Etiqueta: hospital

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

Uma mulher telefona para o hospital de Santa Maria:
– Bom dia, gostaria de falar com alguém que me desse informações sobre os pacientes internados. Queria saber se certa pessoa está melhor ou se piorou…
– Qual é o nome do paciente?
– Chama-se Fátima Franco e está no quarto 302.
– Vou passar a chamada para a enfermaria.
Respondem da enfermaria:
– Enfermaria. Bom dia. O que deseja?
– Gostaria de saber como está Fátima Franco do quarto 302, por favor!
– Só um momento, vou olhar para os registos… hummm… ok, de facto, ela já está a comer duas refeições por dia, a pressão no sangue está estável e vai ser tirada da máquina que controla o coração dentro de algumas horas, se a sua evolução continuar como tem estado até aqui. O Dr. Ricardo deve dar-lhe alta na terça-feira às 12h.
– Graças a Deus! São notícias maravilhosas! Que alegria!
– Pelo seu entusiasmo, deve ser alguém muito próximo, talvez da família?
– Nem por isso, sou a Fátima Franco do quarto 302! Ninguém me diz m**** nenhuma!

Uma mulher foi levada de urgência para um hospital. Ao chegar lá, ia numa situação de pré-coma. Nesse estado, encontrou-se com Deus:
— Que é isto? — perguntou ela ao criador. — Eu morri?
— Não, pelos meus cálculos só morrerás daqui a quarenta e três anos, oito meses, nove dias e dezasseis horas — respondeu o Criador.
Ao voltar a si, e sabendo quanto tempo ainda tinha de vida, resolveu fazer uma lipoaspiração, uma plástica de restauração dos seios, plástica no rosto, no nariz, na barriga, tirou todos os excessos, ficando linda. Mas ao sair da clínica, atravessou a rua, veio um carro a alta velocidade e atropelou-a, matando-a na hora. Ao encontrar-se de novo com Deus, perguntou:
— Senhor, eu acreditei em Ti e achei que tinha mais quarenta e três anos de vida. Então porque morri? Logo depois daquela despesa toda com cirurgias plásticas!?
E Deus, aproximando-se dela e olhando-a directamente nos olhos, respondeu:
— Juro que não te reconheci!

O Maneli, alentejano de gema, adormeceu na praia sob um sol escaldante e sofreu graves queimaduras nas pernas.

Foi transportado para o hospital de Beja, com a pele completamente vermelha, cheio de bolhas, e as dores eram horríveis. Qualquer coisa que lhe tocasse na pele … era a mais completa agonia!

O médico, um alentejano de Serpa, foi ver o Maneli e prescreveu que lhe fosse administrado soro, por via intravenosa, um sedativo leve e 3 comprimidos de Viagra de 8 em 8 horas.

Antonieta, a enfermeira de serviço também ela alentejana, da Vidigueira, completamente boquiaberta perguntou:

  • Oh Doutori, vomecê desculpe … mas vomecê receitou Viagra ?!!!

Responde o médico:

  • Si senhora, recetê Viagra e muito bêm.

A Antonieta volta a perguntar:

  • Mas atão pra que serve ao Maneli o Viagra nas condições em quele tá?

Ao que o médico respondeu:

  • Atão nã se tá memo a vere ? É prós lençois nã tocarem nas quêmaduras das pernas !!!
Numa cidadezinha do interior, o Prefeito vai ter com aquele famoso advogado.

– Doutor – começa ele. – Segundo informações de nosso departamento financeiro o senhor teve uma renda no ano passado de quase 1 milhão de reais, é verdade?
– Sim, é verdade – confirma o advogado.
– E segundo esse mesmo departamento o senhor não fez nenhuma contribuição às nossas obras sociais.
– Isso também é verdade, Prefeito. Mas, me diga uma coisa, o seu departamento financeiro não lhe informou que a minha mãe morreu de câncer o ano passado e que a conta do hospital ficou em quase 200 mil reais?
– Nã… nã… não, senhor!
– E também não lhe informaram que o meu irmão sofreu um acidente e está tetraplégico, tem seis filhos pequenos e a família não tem renda nenhuma?
– Nã… não… me informaram, senhor!
– E também não lhe informaram que a minha irmã perdeu a sua casa, o seu carro e todos os seus móveis em uma enchente?
– Não, não sabia, desculpe-me… eu…
– E se eu não dei nenhum centavo para eles, você acha que eu vou dar para suas obras sociais?
O sujeito passava em frente a um hospital de luxo, quando teve um troço e precisou ser operado às pressas.

Quando ele acordou, a enfermeira, uma senhora muito religiosa, perguntou:

– O senhor tem seguro saúde?
– Infelizmente não…
– Dinheiro para pagar a conta?
– Nenhum tostão…
– Algum parente que possa pagar?
– De parente só tenho a minha irmã solteirona, uma pobre freira.
– Freiras não são solteironas! – disse ela – Elas são casadas com Deus!
– Ah, então nesse caso pode mandar a conta do meu cunhado!
O cara chega apavorado no hospital:

– Por favor! – diz ele, ofegante – Fiquei sabendo que meu amigo foi atropelado e está nesse hospital.
– Qual o nome dele, senhor?
– Gerivalson dos Santos.
– Ele está aqui sim, senhor.
– E como ele está?
– Bem… É… Hum…
– Fala logo, menina! Como ele está?
– Er… Ele… É…
– Fala onde ele está que eu mesmo vou ver!
– Ele está nos leitos 17, 18 e 19, senhor.