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Sábado à tarde, toca o telefone na casa da loira:

– Oi gata! Que tal a gente sair hoje à noite?
– Tô dentro! – diz ela, animada – Pra onde?
– Tava pensando em ir naquela boate onde você fez sexo oral em mim na semana passada, depois naquele motel caro onde eu sempre te levo! Quero transar até amanhecer, gata!
– Tô dentro! – comemora ela.
– Então eu te pego às nove, como de costume!
– Tô dentro! – conclui a loira – Mas quem está falando mesmo?
O sujeito chega em casa, tira os sapatos, senta no sofá, liga a TV e grita pra mulher:

– Claudete! Traz uma cerveja aí, antes que comece…

A esposa não diz nada e entrega a cerveja.

Depois de dois minutos, o marido volta a gritar:

– Claudete! Traz uns amendoins pra mim, antes que comece…

A mulher, impaciente, leva os amendoins e volta, bufando.

– Claudete! Claudete! Só mais uma cerveja! Antes que comece, vai…
– Chega! – grita ela, irritada – É sempre a mesma porcaria! Você chega em casa, senta, liga a TV e fica me pedindo tudo! Você não me dá nenhum valor, acha que eu sou uma mercadoria!
– Tá vendo só? – resmunga o marido – Já começou!
O rapaz chegou na loja de armas para comprar uma mira de rifle.

– Me dá a melhor que você tiver!
– Essa aqui é muito boa – garantiu o vendedor – é tão boa que se você mirar agora em cima daquele morro, consegue ver dentro da minha casa!!!

O rapaz mirou, então, em cima do morro. Olhou um bocado e começou a rir.

– Do que você está rindo? – perguntou o vendedor.
– É que eu estou vendo um homem pelado ao lado de uma mulher pelada…

O vendedor tomou a mira da mão dele e olhou para casa. Ficou furioso. Entregou duas balas para o rapaz e lhe disse:

– Vamos fazer um trato. Eu lhe dou essas balas e se você acertar um tiro na cabeça da vaca da minha mulher e outro no pinto desse sujeito desgraçado, você leva a mira de graça…

O rapaz aceitou a oferta, satisfeito. Carregou a arma e mirou em direção à casa. Mas antes de atirar, virou-se para o vendedor e sorriu, sacana:

– Quer saber? Acho que vou gastar uma bala só!!!
Entra um sujeito num bar e diz para o barman:

– Quero que o Sr. me pague uma bebida!

O barman, muito admirado, responde que não. Diz que o bar dele não é a Santa Casa de Misericórdia.

Então o cliente diz o seguinte:

– Ah! Eu tenho aqui uma coisa impressionante e, se eu te mostrar, você vai me pagar uma bebida!

O barman, intrigado, pede que ele mostre logo. Então o cliente tira do sobretudo um baralho de cartas com cerca de 30 cm. O barman fica perplexo e, como nunca tinha visto um jogo de cartas tão grande, resolve pagar uma bebida para o cidadão. Alguns jogos e copos depois, o barman resolve perguntar ao homem onde ele tinha arranjado tal estranho baralho.

– Eu tenho um geniozinho que concede desejos!!

O barman, todo empolgado, pede logo ao homem que lhe mostre o geniozinho para pedir alguma coisa. O cara esfrega uma lâmpada e realmente aparece o tal gênio, dizendo o seguinte:

– Vou te conceder um único desejo, mas fala logo que eu quero voltar a dormir!

O barman então, sem pensar muito, pede a primeira coisa que lhe vem à cabeça:

– Quero um milhão! Um milhão em notas!

O geniozinho estala os dedos e, de repente, o bar fica entulhado de botas.

– Botas???? Eu pedi um milhão em notas e não em botas! Essa porra desse gênio é um bocado surdo, não acha??

O homem responde:

– Claro que eu acho!! Ou você realmente acredita que eu ia pedir um baralho de 30 cm???!
Dez horas da manhã, toca o telefone. Aquela sorridente senhora atende e ouve do outro lado da linha:

– Mamãe?
– Que foi, minha filha?
– Mamãe, aconteceu algo terrível… Minha casa está uma bagunça, tenho que ir buscar as crianças na escola, fazer o almoço, preciso levar o Pedrinho na natação, estou com 38 graus de febre e o Otávio acabou de me ligar que vai trazer três amigos para o jantar. Mamãe, você precisa me ajudar, por favor!
– Fica calma, minha filha! Eu vou já pra aí. No caminho pego as crianças na escola, faço o almoço, depois levo o Pedrinho na natação, dou uma ajeitada na casa e, em seguida, preparo uma Lazanha para o jantar. Enquanto isso, você toma um comprimido e vai para a cama, descansar.
– Oh! Mamãe! Você é a melhor mãe do mundo, sabia? Te amo, mamãe!
– Obrigada, minha linda! Também te amo! Daqui a pouco estarei aí!
– Tá certo, e não se esquece de mandar um beijo para o papai!
– Papai? Mas filha, o seu pai morreu quando você era ainda uma garotinha!
– Pera um pouco! Aí não é do 7633-0856?
– Nããão. Aqui é do 7633-0865!
– Então, quer dizer que a senhora não vem?
Ciumento, ele ligou para casa à noite, já no primeiro dia de viagem. Atendeu uma voz estranha.

– Quem está falando?
– A empregada.
– Mas não temos empregada.
– Bem, meu senhor, fui contratada hoje.
– Está bem, deixa eu falar com a patroa.
– Não dá, senhor, ela está no quarto com o namorado.

Furioso, ele logo tem a idéia perfeita:

– Quer ganhar 5000 dólares agora?
– Claro, senhor.
– Então vá até a estante do meu escritório, pegue aquela espingarda na parede e atire nos dois, na cama mesmo.

Ele fica na linha. Ouve alguns passos. Silêncio. Dois tiros. A empregada volta ao telefone:

– Tudo certo, senhor. Mas, e os corpos?
– Jogue na piscina.
– Mas, senhor, que piscina? Aqui não tem piscina.
– Uhnnnnn… aí não é o 555 7799?
Prova de matemática. As duas espertinhas que não haviam estudado p. nenhuma, resolvem cabular e passar o dia estudando para tentar fazer a prova no dia seguinte.

No dia seguinte aparecem com uma desculpa esfarrapada:

– Professor – diz a primeira. – Ontem, a Fernanda passou em casa para me apanhar e a gente vinha vindo pra cá, quando o carro dela quebrou.

Chamamos um guincho, mas ele demorou tanto, que quando chegamos na escola o senhor já havia ido embora! Podemos fazer a prova hoje?

– Claro! Não tem problema – diz o professor. – Basta as senhoritas se sentarem, cada uma num canto da sala que eu já levo a prova para vocês.

Sem conseguir esconder o sorriso de satisfação, as meninas sentaram-se cada qual no seu canto, comemorando em silêncio.

Dois minutos depois, receberam a prova. No alto da folha havia uma única questão: “Em que rua o carro quebrou?”.
– Padre, o senhor soube que o Mário morreu?

– Que triste, filho, o que foi que aconteceu com ele?

– Ele ia para minha casa e estava vindo a toda velocidade. O Mário sempre foi de correr muito. Quando ele ia chegando e tentou parar, os freios falharam e o carro chocou-se do jeito que vinha na mureta la em frente. O Mário foi lançado pelo teto solar, voou uns 10 metros, e acabou se arrebentando contra a janela do meu quarto, no segundo andar.

– Ave Santíssima, que modo horrível de morrer!

– Não, não, padre! Ele sobreviveu a isso. Ele acabou no chão do meu quarto, todo arrebentado, sangrando e coberto de vidro. Foi então que ele tentou se levantar e pegou na maçaneta do meu guarda-roupa. É um guarda-roupa antigo, todo em jacarandá, pesadíssimo. Quando ele estava se erguendo, o guarda-roupa, que estava com um pé defeituoso, desabou em cima dele amassando tudo quanto foi osso do corpo dele.

– Pobre Mário! Que morte terrível!

– Não, padre, isso machucou muito mas não matou ele. Com muito esforço, ele conseguiu sair de baixo do guarda-roupa e engatinhou até a sacada que fica no topo da escada do hall. Ali ele tentou se levantar, apoiado no corrimão, mas o peso dele quebrou o corrimão e ele desabou até o chão do hall lá embaixo. Dois paus do corrimão quebrado ainda caíram sobre ele e o transfixaram.

– Mas que horror se morrer assim!

– Mas não foi isso que o matou. Ele conseguiu arrancar os dois paus do corpo, engatinhou até a cozinha e tentou se levantar apoiado no fogão. Sem querer pegou na alça de uma panela que estava fervendo água e derramou a água fervendo por cima dele, queimando toda a pele.

– Que morte sofrida, Mãe do Céu!

– Não, não, ele conseguiu sobreviver a isso. Mas lá estava ele caído no chão, numa poça de água fervente, quando viu o telefone na parede. Deve ter pensado em pedir ajuda. Apoiou-se na parede e tentou alcançá-lo. Mas, em vez do telefone ele meteu a mão na caixa de fusíveis e zap! 10.000 volts passaram por ele.

– Ave Maria! Que fim terrível!

– Não, padre, isso ainda não matou ele. Ele…

– Espere aí, filho! Afinal, como foi que ele morreu?

– Padre, eu atirei nele.

– Você ficou maluco, filho? Por que você atirou no pobre coitado?

– Caramba, padre, o cara estava destruindo a minha casa!
O cara foi numa festa na casa de um cara muito rico. Chegando lá, ele quis tirar a barriga da miséria e comeu e bebeu de tudo que viu pela frente.

Lá pelas tantas, lhe deu uma dor de barriga daquelas de fazer até bico. Desesperado ele começou a procurar um banheiro e não achava. Já não suportando, ele correu para o jardim e se entocou atrás de uma moita e descarregou todo aquele peso.

Após se limpar, ele olhou para baixo para ver o serviço que tinha feito mas a merda não estava lá.

– Não é possível !!! – pensou ele.

Mesmo assim ele voltou para festa, indignado, pois como poderia sumir tanta merda ?

Ao chegar na sua casa o rapaz não conseguiu dormir pensando no acontecido.

No outro dia cedo ele foi até a casa onde aconteceu a festa, para procurar a merda, bateu na porta e foi atendido pelo dono:

– Olha ontem eu esqueci meu chaveiro ai pelo seu jardim, será que eu posso dar uma procurada?

E o dono:

– Vai meu, procura faz o que voçê quiser. Já me bagunçaram com a casa toda, sujaram tudo, tem gente até agora dormindo pelo quintal. Até em cima da minha tartaruga cagaram ontem…
O cara era conhecido por tentar ganhar dinheiro em tudo que faz. Certo dia, ele apareceu na casa de um velho amigo e disse:

– Pereira, meu amigão! Aposto que você não adivinha o que eu vim fazer aqui!
– É muito simples – disse o amigo, calejado – Você só veio aqui tentar arrancar dinheiro de mim!
– Imagina, Pereira… Só passei aqui só pra te dar um abraço… Viu? Você perdeu a a aposta! Pode ir me passando a grana!
Joãozinho volta da escola todo animado e vai falar com a mãe:

– Hoje nós tivemos aula de educação sexual, mãe! A professora falou de pênis, vagina, seios, testículos… Tudo!
– Que bom, meu filho! – aplaudiu a mãe.

E em seguida o garoto foi para o quarto.

Depois de algum tempo, a mãe chama o garoto pra almoçar, mas ele não atende. Então ela resolve ir até o quarto e o pega no flagra, se masturbando. O garoto toma um susto danado e a mãe diz:

– Depois que você terminar a lição de casa você vem almoçar?
Em uma viagem à Espanha, o brasileiro vai almoçar em um restaurante e pede a especialidade da casa. Quando o prato chega, ele come com voracidade e acha uma delícia. Só depois de terminar, pergunta ao garçom:

– Amigo, que tipo de carne era essa que eu comi?
– Eram os testículos do touro que morreu hoje na tourada, senhor.
– O quê? – perguntou ele, assustado – Eu comi as bolas do touro que foi sacrificado?
– Sim senhor… Nos nossos costumes, isto é uma grande honra!

Por pouco, o sujeito não faz um escândalo maior e, no dia seguinte, ele volta ao restaurante:

– Por favor amigo, o senhor poderia me preparar a especialidade da casa?
– Os testículos? – perguntou o garçom, desconfiado.
– Sim, decidi que não devo ter preconceito, afinal, o prato é uma delícia! Mande preparar os testículos!

Depois de alguns minutos o garçom traz o prato e, novamente o brasileiro come vorazmente.

– Novamente o prato estava uma delícia! – diz ele ao garçom – mas desta vez os testículos estavam bem menores!
– É verdade, senhor – concordou o garçom – mas o senhor tem que entender que o touro nem sempre perde a tourada.
O sujeito leva o cachorro ao veterinário.

– Eu quero cortar o rabo do meu cachorro!

O veterinário, acostumado a esse tipo de serviço, obedece calado. Vinte minutos depois está de volta.

– Pronto, meu senhor! Aqui está!
– Péra aí! Eu mandei cortar o rabo todo mas o senhor ainda deixou um pedaço!
– Se eu cortar o rabo todo, o seu cachorro vai ficar horrível! – defende-se o veterinário.
– Não me interessa! Quero que corte tudinho!
– Tudo bem! Tudo bem! – concorda o médico. – Mas posso ao menos saber o motivo da implicância com o pobrezinho?
– Implicância nenhuma, doutor! É que a minha sogra vai almoçar em casa no próximo domingo e eu não quero ver nenhuma manifestação de alegria!
A loira chega no trabalho em lágrimas. O chefe, sempre solícito com a loira pergunta o que aconteceu:
– Hoje de manhã, antes de sair para trabalho, recebi um telefonema dizendo que minha mãe morreu!
O chefe propõe imediatamente: – Patrícia, volte para casa imediatamente. Vá descansar.
– Não quero – responde a loira – prefiro ficar trabalhando, vai me distrair.
Algumas horas depois o chefe nota que a loira voltou a chorar, mais sofrido ainda. Ele vai até ela e pergunta:
– Não melhorou?
A loira explica: – A bruxa tá solta! Acabei de receber um telefonema de minha irmã. A mãe dela também morreu…