O doente à beira da morte está deitado na cama. Em volta dele estão o seu médico, seu advogado, sua mulher e seus filhos, todos esperando pelo momento. De repente, o doente abre os olhos, olha em volta e grita:
Assassinos, ladrões, mal-agradecidos, sem-vergonhas, pilantras! O médico, meio confuso, diz:
Acho que ele está melhorando.
Por que acha isso, doutor? – pergunta a mulher.
Ele reconheceu certinho todo mundo aqui no quarto.
Um advogado estava em seu leito de morte em seu quarto, e ele chamou sua esposa. Ela entrou correndo e disse:
“O que foi, querido?” Ele disse a ela para correr e pegar a Bíblia o mais breve possível.
Sendo uma mulher religiosa, ela achava que isso era uma boa idéia. Ela correu e conseguiu, preparando para ler o seu verso favorito ou algo do tipo. Ele arrancou a bíblia dela e começou rapidamente folheou as páginas, os olhos correndo a torto e a direito. A esposa estava curiosa, então ela perguntou:
– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?
– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.
– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.
– Pobre Mário! Que morte terrível!
– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.
– Mas que horror se morrer assim!
– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.
– Que morte sofrida, Mãe do Céu!
– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.
– Ave Maria! Que fim terrível!
– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…
– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?
– Padre, eu atirei nele.
– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?
– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Deitado em seu leito de morte, Salim chama o seu filho mais velho, tira um antigo relógio do bolso com dificuldade e diz:
– Filho… Está vendo este relógio aqui? – Sim, papai… – responde o filho, com lágrimas nos olhos. – Ele era do meu bisavô! – continuou o pai – Depois ele foi passado para o meu avô… depois para o meu pai… depois para mim… e agora chegou a sua vez… Quer comprar?
Numa certa época implantaram a pena de morte em Portugal.
Matavam os criminosos na cadeira eléctrica.
Um dia na altura de matar um assassino faltou a luz!
Após alguns minutos ouvem-se gritos altíssimos.
O director da cadeia não entende o que se passa e pergunta:
“O que é que se passa ?? Porquê a gritaria ??”
“É que estamos a matá-lo com a vela chefe!”
Em Lisboa, após um incêndio num pequeno prédio, os bombeiros, ao verificar os destroços, encontram apenas um morto. E justamente um homem que estava de cabeça para baixo, com o dedo indicador apontando para um sitio bastante queimado. Ao seu lado, um extintor de incêndio, com a seguinte instrução:
“Em caso de incêndio, vire de cabeça para baixo e aponte para a chama”.
O marido estava em seu leito de morte e chamou a esposa. Com voz rouca e já bem fraca, diz à mulher: – Meu bem, chegue mais perto. Eu quero lhe fazer uma confissão!
– Não, não – respondeu a mulher. – Sossegue e fique quietinho aí, porque você não pode fazer esforço.
– Mas mulher – insistiu o marido. – Eu preciso morrer em paz! Eu quero confessar uma coisa que está me atormentando!
– Está bem, está bem! Pode falar!
– É o seguinte. Eu transei com a sua irmã, com a sua mãe e com a sua melhor amiga!
– Eu sei, eu sei – disse a mulher. – Foi por isso que eu te envenenei, seu filho da p…
No primeiro dia de aula, numa escola secundária dos EUA, a professora apresentou aos alunos um novo colega, Sakiro Suzuki, vindo do Japão. A aula começa e a professora: – Vamos ver quem conhece a história americana. Quem disse: Dê-me a liberdade ou a morte? Silêncio total na sala. Apenas Suzuki levanta a mão: – Patrick Henry em 1775 em Filadélfia. — Muito bem, Suzuki. E quem disse: O estado é o povo, e o povo não pode afundar-se? Suzuki: – Abraham Lincoln, em 1863, em Washington. A professora olha os alunos e diz: – Não têm vergonha? Suzuki é japonês e sabe mais sobre a história americana que vocês! Então, ouve-se uma voz baixinha, lá ao fundo: – Japonês filho da puta! – Quem foi?, grita a professora. Suzuki levanta a mão e, sem esperar, responde: – General McArthur, em 1941, em Pearl Harbour. A turma fica super silenciosa. Apenas se ouve do fundo da sala: – Acho que vou vomitar. – Quem foi?, grita a professora novamente. E Suzuki: – George Bush Sénior, ao Primeiro-Ministro Tanaka, durante um almoço em Tókio, em 1991. Um dos alunos fala: – Chupa-me o pau! E a professora, irritada: – Acabou-se! Quem foi agora? E Suzuki, sem hesitações: – Bil Clinton à Mónica Lewinsky, na Sala Oval da Casa Branca, em Washington, em 1997. E outro aluno fala ao fundo: – Suzuki de merda! E Suzuki responde: – Valentino Rossi, no Grande Prêmio de Moto de Velocidade, no Rio de Janeiro, em 2002. A turma fica histérica, a professora desmaia, a porta abre-se e entra o diretor, que diz: – Que merda é essa? Nunca vi uma confusão deste tamanho! E Suzuki, bem alto: – Mariano Gago para José Sócrates em 2007, após ter recebido o relatório da inspeção feita à Universidade Independente.
Depois da morte, o casal encontra-se no céu. A mulher: – Que tal continuarmos casados? Marido: – No dia do casamento fui claro: – “até que a morte nos separe. ” agora desaparece.
No Consultório da Vidente
— Sinto dizer-lhe, mas dentro de pouco tempo vai usar o véu das viúvas. O seu marido morrerá de morte violenta.
— E serei absolvida? — pergunta a senhora, rapidamente.
Aguentar! :D
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