luvas?

Estão dentro das botas!