Uma loira ligou para a polícia para avisar que ladrões tinham entrado em seu carro:
– Eles levaram o painel do carro, o volante, o pedal do freio, do acelerador e até a alavanca do câmbio! – reclamou ela, irada.
Antes que uma viatura saísse para a ajudar, o telefone tocou de novo e a mesma loira explicou:
– Desculpem-me… sou eu de novo! É que sem querer eu entrei pela porta errada e sentei-me no banco de trás… dá para retirar a queixa?
Etiqueta: telefone
Um Alentejano de Serpa andava a aprender Inglês. A professora passou-lhe um TPC para casa sobre as cores.
No dia seguinte, a professora pergunta pelo trabalho. Vai o Alentejano e diz:
- Ontem quando cheguei a casa, ouvi o telefone GREEN!!!, atendi e disse YELLOW!!!, ouvi do outro lado: “- Vai à bardamerda” . – E eu PINK!
Uma loira chega ao trabalho num pranto.
– O que se passa? – pergunta-lhe o patrão.
– A minha mãe morreu – diz a loira a soluçar.
– Os meus sentimentos – diz o patrão – olhe, vá para casa, descanse.
– Não – replica a loira – se for para casa é pior. Se ficar aqui, ao menos não penso nisso.
Passadas umas horas, o patrão repara que a loira está a chorar compulsivamente.
Preocupado, diz-lhe o patrão:
– Sente-se bem?
– Não – responde a loira – acabo de falar ao telefone com a minha irmã que disse que a mãe dela também morreu.
Toca o telefone e o médico reconhece a voz de um colega do outro lado da linha:
– Precisamos de mais um jogador para jogar às cartas.
– Estou a caminho.
Enquanto ele veste uma blusa, a sua mulher pergunta:
– O caso é grave?
– É sim – responde ele, muito sério – é tão grave, que já há outros três médicos no local.
Aquele jovem advogado, recém-formado, montou um luxuoso escritório num prédio de alto padrão na Av. Paulista e botou na porta uma placa dourada:
“Dr. Antônio Soares – Especialista em Direito Tributário”.
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente. Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:
- Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários? Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!
Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:
- Pois não, o que o senhor deseja?
- Eu vim instalar o telefone!
– Viúva rica procura por homem para compartilhar vida e fortuna. Requisitos necessários:
1 – Não me bater;
2 – Não fugir de mim;
3 – Ser excelente na cama.
Por muitos e muitos meses seu telefone tocou incessantemente, sua campainha não parava um segundo, ela recebeu toneladas de cartas, mas nenhum dos pretendentes se enquadravam nas
qualificações.
Porém, um dia, a campainha tocou novamente. Ela abriu a porta e encontrou um homem sem braços nem pernas deitado no tapete da porta. Perplexa, ela perguntou:
– Quem é você? E o que é você quer?
Olá! – ele disse – Sua busca terminou, pois sou o homem dos seus sonhos! Eu não tenho braços, logo não posso te bater. Não tenho pernas, portanto não posso fugir de você…
– Bem… – ela retrucou – o que o faz pensar que e tão bom na cama?
Ele respondeu:
– Eu toquei a campainha, não toquei?
– Eu acho melhor o senhor me promover! Tem muitas empresas me procurando…
– É mesmo? – pergunta o chefe, irônico – Quais são essas empresas?
– A empresa de eletricidade, a empresa de saneamento, a empresa de telefone e as maiores empresas de cobrança do país!
– Oi gata! Que tal a gente sair hoje à noite?
– Tô dentro! – diz ela, animada – Pra onde?
– Tava pensando em ir naquela boate onde você fez sexo oral em mim na semana passada, depois naquele motel caro onde eu sempre te levo! Quero transar até amanhecer, gata!
– Tô dentro! – comemora ela.
– Então eu te pego às nove, como de costume!
– Tô dentro! – conclui a loira – Mas quem está falando mesmo?
– Nicolau! Há quanto tempo!
– É mesmo, cara… Desde o ginásio…
– E aí, o que você tem feito da vida?
– Ah, eu virei escritor…
– Sério? Que legal! E aí, já vendeu alguma coisa?
– Já… Até agora vendi a TV, o som, o telefone… Quer comprar um Chevette 78?
– Mamãe?
– Que foi, minha filha?
– Mamãe, aconteceu algo terrível… Minha casa está uma bagunça, tenho que ir buscar as crianças na escola, fazer o almoço, preciso levar o Pedrinho na natação, estou com 38 graus de febre e o Otávio acabou de me ligar que vai trazer três amigos para o jantar. Mamãe, você precisa me ajudar, por favor!
– Fica calma, minha filha! Eu vou já pra aí. No caminho pego as crianças na escola, faço o almoço, depois levo o Pedrinho na natação, dou uma ajeitada na casa e, em seguida, preparo uma Lazanha para o jantar. Enquanto isso, você toma um comprimido e vai para a cama, descansar.
– Oh! Mamãe! Você é a melhor mãe do mundo, sabia? Te amo, mamãe!
– Obrigada, minha linda! Também te amo! Daqui a pouco estarei aí!
– Tá certo, e não se esquece de mandar um beijo para o papai!
– Papai? Mas filha, o seu pai morreu quando você era ainda uma garotinha!
– Pera um pouco! Aí não é do 7633-0856?
– Nããão. Aqui é do 7633-0865!
– Então, quer dizer que a senhora não vem?
– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?
– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.
– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!
– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.
– Pobre Mário! Que morte terrível!
– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.
– Mas que horror se morrer assim!
– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.
– Que morte sofrida, Mãe do Céu!
– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.
– Ave Maria! Que fim terrível!
– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…
– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?
– Padre, eu atirei nele.
– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?
– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
Aflitíssimo, Joaquim passa a mão no telefone e liga pra o médico:
– Doutor, doutor! A bolsa da Maria estourou! O que eu faço agora?
– Calma, meu amigo! É o primeiro filho dela?
– Ora, pois, é claro que não. Aqui quem fala é o segundo marido dela!
No primeiro dia de trabalho, chegou bem cedo, vestindo o seu melhor terno e sentou-se atrás de sua escrivaninha, cheio de empáfia e ficou aguardando o primeiro cliente.
Meia hora depois batem à porta. Rapidamente ele apanha o telefone do gancho e começa a simular uma conversa:
– Mas é claro, Sr. Mendonça, pode ficar tranqüilo! Nós vamos ganhar esse negócio! O juiz já deu parecer favorável! Sei… sei… Como? Meus honorários?
– Não se preocupe! O senhor pode pagar os outros 50 mil na semana que vem!… é claro!… Sem problemas!… O senhor me dá licença agora que eu tenho um outro cliente aguardando… obrigado… um abraço!
Bate o fone no gancho com força e vai abrir a porta:
– Pois não, o que o senhor deseja?
– Eu vim instalar o telefone!
– Lamento, tenho de ir… minha avó acaba de falecer!
– Puxa que bom! – responde a moça, aliviada. – Se demorasse um pouquinho mais, seria a minha… !!!
“trimmmmm trimmmm”
– Estou?
– Sim, é do hospício?
– Não, não pode ser, nós aqui nem temos telefone!
– Para que sierves este teléfono viermelho, señor?
– Ah, con este teléfono, hablo directamente con el diablo! – responde o boliviano.
– Con el capeta? – pergunta o argentino, assustado.
– Si, con ele miesmo! O único problema é que a conta és muy cara! Mil dólares por minuto!
– Nuessa! – exclamou o argentino – És muy caro! Mas miesmo assí yo gostei! Quero um desse para mi!
Então o argentino voltou pra sua terra natal, instalou um telefone “Diablo” na sua mesa e foi logo conversando. Conversou duas horas com o demo e, ao final da ligação, a telefonista disse:
– São cinco dólares, señor!
– O quê? – gritou o argentino, surpreso – És muy barato! El presidente boliviano me disse que esta ligación custa mil dólares por minuto!
– É verdad! – respondeu a telefonista – Mas a tua chamada és local