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Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada: “Dr. Antônio Soares — Especialista em Direito Tributário”.

No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.

Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:

– Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários?
– Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!

Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:

– Pois não, o que o senhor deseja?
– Eu vim instalar o telefone!
Após um dia de trabalho na colocação de postes de iluminação, o mestre de obras reúne seus operários para um balanço:

– Arnaldo e Júlio?
– Colocamos dezoito postes!
– Juventino e Amaral?
– Colocamos dezessete postes!
– Joaquim e Manuel?
– Colocamos dois postes!
– Dois?! – berrou o capataz. – Como vocês explicam isso? Os outros instalaram quase dez vezes mais!
– Mas o senhor viu o tanto que eles deixaram para fora da terra?
O diretor de produção, o estagiário de marketing e o presidente de uma empresa estacionaram o carro e estão a caminho de um restaurante por quilo.

Em um canto sujo eles encontram uma lâmpada antiga. Esfregam a lâmpada e de repente aparece um génio, que lhes diz:

– Olá! Anh? Vocês três me acharam? Eu só posso realizar 3 desejos, por isso, cada um só pode pedir um!

O diretor de produção diz logo:

– Eu primeiro, eu primeiro! – e exprime o desejo: – Eu quero estar em Miami, no volante de um barco ultra-rápido e rodeado de mulheres!

Puff! Ele imediatamente é tele-transportado para lá.

– Agora eu, agora eu! – grita o estagiário de marketing. – Eu quero estar em uma praia de Cancun, tomando umas bebidas exóticas com umas mulheres de topless!

Puff! Também foi direto pra lá.

Em seguida diz o génio ao presidente da empresa:

– É a sua vez!

E o presidente diz:

– Cancele os pedidos deles. Eu quero estes dois cretinos de volta ao trabalho depois do almoço!

MORAL DA HISTÓRIA!

Não seja idiota! Deixe sempre o chefe falar primeiro.

O bombeiro, depois de um dia exaustivo de trabalho, a apagar não sei quantos incêndios e a salvar pessoas, chegou a casa muito cansado e entrou rapidamente. A mulher, que estava no quarto, gritou:
-Não, João Carlos, não acendas a luz que eu estou a morrer de dor de cabeça.
E antes de que ele pudesse dar mais um passo, ela gritou ainda mais:
-Pelo amor de Deus, não acendas a luz, que tou com uma enxaqueca das grandes!
Ele tirou a roupa mesmo às escuras , enquanto a mulher gemia e gritava:

  • Não acendas a luz, que me irrita os olhos e a dor de cabeça ainda piora!

E o pobre marido ficou com pena da mulher, tornou a vestir-se , no escuro, e correu para a farmácia da esquina, que estava de serviço. O farmacêutico, que via o homem passando por ali, reconheceu-o e disse:
-Oica, o senhor não é bombeiro?
-Sou…
-E o que é que está a fazer com essa roupa de guarda-nocturno?

O coveiro de um cemitério está andando pelo seu local de trabalho quando se depara com a triste cena de um homem chorando copiosamente sobre um túmulo.

– Por que você tinha que morrer? – grita ele, inconsolável – Por quê?

O coveiro fica muito penalizado e tenta consolá-lo:

– Essa dor vai passar, senhor… É duro perder um ente querido, mas um dia vai passar…
– Ente querido? – exclama o sujeito, enxugando as lágrimas – Eu nem conhecia o cara!
– Ué! – estranha o coveiro – Então por que tanto choro?
– É que ele foi o primeiro marido da minha esposa!
O executivo ficou trabalhando até mais tarde e sua secretária, tadinha, teve que ficar também. Terminados os afazeres, já eram dez da noite e o mínimo que ele poderia fazer era oferecer uma carona pra ela.

Chegando na casa da moça, ela o convidou para subir e ele, para ser gentil, aceitou. Lá em cima, bebeu um whiskie e logo já estava na cama com ela. Depois de algumas horas de trabalho duro, ele pegou no sono e acordou às quatro da manhã, desesperado. No meio do caminho pra casa ele comprou um giz e colocou na orelha. Chegando em casa a mulher o recepcionou:

– Posso saber onde o senhor estava até uma hora dessas?
– Ai, amorzinho… Eu dei carona pra minha secretária aí nós tomamos umas doses, eu acabei transando com ela e só acordei às 4 da manhã!
– Deixa de ser mentiroso, seu cachorro! Você estava é jogando bilhar com os seus amigos! Pensa que eu não tô vendo o giz que você esqueceu na orelha?
Durante uma apresentação, um ventríloquo estava contando todo o seu repertório de piadas de loiras com o seu marionete Zequinha. De repente uma loiraça se levantou e começou a discursar:

– Já ouvi o suficiente das suas piadas denegrindo as loiras, seu idiota. O que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres desse jeito? O que tem a ver os atributos físicos de uma pessoa com o seu valor como ser humano? São caras como você que impedem que mulheres como eu sejam respeitadas no trabalho e na comunidade, que nos impedem de alcançar o nosso pleno potencial como pessoa. Por sua causa e por causa das pessoas da sua laia, perpetua-se a discriminação, não só contra as loiras, mas contra as mulheres em geral…tudo em nome desse pseudo-humor!

Perplexo e envergonhado, o ventríloquo começou a se desculpar:

– Minha senhora, não foi essa a minha intenção…

E a loira, em tom raivoso, interrompe:

– Fique fora disso, meu senhor! Eu estou falando com esse rapazinho desprezível que está sentado no seu colo!
Mais ou menos 40 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela. Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma DEUSA…

Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção. 15 minutos de vôo e o cavalheiro não se contem:

– É a primeira vez que vai a New York?

Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:

– Não, é uma viagem habitual…

Ele, agora animado:

– Trabalha com moda, por acaso…?
– Não, viajo em função de minhas pesquisas…
– Desculpe-me a curiosidade é escritora…?
– Não, sou sexóloga.
– Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?

Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:

– No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
– Nas suas pesquisas, a que conclusões já chegou?
– Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os Arabes são os que permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo; logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso… Oh! Me desculpe! Eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome…
– Caramuru Abbud, às suas ordens!
Um homem de 80 anos está sentado num banco de jardim, chorando copiosamente. Um moço, passando pelo local, se sensibiliza, senta ao seu lado e resolve puxar assunto:

– O que o aflige, senhor?

O velho responde:

– Estou apaixonado por uma moça de 22 anos…
– E o que há de mal nisso? O senhor não é correspondido?

Aos prantos, o velho responde:

– Claro que sim. Não é o que você está pensando. Moramos juntos, eu e ela, que é lindíssima. Toda manha, antes de ela ir ao trabalho, nós transamos. Na hora do almoço, ela volta para casa, nós transamos de novo, e ela me prepara um dos meus pratos preferidos. De tarde, se ela tem tempo, ela volta para casa e me faz uma felaçao, e olha que ela entende do assunto! Finalmente, quando chega a noite, voltamos para o nosso ninho de amor e transamos a noite toda…

O velhinho pára, incapaz de proferir uma palavra mais. Então o moço o abraça e diz:

– Então eu não entendo. Parece-me que vocês estão vivendo uma relação perfeita. Por que o senhor está chorando?

E o velhinho:

– Esqueci onde eu moro!
Uma repórter de um programa feminino de televisão entrevista a dona Manuela:

– A senhora pode contar aos nossos telespectadores quais são as atividades de uma típica dona de casa deste bairro?

– Sim… de manhã, levo os pequenos ao colégio. Depois, tenho três horas de sexualidade… Depois, meu marido e filhos chegam pro almoço… Ele volta pro trabalho e as crianças vão fazer os deveres… então, tenho mais algumas horas de sexualidade até à noite, quando jantamos e vamos todos pra cama!

– Minha nossa! Desculpe, mas a senhora pode explicar para nós em que consiste essa sexualidade?

– Ah… é fazer tudo que é foda: varrer, passar pano no chão, lavar e passar a roupa, arear as panelas, limpar os vidros!
Uma loira e uma ruiva encontram-se num bar depois do trabalho para uma bebida, onde estavam a ver as notícias das 6. Uma das notícias mostra um homem que ameaça saltar da Ponte sobre o Tejo.
A loira aposta 10 contos com a ruiva como o homem não saltará da ponte. A ruiva aceita a aposta. O homem, no entanto, salta mesmo da ponte e a loira teve de dar os 10 contos à ruiva.
A ruiva diz que não pode aceitar o dinheiro, admitindo que já tinha visto esta notícia no noticiário das 5.
A loira responde que uma aposta é uma aposta, e que também tinha visto esse noticiário. Só que nunca esperou que o homem saltasse outra vez.
O Tona adorava feijoada. Porém, sempre que comia, o feijão causava-lhe uma reacção fortemente embaraçosa. Algo muito forte. Um dia apaixonou-se. Quando chegou a altura de pedir a namorada em casamento, pensou:
– Ela é de boas famílias, cheia de etiqueta, uma verdadeira atleta, não vai aguentar estar casada comigo se eu continuar a comer feijão.
Decidiu fazer um sacrifício supremo e deixou-se de feijoadas. Pouco depois estavam casados. Passados alguns meses, ao voltar do trabalho no Douro, o carro avariou. Como estava longe, ligou para Sofia e avisou que ia chegar tarde, pois tinha que regressar a pé. No caminho, passou por um pequeno restaurante e foi atingido pelo irresistível aroma de feijoada acabadinha de fazer. Como faltavam vários quilómetros para chegar, achou que a caminhada o iria livrar dos efeitos nefastos do feijão.
Então entrou, pediu, fez a sua pirâmide no prato e, ao sair, tinha três doses de feijoada no estômago. O feijão fermentou e durante todo o caminho foi-se peidando sem parar. Foi para casa a jacto. Peidava-se tanto que tinha que travar nas descidas, e nas subidas quase não fazia esforço para andar. Quando se cruzava com pessoas continha-se ou aproveitava a oportuna passagem dum ruidoso camião para soltar gás. Quando chegou a casa, já se sentia mais seguro.
A mulher parecia contente quando lhe abriu a porta e exclamou:
– Querido, tenho uma surpresa para o jantar!
Tirou-lhe o casaco, pôs-lhe uma venda nos olhos, levou-o até à cadeira na cabeceira da mesa, sentou-o e pediu-lhe que não espreitasse. Nesse momento, já sentia mais uma ventosidade anal à porta! No momento em que Sofia ia retirar a venda, o telefone tocou. Ela obrigou-o a prometer que não espreitava e foi atender o telefone. Era a Xuxu. Enquanto ela estava longe, o Tona aproveitou e levantou uma perna e … ppuueett. Soltou um! Era um peido comum. Para além de sonoro, também fedeu como um ovo podre! Aliviado, inspirou profundamente, parou um pouco, sentiu o fedor através da venda e, a plenos pulmões, soprou várias vezes a toda a volta para dispersar o gás. Quando começou a sentir-se melhor, começou outro a fermentar! Este parecia potente. Levantou a perna, tentou em vão sincronizar uma sonora tossidela para encobrir, e … pprrraaaaaaaa! Sai um rasgador tossido. Parecia a ignição de um motor de camião e com um cheiro mil vezes pior que o anterior! Para não sufocar com o cheiro a enxofre, abanou o ar sacudindo os braços e soprando em volta ao mesmo tempo, esperando que o cheiro dissipasse. Quando a atmosfera estava a voltar ao normal, eis que vem lá outro. Levantou a outra perna e deixou sair o torpedo! Este foi o campeão!
As janelas tremeram, os pratos saltaram na mesa, a cadeira saltou e num minuto as flores da sala estavam todas murchas. Quase lhe saltavam os sapatos dos pés. Enquanto ouvia a conversa da Sofia ao telefone no corredor, sempre fiel à sua promessa de não espreitar, continuou assim por mais uns minutos, a peidar-se e a tossir, levantando ora uma perna ora a outra, a soprar à volta, a sacudir as mãos e a abanar o guardanapo. Uma sequência interminável de bufas, torpedos, rasgadores e peidos comuns, nas versões seca e com cheiro. De onde em onde acendia o isqueiro e desenhava com a chama círculos no ar para tentar incinerar o nefasto metano que teimava em acumular-se na atmosfera. Ouviu Sofia a despedir-se da Xuxu e, sempre com a venda posta, levantou-se apressadamente, e com uma mão deu umas palmadas na almofada da cadeira para soltar o gás acumulado, enquanto abanava a outra mão para espalhar. Quando sacudia e batia palmadinhas nas calças largas para se libertar dos últimos resíduos, ouviu o plim do telefone a desligar, indicando o fim da solidão e da liberdade de expressão anal. Alarmado, sentou-se rapidamente e, num frenesim, abanou apressadamente mais algumas vezes o guardanapo, dobrou-o, pousou-o na mesa, compôs- se, alinhou o cabelo, respirou profundamente, pousou as mãos ao lado do prato e assumiu um ar sorridente. Era a imagem da inocência quando Sofia entrou na sala. Desculpando-se pela demora, ela perguntou-lhe se tinha olhado para a mesa. Depois de ele jurar que não, ela retira-lhe a venda, e, surpresaaaaa!!!
Estavam 12 pessoas perplexas, lívidas e assarapantadas, sentadas à mesa: os sogros, os cunhados e alguns colegas de tantos anos de trabalho.
Era a festa-surpresa de aniversário do TONA!
A Ti Maria e o Ti Manel vão ao teatro municipal assistir ao “Lago dos Cisnes”. Maria muito cansada após um longo dia de trabalho, dorme profundamente durante a maior parte do espectáculo. Acorda sem graça e pergunta ao marido:
– Maneli, dormi. Será que alguém da plateia notou? Responde o Manel:
– Da plateia não sei, mas todas as artistas sim, pois elas caminham na pontinha dos pés para não te acordar…
Após um nutritivo e saboroso 69 com sua namorada, Haroldo se lembra que tem uma consulta dentária naquela tarde. Terminado o ato, Haroldo teme que o dentista note seu bafo de vagina e escova os dentes 457 vezes, passa o fio dental 247 e bebe 14 litros de Listerine.
Chegando ao consultório, coloca 25 balas de HALLS preto e é atendido pelo Dr. João Carlos que lhe orienta a sentar-se na cadeira. Posicionado e com a boca aberta, Haroldo se tranqüiliza e deixa o profissional fazer seu trabalho..
O dentista aproxima-se da boca de Haroldo e afirma categórico: – Porra Haroldo, como você faz um 69 antes de vir ao dentista? Sacanagem isso…
– Estou com bafo de xana, Doutor?
– Não, sua testa é que está com cheiro de cú!
Moral da história: O excesso de preocupação com o óbvio, nos faz esquecer dos detalhes.