Etiqueta: barbeiro

O sujeito está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:

– Ricardo, por que você não corta essa barba?

– Se dependesse só de mim… – retruca – Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba.

– Ora, querido – insiste a amante – Faça isso por mim, por favor…

O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo.

Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto e a sua voz sonolenta:

– Carlão, você ainda está aqui? Vai embora! O meu marido já está pra chegar…
O sujeito só tinha um braço e senta-se na cadeira daquela velha barbearia.

– Barba e cabelo! — ordena.

Assim que começa a barba o barbeiro faz-lhe um corte no rosto, depois outro no queixo, outro no pescoço; ao acertar o bigode espeta-lhe o nariz; em seguida, começam as tesouradas: no crânio, na nuca, nas orelhas. No final, o barbeiro pergunta:

– Você era meu freguês há muito tempo atrás, não é mesmo?
– Não, senhor! O braço eu perdi num acidente de automóvel!
O sujeito foi cortar o cabelo no barbeiro que freqüentava há mais de vinte anos.
– Estou tao excitado. vou pra Itália amanhã.
– Itália? – perguntou o barbeiro – com tanto lugar bom pra ir, tu vais pra Itália?
– É, eu vou pela Air France.
– Ihhhh, essa é a pior companhia de aviação do mundo. Vai pra que cidade?
– Roma.
– Que horror! Cidadezinha feia! Vais se hospedar aonde?
– No Hilton.
– Que …., hein! Aquilo é o maior pardieiro! Vais ver o papa?
– Claro!
– Programa de Índio, hein! Milhares de pessoas se acotovelando só pra ver o papa.
O sujeito saiu do barbeiro injuriado. No dia seguinte viajou, curtiu a viagem, que foi ótima. Logo que voltou fez questão de voltar à barbearia.
– E aí como foi a viagem? – perguntou o barbeiro.
– Rapaz, você não sabe o que me aconteceu. Eu tava lá no Vaticano a tentar ver o papa. Logo que o papa chegou ele olhou pra multidão e desceu. Saiu de lá e começou a andar na minha direção. Foi se aproximando de mim cada vez mais. Quando o papa chegou bem pertinho de mim, ele falou-me uma coisa no meu ouvido. Só pra mim!
– E o que o papa falou pra você?
– Cabelinho mal cortado, hein, rapaz?! Que merda de barbeiro é o teu?!!…
Júlio está no motel com a amante, curtindo o pós-coito, quando ela resolve interromper o silêncio:
– Júlio, por que você não corta essa barba?
– Ah, se dependesse só de mim! Você sabe que minha mulher seria capaz de me matar se eu aparecesse sem barba. Ela me ama assim!
– Ora, querido, insiste a amante, faça isso por mim, por favor.
– Não sei não, querida. Sabe, minha mulher me ama muito! Não tenho coragem de decepcioná-la.
– Mas você sabe que eu também te amo muito! Pense no caso, por favor.
O sujeito continua dizendo que não dá, até que não resiste às súplicas da amante e resolve atender ao pedido. Depois do trabalho ele passa no barbeiro, em seguida vai a um jantar de negócios e quando chega em casa a esposa já está dormindo. Assim que ele se deita, sente a mão da esposa afagando o seu rosto lisinho e com voz sonolenta diz:
– Ricardo! Seu merda, filho de uma puta! Você ainda está aqui? Vai embora! O barbudinho já está pra chegar!