Etiqueta: senhor

Um ventríloquo está a fazer o seu número, com o seu boneco de madeira ao seu colo.
O seu repertório para o espetáculo incide maioritariamente sobre a burrice das loiras.
A dada altura, uma loira levanta-se no meio da audiência e desata a berrar:
– Já estou farta disto! Já ouvi piadas que cheguem a denegrir as loiras! O senhor é um idiota! O que é que o faz pensar que pode estereotipar as mulheres dessa maneira? São homens como você que impedem que mulheres como nós sejam respeitadas! É por sua causa e por causa das pessoas da sua laia que esta discriminação se perpetua!
O ventríloquo fica embaraçado e tenta desculpar-se:
– Mas, minha senhora… isto é só um espetáculo…
– O senhor não se meta que eu não estou a falar consigo! Estou a falar com esse rapazinho que está sentado ao seu colo!

Um homem chega a um banco e grita para uma das funcionárias:
– Eu quero abrir uma conta na merda deste banco!
Surpresa, a funcionária fica totalmente paralisada com tamanha falta de educação.
– O que foi? É surda, menina? – grita o homem.
– Mexa-me esse cu porque estou com pressa, filha da puta.
– Desculpe, meu senhor – diz a funcionária. – Neste banco não toleramos esse tipo de linguagem.
Nesse exacto momento, o gerente aproxima-se:
– Algum problema, meu senhor?
– Sim! Acabo de ganhar 10 milhões na Lotaria e já faz cinco minutos que estou aqui para abrir a “porra” de uma conta neste banco de merda e…
– Então, mas esta vaca ainda não atendeu o senhor?

Cansada das brincadeiras sobre a sua burrice, a loira resolveu pintar o cabelo de preto.
Para comemorar o novo visual, foi dar uma volta de carro pelo campo e lá encontrou um pastor de ovelhas.
– Bom dia, senhor pastor! Que lindo rebanho o senhor tem!
– Obrigado!
– Se eu acertar quantas ovelhas há no seu rebanho, eu ganho uma?
– Claro! Duvido que a senhora seja capaz!
– São 627!
– Impressionante! Esse é o número exato de ovelhas do meu rebanho! Pode escolher uma, e ela é sua!
A loira olhou com atenção todas aquelas ovelhas macias e, depois de muito acariciá-las, selecionou uma e, quando a estava levando para o carro, o pastor chamou:
– Senhora! Se eu adivinhar a cor original do seu cabelo, a menina devolve o meu cachorro?

Uma loira ouviu dizer que o máximo da diversão é pescar no gelo.
Ela compra todos os livros a respeito, vai para Nova Iorque, compra o equipamento necessário e escolhe um bom lugar para começar a pescaria.
Depois de se instalar, ela começa a fazer um buraco no gelo. De repente, uma voz vinda do céu avisa:
– “NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO”.
Estupefacta, a loira se desloca para o lado e começa a fazer outro buraco.
Outra vez, uma voz vinda do céu avisa:
– “NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO”.
Preocupada, a loira levanta-se, vai para o lado oposto do gelo e começa a fazer outro buraco.
E, mais uma vez, uma voz vinda do céu avisa:
– “NÃO HÁ PEIXES DEBAIXO DO GELO”.
Ela para, olha para o céu e diz:
– É o Senhor, meu Deus?
A voz responde:
– Não, daqui é o gerente do ringue de patinação.

Numa cidade do interior, uma pessoa andava tranquilamente na rua.
De repente, ele vê uma galinha e começa desesperadamente a correr, apavorado, gritando socorro.
Os seus familiares estavam sem saber o que fazer, pois era uma coisa absurda.
Então levaram o homem a um psiquiatra.
– Diga-me, qual é o seu problema?
– Doutor, sou uma ervilha e se não me cuido posso ser devorado por uma galinha.
– Ah, sim, é claro. Mas veja bem, o senhor tem duas mãos, não é verdade?
– Sim, mas e daí?
– O senhor já viu uma ervilha com braços?
– Não…
– Duas pernas, como essas que o senhor usa para fugir das galinhas?
– Não… nunca pensei nisso…
– Veja outra coisa, uma ervilha nunca estaria aqui a falar comigo!
– Não acredito, doutor! O senhor mudou a minha vida! Eu nunca tinha pensado nisso antes! Agora eu sei que não posso ser uma ervilha, é uma coisa absurda!
Então o homem acaba por ir embora, todo feliz, com a sua identidade redescoberta.
Tranquilo, andando pela rua, ele vê outra galinha e sai a correr apavorado de novo, mas desta vez um carro acaba por o atropelar.
Foi para o hospital todo magoado e, entre as visitas médicas, naturalmente, chamaram o psiquiatra:
– Mas o que é que aconteceu? Você não me disse que agora sabia que não era uma ervilha?
– Saber eu sei, mas o senhor acha que a galinha já sabe?

Um médico urologista atende o próprio avô no consultório:
– Como está indo a vida, meu neto?
– Está tudo, avô. E o senhor? Como vai a avó?
– Vai indo, vai indo. Filho, quer dizer, neto, eu vim aqui falar contigo porque quero saber tudo sobre Viagra!
– Ah, avô… O Viagra é um remédio bom, mas é bem caro.
– Quanto custa?
– São sessenta euros cada comprimido, avô!
– Tens razão. É caro.
– Não disse?
– Mas mesmo assim eu quero experimentar! Eu te pago amanhã, sem falta!
Assim o neto entrega o comprimido para o avô, que sai de lá todo contente.
No dia seguinte ele está de volta ao consultório com quinhentos e sessenta euros!
– Avô, o senhor entendeu errado! Eu disse que o comprimido era sessenta e não quinhentos e sessenta.
– Eu sei. Os sessenta euros são meus. Os outros quinhentos foi a sua avó que mandou!

Chamado às pressas no meio da noite, o médico chega todo cansado à casa de um empresário, cuja esposa estava acamada.
– Com licença – diz ele, expulsando todas as pessoas do quarto. – Preciso ficar só, com a paciente!
Apreensivo, o marido fica do lado de fora do quarto.
Ouve alguns barulhos estranhos e, depois de alguns minutos, o médico enfia a cabeça pela porta e pergunta ao marido:
– O senhor tem um alicate?
O marido vai buscar um alicate.
A porta torna a fechar-se.
Mais barulhos estranhos e, alguns minutos depois, novamente a cabeça do médico aparece na soleira da porta:
– O senhor tem uma chave de fendas?
Espantado, o marido vai buscar a chave de fendas.
Passam-se mais alguns minutos:
– O senhor tem um serrote?
E o marido, desesperado:
– Serrote? O caso dela é tão grave assim?
– Ainda não sei – explica o médico – não consigo abrir a minha mala!

Um agente da ASAE vai a uma propriedade e diz ao dono, um velho agricultor:
– Preciso inspecionar a sua propriedade. Há uma denúncia de plantação ilegal.
O agricultor diz:
– Ok! Inspecione o que quiser, mas não vá àquele campo ali.
E aponta para uma determinada área.

O agente da ASAE diz, indignado:
– O senhor sabe que tenho o poder da autoridade comigo?
E tira do bolso um crachá, mostrando ao agricultor:
– Este crachá dá-me a autoridade de ir onde quero e entrar em qualquer propriedade. Não preciso pedir ou responder a nenhuma pergunta. Está claro? Fiz-me entender?
O agricultor, muito educado, pede desculpa e volta para o que estava a fazer.

Poucos minutos depois, ouve uma gritaria e vê o agente de autoridade a correr para salvar a sua própria vida, perseguido pelo Asdrúbal, o maior touro da quinta.
A cada passo o touro vai chegando mais perto do agente, que parece que será apanhado antes de conseguir alcançar um lugar seguro.
O agente está apavorado.

O agricultor larga as ferramentas, corre para a cerca e grita com todas as forças dos seus pulmões:
– O crachá, mostre-lhe o CRACHÁ!

O Guarda manda o sujeito parar o carro.
– Os seus documentos, por favor! O senhor estava a 130 km/h e a velocidade máxima nesta estrada é 100.
– Não, senhor Guarda, eu estava a 100, com certeza.
A sogra dele corrige:
– Ah, Chico, o que é isso?! Você estava a 130 ou mais!

O sujeito olha para a sogra com o rosto fervendo.
– E sua lanterna direita não está funcionando…
– A minha lanterna? Nem sabia disso. Deve ter pifado na estrada…
A sogra insiste:
– Ah, Chico, que mentira! Você estava dizendo há semanas que precisava de consertar a lanterna!

O sujeito fica fulo e faz sinal à sogra para ficar quieta.
– E o senhor está sem o cinto de segurança.
– Mas eu estava com ele. Eu só tirei para pegar os documentos!
– Ah, Chico, deixe disso! Você nunca usa o cinto!

O sujeito não se contém e grita para a sogra:
– CALE-SE DE UMA VEZ!

O Guarda inclina-se e pergunta à senhora:
– Ele grita sempre assim com a senhora?
Ao que ela responde:
– Não, senhor Guarda! Só quando ele bebe.

Havia uma pessoa que adorava pescar num rio perto da sua casa.
Já lá ia durante muitos anos, até que certo dia, ao chegar ao local, depara-se com um sinal a proibir a pesca naquela zona. Mas, como já pescava por ali durante tanto tempo, acabou por ignorar o sinal e deu início à pesca.

Algumas horas mais tarde, já com alguns peixes no seu balde, aparece um agente da GNR:
– Boa tarde, o senhor tem conhecimento da proibição de pesca neste local?
– Por acaso sim, sabia, mas eu também não estou a pescar.
– Não? E esses peixes aí no balde, são o quê?
– Eu ando a treinar estes peixes. Eu atiro-os ao rio e, assim que assobiar, eles nadam até mim e saltam para o balde.

O agente da GNR, intrigado e a rir, comenta:
– Gostaria de ver isso!

Então o pescador acaba por atirar o peixe de volta ao rio e o agente fica à espera.
Alguns minutos depois, o agente pergunta:
– Então?! Não vai chamar o peixe de volta?
Ao que o pescador responde:
– Peixe? Qual peixe?

Um homem é parado pela polícia:
– O senhor passou num semáforo vermelho!
– O quê? Não passei nada! Eu não vi!
– Passou sim, que eu vi! Quero ver os documentos do carro!
– Não tenho!
– Não tem?! Como não tem?!
– Como é que eu ia ter se o carro é roubado?!
– Roubado?! Saia já do carro!
– Afinal lembrei-me! Eu tenho os documentos! Estão no porta-luvas ao lado da pistola!
– O quê?! Uma pistola?
– Então?! Para matar o dono do carro!
– Você matou o dono do carro?!
– Sim, e pus o corpo no porta-bagagens!

Com a situação, o polícia chama reforços.
Quando o chefe do polícia chega, ele abre o porta-bagagens e não encontra nenhum corpo.
Abre o porta-luvas, não encontra pistola e encontra os documentos.

O chefe, confuso, pergunta:
– Então não tinha dito que tinha morto um homem, tinha uma pistola e tinha roubado o carro?!
– Não! O polícia que me parou é que é um mentiroso! Se calhar também lhe disse que eu parei no vermelho…