Um sujeito encontra um amigo que não via há muito tempo e, querendo ser simpático, inicia a conversa:
– Então, como estás Paulinho?
– Péssimo!
– O quê! Péssimo! Com aquele Ferrari que tu tens?
– Ficou destruído num acidente. E o pior é que o seguro tinha acabado de vencer.
– Bem, vão-se os anéis, mas ficam os dedos. E o teu filho, esse puto tão inteligente?
– Morreu. Conduzia o Ferrari.
O sujeito tenta fugir daquele assunto tão trágico:
– E tua filha linda, que mais parecia um modelo?
– Morreu. Estava junto com o irmão. Só a minha mulher é que não estava no carro.
– Graças a Deus! Como está ela?
– Fugiu com o meu sócio.
– Bem. Pelo menos a empresa ficou só para ti.
– Ela fugiu com ele porque me roubaram tudo. Deixaram a firma falida! Totalmente falida. Estou a dever milhões!
– Porra! É melhor mudar-mos de assunto. E o teu clube?
– Sou do Sporting.
– Foda-se, Paulinho! Não tens nada positivo?
– Tenho. SIDA.
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Anedota
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Anedota
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão.
A aula começa e a professora:
– Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão:
– Patrick Henry em 1775 em Filadélfia.
— Muito bem, Suzuki.
E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se?
Suzuki:
– Abraham Lincoln, em 1863, em Washington.
A professora olha os alunos e diz:
– Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo:
– Japonês filho da puta!
– Quem foi?, grita a professora.
Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde:
– General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour.
A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala:
– Acho que vou vomitar.
– Quem foi?, grita a professora novamente.
E Suzuki:
– George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991.
Um dos alunos fala:
– Chupa-me o pau!
E a professora, irritada:
– Acabou-se! Quem foi agora?
E Suzuki, sem hesitações:
– Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997.
E outro aluno fala ao fundo:
– Suzuki de merda!
E Suzuki responde:
– Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002.
A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz:
– Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho!
E Suzuki, bem alto:
– Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente. -
Anedota
Querido “diz a namorada ao namorado” quando olho para ti lembra-me o deserto. “Ele pergunta” Porque?… Tenho assim um olhar tão profundo. Não filho…” Diz ela”… tens é cara de CAMELO -
Anedota
Mocinha: Padre, o João é um Filho da Puta!!!
Padre: Não fale assim, minha filha. Todos nós somos irmãos.
Mocinha: Mas o senhor não sabe o que ele fez…
Padre: E o que ele fez?
Mocinha: Ele me deu beijo na bôca.
Padre: Olhe, eu também te dou um beijo na bôca, e não sou Filho da Puta.
Mocinha: Ele tirou minha blusa!!!
Padre: Eu também estou tirando sua blusa, e não sou Filho da Puta.
Mocinha: Ele tirou meu soutien e chupou os meus peitinhos!!!
Padre: Eu também estou tirando seu soutien, chupando os seus peitinhos e não sou Filho da Puta.
Mocinha: Ele tirou minha calcinha e alizou a minha xaninha!!!
Padre: Eu também estou tirando sua calcinha , alizando a sua xaninha e não sou Filho da Puta.
Mocinha: Ele me comeu seu padre!!!
Padre: Eu também estou te comendo e não sou Filho da Puta.
Mocinha: Mas depois… Mas depois…
Padre: Diga, diga, diga…
Mocinha: Ele me disse que tinha SIDA…
Padre: PUTA QUE PARIUUU , QUE FILHOOOOOO DA PUTAAAAA!!!* -
Anedota
O filho perguntou ao pai. – MEU PAI QUANTO CUSTA CASAR?… O pai respondeu. NÃO SEI, AINDA ESTOU APAGAR -
Anedota
Um velho vivia sozinho em Trás-os-Montes. Ele queria cavar o seu jardim, mas era um trabalho muito pesado para a sua idade. O seu único filho, que normalmente o ajudava, estava na prisão. O velho então escreveu uma carta ao filho, na qual falava do seu problema:
“Querido filho. Estou triste porque, ao que parece, não vou poder plantar o nosso jardim este ano. Estou muito triste por não poder fazê-lo, porque a tua mãe adorava a época do plantio depois do inverno. Mas eu estou velho demais para cavar a terra. Se tu estivesses aqui, eu não teria esse problema, mas sei que tu não podes ajudar-me no jardim, pois estás na prisão.
Com amor, teu pai.”
Pouco depois o pai recebeu o seguinte telegrama:
“Pelo amor de Deus, pai, não cave o jardim! Foi lá que eu escondi os corpos!”
Às quatro da manhã do dia seguinte, uma dúzia de agentes da Judiciária e polícias apareceram e cavaram o jardim inteiro, sem encontrar nenhum corpo. Confuso, o velho escreveu uma carta para o filho contando o que acontecera. Recebeu a seguinte resposta:
“Pai! Espero ter ajudado. Já pode plantar o jardim.” -
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Joãozinho está dentro do carro do seu pai, quando avista duas prostitutas na rua.
– Pai, quem são aquelas senhoras?
O pai meio embaraçado responde:
– Não interessa filho! Olha antes para esta loja. Já viste os portáteis que ali estão?
– Sim, sim, já vi. Mas, quem são as senhoras e o que é que estão fazendo ali paradas? – São… São… São senhoras que vendem na rua.
– Ah, sim?! Mas vendem o quê?, pergunta admirado o garoto.
– Vendem… vendem… Sei lá… Vendem um pouco de prazer.
O garoto começa a refletir sobre o que o pai lhe disse, e quando chega em casa, abre o mealheiro com a intenção de ir comprar prazer àquelas senhoras. Estava com sorte! Podia comprar 50 euros de prazer! No dia seguinte, abeira-se de uma prostituta e pergunta-lhe:
– Desculpe, minha senhora, mas pode-me vender 50 euros de prazer, por favor?
A mulher fica admirada e por momentos não sabe o que dizer, mas como a vida está difícil, aceita. Porém, como não poderia agir de forma normal com o garotinho, leva-o para casa dela e prepara-lhe seis pequenas tortas bem gostosas, de morango e chocolate. Já era tarde quando o rapaz chega a casa. O seu pai, preocupado pela demora do filho, perguntou-lhe onde tinha estado e o garoto respondeu-lhe:
– Fui ver uma das senhoras que nós vimos ontem, para lhe comprar um pouco de prazer!
O pai fica amarelo:
– E… E então! Como é que se passou?
– Bom, as quatro primeiras não tive dificuldade em comer, a quinta levei quase uma hora e a sexta foi com muito sacrifício. Tive quase que empurrar para dentro com o dedo, mas consegui comê-la mesmo assim. Ao final, estava todo lambuzado, pinguei o chão, e a senhora convidou-me para voltar amanhã, mas para ser sincero, só tive prazer nas três primeiras. Só comi as outras para mostrar que sou homem!!! Posso ir amanhã, novamente, pai?
O pai desmaiou ! -
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Numa manhã, a professora pergunta ao aluno: – Diz-me lá quem escreveu Os Lusíadas?
O aluno, a gaguejar, responde:
– Não sei, Sra. Professora, mas eu não fui.
E começa a chorar. A professora, furiosa, diz-lhe:
– Pois então, de tarde, quero falar com o teu pai.
Em conversa com o pai, a professora faz-lhe queixa:
– Não percebo o seu filho. Perguntei-lhe quem escreveu Os Lusíadas e ele respondeu-me que não sabia, que não foi ele…
Diz o pai:
– Bem, ele não costuma ser mentiroso. Se diz que não foi ele, é porque não foi. Já se fosse o irmão! Irritada com tanta ignorância, a professora resolve ir para casa e, na passagem pelo posto local da GNR, diz-lhe o comandante:
– Parece que o dia não lhe correu muito bem!
– Pois não! Imagine que perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas! Respondeu-me que não sabia, que não foi ele, e começou a chorar.
Diz o comandante do posto:
– Não se preocupe. Chamamos cá o miúdo, damos-lhe um aperto e vai ver que ele confessa tudo! Com os cabelos em pé, a professora chega a casa e encontra o marido sentado no sofá a ler o jornal. Pergunta-lhe este:
– Então o dia correu bem?
– Ora, deixa-me cá. Hoje perguntei a um aluno quem escreveu Os Lusíadas. Começou a gaguejar, que não sabia, que não tinha sido ele, e pôs-se a chorar. O pai diz-me que ele não costuma ser mentiroso. O comandante da GNR quer chamá-lo e obrigá-lo a confessar. Que hei-de eu fazer a isto?
O marido, confortando-a:
– Olha, esquece. Janta, dorme e amanhã tudo se resolve. Vais ver que se calhar foste tu e já não te lembras! -
Anedota
Mal o japonês chegou ao Brasil, sua esposa já ia ter nenem. Como ele queria prestar uma homenagem a terra que tão bem o acolhera, resolveu dar um nome brasileiro ao filho. Pediu uma sugestão para um amigo que lhe disse:
– Sugiro Alberto, Ronaldo, Carlos, Antônio…
E o zapon, todo satisfeito: -ótimo nome! ótimo nome!
Nome garoto ser Sugiro, no? -
Anedota
O filho entra eufórico em casa: – Mãe, estamos a ter aulas de sexo! – E o que é que achaste? – Óptimo! É pena que as carteiras sejam tão desconfortáveis. -
Anedota
José Sócrates visita a Inglaterra e vai jantar com a rainha. E às tantas, pergunta:
– Vossa majestade, a senhora impressiona-me. Como pode estar sempre cercada de gente inteligente? Como é que a senhora faz?
Ela responde:
– É muito simples. Eu deixo-os sempre em alerta. Faço um teste de QI regularmente, só para ver se a inteligência deles ainda está bem viva.
Sócrates, surpreendido:
– E como é que a senhora faz isso?
A rainha concorda em mostrar um exemplo. Pega no
liga ao Tony Blair:
– Bom dia, Tony. Tenho um pequeno teste para ti.
Tony, todo educado:
– Bom dia, Majestade. Tudo bem. Estou pronto para o teste. Pode perguntar.
– Muito bem, Tony. O teste é o seguinte:
– É filho do teu pai e da tua mãe, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
– Muito simples, Majestade. Sou eu mesmo.
– Bravo, Tony. Como sempre, inteligente. Até à próxima.
Sócrates fica impressionadíssimo. De volta a Portugal, decide por em prática a técnica que aprendeu com a rainha. Telefona à ministra da educação Isabel Alçada e pergunta:
– Isabelinha, é o Sócrates, companheira. Tenho aqui um pequeno teste de inteligência para ti.
– Tudo bem, pergunta:
– É o seguinte: É filho da tua mãe e do teu pai, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
– Ah, Sócrates, eu não esperava um teste assim, de repente. Tenho que pensar alguns minutos. Telefono-te depois, ok?
– Sem problemas. Até logo.
Ela de seguida liga para o Cavaco Silva, já que ele tem fama de inteligente. Faz a mesma pergunta que lhe foi feita, ao que o Cavaco responde:
– Ora bolas Isabel, sou eu mesmo, como é óbvio!
– Muito bem, perfeito, Cavaco! Obrigado.
E volta a ligar ao Sócrates:
– Sócrates, podes repetir a tua pergunta, por favor? Creio que tenho a resposta.
– Muito bem: É filho da tua mãe e do teu pai, mas não é teu irmão nem tua irmã. Quem é?
E a ministra da educação, vitoriosa:
– Simples!!! Ora bolas, é o Cavaco Silva!!!
– NÃOO, estúpida!!! Tens que treinar mais!!! É o Tony Blair!!! -
Anedota
Uma dona de casa recebe um amante todo os dias em casa, enquanto o marido trabalha. Durante esse tempo ela mete o filho de 9 anos trancado no armário do quarto. Certo dia o marido chega a casa e o amante ainda lá está. Então ela tranca o amante no armário onde estava o filho. Ficaram lá um bocado, até que o miúdo diz:
– Tá escuro aqui, não tá? – É, está.
– Eu tenho uma bola de baseball. – Que giro!
– Queres comprar?
– Não!
– O meu pai está lá fora!
– Quanto é que queres pela bola?
– 5 euros.
– Toma.
Uma semana depois, o marido torna a chegar cedo.
O amante está em casa. O miúdo está no armário. O amante vai para o armário. Ficam em silêncio até que o miúdo diz:
– Tá escuro aqui, não tá?
– É, está.
– Eu tenho uma luva de baseball.
– Que bom.
– Queres comprar?
O homem lembra-se da outra semana…
– Claro, quanto é?
– 10 euros
– Aqui está.
No fim-de-semana o pai chama o filho:
– Pega na bola e na luva e vamos jogar.
– Não posso. Vendi tudo.
– Vendeste? Por quanto?
– 15 euros.
– Não podes enganar os teus amigos assim. Vou
levar-te agora ao padre para te confessares. Chegando à igreja, o miúdo entra no confessionário, ajoelha-se e fecha a porta. Abre-se uma janelinha e aparece o padre.
– Meu filho, não temas a Deus, diz e Ele perdoar-te- á. Qual é o teu pecado?
– Tá escuro aqui, não tá?
– Não vais começar com essa cena outra vez!!! -
Anedota
Uma freira faz sinal para um táxi parar. Ela entra e o taxista não pára de olhar para ela. – Por que você me olha assim?
Ele explica:
– Tenho uma coisa para lhe pedir, mas não quero que fique ofendida!
Ela responde:
– Meu filho, sou freira há muito tempo e já vi e ouvi de tudo. Com certeza não há nada que você me possa dizer ou pedir que eu ache ofensivo.
– Sabe, é que eu sempre tive na cabeça uma fantasia de ser beijado na boca por uma freira!
A freira diz:
– Bem, vamos ver o que é que eu posso fazer por você! Primeiro, você tem que ser solteiro, do Belenenses e também católico.
O taxista fica entusiasmado:
– Sim, sou solteiro, do Belenenses desde criança e sou católico também!
A freira olha pela janela do táxi e diz:
– Então, pare o carro ali na próxima travessa.
O carro pára na travessa e a freira satisfaz a velha fantasia do taxista com um belo e prolongado beijo na boca. Mas, quando continuam para o destino, o taxista começa a chorar.
– Meu filho, diz a freira, porque estás a chorar?
– Perdoe-me Irmã, mas confesso que menti! Afinal sou casado, do Sporting e sou protestante.
A freira conforta-o:
– Não faz mal. Eu também estou a caminho de um baile de travestis, chamo-me Alfredo e sou do Benfica! -
Anedota
Um peregrino a caminho de Fátima pernoita na casa duma viúva. A meio da noite ela vai ter com ele toda nua! Ele, com medo de pecar, foge e vai confessar-se.
– Está bem, meu filho. Como penitência, vai para casa e come 5Kg de favas secas e cruas.
– Sr. padre, eu não sou um cavalo!
– Mas és burro! Primeiro fodias e depois é que te confessavas. -
Anedota
Uma velha morreu e dentro da capela estava muita gente a velar por ela…
Cá fora passou um rapaz com a sua velha bicicleta…parou a bicicleta ao lado das escadas e entrou na igreja para se despedir da velha senhora.
Quando chegou cá fora, reparou que lhe tinham roubado a bicicleta e começou a chorar compulsivamente.
Nisto passa uma senhora na rua e, cheia de pena do rapaz, pensando que ele chorava pela vizinha, diz-lhe: – “Não fiques assim, meu filho… ela já era velhinha!”.
O rapaz, muito indignado, responde: “Era velhinha, mas eu montava nela todos os dias!”.

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