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Uma morena, uma ruiva e uma loira escapam a um incêndio fugindo para o telhado do prédio.
Os bombeiros estão na rua, 10 andares abaixo, com um grande pano para que elas saltem.

Os bombeiros gritam à morena:
– Salte! Salte! É a sua única hipótese de sobreviver!
A morena salta e… OOOOLLLÉÉ! Os bombeiros puxam o pano no último instante e… a morena esborracha-se como um tomate.

– Força! Salte! Tem que saltar! — dizem os bombeiros à ruiva.
– Oh não! Vocês vão me fazer a mesma coisa! — responde a ruiva.
– Não! Nós só não gostamos é de morenas! De ruivas gostamos!
– OK — diz a ruiva, ao mesmo tempo que salta.
OOOOOOOOOOOLÉ! Os bombeiros desviam o pano e a ruiva espeta-se no chão, mesmo ao lado da morena.

Finalmente, a loira chega-se à beira do telhado. Mais uma vez, os bombeiros gritam:
– Salte! Tem que saltar!
– Nem pensem! Vocês vão tirar o pano de baixo quando eu saltar! — grita a loira.
– Não! De maneira nenhuma! Tem que saltar! Nós não vamos tirar o pano!
– Olhem — diz a loira —, nada do que possam dizer me vai convencer que não vão tirar o pano! Por isso, o que eu quero que façam é que pousem o pano e se afastem todos dele…

Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o mesmo avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:
– Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!
A ruiva pega num banco e diz:
– Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!
A loira pega numa porta e diz:
– Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!

Uma loira, uma morena e uma ruiva estão perdidas no deserto.
Encontram uma lamparina, e depois de a esfregar, um génio acaba por sair e concede um desejo a cada uma.
A ruiva pede:
– Eu quero regressar a casa.
Então o génio a faz regressar a casa.
Então a morena diz:
– Quero ir para casa ter com a minha família.
A mesma regressa a casa com a sua família, e depois a loira pede:
– Gostava que as minhas amigas estivessem aqui comigo…

Numa ilha estavam presas uma loira, uma morena e uma ruiva.
A costa mais próxima estava a 50 quilómetros de distância, mas mesmo assim decidem testar a sorte e chegar até à costa a nado.
A ruiva nada 15 quilómetros, mas acaba por se afogar e morre.
A morena ainda consegue nadar 24 quilómetros, mas também acaba por se afogar e morre.
Já a loira consegue nadar 25 quilómetros, mas acabou por se cansar e decidiu voltar para trás.

Num autocarro de 2 andares iam as morenas em baixo e as loiras em cima. As morenas iam na maior festa enquanto das loiras não se ouvia um pio. Então diz uma morena para a outra: – Olha lá! Vai lá ver o que é que se passa com as loiras! Ela subiu ao primeiro andar e viu as loiras todas agarradas umas às outras a tremer, então ela pergunta a uma loira:

  • Olha lá, o que é que se passa, porque é que estão tão caladas?
  • Pois! Vocês têm condutor, nós não!

Uma loira, uma morena e uma ruiva viajavam num carro pelo deserto quando o dito avariou.
Elas decidiram continuar a viagem a pé e cada uma delas levaria uma parte do carro para ajudar na viagem.
A morena pega no radiador e diz:

  • Assim, se ficarmos com sede, podemos beber!

A ruiva pega num banco e diz:

  • Assim, se ficarmos cansadas, temos onde nos sentar!

A loira pega numa porta e diz:

  • Assim, se ficarmos com calor, podemos abrir uma janela!
A deliciosa morena se aproximou do lago deserto, olhou ao redor para se certificar de que não havia ninguém por perto e tirou toda a roupa.

Quando se preparava para dar o primeiro mergulho, um guarda saiu de trás de uma árvore:

– Desculpe, senhorita, mas é proibido nadar neste lago.

A moça corou de vergonha.

– E por que o senhor não avisou antes de tirar a roupa?
– Bem… Respondeu o guarda. É que não existe nenhuma lei proibindo tirar a roupa na beira do lago.
Três loiras estavam perdidas em uma floresta e queriam atravessar um rio. Um dia elas acharam uma lâmpada mágica. Como o Génio não sabia qual havia achado, resolveu conceder um desejo para cada loira.
A primeira queria ficar inteligente para atravessar o rio e se transformou numa ruiva, construiu uma jangada e atravessou.
A segunda queria ficar mais inteligente que a primeira e se transformou numa morena, construiu uma canoa e foi-se.
A terceira queria ficar mais inteligente que as outras duas, se transformou em um homem e usou a ponte.
Marido e mulher estão jantando num restaurante finíssimo, quando de repente, uma loura maravilhosa se aproxima da mesa, tasca um tremendo beijo na boca do marido e vai embora, sem dizer uma palavra.

– O que é isso, Juvenal? Quem é essa mulher!

E o sujeito, constrangido:

– Bem, querida… eu ia te contar…
– Então conte já!
– Essa é minha amante!
– Amante? Ora essa! Mas que desaforado! Quero o divórcio imediatamente!
– Tudo bem… mas é ela que financia nossas férias na Europa, as roupas que você usa, as festas que a gente dá…

Ela fica em silêncio e continua comendo. De repente, um amigo do casal passa exibindo uma morena estonteante.

– Quem é essa mulher que está com o Toninho, Juvenal?
– É a amante dele!
– A nossa é muito melhor, você não acha?
Uma loira, ruiva e morena estão perdidas no deserto do Saara quando o carro para de trabalhar, então todas decidem levar uma parte do carro com elas:
A Ruiva disse, eu vou levar o radiador, porque tem água.
A Morena disse, eu vou levar um banco para poder sentar-me fora da areia quente.
E a Loira disse, eu vou levar a porta, assim quando sentir calor posso abrir o vidro!
Imagine um autocarro de 2 andares e que no andar de baixo estavam as morenas, muito divertidas, e em cima as loiras das quais não se ouvia nem um pio. Uma morena diz para outra:
-Olha, vai lá ver o que é que se passa com as loiras que estão tão caladinhas.
Quando chegou ao andar de cima viu as loiras todas muito agarradinhas umas às outras e perguntou:
-O que é que se passa?
-Vocês estão todas contentes porque têm condutor lá em baixo mas nós cá em cima não!!!
Mais ou menos 40 anos, executivo, bem apessoado, senta-se na poltrona do avião com destino a New York e, maravilha, depara-se com uma morena escultural sentada na poltrona junto à janela. Pernas cruzadas, perfeitas, saia curta deixando entrever um belíssimo par de coxas, seios no tamanho exato, empinados, lábios carnudos, mas sem volume demasiado, enfim, uma DEUSA…

Decola a aeronave, céu de brigadeiro, uma vontade enorme de puxar conversa, mas a morena, impassível, lê um grosso volume com muita atenção. 15 minutos de vôo e o cavalheiro não se contem:

– É a primeira vez que vai a New York?

Ela, gentil, com uma voz muito sensual, mas de certa forma reservada:

– Não, é uma viagem habitual…

Ele, agora animado:

– Trabalha com moda, por acaso…?
– Não, viajo em função de minhas pesquisas…
– Desculpe-me a curiosidade é escritora…?
– Não, sou sexóloga.
– Muito interessante e raro. Suas pesquisas dedicam-se, na sexologia, a quê, especificamente?

Ela, tranquila e sempre com a mesma voz de veludo:

– No momento, dedico-me a pesquisar as características do membro masculino, o que julgo ser um trabalho de fôlego e muito difícil.
– Nas suas pesquisas, a que conclusões já chegou?
– Bom, de todos os pesquisados, já concluí que os Índios, sem dúvida, são os portadores de membros com as dimensões mais avantajadas e, em contrapartida, os Arabes são os que permanecem mais tempo no coito, antes de entrarem em gozo; logo, são os que proporcionam mais prazer às suas parceiras. Além disso… Oh! Me desculpe! Eu estou aqui falando sem parar e nem sei seu nome…
– Caramuru Abbud, às suas ordens!