Um Prefeito queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um japonês, um norte-americano e um brasileiro.
– Faço por 3 milhões de reais – disse o japonês –, 1 milhão pela mão-de-obra, 1 milhão pelo material e 1 milhão para meu lucro.
– Faço por 6 milhões de reais – propôs o norte-americano –, 2 pela mão-de-obra, 2 pelo material e 2 para mim. Mas o serviço é de primeira!
– Faço por 9 milhões de reais – disse o brasileiro.
– Nove?! – espantou-se o Prefeito. – Isso é demais! Por quê?
– 3 para mim, 3 para você e 3 para o japonês fazer a obra!
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Um menino pergunta à sua mãe:
– Mãe! Tu és branca, o pai é negro e eu sou japonês. Como é que é isto possível?
– Ai, meu filho! Se soubesses a festa que houve naquela noite… tens sorte em hoje não latires.
O nome que deram foi: TARON.
– Quando você dá o TARON pra mulher – diz o japonês – ela fica alegre, carinhosa ao extremo. Te beija e abraça o dia inteiro e a noite inteirinha. Não dá sossego a noite toda. Ela quer transar quantas vezes você agüentar. Só te chama de: meu amor, minha vida, te adoro, te amo!!!
Aí, perguntaram pro japonês:
– Puxa, esse produto é fantástico mesmo?
– SIM, SIM, SIM!!! Garantido non – respondeu o japonês – funciona mesmo! Não falha non!
– Mas o nome é mesmo… TARON?
– SIM!!! É TARON… Para ser mais preciso, chama-se: TARON de CHEQUE, né?
Irritado, por nem ele nem a esposa serem japoneses, o marinheiro perguntou a esposa o que havia acontecido. Ela, calmamente lhe explicou:
– Ele nasceu branquinho e sem os olhos puxados, mas como eu não tinha leite, uma ama-de-leite japonesa se ofereceu para amamentá-lo. Eu aceitei e ele ficou assim.
Como o marinheiro não entendia nada de crianças, resolveu perguntar à sua mãe se era realmente possível acontecer uma coisa dessas. A velha, depois de escutar tudo, respondeu indignada:
– É claro que é possível, meu filho! Quando você nasceu aconteceu a mesma coisa: eu não tinha leite, coloquei você pra mamar numa vaca e é por isso que você está chifrudo desse jeito!
Com o rabo dos olhos ele dá uma espiada e consegue ler a seguinte inscrição tatuada na piroca do negão:
“Extra! O maior e mais completo hipermercado da América do Sul”.
Ele gostou tanto da ideia que, na primeira oportunidade procurou um tatuador e gravou: “C&A;”.
– É meu pager, meu aparelhinho de bip, ele fala. Tenho um microchip sob a pele do meu braço.
Poucos minutos depois, um telefone toca. O Japonês ergue a palma da sua mao até sua orelha. Quando ele acaba, explica:
– Esse é meu telefone celular. Tenho um microchip na minha mao.
O brasileiro, sentindo-se decididamente por fora de tanta tecnologia, sai da sauna.
Poucos minutos depois retorna com um pedaço de papel higiênico pendurado no traseiro. Os outros dois erguem as sombrancelhas.
E ele diz:
– Tô recebendo um fax…
– Tão jovem e sofrendo! Não é fácil! Aonde você mora?
E o japonês, fazendo muito esforço, fala:
– Soro…ca…ba…
– Que coincidência! Tenho uma irmã que mora em Sorocaba! O nome dela é Marta, você conhece?
E o japonês, com um fio de voz:
– Soro…ca…ba…
– Isso eu já entendi! Eu perguntei se você conhece minha irmã!
O japonês toma fôlego, reúne suas últimas forças e grita:
– Eu “non” conheço Sorocaba! Japonês tenta “expricar” que se você “non” sair de cima da mangueirinha, o soro caba!
Ia um americano e um japonês pela selva. Nisto surge um urso enfurecido de pé nas patas de trás, de garras abertas para eles no tom mais ameaçador possível.
O americano, com reflexos ágeis, dá logo meia-volta para fugir a toda a velocidade mas repara que o japonês se encontrava agachado a calçar umas sapatilhas que trazia num saco plástico.
- Epá! – grita o americano – Tu estás parvo? Se demoras muito nem as sapatilhas te chegam para conseguires fugir ao urso. Ele consegue correr muito mais depressa!
E diz o japonês:
- Mim também não quelel collel mais deplessa que ulso! Bastal mim collel mais deplessa que tu.
Como é que se diz ‘S.I.D.A.’ em japonês?
- “Irokumata”.
Um japonês vai com uma japonesa ao cinema. No meio do filme, o japonês pega na mão da japonesa e coloca-a entre as suas pernas.
Pergunta a japonesa:
- Oh, o que ‘sel’ isto?
Responde o japonês:
- Um saquinho de ‘lebuçados’.
- Oh, está no fim! – responde a japonesa.
Como é que se diz ‘sogra’ em japonês:
- Aturatú.
Então ela teve de tomar a iniciativa, com todo jeitinho. Devagarinho, ela foi enfiando a mão pela braguilha a dentro e nada, aquela dificuldade.
De repente, o japonês diz: – Ta duro, no?
E ela: – É, ta duro de achar.
– Sugiro Alberto, Ronaldo, Carlos, Antônio…
E o zapon, todo satisfeito: -ótimo nome! ótimo nome!
Nome garoto ser Sugiro, no?
– Estes são os novos óculos Nude Look! Com eles o senhor poderá ver todas as mulheres sem roupa! Basta olhar para elas vestidas e os óculos mágicos cuidam do resto, deixando-as completamente nuas!
Inicialmente ele não acredita, mas experimenta os óculos e logo vê o vendedor japonês totalmente sem roupa! Resolve então gastar todo o seu dinheiro e levar para casa a grande invenção tecnológica!
Sai da loja, feliz da vida e vê uma linda japonesa de seios fartos e nádegas perfeitas, vestida com uma blusa de lã e calça comprida, mas isso não era problema. Pega nos seus óculos mágicos e vê a oriental completamente nua: – Ah, que mulher…
Vai para o aeroporto para regressar a Portugal e lá dentro vê todas as hospedeiras como vieram ao mundo. Chega a Lisboa, excitadíssimo com a novidade, e entra em casa a correr cheio de saudades e querendo ver Maria nua sem ter o trabalho de tirar a roupa!
Entra no quarto, com os óculos no rosto, ele vê Maria nua e corre para abraçá-la! Antes de tocá-la ele olha para o lado e vê Joaquim, o seu melhor amigo, também nu, tranquilamente sentado na sua cama!
Tira os óculos e constata que o seu amigo continua nu, assim como Maria! Põe os óculos outra vez e eles continuam nus, tira os óculos, e continuam nus…
E então ele exclama, indignado: – Raios! Olha que merda! Os óculos já se estragaram!!
– Japonês muito chateado com brasileiros né!
– Mas porquê , o que aconteceu?
– Japonês não gostou do apelido que corocaram né!
– Mas que apelido foi esse?
– Brasileiros chama japonês de hemorroida?
– Mas isso é uma vergonha, e convoca os funcionarios para uma reunião.
– Vocês não tem vergonha de fazer uma coisa dessas chamar esse senhor de hemorroida, eu não quero mais ouvir isso aqui de hoje em diante chamem-no pelo nome, aliás como é mesmo seu nome?
– SAI SANG DU KU